Durante o Concílio Vaticano II houve uma revisão do Ano Litúrgico para a Igreja com o objetivo de a cada semana comemorar a Ressurreição de Jesus e durante o ano contemplar a vida de Cristo. Este é o tema que será trabalhado durante essa semana nas orações do projeto “Formando Discípulos Missionários de Jesus”.
Segundo padre Rodrigo Chagas, Coordenador da Comissão de Liturgia da Arquidiocese de Vitória, que traduziu este capítulo da ‘Sacrosanctum Concilium’, “o Ano Litúrgico é importantíssimo para que a gente possa viver a nossa fé. A igreja pensou o Ano Litúrgico de uma forma muito dinâmica e pedagógica, para que a gente possa contemplar a vida de Jesus, vivendo a nossa fé. O Ápice da nossa fé é a Páscoa, então por isso que no cento do Ano Litúrgico fica Páscoa”.
O presbítero detalha que com o Concilio Vaticano II o Ano Litúrgico ganhou o chamado “Tempo Comum”, o que antes eram “Domingos após a Epifania” e “Domingos após o Pentecostes” se tornou um momento de celebrar a vida da Igreja, os santos, os padroeiros, as festas. E como ficou esta divisão do ano para a liturgia da Igreja? “Começa com o Advento, depois o tempo do Natal, o grande tempo do Natal, aí temos a primeira parte do tempo comum. depois já entra na Quaresma, Páscoa e após o Domingo Pentecostes nós entramos na segunda parte do tempo comum”.
O Ano Litúrgico vai explicar e mostrar o caminho que nós fazemos pela Fé. “Nos preparamos para Jesus nascer, o nosso Salvador, nossa luz, o Príncipe da Paz. Ele nasce no meio de nós e fazemos um primeiro grande retiro do Advento, depois celebramos o Natal. Temos um segundo grande retiro que é a Quaresma, tempo que a igreja propõe para nos prepararmos para celebrar a Pascoa. Depois vem a Páscoa e depois voltamos para o Tempo Comum. Seguimos com Jesus até o coroarmos como o Rei do universo no último domingo do Tempo Comum que chamamos de Domingo da Solenidade de Cristo Rei do Universo”, finaliza.
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Ouça a explicação do Padre Rodrigo Chagas sobre o sexto encontro: “O Ano Litúrgico”.

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