ARCEBISPO

O arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari, que toma posse amanhã em cerimônia que começa a partir das 8h15 na Praça da Catedral,

O arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari, que toma posse amanhã em cerimônia que começa a partir das 8h15 na Praça da Catedral, recebeu a imprensa capixaba para uma primeira conversa. Dom Ângelo agradeceu a presença, falou um pouco de sua trajetória, respondeu as perguntas e atendeu individualmente cada veículo.

Sobre sua trajetória destacou os trabalhos nas áreas sociais que realizou em São Paulo, o contato com outra culturas e religiões, principalmente no período em que foi Superior Geral da Congregação Rogacionista e sua atuação como Bispo Auxiliar de São Paulo nos últimos 4 anos.

Questionado sobre uma Igreja mais participante e mais próxima da  realidade social, dom Ângelo citou a insistência do Papa Francisco para que a Igreja seja próxima dos mais pobres e aflitos e disse com clareza que “a Igreja sempre deve se pronunciar quando existe falta de respeito à vida,  quando a vida é ferida, a Igreja precisa se manifestar, sempre lembrando que a mensagem de Jesus Cristo é a mesma, mas ela deve ser anunciada levando em conta as características de cada Igreja Local. “A missão da Igreja é controversa, porque a mensagem de Jesus questiona as realidades. Existem espaços para manifestações, a Igreja anuncia – denuncia e celebra, é preciso respeitar as instâncias e estar atento à realidade”, afirmou.

Outra pergunta sobre como conciliar o pastoreio e os compromissos administrativos e burocráticos, dom Ângelo disse que seu perfil é de estar presente na vida do povo, das paróquias e das comunidades e que pretende valorizar os leigos que trabalham e conciliar o tempo para não se distanciar do pastoreio. Prometeu que vai visitar as paróquias e comunidades na medida que for possível.

O novo Arcebispo que já tem presença nas redes sociais, disse que continuará presente e acha importante continuar atuando nelas. Lembrou também uma recomendação do cardeal dom Jaime Spengler, ofm, presidente da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para que não se esqueça que aqui existe o Santuário Nacional S. José de Anchieta, missionário importante na evangelização do Brasil.

 

Chegou o momento tão esperado para a Igreja local da Arquidiocese de Vitória: receber o novo arcebispo! Para isso, nada melhor que celebrar a

Chegou o momento tão esperado para a Igreja local da Arquidiocese de Vitória: receber o novo arcebispo! Para isso, nada melhor que celebrar a posse em torno da Eucaristia que nos irmana na comunhão com toda a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, o que acontecerá no próximo dia 22 de fevereiro.

Ao colocar-me a escrever algumas palavras de acolhida a Dom Ângelo Ademir Mezzari, veio-me o texto de Isaias 52: “Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que traz a boa notícia, que anuncia a salvação”. Por isso, “Desperta-te! Desperta-te! Vista a roupa de festa, Jerusalém, cidade santa”. Sim, Igreja de Vitória, vista a roupa de festa para a chegada do novo pastor, sucessor dos apóstolos, junto do Papa Francisco, que é o sucessor de Pedro.

Nossa alegria é bem profunda, pois estamos recebendo o legítimo sucessor dos apóstolos, princípio e fundamento visível da unidade na própria Igreja. E uma certeza que São Cipriano de Cartago já testemunhava: se alguém não estiver com o Bispo, também não estará com a Igreja. Nossa alegria também se fundamenta no sentido da unidade que nos irmana em Cristo. De nossa parte, este deve ser o compromisso dos batizados e ministros ordenados com a Igreja de Jesus Cristo presente aqui em Vitória.

Toda e qualquer ato de posse na Igreja possui um sentido bem específico. Não é o mesmo da posse que ocorre em cargos no mundo civil. O sentido da posse do novo arcebispo não significa uma espécie de “apossar-se” da Igreja. Significa receber e aceitar uma graça, um ministério, um serviço. Dom Ângelo, a partir desse momento, passa a ser o responsável por governar esta Igreja local, ensinar e santificar todo o Povo de Deus, e, de modo especial, os católicos. Sua posse dá início ao ministério episcopal, de serviço à Igreja unido ao Papa.

