Sendo a terceira comunidade mais antiga da paróquia, a trajetória da Comunidade Santa Luzia remonta a meados de 1975. Tudo começou de forma simples, na casa do senhor Daniel, onde se reuniam grupos de Círculos Bíblicos e foi celebrada a primeira Missa pelo padre francês João, amigo do padre Gabriel Maire.

Com o aumento do número de fiéis, surgiu a necessidade de um espaço maior. Graças ao empenho de nomes como Magno Pires e Cláudio Vereza, a casa da dona Natália passou a acolher os encontros, fortalecendo a vivência cristã e comunitária. Pouco tempo depois, a residência da dona Noêmia se tornou o ponto de referência para reuniões, celebrações e Missas.
O crescimento trouxe novos horizontes. Com a doação de um terreno pelo então prefeito Américo Bernardes, a comunidade ganhou um espaço próprio. A pedra fundamental foi abençoada por Dom João Batista da Mota e Albuquerque, e, nesse momento, Santa Luzia foi escolhida como padroeira. Mesmo em um espaço inicialmente pequeno, a união e a força dos fiéis foram determinantes para a consolidação e expansão da comunidade.
Antes de se tornar paróquia, a comunidade integrava o setor Aribiri, pertencente à Paróquia Santa Mãe de Deus, no bairro Ibes. Ao longo dos anos, diversos sacerdotes deixaram sua marca na história local: padre Toninho, padre Alberto, padre José Paulo e padre Sólon, sob cuja orientação foi fundada oficialmente a paróquia em fevereiro de 2000, além da criação da Comunidade Sagrado Coração de Jesus.
Seguiram-se os padres Jocemar e Alair, período em que nasceram as comunidades Nossa Senhora Aparecida e São João Paulo II. Depois, o padre Renato deu continuidade à missão, até a chegada do atual pároco, padre Carlos Magno, que segue conduzindo com dedicação o rebanho de Santa Luzia.
Hoje, quase meio século após o seu início, a Comunidade Santa Luzia celebra não apenas sua história, mas também a perseverança e a fé de um povo que, unido, construiu muito mais do que templos de tijolo: edificou uma verdadeira família em Cristo.









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