Duas missas e uma romaria abriram a manhã no Convento da Penha: missa do Seminário e religiosos, , romaria dos conguistas e missa das pastorais sociais. Frei Pedro Oliveira acompanhou a romaria e abençoou os estandartes.


A missa das pastorais foi presidida pelo pe. Kelder Brandão, vigário episcopal para a Ação Social, Política e Ecumênica e teve dois momentos marcantes: nos pedidos de perdão foram trazidos os maus tratos à criação, problemas levantados pelas áreas pastorais, durante os treinamentos para a Campanha da Fraternidade e a lembrança de ir. Cleuza, uma vez que estamos celebrando 40 anos de seu martírio em defesa dos povos da Amazônia.
A manhã foi marcada por alegrias e tristezas que foram lembradas em diversos momentos da Celebração. Pe. Kelder fez memória do Papa Francisco e afirmou com firmeza que a Igreja precisa manter vivo seu legado com práticas em defesa da vida em toda e qualquer forma.
Durante a homilia pe. Kelder fez denúncias, mas todas elas com a marca da esperança cristã em ver nascer um mundo novo. e intercalou com menções a Nossa Senhora, acompanhado elos fieis e frases que tornaram a participação mais real.
O padre disse que a Igreja não pode esquecer que o planeta é um palco de guerras e fome e não pode ser indiferente: “não esperamos que a polícia leve flores a quem transgride a lei, mas que aja conforme a lei e respeite os seres humanos – A Igreja é mãe e não pode ignorar que seus filhos passam fome – não pode ser indiferente a quem não tem casa e vive sob ameaça de expulsão – não pode negligenciar os filhos que vivem no cárcere – não pode ser cúmplice de políticas higienistas – não pode fechar os olhos para o machismo”, entre outros.
O padre terminou a homilia dizendo que a Igreja deve ter um olhar atento, compassivo e generoso sem discriminar ninguém e que precisamos renovar a fé na humanidade e na criação. e convidando a sermos poetas sociais que cuidam de qualquer forma de vida.


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