Nos primeiros contatos de Dom Ângelo foi possível perceber em seu rosto a alegria na missão de evangelizar. E como peregrino de esperança sabemos que o Bispo sempre se coloca à frente para indicar a estrada e sustentar a esperança do povo. Tantas vezes nessa caminhada temos a impressão de que pouco ou nada estamos avançando. Então, a presença do bispo no meio de todos nós, com sua proximidade simples e misericordiosa, vai nos ajudando e nos fortalecendo na fé.

Tantas vezes, será preciso atrasar o passo para ajudar aqueles que estão atrasados, que caminham mais devagar. O rebanho pode encontrar novas estradas e, assim, o Bispo caminhará a seu lado, no seu meio, discernindo as ações, os passos, os alimentos a serem conquistados. O Evangelho de Jesus Cristo é um chamado para caminharmos juntos, sendo luz do mundo e sal da terra.

Dom Ângelo chega nessa Igreja local no ano do Jubileu, momento marcante da Igreja conduzida pelo Papa Francisco. A posse nos enche de alegria e esperança. O texto bíblico de Levítico 25 nos orienta nessa caminhada para proclamar a libertação por toda a terra a todos os seus moradores. Trata-se de um tempo santo. Com o novo arcebispo queremos vivenciar esse acontecimento de grande relevância espiritual, eclesial e social. Esta será a melhor forma de acolher o novo Pastor desta Igreja local. Sem bem-vindo, Dom Ângelo!

Edebrande Cavalieri

No próximo dia 22 de fevereiro de 2025, a Catedral de Vitória recebe dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, que toma posse como arcebispo da

No próximo dia 22 de fevereiro de 2025, a Catedral de Vitória recebe dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, que toma posse como arcebispo da Arquidiocese de Vitória. O início da cerimônia está agendado para as 8h15 para os cumprimentos às autoridades civis locais na Praça da Catedral. Na sequência tem inicio a acolhida e a cerimônia de posse, que promete reunir  grande quantidade de fiéis, além de contar com a presença de autoridades civis e eclesiásticas.

O evento reunirá bispos de diversas dioceses, sacerdotes, religiosos e religiosas, bem como representantes de movimentos e pastorais da Igreja Católica. Além disso, autoridades civis, incluindo o Governador Renato Casagrande e sua Esposa e os prefeitos da Grande Vitória, estarão presentes para prestigiar o momento solene.

A celebração  seguirá o rito tradicional da Igreja Católica para a posse de um arcebispo. Após a acolhida que se inicia na porta e percorre toda a nave central da Catedral até ao Sacrário, os bispos se paramentam e retornam para a procissão de entrada, dando início à Celebração Eucarística.  para uma reverência. Segue-se a leitura da Bula Papal de nomeação de dom Ângelo e a entrega do báculo, que lhe será entregue por dom Dario Campos, ofm, como símbolo de sua missão de pastoreio. Após a entrega do báculo, dom Ângelo é conduzido à cátedra,  e assume a presidência da Santa Missa.

A Arquidiocese de Vitória convida todos os fiéis a participarem desta importante celebração. Para aqueles que não puderem comparecer presencialmente, haverá transmissão ao vivo pelo YouTube da Arquidiocese de Vitória, permitindo que toda a comunidade acompanhe este momento.

A CERIMÔNIA

A celebração terá duração de, aproximadamente, duas horas, iniciando às 8:15h, na Catedral de Nossa Senhora da Vitória. Pode-se considerar que serão vivenciados dois:

Primeiro momento:

– Acolhida: O Bispo eleito, Dom Ângelo Mezzari, de vestes corais, é recebido na Praça da Catedral pela banda da Policia Militar, pelo Governador do Estado Renato Casagrande e demais autoridades civis.

– Hino Nacional: A Banda da Polícia Militar executa o Hino Nacional Brasileiro e o Hino Pontifício.

