Na manhã desta terça-feira, 15 de julho, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, visitou o arcebispo emérito Dom Dario Campos, que atualmente
Na manhã desta terça-feira, 15 de julho, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, visitou o arcebispo emérito Dom Dario Campos, que atualmente reside na sede principal da Ordem dos Frades Menores (franciscanos), em Belo Horizonte (MG).
A visita aconteceu por ocasião da ida de Dom Ângelo à capital mineira para participar da abertura do Encontro Nacional de Formadores, promovido pela OSIB (Organização dos Seminários e Institutos do Brasil) e pelo CMOVIC, organismos ligados à CNBB.
O Encontro Nacional de Formadores, promovido pela OSIB (Organização dos Seminários e Institutos do Brasil) em parceria com o CMOVIC (Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada), ambos organismos da CNBB, reúne bispos, reitores, formadores e vocacionistas de todo o país para refletir sobre os desafios da formação presbiteral na atualidade. O encontro visa ajudar na formação dos futuros padres, promovendo momentos de troca de experiências e reflexão sobre os caminhos da vocação, de acordo com o que orienta a Igreja no Brasil. A Arquidiocese de Vitória está representada pelos padres Jorge Campos e Cláudio Moreira, que atuam na formação no Seminário e no Propedêutico.
Dom Ângelo expressou sua alegria pelo reencontro com Dom Dario, que se mostrou bem, sereno e feliz em sua nova residência. “Nossa gratidão e proximidade. Ele está muito bem e feliz”, afirmou o Arcebispo. Esse encontro renovou os laços de amizade entre Dom Ângelo e Dom Dario, unidos pela mesma missão de servir a nossa Igreja de Vitória.
Sobre o encontro de Formadores em Belo Horizonte
A Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) realiza, entre os dias 14 e 18 de julho de 2025, o Encontro Nacional de Atualização para Formadores, reunindo lideranças e agentes da formação presbiteral de todo o país. O evento acontece na Casa Mãe Acolhedora, em Belo Horizonte (MG).
Foto: Arquidiocese de Vitória
Com o tema “O itinerário formativo no Documento 110: avaliação e propostas”, o encontro deste ano vai aprofundar a reflexão sobre os caminhos da formação sacerdotal à luz do Documento 110 da CNBB, oferecendo aos participantes uma rica oportunidade de avaliação, troca de experiências e elaboração de propostas práticas para o fortalecimento da missão formativa.
O assessor do encontro é o padre Fábio de Freitas Guimarães, doutor em Psicologia pela Pontifícia Università Gregoriana, de Roma (2024). O sacerdote tem formação acadêmica e experiência nas áreas de Psicologia do Desenvolvimento Humano, Psicologia Pastoral, Saúde Mental e Emocional, Psicologia da Personalidade e Acompanhamento Psicoterapêutico, com abordagens psicodinâmica e comportamental. Além disso, é bacharel em Filosofia pela Faculdade Eclesiástica João Paulo II (RJ) e em Teologia pelo Instituto Superior de Teologia da arquidiocese do Rio de Janeiro.
Durante a 27ª Assembleia Geral Eletiva da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB Nacional), realizada em Brasília entre os dias 8 e 11 de
Durante a 27ª Assembleia Geral Eletiva da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB Nacional), realizada em Brasília entre os dias 8 e 11 de julho, foi eleita a nova presidente da entidade para o triênio 2025-2028. Ir. Maria do Disterro Rocha Santos, da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria – Irmãs Cordimarianas, assume a presidência com um histórico sólido de serviço à Vida Religiosa Consagrada.
Natural de Picos (PI), Ir. Maria do Disterro tem 65 anos e é mestre em Teologia Espiritual. Já atuou como Superiora Geral de sua congregação por três mandatos, integrou a Diretoria da CRB Nacional, participou da Coordenação da USGCB e atualmente coordena a Regional da CRB no Ceará. Em Fortaleza, integra a Comunidade Dirigente do Colégio Nossa Senhora das Graças, onde também exerce o serviço de assessora de espiritualidade.
Sua eleição representa o compromisso da CRB com a escuta sensível aos clamores dos mais necessitados e com a vivência da mística do cuidado, valores essenciais para o novo ciclo da entidade.
A Assembleia conta ainda com a participação de Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, arcebispo metropolitano de Vitória (ES), que representa a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e preside a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada.
“Vida Religiosa Consagrada: Sentinela de esperança em tempos de travessia” é o tema que inspira a 27ª Assembleia Geral Eletiva da CRB Nacional, realizada
“Vida Religiosa Consagrada: Sentinela de esperança em tempos de travessia” é o tema que inspira a 27ª Assembleia Geral Eletiva da CRB Nacional, realizada de 7 a 11 de julho, em Brasília (DF). O encontro reúne religiosos e religiosas de todo o país em um tempo de escuta, discernimento e renovação da missão consagrada no Brasil.
