Notícias – Dep. Pastoral / Vicariato

Representantes das áreas pastorais da Arquidiocese de Vitória se reuniram, na manhã deste sábado (28), no Encontro Arquidiocesano de Avaliação da Campanha da Fraternidade

Representantes das áreas pastorais da Arquidiocese de Vitória se reuniram, na manhã deste sábado (28), no Encontro Arquidiocesano de Avaliação da Campanha da Fraternidade 2025. O momento foi de reflexão sobre os caminhos percorridos durante a campanha e os desafios para torná-la mais eficaz, participativa e contínua ao longo do ano.

Foto: Daniela Gomide

Os grupos de trabalho apresentaram propostas concretas para fortalecer a vivência da Campanha da Fraternidade em toda a Arquidiocese, com destaque para a necessidade de manter a metodologia já aplicada, mas com ajustes no calendário e na articulação entre as instâncias eclesiais. Um dos pontos mais enfatizados foi a importância de integrar toda a Arquidiocese na preparação e execução da campanha, superando a ideia de que ela se restringe ao vicariato responsável.

Outro aspecto ressaltado foi a urgência de promover uma consciência de que a Campanha da Fraternidade vai além do tempo da Quaresma, sendo uma proposta pastoral para o ano inteiro. Para isso, foi sugerida a participação ativa de todas as pastorais, movimentos, serviços e organismos da Igreja, desde a catequese até a União Estadual dos Conselhos Comunitários.

As experiências positivas também foram partilhadas. A paróquia Nossa Senhora do Rosário, por exemplo, destacou um trabalho com a Pastoral da Ecologia que resultou em ações como a arrecadação de cadeiras de rodas a partir da coleta de recicláveis, envolvendo crianças da catequese e de escolas católicas. Outras paróquias também relataram dificuldades na conscientização, sobretudo quanto ao uso de descartáveis e à resistência de alguns setores à abordagem social da campanha.

Foto: Daniela Gomide

Foi sugerido a criação da Pastoral da Ecologia Integral na Arquidiocese, articulada com a coordenação geral das pastorais. A formação dos agentes foi apontada como caminho essencial, com incentivo à participação na Plataforma Laudato Si’, à realização de seminários e ao aprofundamento dos documentos do Papa Francisco como Laudato Si’, Laudate Deum e Fratelli Tutti. A missão política dos cristãos também foi abordada como desdobramento pastoral, propondo maior engajamento dos fiéis em iniciativas de incidência social e política.

Ao final do encontro, ficou definido que será elaborado um relatório com todas as propostas e encaminhamentos apresentados, que será entregue aos setores competentes da Arquidiocese. A partir dessas contribuições, será construída a proposta para a próxima Campanha da Fraternidade, com o objetivo de avançar na evangelização com responsabilidade social, cuidado com a Casa Comum e compromisso com a vida.

Na manhã deste sábado, 28 de junho, leigos e leigas da Arquidiocese de Vitória se reuniram no Centro de Treinamento Dom João Batista, em

Na manhã deste sábado, 28 de junho, leigos e leigas da Arquidiocese de Vitória se reuniram no Centro de Treinamento Dom João Batista, em Ponta Formosa, para a Formação Arquidiocesana para o Laicato. O encontro teve como tema central “Jubileu da Esperança” e buscou preparar o povo de Deus para viver com profundidade o Ano Santo de 2025, proclamado pelo Papa Francisco.

A formação contou com as assessorias de Ana Fátima Monteiro Athias, coordenadora do Movimento dos Focolares em Vitória, e Dóris de Almeida, leiga consagrada do Ordo Virginum e membro fundadora da Comunidade Epifania. Ambas compartilharam reflexões sobre o papel dos leigos na Igreja e a centralidade da esperança na vida cristã.

Dóris destacou a importância de “regressar ao centro da vida, que é o coração”, enfatizando que o Ano Jubilar é um tempo propício para renovar a fé e reencontrar o sentido do chamado de Deus para cada pessoa: “celebrar os 2025 anos da Encarnação de Jesus Cristo é renovar nossa identidade como filhos e filhas de Deus no mundo de hoje”.

Ana Fátima trouxe uma abordagem mais doutrinal, apresentando os principais pontos da bula de proclamação do Jubileu: Spes non confundit (“A esperança não decepciona”). Ela refletiu sobre o papel do leigo como sinal de esperança no mundo e destacou que a esperança cristã é ancorada na fé e na caridade: “os leigos encarnam a Palavra na vida cotidiana – como mães, profissionais, vizinhos, homens e mulheres que levam esperança onde vivem”.

