Quase encerrando as reflexões à luz da Constituição Apostólica “Sacrosanctum Concilium”, o tema Música Sacra é o retratado nesta semana (16 a 22 de julho) no Formando Discípulos Missionários de Jesus. A tradição da música para a Igreja tem um grande valor, que excede todas as outras expressões de arte, pois o canto sagrado faz parte da liturgia católica.
“O interessante é que esse capítulo vai trazer a importância da Música Sacra e vai trazer também a importância da língua oficial da igreja para a música litúrgica, então ele deixa bem claro que a língua oficial da igreja para música é o latim e principalmente nas músicas que sejam parte fixas das missas, que são as orações se possível for que se mantenha no canto gregoriano, que é o canto e oficial da igreja. Porém o Concílio Vaticano II abre com a Música Sacra, a possibilidade de trazer os cantos para a língua vernácula, então essa foi a grande mudança na música litúrgica”, explica padre Rodrigo Chagas, Coordenador da Comissão de Liturgia da Arquidiocese.
De acordo com padre Rodrigo não foi tirado nada daquilo que já era, a importância continua do mesmo jeito sendo o canto gregoriano o oficial, a língua latina a oficial, porém abre a possibilidade para que os cantos sejam enculturados e sejam na língua vernácula, na língua que o povo consiga entender, não esquecendo da tradição da igreja. “Por isso que ainda, principalmente nas grandes missas da Arquidiocese, sempre se faz questão de colocar algum canto que seja mais tradicional, algum canto que vem em latim porque é o que a Igreja pede para nós.”
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Ouça a explicação do Padre Rodrigo Chagas sobre o sétimo encontro: “A Música Litúrgica”.

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