– Beijo da Cruz: No nártex (região de entrada), o Cura da Catedral, Pe. Renato Criste, oferece ao novo Bispo o Crucifixo para ser beijado e o aspersório, com o qual o Arcebispo asperge a si mesmo e aos presentes, enquanto coro e orquestra executam: “Ecce sacerdos magnus” (Eis o grande sacerdote), antífona que a liturgia da Igreja Católica Romana utiliza para a entrada solene de um bispo.

– Visita à Capela do Santíssimo: Em seguida, Dom Ângelo, acompanhado de dom Dario Campo, dom Andherson Franklin e o cardeal Dom Odilo Scherer, é conduzido à Capela do Santíssimo Sacramento, onde permanecem por algum tempo, de joelhos, em oração.

Segundo momento:

– Entrada: Procissão de entrada dos seminaristas, Diácono, Padres e Bispos, enquanto orquestra e coro executam a “Marcha da Igreja”.

– Posicionamento: Dom Ângelo Mezzari , feita a devida reverência, permanece em frente ao altar, ladeado por dom Dario Campos e dom Andherson Franklin. O coro entoa o “Veni Creator Spiritus” (Vinde Espírito Criador), hino em honra ao Espírito Santo.

– Saudação do Metropolita: O Bispo Metropolitano, Dom Frei Dario Campos, ofm, dirige aos presentes sua saudação e pede para ser lida a Bula de nomeação.

– Segue-se o rito da missa, sob a presidência de dom Ângelo Mezzari. 

História

Dom Ângelo, natural de Forquilhinha, Santa Catarina, foi nomeado arcebispo pelo Papa Francisco em 30 de dezembro de 2024, sucedendo a Dom Dario Campos, que teve sua renúncia aceita após atingir a idade limite estabelecida pelo direito canônico. Antes desta nomeação, Dom Ângelo atuava como bispo auxiliar na Arquidiocese de São Paulo, sendo responsável pela Região Episcopal Ipiranga.

Nascido em 2 de abril de 1957, na localidade de Sanga do Engenho, município de Nova Veneza, atualmente Forquilhinha, Santa Catarina, é filho de Antonio Mezzari (já falecido) e Maria Etelvina Ronchi Mezzari, sendo o mais velho de 7 irmãos.

Padre Ângelo Ademir ingressou em fevereiro de 1969, ainda não completados 12 anos, no Seminário Rogacionista Pio XII, em Criciúma (SC), onde fez o ensino fundamental e médio.

Já no estado de São Paulo, fez noviciado canônico em Bauru (SP), no ano de 1980, e a primeira profissão religiosa no dia 31 de janeiro de 1981. Professou os votos perpétuos na Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus, em janeiro de 1984, em Criciúma (SC). Estudou Filosofia na Faculdade Nossa Senhora Medianeira, em São Paulo (SP), e Teologia no Instituto Teológico Pio XI, também na capital paulista. Foi ordenado sacerdote no dia 22 de dezembro de 1984, em Forquilhinha, sua terra natal. Tem 39 anos de vida religiosa e 35 de sacerdócio.

Após a ordenação, completou seus estudos fazendo o curso de Comunicação Social/Jornalismo na Universidade Federal do Paraná (1986-1989), e em São Paulo, no ano de 2003, completou o Mestrado em Teologia Dogmática, na Pontifícia Faculdade Assunção, da arquidiocese de São Paulo, com uma tese intitulada: “Revelação e Comunicação – a questão da transmissão da revelação”.

Na Congregação Rogacionista foi formador, atuou no campo da pastoral vocacional, da assistência social, da educação e comunicação, tendo sido diretor e redator da Revista Rogate e diretor presidente do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV). Foi conselheiro da Província Rogacionista São Lucas (Brasil, Argentina e Paraguai) por três mandatos (1989-1988), superior provincial por oito anos (dois mandatos, de 2002 a 2010) e superior geral, por seis anos, de 2010 a 2016, em Roma.

Também atuou na Igreja no Brasil, no âmbito da pastoral vocacional, em particular junto à Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB. Entre 1990 e 2010, foi colaborador e membro do Grupo de Assessoria Vocacional e contribuiu na realização dos Congressos Vocacionais do Brasil.

