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Raios de problemas
Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010
Os raios UV (ultravioleta) voltaram a registrar condição extrema de radiação na manhã desta quarta-feira em 17 capitais do país, segundo a Somar Meteorologia, marcando índices entre 11 e 14, numa escala cujo máximo corresponde a 14. De acordo com o meteorologista Marcel Rocco, do Somar, a elevação do índice acontece devido a fatores como a estação do ano e a pouca nebulosidade, que causam a elevação do nível de raios solares que chegam à superfície da Terra.
Os locais com índices mais elevados por volta das 11h de hoje eram Aracaju, Belém, Boa Vista, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió, Natal, Palmas, Recife e Teresina, com índice 14, seguidos por Campo Grande, Curitiba, Salvador e Vitória, com 13, Florianópolis, com 12, e Porto Alegre, que tinham índice 11, considerado extremo.
De acordo com a escala, índices de 1 a 2 são considerados baixos; de três a cinco são apontados como moderados; seis e sete são altos; já entre oito e dez são considerados muito alto; enquanto os superiores a dez são apontados como extremos.
Para a médica Selma Cernea, coordenadora da Campanha de Prevenção ao Câncer de Pele, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o alto índice registrado de raios UV aumenta o risco de danos à pele, que podem variar de uma vermelhidão até o aparecimento de manchas, envelhecimento e câncer de pele, se a exposição for feita por tempo prolongado, regularmente.
Ela ainda ressalta que para evitar problemas causados pelos raios ultravioletas as pessoas devem evitar exposição ao sol. Mas quando for necessário, devem usar protetor solar.
