Notícias da Arquidiocese

Aconteceu nessa terça-feira, dia 17, às 09h, no Salão Episcopal, a última reunião geral dos membros oficiais e não oficiais do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano

Aconteceu nessa terça-feira, dia 17, às 09h, no Salão Episcopal, a última reunião geral dos membros oficiais e não oficiais do Tribunal Eclesiástico Interdiocesano e de Apelação de Vitória do Espírito Santo (TEIA-Vix – ES), com o seu Moderador, S.E.R. Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza.

Foi um momento precioso para avaliação e balanço geral das atividades do Ano Jurídico 2024, ainda em curso, pontuações das perspectivas e averiguação de projetos a serem desenvolvidos para o ano vindouro. A percepção foi de uma satisfação bastante considerável e animadora frente aos desafios, antigos e novos, enfrentados pelo respectivo Tribunal, nestes novos tempos que marcam uma mudança de época. Sempre a serviço da Justiça e do Direito, na esperança que nunca se finda!

A Abertura do Ano Jubilar será feita em Roma pelo Papa Francisco no dia 24 de dezembro, com o ritual da Abertura da Porta

A Abertura do Ano Jubilar será feita em Roma pelo Papa Francisco no dia 24 de dezembro, com o ritual da Abertura da Porta Santa da Basílica São Pedro em Roma.

Já as arquidioceses e dioceses farão suas Aberturas no dia 29 de dezembro. Na Arquidiocese de Vitória já estamos preparados para a data. Nos encontraremos na igreja São Gonçalo às 10h e seguiremos até à Catedral em peregrinação, carregando a cruz que ficará na Catedral e nos iluminará durante o ano todo, lembrando também a história de nossa Arquidiocese, por ser uma cruz antiga, conservada desde o tempo de dom João Batista da Mota e Albuquerque, primeiro arcebispo desta Arquidiocese. Todos estão convidados para este momento que abre o Jubileu da Esperança. Este será o nosso lema em 2025: Peregrinos de Esperança.

Neste ano vamos comemorar 2025 anos do nascimento de Jesus Cristo. De 1300 a 1475 o jubileu foi celebrado a cada 100 ou 50 anos. A partir de 1475 passou a ser a cada 25 anos, para que todas as gerações pudessem participar de um desses momentos. O primeiro Papa a celebrar o jubileu de 25 anos foi Sisto IV.

Nosso arcebispo, dom Dario Campos nos incentiva para o peregrinar deste ano: “O jubileu na Arquidiocese de Vitória é um momento especial para nos conscientizarmos que, como cristãos, somos peregrinos e portadores de esperança”. É importante mantermos presente em nossa vida que a proposta do jubileu é, essencialmente, ação de graças a Deus por ter se tornado humano e nos resgatado à condição de filhos e filhas em Jesus Cristo. Sigamos com esse propósito, incluindo em nossa vida espiritual o desejo de sermos peregrinos de esperança, pessoas que colocam sua confiança em Deus e o comunicam com Fé, Esperança e Caridade.

Durante 2025 teremos a oportunidade de participar de peregrinações individuais e comunitárias em locais escolhidos na Arquidiocese que poderão facilitar o acesso de todos. Nesses locais de peregrinação, cumpridos os ritos propostos (*Estar em estado de Graça. Ou seja, não estar em pecado grave. Decorre daí a necessidade de Confissão Auricular um pouco antes do rito; *Rezar pelas intenções e pela saúde de Sua Santidade, o Papa Francisco;* Participar da Santa Missa na intenção exclusiva de indulgência para si mesmo ou em sufrágio da alma do ente falecido; inclusive, comungando nesta mesma intenção), os peregrinos poderão receber a indulgência.

Os locais definidos são:

1. Área Pastoral Vitória

  1. Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Vitória – Centro.
  2. Basílica Santo Antônio – Santo Antônio.
  3. Matriz São Francisco de Assis – Jardim da Penha.

2. Área Pastoral Vila Velha

  1. Convento da Penha – Prainha.
  2. Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes – Ponta da Fruta.
    1. Matriz Santa Teresinha do Menino Jesus – Paul.