Desde outubro de 2016 é superior da Comunidade Religiosa Rogacionista em Bauru (SP) e pároco da paróquia Nossa Senhora das Graças. Na diocese, foi membro do Colégio de Consultores (2016-2018) e, desde 2018, faz parte do Conselho de Presbíteros.

Foi nomeado pelo Papa Francisco como bispo titular de Fiorentino, e auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. Sua ordenação episcopal deu-se em 19 de Setembro de 2020, no Santuário do Sagrado Coração Misericordioso de Jesus, em Santa Catarina, pelas mãos de Dom Odilo Scherer, Arcebispo de São Paulo e co-ordenantes, Jacinto Inácio Flach, Bispo de Criciúma e Rubens Sevilha, Bispo de Bauru.

No dia 26 de abril de 2023, durante a 60° Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, foi eleito como Presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, para o período de 2023-2027.

A Arquidiocese de Vitória se prepara receber o novo Arcebispo, nomeado pelo Papa Francisco em 30 de dezembro de 2024. Dom Ângelo Ademir Mezzari

A Arquidiocese de Vitória se prepara receber o novo Arcebispo, nomeado pelo Papa Francisco em 30 de dezembro de 2024. Dom Ângelo Ademir Mezzari toma posse em 22 de fevereiro às 9h na Catedral de Vitória. Toda a Arquidiocese está convidada a participar.

Dom Ângelo vai pastorear a Arquidiocese que abrange 15 municípios (Anchieta, Afonso Claudio, Alfredo Chaves, Brejetuba, Cariacica, Domingos Martins, Fundão, Guarapari, Marechal Floriano, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Serra, Viana, Vila Velha, Vitória), conta com 91 paróquias e 1021 comunidades, agrupadas em 6 áreas pastorais.

Para ajudar no pastoreia, dom Ângelo contará com 109 padres diocesanos, 63 religiosos de 17 Congregações, 19 Congregações Femininas, 65 diáconos permanentes e 7 diáconos transitórios. Pensando no futuro o desafio de formar 31 seminaristas e ajudar o discernimento vocacional de 12 jovens propedeutas.

A realidade de cada área pastoral exige direcionamentos pastorais diversos: regiões mais urbanas e outras mais rurais; regiões de veraneio e outras de muita agitação comercial e industrial; regiões com maior incidência de pobreza e outras de alto poder aquisitivo. Enfim, diversidade e características próprias de cada lugar são os maiores desafios da Arquidiocese.

Montanhas e litoral a poucos quilômetros de distância fazem deste pedaço do Espírito Santo um lugar de belezas naturais e proporcionam uma convivência alternada de gostos e diversões que afetam a vivencia espiritual e religiosa. Influências culturais italianas, alemães e portuguesas, misturadas com nativos e descentes indígenas, junto a tradições e costumes misturam religiosidade, cultura, espiritualidade e manifestações de fé que se expressam em tapetes na Festa de Corpus Christi, procissões na Festa do Divino Espírito Santo, festejos aos santos populares: Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo e a mais tradicional homenagem à Senhora das Alegrias que acontece em Vila Velha uma semana após a Páscoa.

Desafios e encantos aguardam o novo Arcebispo e toda a Arquidiocese o recebe de braços abertos e muita oração.

 

Na manhã de hoje (30), o Arcebispo Nomeado para a Arquidiocese de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, realizou uma visita informal à Cúria, onde teve

Na manhã de hoje (30), o Arcebispo Nomeado para a Arquidiocese de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, realizou uma visita informal à Cúria, onde teve a oportunidade de conhecer as instalações e interagir com membros da equipe. Durante sua visita, ele percorreu todos os setores da Cúria, demonstrando interesse em entender o funcionamento e a dinâmica de cada área.

O Arcebispo Nomeado expressou sua alegria de estar em Vitória pela primeira vez. “Estou muito animado para conhecer melhor esta cidade e seus fiéis. É a primeira vez que venho a Vitória, estou admirado”, afirmou.

Depois de visitar todas as instalações da Cúria Metropolita de Vitória, Dom Ângelo foi conhecer a Catedral de Vitória onde foi recepcionado pelo Cura, Pe. Renato Criste.

