" O
Grito é uma manifestação autenticamente popular, que engloba pessoas, grupos,
entidades, igrejas e movimentos sociais, onde todos devem estar comprometidos
com a causa das pessoas excluídas" . São com essas palavras que dom Paulo
Mendes Peixoto (arcebispo de Campinas) inicia seu artigo para a CNBB onde manifesta
a importância deste evento, que em setembro terá sua 18° edição.
Criado em
1995, a partir das ações do Setor Pastoral Social da Conferência Nacional dos Bispos
do Brasil, O Grito dos Excluídos é, nas palavras de dom Paulo, "um espaço
popular e de participação livre", onde os presentes expressam a cidadania
e o anseio por mudanças na sociedade.
Sociedade
que, segundo ele, cada dia se vê
assolada por miséria, violência e desemprego, além de um cenário de carência de
políticas públicas voltadas as classes menos favorecidas. O Grito é "uma forma de tornar público o
rosto desfigurado da sociedade que clama por de valorização dos cidadãos."
acrescenta.
Por fim, no
dia 7 de setembro, dia da independência, o arcebispo afirma que não basta celebrar a independência
tida como formal, mas é necessário outro tipo de patriotismo, aquele positivo e
que "abra caminho para parcerias que libertem as pessoas de sistemas
opressores", e este é o Grito o Grito dos excluídos
Leia o artigo na íntegra aqui.