ARCEBISPO

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória – ES, divulgou na manhã de hoje (05) as datas que acontecerão as posses dos novos Párocos,

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória – ES, divulgou na manhã de hoje (05) as datas que acontecerão as posses dos novos Párocos, Administradores Paroquiais e Vigários nas paróquias da Arquidiocese de Vitória.

As celebrações de posse acontecerão no final do mês de janeiro e no início de fevereiro, contarão com a presença dos bispos e seguirão o Ritual Litúrgico para a tomada de posse.

Dom Ângelo convida todos os fiéis a participarem das celebrações, a acolherem com carinho seus novos pastores e a permanecerem unidos na oração, fortalecendo a comunhão e a missão da Igreja no anúncio do Evangelho.

Segue a nota com as datas das posses e em seguida o Ritual Litúrgico para a tomada de posse

Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, ao encerrar o Ano Jubilar da Esperança, dirigiu-se aos presentes que caminharam da igreja São Gonçalo até à

Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, ao encerrar o Ano Jubilar da Esperança, dirigiu-se aos presentes que caminharam da igreja São Gonçalo até à Catedral de Vitória, em pequena caminhada jubilar e participaram da missa de encerramento. Confira a homilia.

ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA

CONCLUSÃO ANO SANTO – JUBILEU DA ESPERANÇA

HOMILIA      28/dezembro/2025

Amados irmãos e irmãs,

            Com alegria celebramos hoje, dia 28 de Dezembro, Ano Santo de 2025, a conclusão do Jubileu da Esperança, na Festa da Sagrada Família de Nazaré, dentro da Oitava de Natal. Quero mais uma vez expressar minha alegria por estarmos reunidos aqui na Igreja Catedral, Mãe de todas as Igrejas de nossa Arquidiocese. E tanta gratidão, por vossa presença aqui, sobretudo por este Ano Santo vivido com tanta fé e amor, iniciado aqui, justamente, nesta Igreja Catedral, no dia 28 de Dezembro passado, por nosso querido Arcebispo Emérito, Dom Dario Campos, a quem recordamos com gratidão e agradecemos de coração.

As normas para o Jubileu 2025 nos disseram sobre este rito de encerramento: “A celebração eucarística se configura como uma Missa estacional. Por isso, todos os presbíteros concelebram com o Bispo; os diáconos, os acólitos, os leitores e os outros ministros desempenham o seu ministério. Tenha-se o cuidado de que a convocação chegue a todos os fiéis”. Em uma Igreja toda ela sinodal, que caminha unida, na comunhão e participação, na missão, queremos cada vez mais nos comprometer na construção do Reino de Deus, levando a Boa Nova da salvação, que é Jesus Cristo, a todos. Nesta Eucaristia solene, expressamos nossa unidade como Igreja na riqueza, diversidade e complementariedade de todas os dons, carismas e ministérios.

Movido pela esperança que não decepciona (Rm 5,5), convocados, aqui estamos todos, o povo de Deus desta Arquidiocese, para a celebração de encerramento do Jubileu da Esperança: cristãos leigos e leigas, consagrados e consagradas, ministros ordenados. Logo, os membros das pastorais, dos grupos e associações laicais, dos movimentos laicais, de organismos e instituições. Enfim, estamos aqui bem representados, vindos das paróquias e comunidades, sendo sinais e testemunhas de esperança. E quantos sinais existem.

Tenho certeza, que tudo o que vivemos, experienciamos e realizamos durante este Ano Santo, nos levou a alcançar o que o Papa Francisco pediu na Bula de convocação do Jubileu 2025”: “Possa ser, para todos, um momento de encontro vivo e pessoal com o Senhor Jesus, «porta» de salvação (cf. Jo 10, 7.9); com Ele, que a Igreja tem por missão anunciar sempre, em toda a parte e a todos, como sendo a «nossa esperança» (1 Tm 1, 1)”. Sim, todos somos testemunhas de que Jesus Cristo, nossa Esperança, foi, e será sempre, o centro deste nosso peregrinar. Ele é nossa única Esperança, que não desilude, nem engana. Ele é a “Porta” da Salvação. Nossa missão, agora, mais do nunca, é continuar anunciando, em todo lugar, ao mundo, que ainda tem sede daquela esperança e paz tão desejada.

A Liturgia de hoje é a da Festa da Sagrada Família de Nazaré: Jesus, Maria e José. O Tempo é de Natal e Deus se fez solidário com a humanidade, especialmente com os mais humildes, pobres e sofredores. Nasceu em uma família marcada pelo vínculo do amor, sem desconhecer seus dramas, dores e sofrimentos, pois era uma família autenticamente humana, sustentada pela fé e confiante nas promessas de Deus. Assim é nossa família.

