Por que seu cachorro sabe quando você chegando?

18 junho, 2021

Vania Reis

Você já se perguntou  por que  seu cachorro sabe quando você está chegando em casa, e espera na porta? Ou por que seu gato corre para perto do telefone quando é você que está ligando?   Porque as mães sabem quando o bebê está precisando dela, mesmo se ele não está chorando? Não? Mas você é como 80% dos pesquisados do Sheldrake que já tiveram a experiência de pensar em uma pessoa e esta lhe telefona. Por que isso acontece? Pois o biólogo inglês Rupert Sheldrake responde a estas e outras perguntas muito mais importantes  propondo a sua instigante hipótese científica: a dos “campos mórficos” ou também “campos morfogenéticos”.

Uma ideia complexa,  mas que Sheldrake deixa mais clara com a história (fictícia) da “ teoria do centésimo macaco”  exemplificando seu pensamento:

Era uma vez duas ilhas tropicais, habitadas pela mesma espécie de macaco, mas sem qualquer contato perceptível entre si. Depois de várias tentativas e erros, um esperto símio da ilha “A” descobre uma maneira engenhosa de quebrar cocos, que lhe permite aproveitar melhor a água e a polpa. Ninguém jamais havia quebrado cocos dessa forma. Por imitação, o procedimento rapidamente se difunde entre os seus companheiros e logo uma população crítica de 99 macacos domina a nova metodologia. Quando o centésimo símio da ilha “A” aprende a técnica recém-descoberta, os macacos da ilha “B” começam espontaneamente a quebrar cocos da mesma maneira. Não houve nenhuma comunicação convencional entre as duas populações: o conhecimento simplesmente se incorporou aos hábitos da espécie.

Como isso aconteceu?  Segundo o respeitado pesquisador mundialmente conhecido, “existem campos de informações não materiais que são transmitidos por ressonância”. Como nos explica  Gonçalves (2020): essa ressonância mórfica acontece dentro de sistemas que compartilham características semelhantes em sua formação. Quanto maior a similaridade destas características, maior é a ressonância e quanto maior será a influência desse “campo imaterial de informação”. Da mesma maneira que dentro de um sistema similar os indivíduos deste sistema são influenciados em seus comportamentos, descobertas e aprendizados e passam a influenciar este campo. Nesse sentido, essas informações passam a fazer parte do campo que influencia a todos que pertencem ao referido grupo de iguais características semelhantes.

Segundo Sheldrake, os campos mórficos são estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material.  Esses campos armazenam e enviam informações (não energia) como uma  memória coletiva, na qual cada membro daquela espécie recorre e para a qual cada um deles contribui. Quanto mais parecidos os que acessam, quanto maior o vínculo   entre eles (como entre familiares e pessoas, ou você e seu cachorro),  maior a  ressonância. O tema é fascinante  e mesmo  que você possa achar estranho e pensar que isso é bobagem, assista a entrevista de Sheldrake em https://www.youtube.com/watch?v=AnskITfJRwQ.

As pesquisas poderão trazer grandes desafios para vários campos destacando a psicologia, a educação, a saúde  e tantos outros, mas especialmente no entendimento de características e de grupos sociais e, quem saiba, possamos entender melhor a nossa realidade.

Quem tem um forte vínculo a um grupo,  (como você e seu cachorro), forma um “campo mórfico” e se  comunicam de forma imaterial, mesmo se estiverem longe. Sheldrake acredita que  isso se dá pela telepatia. Eu, não sei dizer, mas  que isso acontece, acontece! Acho fascinante esse mundo de inúmeras possibilidades!! E você?

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