Missa aos doadores de órgãos

3 setembro, 2021

O mês de setembro é marcado pela campanha “Setembro Verde”, que objetiva lembrar e conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos. E é por isso, que o Santuário-Basílica de Santo Antônio promove, no dia 21, a terceira Missa em Ação de Graças ao Doadores de Órgãos. O evento começará às 19h no santuário.

A missa será celebrada pelo Padre Roberto Camilatto, pároco e reitor do Santuário-Basílica, em quatro intenções gerais: em solidariedade às pessoas que esperam por um transplante; em agradecimento às famílias dos doadores; pelo encorajamento e conscientização das pessoas e famílias para doarem órgãos; e por fim pelos profissionais da saúde que atuam no processo de doação de órgãos.

A celebração será realizada presencialmente, com vagas limitadas devido aos protocolos de segurança em relação à pandemia, devendo ser a inscrição realizada através do link: https://vouamissa.com.br/santuario-basilica/eventos. Também haverá transmissão online através das plataformas digitais do Santuário-Basílica de Santo Antônio.

No Espírito Santo, há mais de 1,5 mil pessoas na fila por transplante de órgãos ou tecidos. E ainda segundo a Central Estadual de Transplantes a maior demanda é por um rim. A igreja Católica, por meio de sua doutrina, ensina que a “transplantação de órgãos é, conforme a lei moral” (Catecismo da Igreja nº. 2296). O mesmo parágrafo qualifica o gesto de doar órgãos como “um ato nobre e meritório”.

Para Maria Machado, Coordenadora da Central Estadual de Transplantes do Espírito Santo, a missa é um momento de agradecer, além de ser uma oportunidade para sensibilizar as famílias, mostrando o quanto um gesto de amor pode salvar vidas, afirma.

Como doar órgãos

Para se tornar um doador de órgãos não basta apenas tornar externo o desejo. É preciso dizer a família. Conversar com sua família sobre o seu desejo de ser doador e deixar claro que eles, seus familiares, devem autorizar a doação de órgãos. Isso porque a aqui o Brasil a doação só é feita mediante autorização familiar.

De acordo com o Ministério da Saúde, pela legislação brasileira, não há como garantir efetivamente a vontade do doador, no entanto, observa-se que, na grande maioria dos casos, quando a família tem conhecimento do desejo de doar do parente falecido, esse desejo é respeitado. Por isso a informação e o diálogo são absolutamente fundamentais, essenciais e necessários. Essa é a modalidade de consentimento que mais se adapta à realidade brasileira. A previsão legal concede maior segurança aos envolvidos, tanto para o doador quanto para o receptor e para os serviços de transplantes.

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