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Os oito dias seguintes ao Domingo da Páscoa são celebrados pela Igreja Católica como uma extensão do Domingo da Ressurreição. É a Oitava da

Os oito dias seguintes ao Domingo da Páscoa são celebrados pela Igreja Católica como uma extensão do Domingo da Ressurreição. É a Oitava da Páscoa, quando recordamos a Vitória de Cristo sobre a morte.

É nesse contexto que morre o Papa Francisco, o papa que surpreendeu a Igreja — ao quebrar a tradição secular da congregação dos Jesuítas aceitando o pontificado — e o mundo, ao escolher o
nome de Francisco, o primeiro em dois mil anos, associando-se ao santo dos pobres e da ecologia.

Despojado, Francisco recusou o uso das alfaias medievais. Fez a primeira aparição pública usando uma simples batina branca, veste própria do papado, e pediu que o povo rezasse por ele e o abençoasse, em um gesto explícito de como seria o seu pontificado e do rumo que daria à Igreja como Bispo de Roma e sucessor do Apóstolo São Pedro. O primeiro documento pastoral que publicou, a Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho”, demonstra sua coragem política e pastoral, ao propor para a Igreja Universal a Evangelização das Periferias Geográficas e Existenciais, colocando no centro da reflexão teológica e eclesial o pobre como fonte de revelação divina e não como uma categoria sociológica. Também determinou que os núncios apostólicos, seus embaixadores, celebrassem nas periferias, sempre que fizessem visitas oficiais às dioceses em seu nome. Abriu as portas do Vaticano para os refugiados e os sem-teto, construindo lavanderia, cozinha e dormitórios para acolhê-los.

A proposta de uma Igreja em Saída mexeu com a dinâmica pastoral em todo o mundo, resgatando o Espírito do Concílio Vaticano II de uma Igreja aberta, plural e dinâmica, que dialoga e respeita os avanços da sociedade, do conhecimento e das instituições.

Ao publicar a Encíclica “Louvado Sejas”, inovou introduzindo o tema da Ecologia na Doutrina Social da Igreja, criticando explicitamente o modelo econômico predatório em curso, chamando a atenção para os problemas ecológicos que estamos enfrentando, atribuindo a sua responsabilidade aos governos das nações ricas.

Abordou questões morais sérias e caras à Igreja, como o divórcio, a homoafetividade e o aborto, com serenidade, seriedade e compaixão, abrindo as portas da Igreja para o acolhimento e o acompanhamento pastoral das pessoas, independentemente de sua condição.

Enfrentou com transparência e firmeza as denúncias de abuso sexual de clérigos em todo o mundo, da mesma maneira que enfrentou as denúncias de corrupção financeira na estrutura da Igreja.

Reformulou a Cúria Romana para atender melhor as Igrejas Particulares ou Dioceses e valorizou a pluralidade cultural presente na Igreja, renovando o Colégio de Cardeais com representantes de toda parte do mundo.

Abriu o governo da Igreja para as mulheres, nomeando leigas e freiras para funções administrativas e pastorais, como a recente nomeação de uma religiosa para o Dicastério de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Ainda determinou que as Dioceses nomeassem mulheres para o Conselho Administrativo e para cargos de governo.

Promoveu os movimentos sociais e ecológicos no mundo inteiro, organizando e participando de encontros com lideranças e ativistas de todos os continentes. Idealizava uma nova economia para o mundo e uma nova forma de se lidar com os bens materiais, acreditando que os jovens economistas é que poderão construir isso.

Nas Jornadas Mundiais das Juventudes, estimulou os jovens a transformar o mundo através do sonho, da ousadia e da esperança. Sua proposta de sinodalidade levou para dentro do Vaticano a experiência da Igreja LatinoAmericana e Caribenha, principalmente das vivências das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), que surgiram aqui, no Espírito Santo, como prática do Concílio Vaticano II.

Foi incansável em denunciar o uso de recursos financeiros para produzir armas, ao invés de ser usado para acabar com a fome no mundo, propondo a diplomacia e o diálogo como forma de superação dos conflitos e não a guerra. Poucas horas antes de sua morte, recebeu o vice-presidente dos Estados Unidos, James David Vance, um de seus mais ferrenhos antagonistas, mostrando ao mundo que o diálogo e o compromisso com a humanidade devem se impor as diferenças pessoais e ideológicas.

