SANTUÁRIO-BASÍLICA DE SANTO ANTÔNIO EM GRATA COMEMORAÇÃO

11 agosto, 2023

Neste 11 de agosto, a recordação viva da Elevação do Santuário de Santo Antônio à Categoria e Dignidade de Basílica é memorável e fato histórico para a Ilha-Capital de Vitória e para todo o Estado do Espírito Santo.

De intuição vinda de Dom Geraldo Lyrio Rocha e tomada em peito por Dom Luiz Mancilha Vilela que apresentou ao Pároco de então, o aqui subscrito, a bem-chegada proposta, cujo empenho foi levado em alto teor com a adesão do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, em visita que fez ao nosso Santuário na ocasião da Festa da Penha de 2008, e a encantar-se com a beleza arquitetônica do Templo com suas linhas de artísticas perfeições, contemplou-o com afeição e expressivo contentamento, preciosas sugestões, e como alvissareiro lugar sagrado de peregrinações religiosas e de amplo acolhimento eclesial e pastoral.

Com os felizes e imediatos encaminhamentos, portanto, e sob o Pontificado do Papa Bento XVI, no dia 11 de agosto desse mesmo ano, aprovou-se em Roma a Elevação do Santuário à Categoria e Dignidade de Basílica, como a primeira em todo o Estado do Espírito Santo.

A Solenidade Litúrgica se deu na manhã do dia 26 de outubro, presidida pelo Arcebispo Dom Luiz Mancilha Vilela para a alegria dos paroquianos, sensibilização dos Religiosos Pavonianos e satisfação para toda a Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo.

São 15 ANOS, portanto, de vinculação às quatro Basílicas Maiores que estão em Roma, quais sejam : a Basílica de São Pedro, a Basílica de São Paulo, a Basílica de São João de Latrão e a Basílica de Santa Maria Maior, das quais descendem as demais Basílicas no mundo inteiro, chamadas de Basílicas Menores, como assim estatuída a nossa Basílica de Santo Antônio.

Ícone na Cidade de Vitória, junto à Catedral Metropolitana, os dois Templos realçam a religiosa e devota junção, tendo a Santo Antônio de Lisboa e de Pádua e Nossa Senhora da Vitória, Padroeiros Principais da Cidade de Vitória, por Declaração do Papa Pio XII, ainda nos idos de 2 de outubro de 1956.

A partir dessa Declaração, os Religiosos Pavonianos e o Bispo Diocesano, à época, Dom José Joaquim Gonçalves, envidaram esforços para programarem o Lançamento e Bênção da Pedra Fundamental do Santuário de Santo Antônio, e que ocorreu aos 9 de dezembro do exato ano.
A relevância do hoje Santuário-Basílica de Santo Antônio remete à Ilha-Capital, chamada pelos indígenas de Ilha do Mel, posteriormente denominada de Ilha de Santo Antônio pelos colonizadores portugueses, e mais adiante, por fim, Vila Nova de Nossa Senhora das Vitórias.

Muito se tem escrito por trabalhos acadêmicos e apresentações em blogs sobre o Santuário-Basílica de Santo Antônio sem o respaldo histórico correto no quanto procede e sem o senso descritivo e oral autêntico. Descolora-se a razão real e histórica própria e original ao querer-se frisar em textos, e até verbalmente, pessoais interpretações.

A dispor de quantos visitam o Santuário-Basílica encontram-se FOLDERS ilustrativos sobre o Santuário, cuja história plausível é de 52 anos, e somente há 15 ANOS Basílica, como fonte segura, referencial-única com fundamento, e para presevação e memória dos acontecimentos.

Neste 11 de agosto a nossa sintonia se faz presente pela fraterna alegria em comemorarmos como devotos e cidadãos capixabas a honra dos 15 ANOS de Basílica, junto ao Santuário de Santo Antônio.

—– Salve Santuário-Basílica ! —–

Padre Roberto Camillato
Religioso Pavoniano

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