Uma vida dedicada a Igreja: este é Zaelton Nascimento

9 julho, 2020

A vida religiosa de Zaelton da Costa Nascimento, 32 anos, diácono transitório da Arquidiocese de Vitória, começou ainda na infância. Baiano, nascido em Itamaraju, foi vivendo a Igreja em família que despertou sua vocação. O diácono detalha que seu chamado foi desde criança. Quando tinha 7 anos de idade já brincava com os primos e primas de celebrar missa na roça.

Seus pais Zelino e Ivanete e os avós Paulo e Jovelina eram fundadores da comunidade em que cresceu. Irmão de Zaele e Jaqueline, desde cedo participava de equipes como liturgia, canto e catequese. Com cerca de 11 anos cantava salmos na Igreja e aos 14 anos já era ministro da palavra. Além disso, sua casa sempre tinha a visita de padres, bispos e seminaristas.

Aos 17 anos começou os encontros vocacionais com os Paulinos na Bahia e o processo acontecia por meio de cartas. Padre Kremerson Giestas, atualmente pároco da Paróquia Bom Pastor, em Campo Grande, era seu pároco na Bahia e foi um grande incentivador da sua vocação.

Zaelton detalha que foi encaminhado para o Seminário Bom Pastor, da Diocese de Teixeira de Freitas, onde fez o Propedêutico. Cursou Filosofia no Seminário Maria Mater Ecclesiae, que tinha representantes de 24 estados do Brasil e onde não se adaptou pela grande diferença de cultura.

Nesta época, após terminar a faculdade de filosofia veio para o Espírito Santo onde trabalhou cuidando de idosos junto com padre Ayrola. Também desenvolveu trabalhos pastorais em diversas paróquias: São Pedro, em São Pedro, na Catedral de Vitória, na São José (em Maruípe) e Mãe da Divina Misericórdia, em Marcilio de Noronha.

O diácono transitório explica como foi sua chegada ao estado capixaba: “De imediato fiquei na casa de parentes sendo acompanhado pelo padre Kremerson e padre Ayrola. Comecei a fazer teologia separado, sem compromisso, e com o tempo comecei a fazer os encontros com padre Jorge e Padre Arthur e a formação me chamou para ingressar no seminário de novo”.

Em 2018, Zaelton entrou para o Seminário Nossa Senhora da Penha, onde concluiu os estudos, foi ordenado diácono e no dia 25 de julho será ordenado padre, na Catedral Metropolitana de Vitória, ao lado dos outros cinco diáconos transitórios da Arquidiocese.

A vontade de ser um sacerdote surgiu para ele na relação com as pessoas e na preocupação com a vida do outro, em seu todo. “As pessoas chegam até nós tão machucadas com tantas coisas e a presença do padre ajuda muito no crescimento da vida psicológica e espiritual de cada um. Durante esse período escutei cada história e ajudei tantas pessoas que vejo que tenho mais e mais vontade de me doar cada vez mais por essas pessoas”.   

A ordenação presbiteral vai acontecer neste período de pandemia causado pelo novo coronavírus. Para Zaelton este é um sinal de que Igreja não está escondida e ela leva a alegria ao seu povo. Mas diante da impossibilidade da presença dos fiéis no dia 25 de julho, os diáconos já estão pensando no futuro e planejam que no mesmo dia do próximo ano seja celebrada uma missa com os seis novamente, com a participação de toda a Arquidiocese, para comemorar o primeiro ano do sacerdócio.   

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