Hoje o mundo está enlutado e a humanidade se sentido só, impactada pela morte de Francisco, porque ele nos impactou nesses quase 13 anos de pontificado. Mas a Igreja, embora governada por homens, é de índole divina. Ela é muito maior do que quem a governa, porque é conduzida pelo Espírito Santo. Logo, nosso sentimento de orfandade será superado porque, como nos recordou Francisco ao proclamar o Ano Jubilar, somos Peregrinos de Esperança e nossa Esperança não decepciona. Ela está ancorada n’Aquele que venceu a morte e vive para sempre.


Por Pe. Kelder Vieira Brandão, Vigário para Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória

Artigo publicado no portal A Gazeta em 21 de abril de 2025

Estão abertas as inscrições para o curso de extensão “Introdução à Missiologia”, promovido pelo COMIRE (Conselho Missionário Regional) do Leste 3 da CNBB. O

Estão abertas as inscrições para o curso de extensão “Introdução à Missiologia”, promovido pelo COMIRE (Conselho Missionário Regional) do Leste 3 da CNBB. O curso será realizado de forma online, sempre às quintas-feiras dos meses de maio e junho, das 19h30 às 21h, via Zoom.

Com o objetivo de formar agentes de pastoral comprometidos com a missão como identidade da Igreja, à luz da teologia trinitária e da espiritualidade batismal, o curso contará com renomados mestres, doutores e especialistas na área missionária.

🗓️ Início das aulas: 07 de maio de 2025
💰 Investimento único: R$ 80,00
📌 Inscrições abertas até 30 de abril
📋 Vagas limitadas a 100 participantes

Essa é uma oportunidade para fortalecer a fé e o compromisso missionário com base sólida e espírito de comunhão. Inscreva-se e participe! (clique aqui para se inscrever)

Na manhã desta quarta-feira (16), aconteceu pelas ruas do Centro de Vitória a tradicional Via-Sacra da Crianca e do Adolescente, organizada pelo Vicariato para

Na manhã desta quarta-feira (16), aconteceu pelas ruas do Centro de Vitória a tradicional Via-Sacra da Crianca e do Adolescente, organizada pelo Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória. O ato contou com a presença do Arcebispo Metropolitano, Dom Ângelo Mezzari, e reuniu 14 instituições sociais, estudantes e crianças assistidas por projetos sociais da Arquidiocese.

Foto: Daniela Gomide

Com o tema “Somos Peregrinos de Esperança”, a via-sacra teve início nas imediações da Praça Costa Pereira e percorreu diversas ruas do centro histórico, com paradas onde foram refletidas as 14 estações que relembram os passos de Jesus rumo ao Calvário. A cada parada, jovens e crianças apresentaram encenações e reflexões voltadas à realidade da infância e adolescência em situação de vulnerabilidade.

Durante o percurso, Dom Ângelo Mezzari destacou a importância do compromisso da sociedade e da Igreja. “Recordando Jesus Cristo que foi crucificado, que passou por tanta dor e sofrimento, é um momento o oportuno para que a Igreja olhando os sofrimentos de Cristo olhe para a humanidade que Ele veio salvar. E uma das realidades que reflete a vida de Cristo foi a violência que Ele sofreu, a humilhação, a morte, então é um modo de anunciar que Jesus Cristo veio vencer toda a morte, veio para nos salvar e nos convocou a viver a paz, a fraternidade e a esperança. A presença das crianças, adolescentes e jovens é um sinal de esperança, temos que garantir a elas um futuro de paz ”, afirmou o arcebispo.

Foto: Alessandro Gomes

A Via-Sacra da criança e do adolescente é uma tradição na programação da Semana Santa da Arquidiocese de Vitória, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para os desafios enfrentados pelas crianças e adolescentes em situação de risco, além de promover um momento de espiritualidade em meio ao cotidiano urbano.

Ao final do trajeto, no Parque Moscoso, Dom Ângelo concedeu a bênção aos participantes e reforçou o convite para viver com intensidade o Tríduo Pascal que se aproxima.

A Pastoral Carceraria realizou no último sábado, dia 12/04/25, a assembleia Estadual da Pastoral Carcerária no Espírito Santo, regional Leste 3 da CNBB. O

A Pastoral Carceraria realizou no último sábado, dia 12/04/25, a assembleia Estadual da Pastoral Carcerária no Espírito Santo, regional Leste 3 da CNBB. O evento ocorreu no Colégio Agostiniano no Centro de Vitória e contou com a participação de cerca de 100 agentes da Pastoral, das quatro dioceses do Estado (Arquidiocese de Vitoria e dioceses de Colatina, São Mateus e Cachoeiro do Itapemirim).

