Notícias – Dep. Pastoral / Vicariato

O Grito dos Excluídos foi realizado hoje, 7 de setembro de 2025, em Vitória com uma caminhada que saiu do Portal do Príncipe e

O Grito dos Excluídos foi realizado hoje, 7 de setembro de 2025, em Vitória com uma caminhada que saiu do Portal do Príncipe e foi até a Praça João Climaco, frente ao Palácio Anchieta.

Neste ano, o tema é “Vida em Primeiro Lugar!”, o mesmo de 2024, acompanhado do lema “Cuidar da casa comum e da democracia é luta de todos”.

De acordo com a organização, o tema central, que se conecta com o contexto global de crises climáticas e sociais, reforça a defesa intransigente da democracia e a importância do cuidado com o meio ambiente.

Além disso, este ano o Grito dos Excluídos vai às ruas em defesa do Plebiscito Popular e terá mutirões para coleta de votos. A iniciativa promove uma consulta nacional sobre a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1 e o imposto para os super-ricos.

Há 31 anos, o Grito dos Excluídos e Excluídas acontece no dia 7 de setembro, buscando mobilizar a sociedade na luta por direitos fundamentais, como saúde, educação, habitação e segurança alimentar, além do combate ao racismo, à violência policial, à violência contra as mulheres e a outras formas de discriminação e ódio.

O movimento também abraça as pautas das comunidades rurais e tradicionais, defendendo o direito à terra, a agricultura familiar baseada na agroecologia, o acesso a alimentos saudáveis e a soberania alimentar.

O Grito dos Excluídos foi pensado em sintonia com a CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que busca nesta data, chamara atenção de todos para os problemas sociais e pedir empenho para criar mais igualdade.

Participaram as pastorais sociais, entidades civis e, também, pessoas motivadas por razões pessoais.

Fotos: Maria Rosa Menegatti/ Maria da Luz Fernandes

 

NOTA DE REPÚDIO: CONTRA A INTOLERÂNCIA E A DESINFORMAÇÃO A coordenação do Fórum Igrejas e Sociedade em Ação, em conjunto com as entidades que

NOTA DE REPÚDIO: CONTRA A INTOLERÂNCIA E A DESINFORMAÇÃO

A coordenação do Fórum Igrejas e Sociedade em Ação, em conjunto com as entidades que integram a organização do Grito dos Excluídos e Excluídas na Arquidiocese de Vitória, vem a público manifestar seu veemente repúdio às acusações caluniosas e criminosas feitas por representantes públicos com mandato.

As declarações proferidas, veiculadas em redes sociais e na imprensa, são uma afronta não apenas aos organizadores do Grito, mas a todas as Igrejas Cristãs, que comungam dos mesmos ideais, professam a mesma fé e defendem a vida humana e de todos os seres vivos da fauna e da flora. Os ataques também atingem os movimentos sociais e populares, sindicatos, pastorais, projetos sociais e os partidos políticos que atuam na defesa da democracia. Juntos, todos constroem, ano após ano, essa importante manifestação em defesa da vida e dos direitos de todas as pessoas excluídas do acesso aos seus direitos básicos e constitucionais.

O Grito dos Excluídos, um chamamento histórico da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), acontece em todo o país desde 1994 e é um ato de fé e de compromisso com o Evangelho, que há 31 anos nos conclama a estar ao lado dos mais pobres e marginalizados. A tentativa de desqualificar o Grito e seus organizadores demonstra um completo desrespeito ao trabalho pastoral e social de milhares de pessoas que dedicam suas vidas à construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Afirmamos categoricamente que a violência das acusações proferidas ataca o trabalho de toda a Igreja e a dignidade de todas as pessoas e grupos que participam do Grito dos Excluídos e Excluídas. É inadmissível que um representante eleito pelo povo utilize sua posição para disseminar desinformação e ódio, buscando incitar a intolerância contra aqueles que exercem o direito constitucional de manifestação e de luta por um mundo melhor.

Por fim, repudiamos especificamente o ataque pessoal direcionado ao Pe. Kelder José Brandão Figueira, que é também um ataque à própria Igreja e a todo o trabalho que ele desenvolve em sua missão.

Nossa fé nos impulsiona a lutar pela justiça. Nosso compromisso é com a verdade. Não nos intimidaremos diante de mentiras e ameaças, e seguiremos firmes na organização do Grito dos Excluídos e Excluídas, para que nenhuma voz seja silenciada e para que a dignidade de todos seja sempre respeitada.

Vitória, 7 de setembro de 2025.
Giovanni Lívio
Coordenação do Fórum Igrejas e Sociedade em Ação

Anexos

O movimento do Terço dos Homens realizou na tarde de hoje (06), na Catedral Metropolitana de Vitória, o VII Encontro Arquidiocesano do Terço dos

O movimento do Terço dos Homens realizou na tarde de hoje (06), na Catedral Metropolitana de Vitória, o VII Encontro Arquidiocesano do Terço dos Homens.

Este ato de devoção Mariana faz parte da programação da festa em honra à Nossa Senhora da Vitória, padroeira da Arquidiocese e do município de Vitória e celebrou o Dia Nacional do Terço dos Homens.