Entre os participantes, destaca-se a presença de Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, arcebispo metropolitano de Vitória (ES), que representa a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da qual é membro. Dom Ângelo reforça, com sua presença, a comunhão e o reconhecimento da Igreja no Brasil com a Vida Religiosa Consagrada, cuja presença profética e atuante marca profundamente a evangelização em diversas realidades do país.
Um dos momentos mais significativos da Assembleia é a participação da irmã Simona Brambilla, prefeita do Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, do Vaticano. Em sua fala aos participantes, irmã Simona afirmou:
“Minha presença aqui expressa a proximidade do Dicastério com a vida consagrada no Brasil, com todas as suas expressões e carismas. Nossa missão é acompanhar e apoiar, com atenção e cuidado, as diversas formas de vida consagrada: contemplativa, apostólica, institutos seculares, eremitas, ordo virginum e novas comunidades. É uma alegria estar nesta Assembleia, escutar, aprender e caminhar junto com vocês.”
Dom Ângelo também destacou o caráter eclesial da Assembleia, que manifesta a riqueza da Igreja na diversidade de dons e carismas:
“Sabemos que a evangelização em nosso país começou com a presença da vida religiosa e continua até hoje sustentada por esse testemunho. A Vida Religiosa Consagrada está na vanguarda da missão, nas periferias geográficas e existenciais, sendo sinal do Reino, luz em meio às sombras, apontando para Jesus Cristo e seu Evangelho.”
A presença da CNBB e do Dicastério vaticano neste momento reafirma o valor e a relevância da Vida Religiosa Consagrada para a missão da Igreja no Brasil — uma presença marcada pela esperança, pelo serviço e pela fidelidade ao Evangelho.
Na solenidade litúrgica de São Pedro e São Paulo, celebrada neste domingo, 29 de junho, o Papa Leão XIV a celebrou a Santa
Imagem: Vatican Media
Na solenidade litúrgica de São Pedro e São Paulo, celebrada neste domingo, 29 de junho, o Papa Leão XIV a celebrou a Santa Missa na qual impôs o Pálio aos arcebispos metropolitanos nomeados ao longo do último ano.
Entre os 54 arcebispos de diversas partes do mundo, havia cinco arcebispos brasileiros que receberam o pálio do Papa Leão XIV: Dom Ângelo Ademir Mezzari, da Arquidiocese de Vitória (ES); Dom Odelir José Magri, da Arquidiocese de Chapecó (SC); Dom Francisco Carlos Bach, da Arquidiocese de Joinville (SC); Dom Vítor Agnaldo de Menezes, da Arquidiocese de Vitória da Conquista (BA); e Dom João Santos Cardoso, da Arquidiocese de Natal (RN)), que receberam das mãos do Santo Padre este sinal visível de comunhão com o Sucessor de Pedro e de compromisso com a missão pastoral confiada pela Igreja.
O Pálio — faixa de lã branca adornada com cruzes negras, usada sobre os ombros — representa o cuidado do pastor que conduz o rebanho com amor e fidelidade. É símbolo da autoridade do arcebispo metropolitano e de sua união com o Papa, sendo também expressão da unidade da fé nas Igrejas particulares que ele serve.
Em sua homilia, o Papa Leão XIV destacou a missão dos novos arcebispos com estas palavras: “O Pálio que recebereis hoje recorda a tarefa pastoral que vos foi confiada e exprime a vossa comunhão com o Bispo de Roma, para que, na unidade da fé católica, possais alimentar as Igrejas locais que vos foram confiadas.”
Imagem: Vatican Media
Dom Ângelo, que tomou posse na Arquidiocese de Vitória em 22 de fevereiro de 2025, manifestou gratidão e responsabilidade diante do gesto recebido: “Receber o Pálio nesta data tão especial reforça o compromisso que assumi diante do povo capixaba: ser pastor com cheiro de ovelha, atento às dores, esperanças e alegrias do rebanho que me foi confiado.”
A solenidade dos apóstolos Pedro e Paulo é tradicionalmente um momento de renovação da unidade e da missão da Igreja, fundamentada no testemunho desses dois grandes santos.
A Arquidiocese de Vitória une-se em oração por Dom Ângelo, pedindo a intercessão dos santos apóstolos para que seu ministério seja fecundo, iluminado pelo Espírito Santo e guiado pela fidelidade ao Evangelho.