3. Área Pastoral Cariacica/Viana

  1. Matriz São João Batista – Cariacica-Sede.
  2. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Viana-Sede.
  3. Santuário Bom Pastor – Campo Grande.
  4. Igreja Nossa Senhora da Ajuda – Araçatiba -Viana

4. Área Pastoral Serra/Fundão

  1. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Serra-Sede.
  2. Matriz São Francisco de Assis – Laranjeiras.
  3. Santuário Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Bairro de Fátima.
  4. Igreja Três Reis Magos – Nova Almeida

5. Área Pastoral Benevente

  1. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Guarapari.
  2. Santuário Nacional de São José de Anchieta – Centro, Anchieta-ES.
  3. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Alfredo Chaves-ES.
  4. Santuário Nacional de Anchieta – Anchieta

6. Área Pastoral Serrana

  1. Matriz São Sebastião – Centro, Afonso Cláudio.
  2. Matriz Santa Isabel – Santa Isabel, Domingos Martins.
  3. Matriz Sagrada Família – Santa Leopoldina.

A palavra “jubileu” tem origem relacionada historicamente ao termo hebraico yobel, que significa o chifre de carneiro utilizado para marcar o início de um ano especial convocado a cada 50 anos, conforme relatado no livro do Levítico (cf. Lv 25, 8-13). Esse ano era considerado “extra”, vivido após sete semanas de anos (sete vezes sete anos). No Antigo Testamento, o Jubileu tinha como proposta restabelecer uma relação justa com Deus, entre as pessoas e com a criação. Durante esse período, ocorria a remissão de dívidas, a devolução de terrenos arrendados e o repouso da terra.

Para a Igreja Católica, o Jubileu é um Ano Santo que oferece aos fiéis a oportunidade de viver um tempo especial de graça, perdão e renovação espiritual. Durante esse período, os cristãos são convidados a realizar peregrinações, buscar o sacramento da reconciliação e praticar obras de caridade.

Para mais informações sobre as atividades do Jubileu e programação oficial, os interessados podem procurar a secretaria das paróquias locais ou acompanhar os comunicados oficiais da Arquidiocese através das redes Socais ou pelo site.

Moradores de rua do entorno de Jr. da Penha, em Vitória, participaram de uma celebração e ceia de Natal, ontem, 17 de dezembro de

Moradores de rua do entorno de Jr. da Penha, em Vitória, participaram de uma celebração e ceia de Natal, ontem, 17 de dezembro de 2024, em uma das praças do bairro. Cerca de 70 moradores se reuniram em uma tenda, montada para a ocasião e animados pela pastoral do povo de rua, conversaram, cantaram, participaram da celebração, presidida pelo bispo auxiliar de Vitória, dom Andherson Franklin e jantaram. O pároco da região, pe. Celso também esteve presente.

Dom Andherson chegou antes do horário marcado e ficou conversando com os moradores, que contaram história e receberem bênção e um abraço do bispo auxiliar. Para falar sobre o Natal, dom Andherson usou uma imagem que envolveu e impactou os participantes. Disse que o Natal nos faz lembrar três palavras: luz, abraço e amor. Pediu que lembrassem a primeira e falou que o Natal é a luz de Deus que vem brilhar em nós. Depois chamou por nome alguns moradores com quem conversou antes do início da celebração e pegou uma vela acesa, pediu que os moradores fizessem uma roda abraçados com ele, segurou a vela no meio e perguntou como ficou a luz da vela. Explicou na sequência que quando a gente se abraça a luz fica mais forte e que o abraço faz o amor reinar. Repetindo as três palavras todos receberam um abraço e fizeram a ceia, servida pelos voluntários da pastoral.

A celebração e ceia de Natal com os moradores de rua já é uma tradição em Jr. da Penha, sempre às vésperas de Natal. Uma forma que a pastoral do povo de rua encontrou para aproximá-los mais e também trazê-los para um momento de acolhida e encontro, lembrando que o nascimento de Jesus é uma esperança para todos.

 

O número de casos de dengue no Espírito Santo vem crescendo de forma exponencial e pesquisas apontam que 80% dos focos estão em ambiente

O número de casos de dengue no Espírito Santo vem crescendo de forma exponencial e pesquisas apontam que 80% dos focos estão em ambiente residenciais.