O texto do Evangelho (Mt 2,13-15.19-23) nos faz ver José, atento à voz de Deus. Herodes, o rei, vai procurar o Menino Jesus para matá-lo. A Sagrada Família, imersa na realidade e nos dilemas humanos, que também nós passamos, é perseguida e exilada no Egito. Depois. Jesus com seus pais volta para a sua terra e assenta-se em Nazaré. O Filho de Deus refaz o caminho que o povo de Israel realizou no Antigo Testamento.

No Livro do Eclesiástico (3,3-7.14-17 a), recorda o mandamento de honrar pai e mãe: “Quem honra o seu pai, alcança o perdão dos pecados”. E ainda: “quem respeita a sua mãe é como alguém que ajunta tesouros”. De fato, aos filhos é dada a tarefa de exercer as obras de misericórdia em favor dos pais: respeito, cuidado, dedicação, amparo, paciência e caridade. Preocupar-se com os pais, dando-lhes a assistência necessária, assegura as promessas de Deus, se alcança o perdão e se é atendido na oração.

Da segunda Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses (Col3,12-21), queremos verdadeiramente, por sermos tão amados por Deus, ser revestidos de “sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência”, suportando-nos uns aos outros e perdoando-nos mutuamente. Como nos diz o texto, e eis o ensinamento a ser observado e vivido, o apelo de todos os dias: “amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição”. De fato, a solicitude e o cuidado da esposa, o amor e entrega do marido, a obediência dos filhos e o respeito dos pais para com eles, são formas concretas de encarnar o amor de Cristo. A família cristã é um sinal vivo e visível de esperança.

A celebração litúrgica da Sagrada Família é um convite a aprofundar o mistério do Deus feito homem, a encarnação de Jesus Cristo. Somos neste dia chamados a meditar a realidade da família à luz do mistério do Verbo Encarnado, quando Ele assume a condição humana. Também Jesus experimentou as alegrias e os desafios da vida em família. Importante, amados irmãos e irmãs, compreender que a vida em família e como família, manifestada no amor mútuo, na bondade, na paciência e mansidão, é uma extensão e expressão do próprio amor que Deus tem por nós. Neste sentido, a família é o lugar e espaço onde e em primeiro lugar se faz a experiência de amar a Deus e amar o próximo, uma verdadeira escola do Evangelho, a Igreja doméstica, base da comunidade eclesial.

A Festa de hoje, da Sagrada Família, na conclusão do Ano Santo 2025, o Jubileu da Esperança, é um convite a recordar que a vida em família tem suas raízes no mistério de Cristo, nossa única esperança. Que Jesus, Maria e José sejam para todos nós verdadeiras luzes a iluminar nossos desafios humanos, sociais e eclesiais de hoje e que possamos imitar seus exemplos de vida e de fé, de amor e de esperança.

+ Angelo Ademir Mezzari, RCJ

Considerando o bem espiritual do Povo de Deus e em sintonia com o Documento Final do Sínodo 2021–2024, “Por uma Igreja Sinodal”, bem como

Considerando o bem espiritual do Povo de Deus e em sintonia com o Documento Final do Sínodo 2021–2024, “Por uma Igreja Sinodal”, bem como com o documento da Secretaria Geral do Sínodo, “Pistas para a fase de implementação do Sínodo 2025–2028”, a Arquidiocese de Vitória dá mais um passo no caminho da sinodalidade.

Em atenção às orientações que prescrevem a constituição de uma Comissão Sinodal Arquidiocesana, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, publicou no dia 16 de dezembro de 2025 o Decreto de Nomeação da Comissão. É um compromisso da Arquidiocese com a escuta, a comunhão, a participação e a missão, pilares do processo sinodal vivido pela Igreja.