Ao final, ambas expressaram o desejo de que a formação gere frutos duradouros. Dóris resumiu: “Espero colher maior unidade na Igreja, comunhão entre os diversos carismas, e que sejamos semeadores da esperança e da paz, o maior presente que podemos dar ao nosso querido Deus”.

Dias frios podem ser agradáveis para quem tem conforto e abrigo. Mas, são momentos como esse que devem nos motivar a olhar para aqueles

Dias frios podem ser agradáveis para quem tem conforto e abrigo. Mas, são momentos como esse que devem nos motivar a olhar para aqueles que passam frio e fome, vivem nas ruas ou em condições precários e não têm recursos para comprar agasalhos.

Por isso, nestas épocas, a Igreja Católica convida os fiéis e olharem para essas pessoas e ajudarem naquilo que lhes é possível. A Campanha do agasalho está aberta e todas as 91 paróquias de nossa Arquidiocese recebem doações. Olhe seu guarda-roupa, reveja suas possibilidades e ajude com o que você puder.

Participaram mais de 220 participantes no Encontro Arquidiocesano de Música que aconteceu durante o dia de hoje, 21 de junho de 2025, no CECATES,

Participaram mais de 220 participantes no Encontro Arquidiocesano de Música que aconteceu durante o dia de hoje, 21 de junho de 2025, no CECATES, Centro Católico de Estudos dom Silvestre Luiz Scandian. A música e o Canto Litúrgico vêm atraindo leigos e leigas que buscam mais formação e informação e contam com a dedicação de pe. César Delarmelina que coordena este setor dentro d Comissão para a Liturgia.

Para o Encontro de hoje, o convidado foi o Prof. Clayton Junior Dias, doutor em música, especialista em Canto Gregoriano e Musicologia e responsável pela edição musical do Missal Romano.

Servindo-se de sua didática como professor, Clayton convidou os participantes “a fazerem uma faxina” nas práticas diárias nas comunidades e sugeriu fazer correções onde é possível e “guardar numa pastinha” aqueles erros que não têm conserto. O professor apresentou os cantos do Ordinário da Missa (Ato Penitencial – Glória – Credo – Santo e Cordeiro) e além da avaliar algumas versões conhecidas, lembrou e acentuou que o texto do rito deve ser observado e seguido. Cabe ao músico “escolher a música para o texto. O mesmo texto rezado é o que deve ser cantado”, disse o professor.

Clayton lembrou ainda que o Santo é o canto por excelência na liturgia e pertence a toda a assembleia, isto é, deve ser rezado ou cantado por todos. “É um momento importante e sublime na liturgia, antecedido pela convocatória feita pelo padre e os fiéis dirigem-se diretamente a Deus”.

O professor usou também de comparações gramaticais para explicar a diferença entre falar com Deus e falar de Deus.

Clayton chegou a Vitória na tarde de ontem. Visitou o Convento da Penha e o Carmelo de Nazaré em Cariacica onde respondeu algumas perguntas das irmãs e cantou com elas.

A Arquidiocese de Vitória está presente no 8º Encontro Nacional do Laicato do Brasil, que acontece entre os dias 19 e 22 de junho,

A Arquidiocese de Vitória está presente no 8º Encontro Nacional do Laicato do Brasil, que acontece entre os dias 19 e 22 de junho, no Santuário Nacional de Aparecida (SP). Dez representantes, entre leigos e leigas, foram enviados para representar a Igreja local e reforçar o compromisso com a missão e a participação ativa do laicato na vida eclesial.

A participação no encontro tem como principal objetivo fortalecer a atuação dos leigos e leigas na Igreja e colaborar com a rearticulação do Conselho de Leigos e Leigas da Arquidiocese de Vitória. O conselho já existiu anteriormente, mas foi desativado há alguns anos. Com a presença no evento nacional, a Arquidiocese dá um passo importante para a reorganização dessa instância de comunhão e corresponsabilidade eclesial.

Os representantes da Arquidiocese se colocam à disposição para contribuir com o processo de reestruturação do Conselho, entendendo que essa é uma oportunidade de valorizar os dons, carismas e experiências do laicato, em sintonia com os apelos da Igreja por maior participação dos fiéis leigos na missão evangelizadora.

O Encontro Nacional do Laicato reúne representantes de diversas regiões do país e tem se consolidado como um espaço de escuta, formação, partilha de experiências e articulação de ações. Para os participantes capixabas, o evento representa não apenas um momento de formação, mas também um impulso para que os leigos e leigas assumam com ainda mais empenho seu papel na Igreja e na sociedade.