A partir de um encontro com a Prefeitura de Vitória e a apresentação de dados desta região, sobre a dengue, dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, faz um apelo às comunidades católicas e a todas as pessoas de boa vontade que se preocupam com a preservação da vida: “Vamos nos esforçar para acabar com focos de mosquito e, principalmente, evitar que surjam novos. O problema da dengue não é apenas no município de Vitória. Então, faço um convite a todas as paróquias e comunidades da Arquidiocese de Vitória: vamos cuidar da vida, a nossa e a dos nossos irmãos, e vamos cuidar da casa comum, como nos tem pedido o Papa Francisco. Cuidar em não acumular lixo, em não deixar água parada. Vigiar os nossos quintais, jardins e plantas. Pequenos gestos podem salvar vidas. A Campanha da Fraternidade do próximo ano, nos convida a pensar na ecologia integral e ecologia integral não é só meio ambiente, ecologia integral é vida e tudo que vai contra a vida não é desejo de Deus. Como arcebispo desta Igreja Particular e frade franciscano, eu lhes peço irmãos e irmãs, cuidemos da vida uns dos outros, cuidemos do meio ambiente, dos irmãos e irmãs mais carecidos e mais pobres. Não somos donos da criação, somos administradores e devemos ter consciência de nossa participação na qualidade e na preservação da vida. Vamos cuidar cada um do seu entorno, do seu quintal no sentido de lugares mais próximos. Eu conto com vocês”.

No município de Vitória de janeiro a 2 de dezembro deste ano de 2024 foram registradas 21.908 notificações de suspeita de dengue, apontam dados da Prefeitura.

Dados do Governo do Estado do Espírito Santo disponibilizados em 5 de dezembro de 2024, compreendendo o período de 24 a 30 de novembro, de cada município abrangidos pela Arquidiocese de Vitória:

Incidência alta de notificações – Alfredo Chaves – Viana – Anchieta

Incidência média- Vitória – Guarapari – Afonso Claudio – Marechal Floriano – Cariacica – Serra – Fundão – Vila Velha – Domingos Martins – Sta. Maria de Jetibá – Brejetuba – Sta. Leopoldina.

 

 

 

 

 

Aconteceu hoje a última missa de 2024 com os políticos católicos. A celebração foi às 8h em Ponta Formosa e quem presidiu foi dom

Aconteceu hoje a última missa de 2024 com os políticos católicos. A celebração foi às 8h em Ponta Formosa e quem presidiu foi dom Dario Campos, arcebispo de Vitória. Alguns eleitos para o novo mandato se fizeram presentes, e foram acolhidos pelo Arcebispo que rezou por todos perante a missão nova ou de continuidade.

Acolhidos pelos organizadores que também lembraram os próximos eventos da Arquidiocese: treinamento da Campanha da Fraternidade que acontece no próximo sábado, 7 de dezembro, em todas as Áreas Pastorais, a Abertura da Campanha 2025 que será em 5 de março e dom Dario acrescentou a realização da Festa da Penha que inicia no Domingo de Páscoa, 20 de abril e termina dia 28 do mesmo mês. Todos foram convidados a se fazerem presentes.

Durante a homilia e a partir da leitura do profeta Isaías, o Arcebispo fez algumas recomendações: somos chamados a ir à Casa do Senhor, isto é, viver a fé e “subir a montanha”, ou seja, aprender os caminhos do Senhor. Em seguida dom Dario fez alguns observações e disse: “é preciso ter capacidade de ‘baixar as armas e assumir o compromisso de dialogar. Podemos brigar, mas não podemos ficar de mal, não é possível ouvir gritaria nos espaços públicos da política. Precisamos lembrar sempre de onde viemos, de nossa comunidade, é lá que temos espaço para nos abastecermos, quando negamos nossa origem, algo não vai bem. É importante assumir o compromisso de uma leitura diária da Palavra de Deus para que ela inspire nossas ações”.

Ao final da celebração um momento de conversa e confraternização com um café da manhã.