 

Na manhã de hoje, o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari, recebeu a imprensa em coletiva de imprensa. a primeira palavra do Arcebispo

Na manhã de hoje, o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari, recebeu a imprensa em coletiva de imprensa. a primeira palavra do Arcebispo foi de agradecimento à Impressa pela cobertura que deram às atividades promovidas pela Arquidiocese e os convidou a divulgar o encerramento do Ano Jubilar no dia 28 de dezembro a partir de 16h saindo da igreja São Gonçalo. O desejo de Feliz Natal foi acentuado pelo desejo de paz e esperança. Dom Ângelo falou sobre os eventos religiosos que aconteceram ao longo do ano, desde sua chegada a Vitória em 22 de fevereiro. Lembrou da morte do Papa Francisco, a eleição do Papa Leão XIV, as peregrinações jubilares de esperança e visitas recentes aos lares de idosos e presídios (realidades mais vulneráveis). Na sequência respondeu às perguntas dos repórteres e anunciou a criação de um Vicariato para a Saúde, Projeto para atender a população de rua e a preocupação da Igreja em manter a unidade. Considerou como seus primeiros desafios, conhecer o clero em suas realidades, para isso já visitou 90 das 91 paróquias que existem na Arquidiocese e a interlocução com a sociedade, visitando os Poderes constituídos (Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Prefeituras). Às perguntas sobre violência, dom Ângelo disse: “o povo não está protegido em seus direitos fundamentais. Existem pessoas na extrema pobreza e insegurança alimentar. A resposta da Igreja é não perder o vínculo com essas pessoas, com essas realidades. Para isso faremos uma grande avaliação com a implementação do Sínodo, após a Festa da Penha”.

Sobre o ano eleitoral, o Arcebispo acentuou que a Igreja Católica não tem partido, mas que “a Igreja se coloca como agente de diálogo, defende a democracia e estimula para que os fiéis não desanimem, estimulando a votar e valorizar a presença de católicos na política”. Anunciou que haverá um posicionamento do Regional Leste 3 para as eleições e lembrou as cartas escritas pelo bispos de Cachoeiro de Itapemirim, dirigindo-se aos homens e às mulheres, por conta da violência contra elas.

Dom Ângelo falou sobre a pesquisa realizada pela Igreja Católica no Brasil, que teve forte participação da Arquidiocese de Vitória e será divulgada na Assembleia dos Bispos em 2026, que trará dados que ajudarão na elaboração dos projetos pastorais a serem realizados.

Chamado ainda jovem e confirmado ao longo dos anos no serviço ao povo de Deus, Dom Ângelo Ademir Mezzari completa 41 anos de ordenação

Chamado ainda jovem e confirmado ao longo dos anos no serviço ao povo de Deus, Dom Ângelo Ademir Mezzari completa 41 anos de ordenação sacerdotal, celebrando uma trajetória de entrega, formação e comunhão eclesial. Ordenado sacerdote em 22 de dezembro de 1984, na cidade de Forquilhinha (SC), Dom Ângelo é membro da Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus (RCJ).

Foto: Arquivo pessoal

Ingressou em 1969 no Seminário Rogacionista Pio XII, em Criciúma (SC), iniciando sua formação vocacional ainda jovem. Em 1980, realizou o noviciado canônico em Bauru (SP), professando os primeiros votos religiosos em 31 de janeiro de 1981 e os votos perpétuos em janeiro de 1984. Concluiu os estudos de Filosofia na Faculdade Nossa Senhora Medianeira e de Teologia no Instituto Teológico Pio XI, ambos em São Paulo.

Após a ordenação sacerdotal, ampliou sua formação acadêmica com o curso de Comunicação Social/Jornalismo, pela Universidade Federal do Paraná, e concluiu o Mestrado em Teologia Dogmática na Pontifícia Faculdade Assunção, com a dissertação intitulada “Revelação e Comunicação – a questão da transmissão da revelação”.

Na Congregação Rogacionista, exerceu diversas funções, atuando como formador, na pastoral vocacional, na educação, na assistência social e na comunicação. Foi diretor e redator da Revista Rogate, diretor-presidente do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV), conselheiro provincial, superior provincial por dois mandatos (2002–2010) e superior geral da Congregação, com sede em Roma, no período de 2010 a 2016.

Dom Ângelo também colaborou com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), especialmente junto à Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada, participando dos Congressos Vocacionais do Brasil entre 1990 e 2010. Desde 2016, é superior da Comunidade Religiosa Rogacionista em Bauru (SP) e pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, integrando o Colégio de Consultores e o Conselho de Presbíteros da diocese.

Nomeado pelo Papa Francisco como bispo titular de Fiorentino e auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, recebeu a ordenação episcopal em 19 de setembro de 2020. Ao celebrar este jubileu sacerdotal, a Igreja louva a Deus por seus 41 anos de sacerdócio e 39 anos de vida religiosa.

A Arquidiocese de Vitória parabeniza Dom Ângelo Ademir Mezzari e manifesta sua gratidão pelo testemunho de fé, serviço e dedicação à Igreja, desejando-lhe abundantes bênçãos e perseverança na missão confiada pelo Senhor.