O tema do encontro deste ano é: “Terço dos Homens: somos peregrinos da esperança” e o lema: “Fortes na fé, alegres na esperança”.

O coordenador arquidiocesano Glayson Loser destacou sobre a adesão dos homens ao terço, principalmente as novas gerações que estão participando de maneira ativa. Falou ainda da escolha do sábado para celebrar este dia, dentro do oitavário da Festa de Nossa Senhora da Vitória, afinal, os sábados são consagrados a Nossa Senhora.

A programação do Encontro Arquidiocesano começou às 15h, com a acolhida e saudação com o pároco da Catedral de Vitória, Padre Renato Criste.

Em seguida, Padre Alessandro Chagas, Pároco da Paróquia Bom Pastor/Serra e Diretor Espiritual do Terço dos Homens falou para todos os presentes.

Após, foi a vez do padre Kremerson Dias, Assessor Eclesiástico do Terço, dividir um pouco da sua experiência como padre.

A tarde seguiu com Adoração ao Santíssimo Sacramento, conduzida pelo Padre Alessandro, e após, aconteceu a oração solene do Santo Terço e por fim, às 18h, a Santa Missa do Oitavário de Nossa Senhora da Vitória, presidida pelo Bispo Auxiliar de Vitória, Dom Andherson Franklin e concelebraram padre Renato Criste, Pároco da Catedral e Padre Lucas Muniz, Pároco da Paróquia Sagrada Família, de Guarapari.

 

A Arquidiocese de Vitória promoverá, nos dias 26 e 27 de setembro de 2025, o II Simpósio de Liturgia, com o tema “Palavra como

A Arquidiocese de Vitória promoverá, nos dias 26 e 27 de setembro de 2025, o II Simpósio de Liturgia, com o tema “Palavra como Fonte de Esperança e Vida”, inspirado na passagem bíblica “Felizes os que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11,28).

O encontro será realizado no CECATES – Centro Católico de Estudos, em Vitória, e pretende reunir até 300 participantes em um momento de oração, reflexão e aprofundamento espiritual.

O simpósio contará com a presença de Frei Luís Felipe Marques, OFMConv, assessor da CNBB, que ajudará os fiéis a compreender melhor a riqueza da Palavra de Deus e sua centralidade na vida litúrgica e missionária da Igreja.

A abertura acontece no dia 26 de setembro (sexta-feira), das 18h às 21h. No sábado, 27 de setembro, a programação se estende das 7h30 às 17h, concluindo com a celebração da Santa Missa.

Durante o simpósio, além das conferências, os participantes terão acesso a oficinas temáticas que abordarão aspectos práticos e espirituais da liturgia, como:

  • Cantando os Salmos

  • Oratória Litúrgica

  • Partilha da Palavra

  • Preces e Antífonas

  • Corporalidade

  • Simbologia dos Livros Litúrgicos e do Ambão

  • Espiritualidade do Leitor

Inscrições

O valor da inscrição é de R$ 160,00 e deve ser feito antecipadamente pelo link:
👉 Clique aqui para se inscrever

Segundo o Padre Rodrigo Chagas, Coordenador de Liturgia da Arquidiocese de Vitória, “o simpósio será um verdadeiro tempo de graça, destinado a renovar a fé, alimentar a esperança e redescobrir a alegria de viver a Palavra no cotidiano das comunidades.”

Na tarde deste sábado (30), o Convento da Penha se transformou em ponto de encontro da fé e da missão vicentina, ao acolher a

Na tarde deste sábado (30), o Convento da Penha se transformou em ponto de encontro da fé e da missão vicentina, ao acolher a Peregrinação Jubilar da Família Vicentina. O evento reuniu quase 700 fiéis vindos de diversas cidades do Espírito Santo e de Minas Gerais, todos unidos pelo mesmo carisma que há quatro séculos inspira a Igreja no serviço aos mais pobres. A celebração foi presidida pelo arcebispo metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, que destacou o sentido profundo desse momento para a Arquidiocese.

A peregrinação também marcou o encerramento da visita das relíquias de São Vicente de Paulo à Arquidiocese de Vitória. Desde sua chegada, as relíquias percorreram comunidades, paróquias e grupos vicentinos, despertando nos fiéis a memória viva de um santo que dedicou sua vida à caridade. Agora, após dias de intensa devoção, elas seguem viagem para outras dioceses do país, dando continuidade ao itinerário jubilar.

Para Dom Ângelo, o encontro aos pés de Nossa Senhora da Penha uniu história, fé e missão: “Nos alegramos verdadeiramente aos pés do Convento da Penha, pedindo a intercessão de Nossa Senhora. A visita das relíquias nos lembra a grande santidade de São Vicente, memória de 400 anos de um carisma que continua vivo no mundo inteiro: o amor e a caridade”, afirmou o arcebispo.