 

 

Entre os dias 18 e 24 de novembro, Porto Rico se torna o epicentro das discussões missionárias no continente americano com a realização do
Entre os dias 18 e 24 de novembro, Porto Rico se torna o epicentro das discussões missionárias no continente americano com a realização do 6º Congresso Americano de Missionários (CAM 6). Representando o Brasil e, em especial, o Regional Leste 3 da CNBB, estão Amélia da Comunidade Epifania e membro da Comissão Missionária do Leste 3, e Dom Luiz Fernando Lisboa, bispo da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim.
O evento reúne missionários, religiosos e leigos comprometidos com a evangelização em uma jornada de partilha, aprendizado e troca de experiências. Com o tema “A missão de anunciar Cristo em um mundo em constante mudança”, o CAM 6 busca refletir sobre os desafios da missão no cenário atual e propor novas estratégias para fortalecer a presença da Igreja nas comunidades mais necessitadas.

Amélia, conhecida por sua dedicação e trabalho missionário, destaca a importância de momentos como este:
“É um privilégio representar nossa comunidade e nosso Regional neste congresso. Aqui, estamos aprendendo e compartilhando experiências que poderão enriquecer ainda mais a missão em nossas dioceses.”

Já Dom Luiz Fernando enfatiza o papel transformador da missão no mundo contemporâneo: “O CAM 6 nos convida a olhar com profundidade para o clamor dos mais pobres e marginalizados, redescobrindo a essência do Evangelho em cada ação missionária.”

O Congresso Americano de Missionários é promovido pelas Pontifícias Obras Missionárias e acontece a cada cinco anos, envolvendo todos os países da América Latina e Caribe. Este ano, com a presença de 62 representantes do Brasil, o evento reforça os laços de fraternidade e compromisso missionário entre as nações, renovando o ardor evangelizador para os novos tempos.

Ao final do CAM 6, Amélia e Dom Luiz Fernando retornam ao Espírito Santo com o desafio de aplicar as reflexões e inspirações colhidas no congresso, levando adiante a missão de anunciar o Reino de Deus em suas comunidades e além.

 

As celebrações  pelo Dia Mundial dos Pobres, precisam afetar a vida dos necessitados, como expressão do nosso ser cristão. Diversas ações aconteceram na Arquidiocese

As celebrações  pelo Dia Mundial dos Pobres, precisam afetar a vida dos necessitados, como expressão do nosso ser cristão. Diversas ações aconteceram na Arquidiocese de Vitória, hoje, 17 de novembro de 2024. Entre elas, o Vicariato para a Comunicação acompanhou duas na área pastoral de Vitória: A Catedral de Vitória que ofereceu um café da manhã após a missa das 8h, presidida pelo arcebispo, dom Dario Campos e a ação promovida pelos Vicentinos na paróquia S. Pedro, na Vila Rubim.

Catedral

A celebração do Dia do Pobre na Arquidiocese de Vitória iniciou com missa presidida por Dom Dario Campos, arcebispo metropolitano, que em sua homilia destacou a importância de olharmos com compaixão para os mais necessitados.

“Precisamos fazer da nossa oração, uma oração pelos pobres, rezar com eles e para eles. É um desafio que temos de aceitar”, afirmou Dom Dario, enfatizando que a ação pastoral deve seguir a linha orientada pelo Papa Francisco. Segundo o Arcebispo, a maior forma de discriminação contra os pobres é a falta de cuidado espiritual. Ele ressaltou que não podemos deixar de oferecer nossa amizade, bênçãos, palavras de conforto, os sacramentos e a proposta de um caminho de amadurecimento na fé.

Durante a celebração, Dom Dario também lembrou que sacerdotes, leigos, leigas consagradas, religiosos e religiosas são respostas de Deus para as orações daqueles que a Ele recorrem. “Devemos estar sempre disponíveis para acolher e caminhar ao lado dos mais vulneráveis, promovendo um cuidado integral que abrange tanto as necessidades materiais quanto espirituais. A nossa fé precisa tocar a vida cotidiana, marcando-a com os valores do Evangelho”, completou o Arcebispo.

Ao final da missa, foi servido um café da manhã, proporcionando um momento de partilha e acolhimento.

Vila Rubim

Os Vicentinos têm uma ação mensal com as famílias assistidas, por ocasião da entrega das cestas de alimentos. Para a data de hoje, essas famílias, cerca de 60, sendo um total de 180 pessoas, foram convidadas para um almoço no salão paroquial. Os voluntários Vicentinos prepararam a comida e o ambiente, acolheram as pessoas e serviram o almoço.