O Lar Monsenhor Alonso, Instituição de Longa Permanência para Idosos em situação de vulnerabilidade social, celebrou seus 15 anos de fundação com a visita

O Lar Monsenhor Alonso, Instituição de Longa Permanência para Idosos em situação de vulnerabilidade social, celebrou seus 15 anos de fundação com a visita de Dom Ângelo Admir Mezzari. A data marca não apenas a trajetória do espaço, mas também a realização de um sonho que nasceu do olhar atento à realidade das pessoas idosas em situação de rua.

Foto: Pe. Reuber Côgo e Dom Angelo Mezzzari

De acordo com o padre Reuber Côgo Daltio, mc, responsável pelo acompanhamento pastoral do lar, a casa é fruto do sonho do padre José Ayrola Barcellos. “Este lar é a realização de um sonho do padre Ayrola, de poder acolher idosos em situação de rua. Ele mesmo, andando pela cidade, percebeu a dificuldade que é envelhecer, mesmo tendo recursos. Imagine, então, aqueles que estão mais marginalizados e que tiveram seus direitos violados”, explicou.

O Lar Monsenhor Alonso foi fundado em 21 de dezembro de 2010, data que coincide com o aniversário de ordenação de Monsenhor Alonso. Desde então, a instituição se tornou referência no acolhimento de idosos em vulnerabilidade social, funcionando como uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos). O lema do lar resume sua missão: “Acolher é fazer o outro feliz”.

Atualmente, 14 idosos vivem na casa, todos encaminhados por meio de um convênio com a Prefeitura de Vitória e o Ministério Público. A estrutura já foi ampliada e pode receber até 20 moradores. “Quando eles vêm para cá, nós somos a família deles. Muitos não têm mais ninguém. Alguns foram abandonados, outros perderam seus familiares ao longo da vida e acabaram em situação de rua. Aqui é um resgate”, afirmou o padre Reuber.

Idosos do Lar Monsenhor Alonso

A rotina do lar é mantida com o apoio de diversas paróquias, instituições e grupos da sociedade civil. Segundo o sacerdote, o período do Natal é especialmente movimentado. “Recebemos doações de alimentos, produtos de higiene, roupas, toalhas e presentes. A Arquidiocese de Vitória e várias paróquias sempre demonstraram um carinho muito grande por este lar”, destacou.

O espaço também está aberto para visitas de grupos de catequese, jovens e adultos, promovendo a convivência e a troca de experiências entre gerações. “Muitos idosos trazem marcas profundas do abandono e das violências sofridas na rua. Mas aqui eles encontram outras marcas: a da acolhida, do carinho e do amor fraterno”, concluiu o padre Reuber.

Durante a visita, Dom Angelo conversou com os acolhidos, abençoou o lar e destacou a importância do serviço prestado pela instituição ao longo desses anos.

A rotina hospitalar, marcada por desafios, esperas e silêncios, foi transformada pela presença da fé, enquanto o cuidado com a vida, expresso em gestos

A rotina hospitalar, marcada por desafios, esperas e silêncios, foi transformada pela presença da fé, enquanto o cuidado com a vida, expresso em gestos discretos de amor, se deixou envolver pela força da oração. No Hospital Infantil de Vitória, a presença de Dom Ângelo Mezzari transformou o ambiente hospitalar em lugar de encontro com Deus, ao presidir a celebração da Santa Missa para crianças internadas, familiares e profissionais da saúde.

A celebração foi vivida como um gesto de proximidade da Igreja com os que sofrem. Logo no início da missa, Dom Ângelo acolheu a assembleia com palavras de ternura e esperança: “Antes de tudo, esta celebração eucarística nos torna participantes dessa grande graça de Deus: o mistério da sua presença, um Deus que se faz próximo e presente na vida de todos nós”. O arcebispo recordou que celebrar a paixão, a morte e a ressurreição do Senhor, especialmente em um hospital, é reafirmar que a fé não se ausenta diante da dor, mas se fortalece nela.

Dirigindo-se às crianças, aos pais e a todos os profissionais, Dom Ângelo destacou que a oração deve alcançar cada coração e cada espaço daquele lugar, desde a direção até os médicos, enfermeiros e colaboradores. “Jamais falta e faltará a esperança da vida, a esperança do amor”, afirmou, reforçando que Deus caminha com seu povo dia e noite, também nos quartos de hospital.