O contexto do Jubileu da Esperança, convocado pelo Papa Francisco para 2025, também iluminou a celebração. Dom Ângelo convidou os presentes a olhar para o futuro da Igreja com confiança, destacando que a esperança deve ser a marca da missão cristã neste tempo. “A esperança não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações. Hoje celebramos a esperança da família vicentina, da sua missão, do seu cuidado com os pobres. O amor não morreu, a caridade não morreu. Onde há um vicentino servindo, ali a esperança se realiza”, ressaltou.

Ao final, a Família Vicentina renovou seu compromisso de seguir o exemplo de São Vicente de Paulo, reafirmando a missão de cuidar dos pobres e manter viva a chama da caridade cristã.

A visita das relíquias de São Vicente de Paulo à Arquidiocese de Vitória, passou hoje pelo Colégio São José em Vila Velha. Alunos, professores,

A visita das relíquias de São Vicente de Paulo à Arquidiocese de Vitória, passou hoje pelo Colégio São José em Vila Velha. Alunos, professores, funcionários, parentes e as irmãs Filhas da Caridade, um dos 34 grupos vicentinos que atuam no Brasil, reuniram-se no auditória do Colégio para a celebração da Missa que foi presidida por dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória. Pe. Edson Friedrichsen, CM acompanha a peregrinação das relíquias no Brasil e, na Arquidiocese de Vitória, o organizador é o diácono Aldair Reboli que também acompanha a peregrinação na Arquidiocese.

No início da missa ir. Cristina e pe. Edson apresentaram as motivações deste momento e lembraram a importância do carisma deixado por São Vicente: servir os pobres e anunciar Jesus. Foi para isso que a família vicentina foi criada.

Dom Ângelo falou de sua alegria por receber pela segunda vez as relíquias. A primeira foi em São Paulo quando era bispo auxiliar e atuava na região do Ipiranga. Em seguida dom Ângelo dirigiu-se aos presentes e acentuou o apelo vocacional e afirmou que a história de S. Vicente é um romance. Depois questionou referindo-se à oração da coleta na memória de S. Vicente: “…possamos amar o que ele amou e praticar o que ele ensinou”. “S. Vicente amou a Deus, aos irmãos e aos pobres e amar os pobres ´´e a nossa missão como Igreja”, disse o Arcebispo. Depois, olhando para as duas irmãs que compõem a comunidade, questionou os jovens alunos presentes: “só tem duas irmãs aqui, onde estão as jovens que querem ser consagradas? Vocês adolescentes e jovens, porque não pensar na vocação religiosa? São Vicente se preocupava com a formação dos cristãos, dar ao povo o conhecimento da fé, de Jesus Cristo, do Evangelho. O carisma de S. Vicente continua igual. Que a visita da relíquias reavive a nossa fé. Vamos pedir a graça de pensar bem na nossa vocação e missão”.

Um grupo de alunos apresentaram um sketch sobre a missão e carisma de S. Vicente com destaque para palavras que o caracterizaram: mansidão – mortificação – zelo – simplicidade – humildade. E uma frase: Deus prometeu que jamais faltara alguma coisa às pessoas que tiverem cuidado com os pobres.

 

No próximo dia 1º de setembro, a Arquidiocese de Vitória dará início ao Oitavário de Nossa Senhora da Vitória, festa em honra à padroeira

No próximo dia 1º de setembro, a Arquidiocese de Vitória dará início ao Oitavário de Nossa Senhora da Vitória, festa em honra à padroeira da cidade e da Arquidiocese. A abertura será marcada por uma Santa Missa presidida por Dom Ângelo Mezzari, RCJ, arcebispo metropolitano, que unirá a devoção mariana a um chamado urgente da Igreja: o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação.

Instituído pelo Papa Francisco, esse dia convida toda a Igreja a renovar seu compromisso de zelo pela Casa Comum, promovendo uma espiritualidade que integra fé, cuidado ambiental e responsabilidade social.

O Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação foi instituído pelo Papa Francisco, em 2015, através de uma carta que convidava toda a Igreja a celebrar a data anualmente no dia 1º de setembro. Ele se inspirou na prática já existente do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, que desde 1989 celebra nessa mesma data um dia dedicado à oração pela criação.

Venha rezar conosco, iniciar com fé a preparação para a festa de nossa padroeira e renovar o compromisso com o cuidado da Casa Comum.

Local: Catedral de Vitória
Data: 1º de setembro
Horário: 18h

Nos dias 23 e 24 de agosto alunos das Escolas de Liturgia e Música reuniram-se para mais uma etapa de formação. A turma do

Nos dias 23 e 24 de agosto alunos das Escolas de Liturgia e Música reuniram-se para mais uma etapa de formação. A turma do 1º ano aprofundou o tema Ritos e Símbolos e Música Ritual, enquanto a turma do 2º ano refletiu sobre a preparação para missas e celebrações. A formação em Música acontece no período de 1 ano e a Escola de Liturgia em 2 anos e são preparados pela Comissão de Liturgia. As formações aconteceram em Ponta Formosa, no Centro de Formação Dom João Batista.

Além do aprofundamento dos temas propostos, os participantes trocam informações e experiências entre si e com os assessores. Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória passou pelos grupos com uma mensagem de incentivo e encorajamento pela iniciativa e vontade de prestar serviços litúrgicos à comunidade.