Casamento comunitário

13 junho, 2022

Na noite do último sábado (11), aconteceu na Paróquia Santo Antônio de Pádua, Soteco – Vila Velha, o Casamento Comunitário. A celebração foi parte da programação da Paróquia que comemora hoje, dia 13 de junho, a Festa do Padroeiro.

Ao som de um coro da Assembleia que entoava o canto “Hallelujah”, os casais foram convidados a adentrar à comunidade. A celebração foi presidida pelo pároco, Padre Adriano. Durante a homilia, o Padre destacou que a Palavra de Deus pode ser encaixada em qualquer situação, desde que cada um seja capaz de abrir o coração e se esforce para entendê-la. Dirigindo-se aos noivos, ele afirmou que o casamento é um caminho a ser seguido, o qual para trilhá-lo é necessário aplicar o que diz a Palavra. Ao recordar o modo como são instituídos os casamentos atualmente, em nossa sociedade, o pároco pediu a bênção do Espírito Santo, por intercessão de Santo Antônio, sobre os casais que selavam ali sua união, para que todo o sentimento proveniente daquela ocasião fosse divino.

Para encerrar os festejos, a comunidade receberá hoje a presença de Dom Andherson Franklin, que presidirá a Santa Missa da Festa do Padroeiro, a partir das 19h30.

INFORMAÇÕES

MISSA DA FESTA DO PADROEIRO

Data: 13 de junho

Horário: 19h30

Local: Comunidade Matriz – Rua Visconde de Taunay, 20 – Soteco/Vila Velha

O SANTO CASAMENTEIRO

Santo casamenteiro, santo das coisas perdidas, o pão de santo Antônio… A ele são atribuídas muitas virtudes, muitos milagres e prodígios. O santo nascido em Lisboa, Portugal, ganhou a fama de ser casamenteiro pois em certa ocasião intercedeu por uma jovem que teria conseguido fazer um ótimo casamento.

A história retrata que a fama de casamenteiro se deu porque Santo Antônio teria atendido aos rogos de uma moça que para casar precisava de um dote.  Ela teria recebido de Santo Antônio um bilhete para entregar a um determinado comerciante. O bilhete dizia que o comerciante desse à moça moedas de prata segundo o peso do papel. Pensando que o papel pesaria muito pouco ele aceitou. Mas foram necessários 400 escudos da prata para que a balança chegasse ao equilíbrio. O comerciante lembrou-se de uma promessa que havia feito a Santo Antônio e não havia cumprido: dar 400 escudos de prata. A jovem recebeu a quantia e pôde assim casar-se. […] 

A fama de casamenteiro lhe rendeu muitas crenças populares como virar o santo de cabeça pra baixo, tirar o menino Jesus de seus braços, encontrar a medalha ou imagem no bolo, entre tantas outras promessas. Outra curiosidade é que o nome de batismo de Santo Antônio é Fernando de Bulhões e Taveira de Azevedo. Ele nasceu em 1195, em Lisboa e aos 15 anos ingressou na Ordem dos Agostinianos. Aos 25 anos, já em Coimbra, foi ordenado sacerdote e adotou o nome de Antônio quando pediu para ingressar na Ordem dos Frades Menores tocado pelo martírio de três Frades Menores em Marrocos, cujos corpos foram enviados ao mosteiro em que se encontrava Santo Antônio. […]

Padroeiro de Pádua e de Lisboa, o santo venerado por ajudar a arranjar casamentos e encontrar coisas perdidas morreu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231 aos 36 anos de idade. Ali foi sepultado numa basílica que se tornou lugar de peregrinação. Ele foi canonizado no ano seguinte pelo papa Gregório IX.

Há ainda outra tradição ligada a este santo popular, o famoso pão de Santo António, como “símbolo de proteção e bênção”, que se guarda de um ano para o outro, para que não falte o pão na mesa. (Fonte: CNBB – Adaptado)

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