Na manhã deste sábado (28), Dom Ângelo Mezzari, Arcebispo de Vitória, juntamente com Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar, realizou a peregrinação jubilar pelas Basílicas
Na manhã deste sábado (28), Dom Ângelo Mezzari, Arcebispo de Vitória, juntamente com Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar, realizou a peregrinação jubilar pelas Basílicas Maiores de Roma. A caminhada espiritual contemplou a passagem pelas Portas Santas das Basílicas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo, concluindo o percurso iniciado anteriormente na Basílica de São Pedro.
Na Basílica de Santa Maria Maior, os bispos também visitaram o túmulo do Papa Francisco, que se encontra de maneira simples e despojada. Ali, em oração, confiaram a Deus a Arquidiocese de Vitória e todo o seu povo fiel, recordando com carinho os rostos e intenções da Igreja particular do Espírito Santo.
Dom Ângelo destacou a profundidade espiritual da manhã vivida: “Foi uma manhã muito especial, onde também recordamos, nas visitas e orações, a nossa Arquidiocese de Vitória e o nosso querido povo de Deus”.
Durante a Vigília do Jubileu dos Presbíteros, celebrada em Roma, Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, Arcebispo de Vitória do Espírito Santo, partilhou seu testemunho
Foto: Pe. Tarcio Siqueira
Durante a Vigília do Jubileu dos Presbíteros, celebrada em Roma, Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, Arcebispo de Vitória do Espírito Santo, partilhou seu testemunho vocacional com profunda emoção e gratidão. Em um momento marcado pela espiritualidade e pela comunhão entre os ministros ordenados, Dom Ângelo recordou sua caminhada vocacional, os desafios e as alegrias do sacerdócio, reafirmando a beleza e a grandeza da missão de ser sinal visível do amor de Deus no mundo. Sua partilha, feita no contexto do Jubileu, foi um convite à perseverança, à oração pelas vocações e ao compromisso renovado com a missão confiada por Cristo à Igreja.
Confira abaixo a partilha completa feita por Dom Ângelo Mezzari durante a Vigília.
Jubileu da Esperança – 2025 Vigília Vocacional – 26 de Dezembro – Basílica de São Pedro Testemunho Vocacional
Sou Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, religioso e sacerdote da Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus, nascido no município de Forquilhinha, no Estado de Santa Catarina, sul do Brasil, e atualmente Arcebispo de Vitória do Espírito Santo, na região sudeste do Brasil. Na Conferência Episcopal do Brasil – CNBB – atualmente, exerço a função de Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada. Neste belo Jubileu da Esperança, somos chamados a ser peregrinos de esperança, como igreja sinodal, em caminho, na unidade, comunhão, participação, em vista da missão.
Foto: Pe. Tarcio Siqueira
Nesta Vigília Vocacional, no Jubileu dos Bispos, presbíteros e seminaristas, meu testemunho vocacional consiste em expressar minha alegria em ser sacerdote do Senhor. E por um motivo muito especial, em 22 de dezembro último, 2024, celebrei quarenta anos de minha ordenação presbiteral, justamente em 1984, e em janeiro deste ano, 45 anos de consagração religiosa, pelos votos de pobreza, castidade e obediência, e um quarto voto, de rezar pelas vocações. Hoje, ao celebrar o Jubileu aqui em Roma, quero agradecer ao Senhor Deus, Pai cheio de amor e bondade, que em Cristo Jesus, aquele que me chamou, e ao Espírito Santo, que me dá força e coragem a cada dia. Agradeço por este belo dom, a graça deste chamado tão sublime, que enche meu coração de tanto júbilo. Apesar de minhas fragilidades, e nas situações também de tribulações e incertezas, o Senhor me chamou, em mim tocou, tomou-me em amor, e respondeu com amor, para amá-lo infinitamente, e aos irmãos amar, com serviço e entrega generosa. Certamente a vocação sacerdotal, que nos faz amigos de Jesus e peregrinos de esperança, é dom em estado permanente. Configurados ao Cristo Bom Pastor, Mestre e Sacerdote, somos no mundo e para a humanidade, sinais visíveis da Pessoa de Jesus e seu Evangelho, na Igreja e com Igreja, para a salvação do mundo.