No período da tarde, Dom Ângelo aproveitou para reunir com o Vigário para a Comunicação, Pe. Anderson Gomes, Vigário da Ação Social, Pe. Kelder Brandão e com o Coordenandor de Pastoral, Pe. Claudio Morais.

Na oportunidade de sua visita ao Estado, Dom Ângelo também visitou a Casa Sacerdotal, Seminário Nossa Senhora da Penha, Propedêutico e o Cecates (Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Luiz Scandian)

A visita do Arcebispo nomeado marca um importante início de relacionamento com a Arquidiocese de Vitória, prometendo um futuro de diálogo e colaboração.

O Novo Arcebispo de Vitória é natural de Forquilhinha, localizada no estado de Santa Catarina, é uma cidade rica em história, cultura e espiritualidade.

O Novo Arcebispo de Vitória é natural de Forquilhinha, localizada no estado de Santa Catarina, é uma cidade rica em história, cultura e espiritualidade. Foi nesse município que nasceu Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, trazendo orgulho para sua terra natal e reforçando os valores que marcam a identidade de seu povo.

História e Fundação

A cidade de Forquilhinha foi oficialmente emancipada em 26 de abril de 1989, mas sua história remonta ao final do século XIX, com a chegada de imigrantes alemães e italianos. Essas comunidades trouxeram suas tradições culturais, religiosas e gastronômicas, que ainda hoje são preservadas e celebradas. A cidade tem cerca de 33.939 habitantes e está inserida na Diocese de Criciúma – SC.

O nome “Forquilhinha” se refere ao encontro de dois rios que formam um desenho semelhante a uma forquilha, uma característica geográfica marcante na região.

A Relação de Forquilhinha com a Diocese de Criciúma

Inserida na Diocese de Criciúma, Forquilhinha é mais do que um município; é um exemplo vivo de fé e serviço. Seu envolvimento nas atividades diocesanas reforça os laços entre as comunidades católicas da região, promovendo a unidade e a missão evangelizadora.

A Diocese de Criciúma foi criada no dia 27 de maio de 1998, pelo Papa João Paulo II, através da Bula “Sollicitus de Spirituali Bono” (Solícito pelo Bem Espiritual de Seus Fieis) e instalada pouco tempo depois na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, em 15 de agosto.

Integram a Diocese de Criciúma 26 municípios do Sul de Santa Catarina, são eles: Criciúma, Lauro Muller, Urussanga, Cocal do Sul, Morro da Fumaça, Treviso, Siderópolis, Nova Veneza, Forquilhinha, Içara, Balneário Rincão, Morro Grande, Meleiro, Timbé do Sul, Turvo, Ermo, Jacinto Machado, Maracajá, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Sombrio, Balneário Gaivota, Santa Rosa do Sul, Praia Grande, São João do Sul e Passo de Torres. 

Por meio de sua história e compromisso religioso, Forquilhinha desempenha um papel importante na Diocese de Criciúma, contribuindo para que o Evangelho chegue aos corações de todos.

Fé e Espiritualidade

A religiosidade é uma marca registrada do povo de Forquilhinha. A Igreja Católica tem um papel central na vida da comunidade, com diversas paróquias e capelas espalhadas pela cidade. O município também é conhecido por ser o local do nascimento de Dom Ângelo Ademir Mezzari.

A fé do povo é expressa em festas religiosas, procissões e celebrações comunitárias, que fortalecem os laços entre os moradores e mantêm viva a tradição cristã.

Aconchego e Hospitalidade

Forquilhinha é reconhecida pela hospitalidade de seus moradores, que recebem visitantes com carinho e simplicidade. Suas paisagens bucólicas, combinadas com a paz e a tranquilidade do interior, fazem da cidade um lugar especial para quem busca um refúgio do ritmo acelerado dos grandes centros.

 

Economia e Cultura

A economia de Forquilhinha é diversificada, com destaque para a agricultura, a pecuária e pequenas indústrias. O cultivo de arroz é uma das principais atividades agrícolas, junto com a produção de leite e o setor de serviços.

A cultura local é fortemente influenciada pelas tradições dos colonizadores, com festas típicas, danças e eventos religiosos. A cidade é um exemplo de como as raízes culturais podem ser preservadas ao longo do tempo.

