150 anos das Irmãs Missionárias Combonianas

10 junho, 2022

Em 1º de janeiro de 1872, São Daniel Comboni inicia o Instituto das Irmãs Missionárias Combonianas, “Pie Madri della Nigrizia”, em Verona na Itália. O Instituto tem suas raízes no carisma de São Daniel Comboni, missionário, pastor e profeta da África. Ele reconheceu o lugar específico da mulher consagrada na Missão evangelizadora da Igreja. Em 1877, as primeiras Irmãs Missionárias Combonianas
partiram para a África com Daniel Comboni.

As Irmãs Combonianas chegaram ao Brasil em 1955, na cidade de Nova Venécia – ES, em resposta ao apelo missionário do Papa Pio XII. Como mulheres consagradas para a Missão “Ad Gentes”, assumiram a opção pelos pobres, a caminho com o povo de Deus, tendo como Missão o Anúncio da Palavra. De 1955 a 1974 a presença das Irmãs Combonianas estava exclusivamente voltada para Estado do Espírito Santo. A partir de 1974, as Irmãs da Província se abriram ao apelo missionário de outras realidades nos estados de: São Paulo, Rondônia, Paraná, Goiás, Ceará, Bahia, Amazonas e Minas Gerais. Mantendo a temporalidade de suas presenças missionárias para manter a itinerância inerente ao seu carisma.

“A missão é testemunho, seguimento, despojamento, martírio e cruz, mas também é a esperança que faz vencer o medo da noite, que faz esperançar às Mulheres da madrugada, que procuram o seu Senhor. Hoje a Missão para as Missionárias Combonianas, é o anúncio do Reino de Deus nas periferias sociais, existenciais e geográficas marcadas pela dor e sofrimento da injustiça social, pela violência estrutural e institucional que favorecem o tráfico de seres humanos, a migração em detrimento dos mais vulneráveis”, comenta Irmã Maria de los Angeles, Superiora Provincial.

No Jubileu dos 150 anos de fundação da congregação, o melhor presente é saber que o carisma está vivo, continua despertando nas jovens, o desejo de seguir Jesus Cristo, sendo discípulas missionárias para o anúncio do Evangelho do Reino. A celebração dos 150 anos de fundação da Congregação é uma oportunidade de compreender as próprias condições e descobrir as riquezas, pobreza e fragilidades.

“Celebrar esses 150 anos num contexto de Covid-19, é um tempo de graça e desafio, uma oportunidade para nos determos no caminho que estamos percorrendo como Congregação, nessa mudança epocal, atípica e complexa. É fazer memória de nossa caminhada na história com um novo olhar. Sem memória, a força se perde, a história é desperdiçada, os erros do passado se repetem, o horizonte fica estreito. É preciso olhar para o futuro com esperança, se comprometer com o cuidado da vida dos mais vulneráveis e da casa comum, com sabedoria e a resiliência da mãe terra”, ressalta a Superiora Provincial.

A missa em comemoração aos 150 anos, acontecerá na paróquia São Franciso de Assis, em Jardim da Penha, às 11 horas e será presidida por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória.

 

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