Exaltação da Santa Cruz

No dia 14 de setembro, a Igreja celebra a Festa da Exaltação da Santa Cruz. A data lembra o dia da dedicação das Basílicas sobre o Gólgota e o Sepulcro de Cristo ressuscitado, construídas durante o Império de Constantino e dedicadas no dia 13 de setembro de 335.

À celebração da Exaltação da Santa Cruz, neste dia 14 de setembro não é uma data escolhida por acaso. Ocorreu uma luta entre romanos e bárbaros, após estes terem invadido Roma e levado um pedaço da Cruz, no ano de 622, o imperador Heráclio tentou fazer um acordo de paz, mas os invasores persas responderam dizendo que os romanos não teriam paz enquanto não adorassem o sol, em vez de um homem crucificado. Diante disso, Heráclio pediu a proteção de Deus, rezou, lutou contra os persas e venceu. “O dia 14 de setembro foi a data em que o pedaço do lenho da Cruz foi reintroduzido na Igreja e, a partir daí o Dia da Santa Cruz, quando houve essa conquista que não foi por força deles, mas por força de Deus.

A história da Igreja registra que muitos santos se dedicaram a estudar a Santa Cruz e a ela prestar veneração. São Cirilo de Jerusalém, por exemplo, dizia que “a Cruz é o sinal dos crentes e o terror dos demônios” e que ela é “uma grande proteção: gratuita, por causa dos pobres; fácil, por causa dos fracos”. Já São João Crisóstomo, bispo e doutor da Igreja, que celebraremos neste domingo, dia 13 de setembro, exortou: “Não te envergonhes de tão grande bem, se não queres que também Cristo se envergonhe de ti quando vier na sua glória e o sinal da Cruz aparecer mais luminoso que os próprios raios do sol”. A Cruz, portanto, é central na vida de todo cristão e é falso um cristianismo sem ela.

A Cruz recorda o Cristo crucificado, o seu sacrifício, o seu martírio que nos trouxe a salvação. Assim sendo, a Igreja há muito tempo passou a celebrar, exaltar e venerar a Cruz, inclusive como símbolo da árvore da vida que se contrapõe à árvore do pecado no paraíso, quando a serpente do paraíso trouxe a morte, a infelicidade a este mundo, incitando os pais a provarem o fruto da árvore proibida.

Paróquia Santa Cruz na Arquidiocese

A Paróquia Santa Cruz, tem como sede o endereço de sua Matriz, a Comunidade Santa Cruz. Assim, oito comunidades compõem a paróquia Santa Cruz. As comunidades pertencentes são: Santa Teresinha do Menino Jesus, Santa Clara, Santo Antônio, Santa Luzia, Cristo Rei, Sagrada Família, São Pedro e São Paulo e a Matriz Santa Cruz.

A instituição da paróquia aconteceu no dia 11 de setembro de 2016. Atualmente o pároco é o padre Solon Lauff Dias, que se encontra ainda hoje. Nos últimos anos voltados para além dos trabalhos pastorais, eles buscam construir a nova matriz. Um templo bem estruturado e com a capacidade de receber o grande número de paroquianos e visitantes.

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