Encontro Estadual da Legião de Maria

4 julho, 2026

Aos pés de Nossa Senhora da Penha, legionários de Maria,  vindos das diversas paróquias reuniram-se para celebrar o Encontro Estadual da Legião de Maria, levando consigo histórias de fé, perseverança e amor à Igreja.

Em meio ao silêncio e à beleza do santuário mariano, a celebração eucarística, presidida pelo arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, e concelebrada por Frei Gabriel e pelo padre Adenilson Schimiti, diretor espiritual da Legião de Maria.

Na homilia, Dom Ângelo conduziu os presentes por um caminho simples e profundo: o da mansidão e da humildade. Inspirado nas palavras de Jesus, convidou cada legionário a renovar a própria fé, uma fé que louva, agradece, acolhe os mistérios de Deus e encontra repouso no coração de Cristo.

“Uma fé mansa e humilde nos leva ao louvor, ao agradecimento, ao encontro com Jesus e à construção da paz. E quem melhor do que Maria para nos ensinar esse caminho?”, refletiu o arcebispo, lembrando que a espiritualidade legionária continua sendo um precioso testemunho de fidelidade nas comunidades.

Ao longo de décadas, a Legião de Maria tem semeado o Evangelho de forma discreta, visitando famílias, rezando com os enfermos, formando discípulos e sustentando tantas comunidades com a força da oração. Um trabalho silencioso, mas fecundo, inspirado naquela que soube dizer “sim” ao projeto de Deus.

No encerramento, o padre Adenilson emocionou os participantes ao recordar que sua vocação sacerdotal floresceu justamente na Legião de Maria. “A minha vocação surgiu dentro da Legião de Maria. Foi ali que comecei a dar os meus primeiros passos na fé. Se não houvesse a Legião de Maria na minha comunidade, talvez eu não fosse padre”, testemunhou, convidando todos a permanecerem firmes na missão de conduzir outras pessoas ao encontro de Cristo pelas mãos de Maria.

O sacerdote também anunciou que o encontro do próximo ano celebrará o Jubileu de Prata da iniciativa, marcando 25 anos de uma caminhada que une oração, missão e fraternidade.

Quando a celebração chegou ao fim, os cânticos ainda ecoavam entre as pedras do convento. Muitos retornaram para suas casas levando no coração mais do que lembranças de uma tarde especial: levaram a certeza de que continuar seguindo os passos de Maria é aprender, todos os dias, a viver uma fé serena, humilde e perseverante.

Porque, como recordou Dom Ângelo, é essa fé — mansa e humilde — que transforma corações, fortalece a Igreja e mantém viva a esperança do mundo.

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