No cardápio: farofa, arroz, feijoada, macarrão, frango, saladas e refrigerante, que ordenadamente foram servidos para adultos e crianças. A ação é uma consequência do trabalho feito mensalmente com estas famílias, que recebem, além da cesta de alimentos, ajuda para outras dificuldades que possam enfrentar no exercício da cidadania, como ajuda jurídica, aconselhamento e instruções para acessar os serviços públicos. Para isso, o grupo dos Vicentinos encontra-se semanalmente para refletir sobre as situações e uma vez por mês com os assistidos.

Neste final de semana, a Arquidiocese de Vitória, sede do Regional Leste 3 da CNBB, acolheu o XXII Encontro Nacional da Pastoral da Educação

Neste final de semana, a Arquidiocese de Vitória, sede do Regional Leste 3 da CNBB, acolheu o XXII Encontro Nacional da Pastoral da Educação da CNBB, reunindo educadores, religiosos e agentes de pastoral de todo o país. O evento contou com a participação de diversas lideranças eclesiais que trouxeram reflexões profundas sobre o papel da educação na evangelização, especialmente em um contexto cultural cada vez mais desafiador.

Padre Ivan Artur Lima, representante dos Salesianos e membro da Pastoral da Educação, destacou a importância de olhar além, seguindo o legado de São João Bosco. “O poder da educação é levar as pessoas a enxergarem além. Quando falamos de cultura e educação, é sempre na perspectiva de ir além, desafiando os jovens”, afirmou. Ele reforçou a necessidade de entender a realidade dos adolescentes e jovens para que o trabalho educativo seja realmente eficaz. “Enquanto católicos, nosso maior desafio é ajudar as pessoas a terem um olhar além. Precisamos falar a linguagem dos adolescentes, jovens e crianças para que nosso trabalho seja realizado com êxito”, completou.

Padre Júlio, referencial da Educação na CNBB, comparou o papel dos educadores ao de equilibristas que se dedicam à missão dentro das escolas e universidades. “Na nossa corrida de vida como educadores, somos como equilibristas, pois educamos com o coração de missionários que se encontram nas instituições de ensino. Estamos inseridos nas realidades das paróquias e arquidioceses, chegando até as periferias existenciais. Somos apóstolos da Esperança do Evangelho que toca o vasto e complexo mundo da educação”, afirmou ele, ressaltando os desafios e as esperanças do trabalho pastoral no contexto educacional.

Dom Andherson também participou do encontro, trazendo uma reflexão baseada em uma passagem do Evangelho (Lc 24,13 – 35) sobre a missão de caminhar junto com Cristo. “O peregrinar que estamos fazendo é feito com o Senhor, que aquece nosso coração e nos envia para a missão. No vasto universo da cultura, é possível produzir cultura e tocar corações”, disse ele. Dom Andherson enfatizou a importância de promover espaços de diálogo e acolhimento que gerem uma sociedade mais fraterna. “Devemos oferecer uma atração que faça as pessoas se juntarem a nós, produzindo cultura que promova vida e construa pontes de diálogo”, completou.

Outro destaque do evento foi a palestra de Dom Francisco Agamenilton Damascena, que abordou o tema “Peregrinar no mundo educativo, como Testemunhas da Esperança”. Ele destacou que a jornada educativa é um verdadeiro ato de fé. “Somos um povo peregrino. O tema peregrinar move-nos como educadores. Encontramos desafios na sala de aula, mas nenhum deles retira a nossa esperança. A fé nos coloca em movimento da Esperança”, refletiu Dom Francisco, encorajando os educadores a manterem viva a chama da esperança em suas missões.

O encontro foi um espaço de troca de experiências, formação e fortalecimento da missão educativa da Igreja no Brasil. As falas inspiradoras dos palestrantes reforçaram o papel da Pastoral da Educação como um braço missionário da Igreja, que se faz presente nas escolas e universidades, promovendo uma educação que vai além da transmissão de conhecimento, mas que toca os corações e transforma vidas.

O evento reafirmou o compromisso da Igreja com a educação, enfatizando a necessidade de formar não apenas cidadãos críticos, mas também pessoas de fé, esperança e caridade. O XXII Encontro Nacional da Pastoral da Educação da CNBB encerrou-se com um clima de renovação e compromisso, reforçando a missão de ser luz e esperança no mundo educacional.