A expectativa é que os frutos desse encontro contribuam para uma Igreja cada vez mais sinodal, participativa e missionária, conforme destaca o lema do evento, inspirado na Segunda Carta a Timóteo: “Sei em quem depositei minha esperança” (2Tm 1,12).

Com essa participação, a Arquidiocese de Vitória reafirma seu compromisso com uma Igreja em saída, onde todos os batizados são chamados a anunciar o Evangelho e a construir uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.

Participantes do Encontro:

Elizabeth Regina Lopes – Comunidade Santa Catarina de Alexandria – Paróquia Santa Maria Goretti – Área Pastoral Cariacica/Viana
Giovanni Livio – Comunidade Nossa Senhora Aparecida Comunidade Santa Teresa de Calcutá Fórum Igrejas e Sociedade em Ação – Arquidiocese de Vitória Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica
Luana Aparecida Roncete Bissoli – Pastoral Familiar- Paroquia São Sebastião do Alto Guandu/ Afonso Cláudio – Arquidiocese de Vitória ES
Maria de Fátima Castelan – Comunidade São Paulo Apóstolo- Paróquia Santo Antônio de Pádua- Área Pastoral Vila Velha. Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Vitória
Maria Dejacy Graminha Dias (Deja) – Catequese Paróquia São Lucas, área Vila Velha
Marlinson Rebuli Bissoli – Pastoral Familiar- Paroquia São Sebastião do Alto Guandu/ Afonso Cláudio – Arquidiocese de Vitória ES
Odete Aparecida Luduvico Calvi – Comunidade de São José – Paróquia São Miguel Arcanjo / Coordenação Pastoral- Área Pastoral Serrana- Arquidiocese de Vitória
Romério de Mello Santana – Comunidade São João Batista Paróquia Santo André Apóstolo – André Carloni Área pastoral Serra / Fundão Presidência CNLB L3 (2° tesoureiro)
Vadilson José de Souza – Coordenação da rede de ações permanente contra a fome e inclusão social Paz e Pão Paróquia Nossa Senhora de Lourdes – Santa Mônica – Guarapari. Área Beneventes. Arquidiocese de Vitória
Vania do Amor Divino – Comunidade São Jorge Paróquia Santíssima Trindade Área Cariacica Viana Escola de fé e política.

O Colégio Agostiniano foi o local da reunião do CPDH, na manhã do sábado, dia 14. A CPDH é a Comissão da Promoção da

O Colégio Agostiniano foi o local da reunião do CPDH, na manhã do sábado, dia 14.

A CPDH é a Comissão da Promoção da Dignidade Humana, que é uma comissão que reúne pessoas de várias igrejas irmãs, ou seja, um grupo ecumênico que trabalha na promoção da defesa dos direitos humanos.

Ela tem com o objetivo de fortalecer o patrimônio de credibilidade e confiança da Igreja de Vitória, a partir de uma atuação pautada no cuidado, no discernimento e na coragem de ser uma “Igreja em saída”.

A CPDH reúne pessoas que estão inseridas em outros organismos, conselhos, fóruns, que valoriza e destaca os direitos humanos.

A atuação da CPDH será pautada pelos documentos pontifícios, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz, e sempre alinhadas às orientações do Arcebispo de Vitória, Dom Angêlo Mezzari, e do Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica, que atualmente é coordenado pelo Padre Kelder Brandão.

É uma comissão comprometida com a promoção dos direitos humanos, em especial, os direitos das pessoas que se encontram em situação de maior vulnerabilidade social. A CPDH é ser uma voz em defesa da ‘casa comum’, em diálogo com os movimentos sociais. Sua atuação se inspira na palavra de Deus, na doutrina social da Igreja, e na plena fidelidade à Igreja Particular de Vitória.

O encontro começou com um momento de espiritualidade e oração, depois seguiu para os informes, onde são discutidos quais são os principais problemas, quais são as principais violações de direitos e, em cima dessa reflexão, são traçadas metas e ações concretas pra defender a vida.

Aconteceu, na manhã deste sábado (14), no Colégio Agostiniano, mais um fórum das Pastorais Sociais. O fórum das pastorais sociais da Arquidiocese de Vitória

Aconteceu, na manhã deste sábado (14), no Colégio Agostiniano, mais um fórum das Pastorais Sociais.

O fórum das pastorais sociais da Arquidiocese de Vitória é um espaço de organização coletiva, participativa e de integração, que existe há quase duas décadas, e foi instituído com a finalidade de incentivar e fortalecer a missão das pastorais sociais.