Inspirado pelo Evangelho da Anunciação, o arcebispo convidou todos a acolherem a saudação do anjo a Maria como palavra dirigida a cada pessoa presente: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo”. Segundo ele, essa certeza da presença amorosa de Deus é fonte de coragem e confiança, semelhante à esperança depositada nos tratamentos e na dedicação da equipe de saúde. “Não tenhas medo”, repetiu, lembrando que questionar, sentir dor e buscar sentido não são sinais de falta de fé, mas expressões humanas diante do sofrimento.

Dom Ângelo também ressaltou o significado profundo do Natal, celebrado mesmo em ambientes marcados pela fragilidade. “Jesus Cristo nasce para todos. Por isso, podemos celebrar o Natal em todos os lugares”, disse, sublinhando que ali, entre leitos e cuidados, acontece “um dos mais belos Natais”, porque Deus se faz próximo dos que sofrem.

Ao final, o arcebispo manifestou gratidão aos profissionais da saúde, reconhecendo o cuidado diário como expressão concreta do amor cristão. Para ele, cada criança atendida se torna parte da família daqueles que cuidam, sofrem e esperam juntos.

A assistente social Maria Aparecida Racanelli expressou gratidão pela celebração, destacando a importância da presença da Igreja no ambiente hospitalar. “Receber a Santa Missa aqui no hospital é um gesto que fortalece não só as famílias e as crianças, mas também todos nós que trabalhamos diariamente no cuidado com a vida. Somos muito gratos por esse momento de oração que renova a esperança e traz conforto ao coração de todos”, afirmou.

Entre dores e desafios, percebemos que a vida é sagrada e que, mesmo no sofrimento, Deus continua a dizer ao coração de cada um: não tenhas medo, Eu estou contigo.

Agenda de dom Ângelo Ademir Mezzari 17 de dezembro – Preside missa no aniversário da paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz às 19h. 18

Agenda de dom Ângelo Ademir Mezzari

17 de dezembro – Preside missa no aniversário da paróquia Nossa Senhora Rainha da Paz às 19h.

18 de dezembro – Participa da Ordem de Serviços para reforma da CMEI Dom João Batista da Mota e Albuquerque, Praia do Suá às 07h30h.

Recebe em audiência o vice-governador Ricardo Ferraço.

Preside missa na Comunidade Jesus Operário, paróquia Santíssima Trindade, Aribiri, Vila Velha às 19h30.

19 de dezembro – Preside missa e acolhe as promessas na Comunidade Água Viva às 19h30.

20 de dezembro – Visita ao Hospital Infantil, Sta. Lúcia, Vitória às 10h.

Visita ao Lar dos Idosos no Parque Moscoso, Vitória às 15h

Preside missa e ministra o Sacramento do Crisma na paróquia São Pedro Apóstolo, Vitória às19h.

21 de dezembro – Preside missa na Catedral de Vitória às 8h.

Preside missa e institui Ministros da Palavra na paróquia Nossa Senhora das Graças, Jucutuquara, Vitória às 10h.

Preside missa na paróquia São José de Calasanz às 18h.

23 de dezembro – Recebe a Imprensa para a mensagem de Natal na Mitra Arquidiocesana às 9h.

24 de dezembro – Preside missa de Natal na Catedral de Vitória às 19h30.

25 de dezembro – Preside missa no Carmelo de Nazaré às 10h.

Preside missa na paróquia Cristo Rei, Cariacica às 17h.

26 de dezembro – Preside missa na Festa de São Benedito, Serra às 9h.

27 de dezembro – Preside missa na Festa de São Benedito, na igreja do Rosário, Cidade Alta, Vitória às 10h.

Preside missa na Festa da paróquia Epifania do Senhor aos Reis Magos às 19h30.

28 de dezembro – Preside missa na Festa da padroeira na Sagrada Família, Jr. Camburi às 11h.

Participa e preside missa no Encerramento do Ano Jubilar, iniciando na igreja São Gonçalo, Cidade Alta, Vitória às 16h.

31 de dezembro – Preside missa na paróquia São José, Guarapari às 19h.

01 de janeiro – Preside missa na Catedral de Vitória às 8h.

Agenda de dom Andherson Franklin

17 de dezembro – Preside missa na Comunidade São Camilo, paróquia Sta. Rita, Vila Velha às 19h30.

25 de dezembro – Preside missa na Catedral de Vitória às 18h.

28 de dezembro – Participa do Encerramento do Ano Jubilar com início na igreja São Gonçalo às 16h.