Forquilhinha é pequena em tamanho, mas grandiosa em história e espiritualidade, sendo um símbolo da riqueza cultural e religiosa de Santa Catarina. É uma cidade que preserva suas raízes enquanto olha para o futuro, e que se orgulha de ser berço de Dom Ângelo Ademir Mezzari, cujo valor reflete o espírito dessa terra.

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A História da Arquidiocese de Vitória e seus Bispos

 

Até 1895, a Igreja no Estado do Espírito Santo estava hierarquicamente vinculada à diocese de Niterói do Estado do Rio de Janeiro. A criação

Até 1895, a Igreja no Estado do Espírito Santo estava hierarquicamente vinculada à diocese de Niterói do Estado do Rio de Janeiro.

A criação da primeira diocese aconteceu em 15 de novembro de 1895 através da Bula “Santíssimo Domino Nostro”, promulgada pelo Papa Leão XIII, com o nome de Diocese do Espírito Santo, abrangendo a extensão do próprio Estado.

O primeiro bispo, Dom João Baptista Corrêa Nery, foi responsável pelo governo da diocese até 1901. Na sequência sucederam-lhe: Dom Fernando de Souza Monteiro (1901 a 1916); Dom Benedicto Paulo Alves de Souza (1918 a 1933); Dom Luiz Scortegagna (1933 a 1951); Dom José Joaquim Gonçalves (1951 a 1957); Dom João Batista da Mota e Albuquerque (1957 a 1958).

Em 1958 a então diocese do Espírito Santo recebeu o título de Arquidiocese (Bula “Cum Territorium” do Papa Pio XII) e originou a criação das dioceses de Cachoeiro de Itapemirim e S. Mateus.

Em 2008 a Arquidiocese de Vitória completou e festejou os 50 anos de criação.

Arcebispos da Arquidiocese de Vitória

Ao longo de sua história, a Arquidiocese de Vitória foi guiada por bispos que contribuíram significativamente para a propagação do Evangelho e o fortalecimento das comunidades católicas.

Arcebispos da Arquidiocese de Vitória

 

 

 

1. Dom João Batista da Motta e Albuquerque (1958-1984)  – Natural de Niterói – RJ
Liderou a arquidiocese durante o Concílio Vaticano II, promovendo a renovação pastoral.

 

 

 

 

2. Dom Silvestre Luís Scandián, SVD (1984-2004) – Natural do Espírito Santo
Conhecido por sua defesa dos direitos humanos e sua atuação em prol das comunidades periféricas.

 

 

 

 

 

 

3 .Dom Luiz Mancilha Vilela, SSCC (2004-2018) – Natural de Minas Gerais
Trabalhou na evangelização urbana e no fortalecimento dos movimentos e pastorais.

 

 

 

 

 

4. Dom Dario Campos, OFM (2018 – 2024) – Natural do Espírito Santo
Deu continuidade à missão da Igreja com ênfase na proximidade pastoral e no cuidado com os mais pobres.

 

 

 

 

 

 

5. Dom Ângelo Ademir,RCJ (2024 – Presente) – Natural de Santa Catarina
Novo Arcebispo de Vitória, tomará posse no dia 22 de fevereiro de 2025

 

 

 

Os Arcebispos que passaram pela Arquidiocese deixaram um legado de serviço e inspiração, moldando uma Igreja viva e atuante, que continua a ser uma luz para o povo capixaba.

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O Papa Francisco nomeou na manhã de hoje, 30 de dezembro de 2024, dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, como arcebispo da Arquidiocese de Vitória,
Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ

O Papa Francisco nomeou na manhã de hoje, 30 de dezembro de 2024, dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, como arcebispo da Arquidiocese de Vitória, ES.

Dom Ângelo Ademir, que é religioso na Congregação Rogacionista do Coração de Jesus, era bispo auxiliar na Arquidiocese de São Paulo, exercendo seu episcopado na Região Ipiranga desde 19 de setembro de 2020.

Seja bem-vindo, dom Ângelo! A Arquidiocese de Vitória acolhe o senhor com alegria e pede a Deus que lhe conceda as graças necessárias para realizar a missão que lhe é confiada.