Na história vocacional de cada um de nós, o amor de Deus se manifesta na história, na família, onde nascemos. Entre tantas situações vividas no caminho vocacional, formativo e ministerial, queria destacar a missão tão bela da família, dos pais. Voltar às raízes, onde a vida brotou, do sacramento do matrimônio, do amor dos pais que formam uma família segundo o projeto de Deus, inserida em uma pequena comunidade eclesial, que até hoje continuam sendo uma referência significativa. E recordo então, com carinho e gratidão, de meus pais que, apesar de ser o mais velho e importante para a família com os demais irmãos, me levaram para o seminário, em tenra idade, com 11 anos. Segundo eles narram, desde cedo queria ser padre, mistério de vida que procuro compreender, e que ao longo destes anos foi se revelando verdadeiramente como graça e dom gratuito para o meu bem e a serviço da Igreja, dos irmãos. Em minha memória, e como farol, permanece aquele gesto tão belo, simples e despojado, de minha mãe, preparando as poucas roupas, e meu pai, me levando para o seminário, sendo realmente promotores vocacionais. Ao longo da minha vida, e até hoje, e para sempre, guardo com carinho o que meus pais, com vida de oração, simplicidade e fé, testemunharam os sinais concretos do amor de Deus, onde a vocação germinou, foi cultivada, e, continuam sendo, com amor e oração, promotores das vocações e graça de Deus. É claro que ao longo dos anos, na etapa de formação inicial, a vocação foi amadurecendo, e mesmo com os desafios do convívio e acompanhamento humano e espiritual, pude dar a resposta definitiva, na entrega total ao serviço do Reino de Deus.
Foto: Arquivo pessoal
Não posso deixar de dar este testemunho na perspectiva do nosso carisma rogacionista, que em minha vida e missão, sempre iluminou e conduziu meu ministério, nos diversos serviços que ao longo destes anos fui chamado a exercer. A vida sacerdotal não pode jamais prescindir da obediência, como prometido no dia da ordenação. De fato, sem a entrega total e disponibilidade generosa, fundada em uma fé profunda e intimidade com o Senhor, na autêntica mística que move o coração, não haverá a alegria daquele que vive e serve o Senhor no amor aos irmãos. Desde aquela eleição, chamado tão misterioso, de estar com Ele, e com Ele caminhar, mistério de amor que contemplamos maravilhados, pelo que fez a cada um de nós. E neste contexto, poderíamos recordar então quando Jesus (expresso nos Evangelhos de Lucas 10, e Mateus 9), vendo as multidões cansadas e abatidas como ovelhas sem Pastor, disse: rogai, pois, ao Senhor da Messe para que mande operários para a sua messe. Pois a messe é grande e os trabalhadores são poucos. Podemos dizer, não há evangelização sem evangelizadores. Participantes do múnus de Cristo, somos hoje chamados a olhar para a história e a humanidade com olhos de compaixão, de misericórdia. Como é desafiador para nós, sacerdotes, compreender a realidade onde o Evangelho deve ser encarnado, e onde devemos estar inseridos, não apenas pessoalmente, mas como corpo eclesial e presbiteral. A realidade humana e social nos desafia imensamente, mas nela, e como povo de Deus amado, vivemos nosso ministério e damos nosso testemunho com generosidade e fé. Eis o apelo e mandamento de Jesus: rogai, pois ao Senhor, ele é a vinha, somos os seus ministros, chamados e enviados a servir. Uma sincera e profunda espiritualidade vocacional nos convida a rezar com fé, por mais operários e por todas as vocações. Como é bela esta messe do Senhor, onde há tantos talentos, carismas e serviços, graças do Espírito Santo, para o bem de todos da Igreja. Esta causa das vocações, e de todas as vocações, é verdadeiramente uma causa do Evangelho, é a razão da missão da Igreja, missão que se vive em discipulado, da missão que me foi confiada na Igreja. E ao comando do adorável Senhor, que rezava ao Senhor, Jesus os enviou, pois não há outro meio de vencer a indiferença vocacional, o desânimo vocacional, a ausência vocacional, o medo vocacional além da decepção, do pecado e do erro. É a esperança que nos move, e dela vem a nossa esperança, ela não decepciona, pois o amor de Deus foi verdadeiramente derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Foto: Daniela Gomide
Com olhar e coração compassivo, orantes e suplicantes pelo dom dos bons operários, somos chamados a ser, nós mesmos, os primeiros nesta messe do Senhor, com os mais pequenos e pobres, com aqueles que têm fome e sede de Deus, nas periferias geográficas e existenciais de hoje, autênticas testemunhas de esperança, pois Cristo é nossa única esperança. A vós, irmãos no sacerdócio, e aos que estão no caminho vocacional e formativo, digo de coração sincero: amemos nossa vocação, agradeçamos ao Senhor pelo nosso ministério, animemos todos os dias as vocações na Igreja, também a vocação sacerdotal, amemos nossa Igreja, sendo promotores da comunhão, sejamos fiéis à graça que recebemos construindo a fraternidade presbiteral, edifiquemos cada dia o Corpo do Senhor, a sua Igreja, o seu Povo. Sejamos sempre pedras vivas e vivificantes, santos e santificadores, bons e santos sacerdotes, mestres e testemunhas da Palavra de Deus, bons pastores do rebanho, fiéis administradores do tesouro que nos foi confiado, na entrega plena e total de nossa vida ao Senhor.
Que a alegria do Senhor, na esperança, seja a nossa força. Assim seja.