Papa celebra em prisão juvenil

4 abril, 2023

O Papa volta à prisão juvenil para Celebrar a Quinta-feira Santa. Notícia publicada no vaticannews.
Francisco celebrará a Missa da Santa Ceia de forma restrita entre os reclusos do instituto na periferia de Roma, o mesmo onde presidiu a função do tríduo pascal quinze dias após ter sido eleito. Nos anos seguintes, o Pontífice argentino sempre escolheu lugares simbólicos de sofrimento entre prisões, centros para refugiados, centros de tratamento para doentes.

De volta depois de dez anos lá onde celebrou a primeira Missa da Ceia do Senhor de seu pontificado, o Papa Francisco presidirá a liturgia da Quinta-feira Santa no dia 6 de abril na prisão juvenil de Casal del Marmo, em Roma. Foi o que confirmou este sábado, poucas horas após o Papa ter recebido alta do Hospital Policlínico Gemelli, o diretor da Sala de Imprensa vaticana, Matteo Bruni. A missa será de forma restrita, não aberta ao público. Está prevista a transmissão ao vivo.

Celebrações da Semana Santa

Tendo acabado de receber alta, após a bronquite infecciosa, o Papa retoma, portanto, sua agenda da Semana Santa e, através de seu porta-voz, faz saber que presidirá os Ritos pascais: as modalidades das liturgias da Semana Santa “permanecem inalteradas”, confirmou Bruni, explicando que o Papa presidirá as celebrações com um cardeal no altar, inclusive no Domingo de Páscoa. Uma modalidade, aliás, já em vigor há algum tempo. Este domingo, a Missa do Domingo de Ramos, com o cardeal Leonardo Sandri, vice-decano do Colégio cardinalício, como celebrante. A partir de quinta-feira, as celebrações pascais, com a Missa Crismal na Basílica Vaticana e depois a Missa da Ceia do Senhor, com o rito antigo e sempre comovente do lava-pés. A partir deste sábado, o local é conhecido; o mesmo, como mencionado, escolhido pelo Papa argentino em 28 de março de 2013, quinze dias após sua eleição.

De volta após dez anos

No instituto da periferia de Roma, o Papa havia lavado naquele dia os pés de dez rapazes e duas moças de diferentes nacionalidades e confissões: “Lavar os pés significa que devemos nos ajudar uns aos outros”, ele lhes havia dito, explicando o gesto. “É meu dever como padre e como bispo estar a vosso serviço”, acrescentou. “Mas é um dever que vem do meu coração: eu o amo”. Adoro fazer isso porque o Senhor assim me ensinou”. Depois, expressou o convite que nos anos seguintes ele sempre dirigiu às novas gerações: “Não deixai que a esperança vos seja roubada”.

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