A santa missa que deu início à programação, trouxe a realidade do sistema prisional do ES e foi celebrada pelo presidente do regional Leste 3 Dom Lauro, bispo de Colatina e concelebrada pelos padres Vitor Noronha, João Vitor e Hansmiller.

Em sua homilia Dom Lauro destacou a importância e a simbologia da Pastoral Carceraria que vai ao encontro de Jesus no cárcere lembrando o Evangelho de Mateus “Estive Preso e vieste me visitar”. Destacou também a importância de realizar uma assembleia na semana que antecede a celebração da Jesus, preso, condenado, torturado, morto crucificado e ressuscitado.

Em seguida, Padre Vitor proferiu uma excelente e profunda palestra sobre o Ano Jubilar da Esperança e o olhar do Papa para as pessoas presas.
Maria de Fátima Castelan, da coordenação da Pastoral Carceraria da Arquidiocese de Vitoria fez uma exposição sobre os avanços conquistados na Resolução 034 do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária CNPCP, que trata da Assistência sócio espiritual no sistema penal.

Uma parte também muito importante foi a reflexão feita em grupos. O diálogo apontou os principais desafios e os sinais de esperança presentes na caminhada de assistência sócio espiritual realizada nas diversas unidades prisionais do Espírito Santo. O debate apontou ainda aspectos relevantes aprimorar a ação da Pastoral Carcerária no Regional Leste 3.

A assembleia elegeu a nova coordenação Estadual da Pastoral Carcerária do Regional: representando a Arquidiocese de Vitória: Maria de Fátima Castelan e Kamila Vieira de Moura; pela Diocese de Colatina: Pe Hansmiller Vieira e Maria da Penha Viana de Souza; pela Diocese de Cachoeiro: Pe João Vitor Preato e Katia Coelho Travaglia; pela Diocese de São Mateus: Elizabete de Oliveira dos Santos e Carla Vanessa de Jesus Figueiredo, que formam uma coordenação colegiada.

Um momento marcante de muita emoção foi a apresentação da Maria Vitória, que nasceu a pouco mais de um mês e já estava entre nós nos braços acolhedores da mãe Kamila. Foi recebida com carinho e amor por todas e todos. Chamada de sobrinha e mascote da Pastoral. Recebida nos braços fortes e cuidadosos do padre Vitor, Maria recebeu a Bênção no altar e muitos aplausos da assembleia.

No próximo dia 13 de abril, a Igreja celebra o Domingo de Ramos, data que marca o início da Semana Santa e convida os

No próximo dia 13 de abril, a Igreja celebra o Domingo de Ramos, data que marca o início da Semana Santa e convida os fiéis a uma reflexão profunda sobre a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Além do significado espiritual, a celebração também é um momento de solidariedade, pois a coleta realizada durante as missas dos dias 12 e 13 tem um destino especial: parte do valor arrecadado é destinado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e a outra parte permanece na Arquidiocese de Vitória para auxiliar em suas ações pastorais e sociais.

A coleta do Domingo de Ramos, tradicionalmente conhecida como “Coleta Nacional da Solidariedade”, integra a Campanha da Fraternidade, que neste ano tem como tema “Fraternidade e Ecologia Integral” e o lema “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31). O objetivo da campanha é de chamar a atenção sobre uma situação que, na sociedade, necessita de conversão, em vista do bem de todos.

A divisão dos valores arrecadados segue uma estrutura bem definida: 60% do total ficam na Arquidiocese de Vitória, sendo aplicados em iniciativas locais voltadas para o atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade, apoio a projetos sociais e fortalecimento das atividades evangelizadoras nas comunidades. Os outros 40% são enviados à CNBB, que os direciona ao Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). Esse fundo financia projetos de impacto social e evangelização em diversas regiões do Brasil, especialmente nas áreas mais carentes.

Na Arquidiocese de Vitória, 100% do valor arrecado com a Coleta da Solidariedade é destinado ao trabalho social da Arquidiocese e administrado pelo Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica, sendo empregado em favor das atividades da Pastoral da Saúde, Pastoral da Criança, Pastoral do Povo de Rua, Pastoral da Pessoa Idosa, Pastoral Carcerária, dentre outras, para levar a Assistência Religiosa às pessoas privadas de liberdade nas unidades prisionais, visitar os doentes nos hospitais e residências, visitar os idosos que vivem na solidão, acompanhar o desenvolvimento das crianças, visitar e orientar suas famílias, levar a escuta, o atendimento e o encaminhamento das pessoas em situação de rua, dentre outras tantas ações de prestação do serviço do amor e da caridade com as pessoas em situação de vulnerabilidade.