É um espaço de debate e reflexão que visa a sinodalidade e a efetivação da Pastoral de Conjunto para fortalecer e ampliar a capacidade de articulação e atendimento.

Do ponto de vista da Doutrina Social da Igreja, o Fórum das Pastorais é muito importante, pois expressa o rosto de uma igreja comprometida com o Evangelho de Jesus Cristo presente na criança, no adolescente, no jovem e na pessoa Idosa em situação de vulnerabilidade. Na pessoa privada de liberdade, nas pessoas que convivem com a AIDS ou com a dependência química e também não química, no doente, no desempregado e em todas as minorias desfavorecidas.

O Fórum se reúne mensalmente e é composto pelas coordenadores e coordenadoras das pastorais sociais, sempre com uma pauta prévia e um tema de interesse coletivo para ser discutido.

No encontro deste mês, foi conversado sobre o junho violeta, que é o mês da conscientização sobre a violência contra a pessoa idosa e teve como tema: “A experiência das pessoas idosas é um tesouro que devemos valorizar. Demonstre respeito com aqueles que vieram antes”.

Durante toda a manhã, foram discutidas as maneiras como as pessoas idosas podem sofrer violência: física, emocional, financeira ou, até mesmo, por negligência.

Nesta sexta-feira, dia 13, o Centro de Vitória vai ganhar uma vitrine de criatividade, resistência e inovação popular. A partir das 18h, a quadra

Nesta sexta-feira, dia 13, o Centro de Vitória vai ganhar uma vitrine de criatividade, resistência e inovação popular. A partir das 18h, a quadra do Colégio Agostiniano, no Parque Moscoso, recebe a Mostra “Projetar Novas Práticas”, evento gratuito que reúne 67 empreendedores locais de diversas áreas e celebra os resultados de um projeto voltado para o fortalecimento da economia solidária.

O evento é realizado pela Cáritas Brasileira Regional Espírito Santo, em parceria com a Comissão Paroquial Sócio Transformadora da Catedral de Vitória.

Gastronomia, artesanato, vestuário e serviços são alguns dos segmentos representados por moradores do Centro de Vitória e bairros vizinhos que participaram do projeto ao longo dos últimos meses. Além da feira com exposição e comercialização de produtos, a mostra marcará o lançamento de um catálogo digital inédito reunindo os 67 empreendimentos participantes.

“A ideia do catálogo nasceu como uma ferramenta de visibilidade, mas também de articulação entre os empreendedores do território. Ao agrupar os negócios por temas e mostrar como eles podem dialogar entre si, o catálogo valoriza não só os produtos, mas as conexões possíveis entre quem produz”, explica Tânia Maria Silveira, uma das articuladoras do projeto.

Realizado pela Cáritas Brasileira Regional Espírito Santo, em parceria com a Comissão Paroquial Sócio Transformadora da Catedral de Vitória, o projeto “Projetar Novas Práticas em Economia Solidária” surgiu como resposta aos desafios enfrentados no período pós-pandemia, quando muitas famílias passaram a empreender por necessidade, sem apoio técnico ou estrutura.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a oficinas sobre gestão financeira, precificação, marketing, redes sociais, planejamento e identidade visual. Divididos em três grupos — alimentação, artesanato e serviços — eles também participaram de momentos de escuta, consultorias personalizadas e dinâmicas de troca entre os próprios empreendedores.

 

“Uma das riquezas desse processo foi perceber que negócios diferentes podiam se complementar. Quem faz bolo pode se unir a quem faz salgadinhos, e juntos oferecerem festas completas, por exemplo. A economia solidária parte do território, mas cresce com a colaboração”, destaca Tânia.

O catálogo lançado durante o evento apresenta os negócios com fotos de qualidade, descrições e contatos, funcionando como ferramenta prática para o público e uma forma de divulgação profissional para os empreendedores. Cada participante também recebe um card digital individualizado, que pode ser compartilhado em redes sociais.

 

 

A mostra é aberta ao público e é uma oportunidade para quem quer comprar de quem produz localmente, conhecer histórias de vida que se transformaram em iniciativas sustentáveis e apoiar um modelo econômico mais justo e coletivo.

Serviço

📍 Mostra “Projetar Novas Práticas”
📅 13 de junho (sexta-feira)
🕕 A partir das 18h
📌 Quadra do Colégio Agostiniano — Av. República, Parque Moscoso, Centro de Vitória
💰 Entrada gratuita