Homilias

Homilia para 10 de dezembro de 2020. Deus nos torna um gigante e transforma nossas fraquezas capazes de vencer os maiores obstáculos.

Is 41,13-20 | Sl 144 | Mt 11,11-15

“Quando nos sentimos pequenos, insignificantes, frágeis, Deus nos torna um gigante e transforma nossas fraquezas capazes de vencer os maiores obstáculos”, disse dom Dario Campos na homilia de hoje, baseando-se na leitura do livro do profeta Isaías.

Seguindo esse raciocínio, o Arcebispo fez ainda a comparação com João Batista de que Jesus disse ser o maior de todos, mas que o menor no Reino dos Céus é maior de que ele. Escute a homilia no anexo.

Homilia para 2 de dezembro de 2020. O pouco que se partilha se multiplica.

Is 25,6-10 | Sl 22 | Mt 15,29-27

Um mundo de paz, justiça e igualdade é o que a Liturgia da Palavra nos apresenta constantemente neste Tempo de Advento. Para dom Dario Campos, arcebispo de Vitória essa é a proposta “do banquete/partilha que nos fala o profeta Isaías”. Mas, para perceber a necessidade do outro e se dispor a partilhar aquilo que se tem é necessário ter sensibilidade, que nos é mostrada pela atitude de Jesus narrada no Evangelho de São Mateus, quando provoca a a multidão a partilhar o pouco que levara consigo, seguindo-o para lugar deserto. “Não é possível que um irmão(ã) morra de fome ao nosso lado. Se tem fome é porque não há partilha. Cada pouco que se partilha se multiplica, todos comem, ficam saciados e ainda sobra. Isso não é mágica é o milagre da partilha”. Escute a homilia no anexo.

Homilia para 1 de dezembro de 2020. A humildade de coração faz perceber os sinais de Deus.

Is 11,1-10 | Sl 71 | Lc 10,21-24

Na liturgia de hoje o profeta Isaías descreve o nascimento de Jesus comparando-o com o rebento que brota da raiz e continua descrevendo o mundo que virá com ele, um mundo melhor, justo, harmonioso, fraterno. Segundo dom Dario Campos, arcebispo de Vitória “para que esse mundo ideal aconteça será preciso empenho, dedicação e sensibilidade para que cada um de nós possa ver os sinais dos tempos”. Ainda segundo o Arcebispo esses sinais serão percebidos primeiro pelos pequeninos, os que cultivam a humildade em seu coração. O Arcebispo deixou uma pergunta para nossa reflexão: “O que nos impede de perceber os sinais do Reino de Deus”? Escute a homilia no anexo.

Homilia para 30 de novembro de 2020. Deixar as seguranças e tudo que julgamos ser importante para seguir Jesus.

Na Festa de Sto. André somos convidados a “deixar nosso barco” na praia e seguir para anunciar a Palavra de Deus. Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória explicou na homilia de hoje o que significa “deixar o barco na praia é deixarmos as seguranças e tudo que julgamos ser importante na nossa vida. A missão não pode esperar, ela exige uma decisão rápida, mas não é fácil. Muitas coisas nos prendem e dificultam nossa resposta imediata. Hoje vale a pena pensarmos que coisas nos impedem de dar uma resposta pronta e imediata a Jesus. Peçamos ao Senhor da messe que faça de nós operários para a sua messe”. Lembrando que a Festa hoje é de Sto. André Apóstolo, o Arcebispo ainda acentuou a atitude de Jesus ao chamar os apóstolos: “Ele chama e envia, não faz um gueto para si” e, referindo-se à carta de São Paulo disse: “para pregar é preciso ser enviado e nos nossos dias muitos gostam de pregar sem serem enviados”. Escute a homilia no anexo.

Reflexão de dom Dario Campos, arcebispo de Vitória para 17 de novembro de 2020. Tempo de destruição e reconstrução.

Ap 20,1-4.11-15.21,1-2 | Sl 83 | Lc 21, 29-33

A liturgia de hoje nos faz um convite disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória: “cada um é convidado a perceber os sinais dos tempos”. São João propõe o fim do mundo velho e início de tempo novo onde reine a justiça, a paz e amor. Este tempo que estamos para iniciar, o Tempo do Advento nos anuncia que o Reino de Deus está próximo e que este Reino é de esperança. Para isso precisamos destruir o mal e construir o bem. Escute a homilia no anexo.

Homilia para 26 de novembro de 2020. O fim de tudo que não é vontade de Deus.

Ap 18,1-2.21-23.19,1-9 | Sl 99 | Lc 21,20-28

Acompanhamos neste final do Tempo Litúrgico chamado de Tempo Comum o anúncio do fim dos tempos. Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória explicou que devemos entender o fim dos tempos para a maldade, o desrespeito à vida, a mentira, as corrupções e tudo que não é projeto de Deus. Por isso, a Babilônia precisou destruída, para que se resgatasse a dignidade e Jerusalém também foi condenada à destruição e reerguida pela perseverança e fé daqueles que permaneceram firmes. Para dom Dario o tema central destas leituras é a conversão: “Neste semana temos que caminhar na dimensão de destruir tudo em nós, no nosso interior que não vai bem, para que a voz de Deus, para que o caminho a ser aplainado faça a vontade de Deus e que seu Filho possa chegar aos nossos corações e encontrar em cada coração a verdade e o amor”. Escute a homilia no anexo.

Homilia para 25 de novembro de 2020. Confiança em Deus.

Ap 15,1-4 | Sl 97 | Lc 21, 12-19

A liturgia de hoje pede confiança em Deus, principalmente nos momentos mais difíceis da vida. Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória deixou uma pergunta para este dia: “Por que algumas coisas nos abalam”? e acrescentou que somos testados na fé sempre que surgem momentos difíceis. Segundo dom Dario “seguimos Jesus que foi julgado e caluniado”, mas depois vem a ressurreição. “O importante é confiar plenamente em Deus e reconhecer sua presença entre nós”. Escute a homilia no anexo.

Homilia para 24 de novembro de 2020. A Igreja somos cada um de nós.

Ap 14, 14-19 Sl 95 Lc 21, 5-11

Na última semana do Tempo Comum e também encerrando o Ano Litúrgico, a liturgia da Palavra apresenta-nos uma proposta de avaliação de vida. “É tempo de avaliar, fazer um balanço e perguntarmos: o que pesa mais na nossa balança, as obras boas que fizemos, as más ou as que deixamos de fazer”?, perguntou dom Dario Campos, arcebispo de Vitória durante a homilia nesta manhã. Referindo-se ao Evangelho, dom Dario disse: “Queremos um templo bonito? sim. Mas não podemos esquecer que somos Igreja missionária. Podemos ter templo bonitos, mas a Igreja somos cada um de nós. O templo por si só não significa o caminho para Deus”. Escute a homilia no anexo.