Para se ter uma ideia, do valor arrecadado com a Coleta do ano passado e destinado à Arquidiocese, 63% foi destinado aos atendimentos sociais. Há também o investimento nas atividades de formação e capacitação de novos agentes e lideranças das pastorais sociais, nos encontros de espiritualidade e nas assembleias, na articulação e organização do Fórum dos Projetos Sociais.

Como as pastorais e projetos sociais acessam esse recurso?

Para acessar os recursos do Fundo Arquidiocesano de Solidariedade as pastorais precisam estar integradas aos Fóruns das Pastorais e dos Projetos Sociais, elaborar o seu plano anual de trabalho, definindo as atividades que serão realizadas, onde e quando serão realizadas, os itens de despesas. o público que será beneficiado, as ações que serão realizadas e os responsáveis por cada atividade.

A Coleta da Solidariedade é uma doação espontânea, sem nenhuma obrigatoriedade. Ela se define como doação! E quem define o quanto doar é consciência de cada doador. É ele que decidirá sobre a causa e os destinatários da coleta. Assim como o apóstolo São Paulo, na segunda carta aos Coríntios, capítulos 8 e 9, motiva os cristãos daquela cidade para fazerem uma coleta para as comunidades de Jerusalém que estavam passando por uma grande necessidade. Assim os motiva: “Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois “Deus ama quem dá com alegria” (2 Cor 9,7).

“Mais importante que o valor doado é enxergar as pessoas, grupos e comunidades que precisam da sua doação, pois doar sem enxergar a necessidade do outro é apenas um mero cumprimento de desencargo de consciência, ou apenas para cumprir o seu “sacrifício quaresmal” em busca da própria redenção em detrimento à degradação da dignidade humana à qual milhares de pessoas estão submetidas. A doação precisa ser encarnada na compaixão e na empatia. Precisa ser um gesto de amor sem holofotes, sem a necessidade dos apelos midiáticos, dos likes, dos compartilhamentos, da visibilidade que inflama o ego”, comenta Elizabeth membro do Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica.

Esse ano foi abordado na Campanha da Fraternidade os problemas ambientais que tem incidência direta sobre a questão social, várias ações foram feitas nesse sentido, como o diagnóstico rápido e participativo realizado em todas as Áreas Pastorais que evidenciou as mais diversas formas de degradação ambiental, como o uso abusivo de agrotóxicos, o desmatamento desenfreado para atender à especulação imobiliária, a ausência de saneamento básico em várias comunidades, a má gestão do lixo, os alagamentos constantes, dentre tantos outras denúncias dos crimes ambientais que afetam os mais pobres;  e, de modo geral, afeta a todo mundo, pois vivemos num universo onde tudo está interligado, como diz o Papa Francisco em sua Encíclica Laudato Si.

Com essa consciência de ajudar o próximo e a nós mesmo que a Arquidiocese conta com a participação ativa das comunidades paroquiais para que a arrecadação seja um verdadeiro testemunho de fé e solidariedade.

A Campanha do Domingo de Ramos é um convite para que cada cristão pratique a caridade e participe ativamente da construção de uma sociedade mais justa e fraterna. A doação não é apenas um ato financeiro, mas um compromisso com a missão evangelizadora e social da Igreja.

Que possamos neste tempo de preparação para a Páscoa, ter gestos de solidariedade fortalecendo a fé e a esperança de que é possível transformar vidas por meio do amor cristão.

Fundo Nacional de Solidariedade

Visando tornar a coleta do Domingo de Ramos ou Coleta da Solidariedade, eficaz instrumento de solidariedade, em 1998, na 36° Assembleia Geral, a CNBB criou o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) (40% da coleta), o FNS, fruto do gesto concreto dos cristãos, assume o compromisso social, como importante instrumento para apoio a iniciativas de enfrentamento das condições de pobreza e miséria. O Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) (60% da coleta) permanecem na diocese de origem, os recursos são destinados ao apoio a projetos locais de enfrentamento da miséria e da exclusão social.

Os Fundos de Solidariedade promovem a fraternidade entre as diversas regiões do Brasil, tem por objetivo promover a erradicação de vulnerabilidade e risco social, ao atenderem projetos com dificuldade de obterem financiamento, não obstante os grandes benefícios que propiciam às populações carentes.

A metodologia adotada na concessão de recursos dos Fundos intenta o desenvolvimento local/comunitário, econômico e social, sobretudo das regiões mais necessitadas, mediante o fortalecimento das organizações comunitárias, de processos de formação cidadã e geradores de renda.