A posse do novo arcebispo será no dia 22 de fevereiro de 2025 na Catedral de Vitória.

Sobre a atuação em São Paulo

Dom Ângelo é Vigário Episcopal na Região Ipiranga

O novo Arcebispo de Vitória atuou como bispo auxiliar e funções de vigário episcopal na Região Ipiranga, uma das seis regiões episcopais da Arquidiocese de São Paulo. Dom Ângelo é responsável por 41 paróquias naquele território.

Para facilitar o entendimento dos capixabas, as Regiões Episcopais podem ser comparadas às nossas Áreas Pastorais aqui da Arquidiocese de Vitória, porém, cada uma das regiões paulistas funciona como uma subsede, conta com uma administração local e tem um bispo auxiliar responsável que é nomeado pelo Arcebispo de São Paulo para colaborar com ele nos trabalhos que são realizados naquela localidade.

Quais são as Regiões Episcopais da Arquidiocese de São Paulo?

Biografia

Nascido em 2 de abril de 1957, na localidade de Sanga do Engenho, município de Nova Veneza, atualmente Forquilhinha, Santa Catarina, é filho de Antônio Mezzari (já falecido) e Maria Etelvina Ronchi Mezzari, sendo o mais velho de 7 irmãos.

Padre Ângelo Ademir ingressou em fevereiro de 1969, ainda não completados 12 anos, no Seminário Rogacionista Pio XII, em Criciúma (SC), onde fez o ensino fundamental e médio.

Já no estado de São Paulo, fez noviciado canônico em Bauru (SP), no ano de 1980, e a primeira profissão religiosa no dia 31 de janeiro de 1981. Professou os votos perpétuos na Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus, em janeiro de 1984, em Criciúma (SC). Estudou Filosofia na Faculdade Nossa Senhora Medianeira, em São Paulo (SP), e Teologia no Instituto Teológico Pio XI, também na capital paulista. Foi ordenado sacerdote no dia 22 de dezembro de 1984, em Forquilhinha, sua terra natal.

Após a ordenação, completou seus estudos fazendo o curso de Comunicação Social/Jornalismo na Universidade Federal do Paraná (1986-1989), e em São Paulo, no ano de 2003, completou o Mestrado em Teologia Dogmática, na Pontifícia Faculdade Assunção, da arquidiocese de São Paulo, com uma tese intitulada: “Revelação e Comunicação – a questão da transmissão da revelação”.

Na Congregação Rogacionista foi formador, atuou no campo da pastoral vocacional, da assistência social, da educação e comunicação, tendo sido diretor e redator da Revista Rogate e diretor presidente do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV). Foi conselheiro da Província Rogacionista São Lucas (Brasil, Argentina e Paraguai) por três mandatos (1989-1988), superior provincial por oito anos (dois mandatos, de 2002 a 2010) e superior geral, por seis anos, de 2010 a 2016, em Roma.

Também atuou na Igreja no Brasil, no âmbito da pastoral vocacional, em particular junto à Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada da CNBB. Entre 1990 e 2010, foi colaborador e membro do Grupo de Assessoria Vocacional e contribuiu na realização dos Congressos Vocacionais do Brasil.

A partir de outubro de 2016 se tornou superior da Comunidade Religiosa Rogacionista em Bauru (SP) e pároco da paróquia Nossa Senhora das Graças. Na diocese, foi membro do Colégio de Consultores (2016-2018) e, desde 2018, faz parte do Conselho de Presbíteros.

Foi nomeado pelo Papa Francisco como bispo titular de Fiorentino, e auxiliar da Arquidiocese de São Paulo. Sua ordenação episcopal deu-se em 19 de Setembro de 2020, no Santuário do Sagrado Coração Misericordioso de Jesus, em Santa Catarina, pelas mãos de Dom Odilo Scherer, Arcebispo de São Paulo e co-ordenantes, Jacinto Inácio Flach, Bispo de Criciúma e Rubens Sevilha, Bispo de Bauru.

No dia 26 de abril de 2023, durante a 60° Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, foi eleito como Presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, para o período de 2023-2027.

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