A animação e gestão dos recursos do FNS que esteve a cargo da Caritas Nacional entre 1999 e 2014, agora, assumida pela CNBB, promotora da Campanha da Fraternidade e da Coleta da Solidariedade.

Os processos de recebimento, análise, deferimento e acompanhamento de todos os projetos, são de responsabilidade do departamento Social da CNBB, conjuntamente com o Conselho Gestor do FNS-CNBB.

Para envio de projetos a Instituição deve estar em conformidade com o Edital do Fundo Nacional de Solidariedade, publicado em fns.cnbb.org.br.

O cadastro do projeto será realizado por meio do sistema acessado em: fns.cnbb.org.br preencher por meio eletrônico todos os dados solicitados referentes ao projeto.

Após o envio, os projetos serão analisados pelo Conselho Gestor do FNS- CNBB. A Instituição poderá acompanhar os status do trâmite do projeto no sistema.

Estão abertas até o dia 18 de abril as inscrições para o curso de formação para educadores sociais que atuam nos 21 projetos ligados

Estão abertas até o dia 18 de abril as inscrições para o curso de formação para educadores sociais que atuam nos 21 projetos ligados à Arquidiocese de Vitória. O curso é uma iniciativa do Fórum dos Projetos Sociais.

Inscreva-se aqui!

A primeira turma teve a participação de 48 educadores, atores fundamentais na promoção do bem-estar das crianças, adolescentes e jovens. O curso teve o apoio da Pró-reitoria de Extensão da Universidade Federal do Espírito Santo e do Instituto João XXIII.

Além do conteúdo programático, a integração, a troca de experiências e a vivência são formas de construir a identidade coletiva do Fórum e fortalecer as relações entre os projetos e também interpessoais.

Convidamos os coordenadores a participar da aula inaugural no dia 16 de maio, às 13 horas, no instituto João XXIII. 

Crianças e adolescentes, vindos de projetos sociais e catequese percorrerão algumas ruas de Vitória, para relembrar a caminhada de Jesus até o calvário, onde

Crianças e adolescentes, vindos de projetos sociais e catequese percorrerão algumas ruas de Vitória, para relembrar a caminhada de Jesus até o calvário, onde foi crucificado.

Algumas delas farão encenações a cada parada, relembrando as estações da Via-Sacra e relacionando com as violências de hoje.

O trajeto será entre a Praça Costa Pereira no Centro de Vitória e o Parque Moscoso, local onde crianças e adolescentes se encontrarão com o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari, que disponibilizou a agenda para acompanhar esta manifestação pública de fé e esperança. Fé porque somos cristãos e experimentamos a presença de Deus nas nossas vidas. Esperança porque as crianças transmitem essa mensagem com suas presenças, suas existências e suas disposições de seguir o caminho do bem.

Estamos vivendo o Ano Jubilar da Esperança e nossas atitudes e comportamentos devem testemunhar em quê e em quem acreditamos.

Então é hora de mobilizar e participar. Vamos levar as crianças e adolescentes para a Via-Sacra da criança.

16 de abril

concentração: 8h 

saída: 9h

Percurso: Entre Praça Costa Pereira e Parque Moscoso

Na tarde de sábado, aconteceu, no Centro de Treinamento Dom João Batista, o encontro de catequistas de Círculo Bíblico. O encontro começou com oração,

Na tarde de sábado, aconteceu, no Centro de Treinamento Dom João Batista, o encontro de catequistas de Círculo Bíblico.

O encontro começou com oração, leitura da palavra de Deus e leitura da oração do Jubileu.

Em sua fala, padre Claudio Alves Moreira, Coordenador de Pastoral e membro da Comissão Arquidiocesana para o Círculo Bíblico, destacou que são dois encontros anuais: o primeiro mais prático, com noções e direcionamentos. O segundo é mais reflexivo e, neste ano, será sobre a carta aos Romanos, que é o tema do mês da Bíblia deste ano.

Neste encontro, a assessora foi Maria da Luz Fernandes, que falou sobre elementos da teatralidade, ferramentas e ideias, para ajudar na interpretação de texto para animar ainda mais os Círculos Bíblicos. Estes elementos são novos modos de apresentar a palavra de Deus.

Após o intervalo, Dom Andherson Franklin, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Vitória, passou no encontro para cumprimentar quem estava presente e pediu para que o Círculo Bíblico seja cada vez mais divulgado.

Para ajudar, assessorou também, Vander Ildefonso, jornalista e professor de teatro, que falou sobre técnicas de respiração e voz.