Notícias da Arquidiocese

Hoje, 02 de novembro de 2025, ao final da missa pelos fiéis defuntos, o cura da Catedral de Vitória, pe. Renato Criste, recebeu o

Hoje, 02 de novembro de 2025, ao final da missa pelos fiéis defuntos, o cura da Catedral de Vitória, pe. Renato Criste, recebeu o Governador do Estado para assinatura de um convênio para restauro da Catedral. O Governador expressou alegria por poder repassar o recurso e afirmou que a Catedral é um patrimônio histórico que deve ser conservado. Alé disso considerou que o espaço onde as pessoas possam fazer suas orações é um santuário que tem que ser preservado.

Pe. Renato explicou a finalidade do recurso e disse estar feliz e aliviado. Será feita a impermeabilização do telhado, substituição de parafusos e algumas telhas e pintura. Pe. Renato acrescentou ainda que embora esse restauro quase não seja visível é de extrema importância.

Uma nova peregrinação jubilar aconteceu hoje na Arquidiocese de Vitória. Representantes das paróquias da Área Pastoral Vitória, com seus párocos caminharam da igreja matriz

Uma nova peregrinação jubilar aconteceu hoje na Arquidiocese de Vitória. Representantes das paróquias da Área Pastoral Vitória, com seus párocos caminharam da igreja matriz em Sto. Antônio até à Basílica, como expressam de fé e gratidão. Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória e dom Andherson Franklin, caminharam junto com os fiéis e na chegada à Basílica, o Arcebispo dirigiu-se à multidão e motivou para a celebração, lembrando que embora as Portas Santas estejam em Roma (São Pedro, São João de Latrão e São Paulo Fora dos Muros), na da impedia que os fiéis ao entrarem na porta da Basílica Sto. Antônio lembrassem dessa simbologia. Após a explicação de dom Ângelo, vagarosamente, os bancos foram acolhendo os fiéis que lotaram o espaço e formaram filas para a confissão. Os padres e bispos se distribuíram no espaço e acolheram os penitentes que se preparavam para receber a indulgência.

Foram quase duas horas de confissões e adoração ao Santíssimo Sacramento em clima de silêncio e oração. Na entrada da Basílica as informações de onde as filas estavam menores ia passando de boca em boca, sem que o clima de oração fosse quebrado.

Os grupos paroquiais estavam organizados e atentos uns aos outros e partilhavam entre si a alegria de estarem juntos celebrando a esperança. A peregrinação de hoje foi a última das seis as Áreas Pastorais da Arquidiocese que se iniciaram no mês de maio.

Em Assembleia Geral Eletiva realizada nesta quarta-feira (29), em Roma, a direção do Pontifício Colégio Pio Brasileiro apresentou oficialmente o novo aplicativo institucional da

Em Assembleia Geral Eletiva realizada nesta quarta-feira (29), em Roma, a direção do Pontifício Colégio Pio Brasileiro apresentou oficialmente o novo aplicativo institucional da casa. Na mesma ocasião, a comunidade residente elegeu os novos membros do Conselho de Presbíteros para o ano acadêmico de 2025/2026.

O Conselho de Presbíteros tem a missão de representar a comunidade presbiteral do colégio junto às instâncias competentes, colaborando com a direção em tudo o que se refere ao bem comum da instituição. O órgão é composto por um coordenador, um secretário e os coordenadores de cada departamento.

Para o próximo mandato, o padre Ruan Coutinho da Cruz foi eleito coordenador do Conselho de Presbíteros. Ele representará, junto com os demais membros, os 99 padres que atualmente residem no colégio.

Ao aceitar a nova missão, padre Ruan expressou sua gratidão e disponibilidade:

“Aceito com alegria e generosidade no coração a missão que meus irmãos padres confiaram a mim. É um desafio representar toda a comunidade, mas também uma oportunidade de contribuir de forma direta para a vida da casa. Bom propósito e desejo sincero e humilde de contribuir para que a vida no Colégio seja cada vez melhor e mais fraterna, dentro de minhas possibilidades, não faltarão”. 

O novo coordenador destacou ainda que suas principais atribuições incluem coordenar o conselho dos estudantes, representar a comunidade presbiteral junto às instâncias competentes e colaborar com a direção do Colégio em tudo o que se refere ao bem e à comunhão da comunidade.

No próximo sábado, 01 de novembro de 2025, acontece o primeiro momento formativo em vista da Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e moradia. Para

No próximo sábado, 01 de novembro de 2025, acontece o primeiro momento formativo em vista da Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e moradia. Para este primeiro momento estão convidados todos aqueles que se dispõem a ser multiplicadores da Campanha, no segundo momento que acontecerá em dezembro, os multiplicadores visitaram as Áreas Pastorais e todos estão convidados a participar.

A formação para multiplicadores é no Centro de Treinamento Dom João Batista (Ponta Formosa), dia 01 de novembro de 8h às 17h. Está com vontade de ser um multiplicar? Então participe da formação, tire suas dúvidas e entenda a proposta da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

A Campanha da Fraternidade é uma iniciativa da CNBB, que desde 1962, propõe e provoca os católicos a refletirem sobre uma das mazelas sociais durante o Tempo da Quaresma. Fé e vida caminham juntas. A vida precisa da fé para alimentar a esperança e a crença na humanidade. A fé precisa da vida para se tornar realidade e inspirar a compreensão humana da presença de Deus no meio de nós.

Participe:

Centro de Treinamento Dom João Batista – Alameda Irmã Nieta, s/nº – Praia do Canto – Vitória

A liberdade religiosa é fundamental para a convivência pacífica entre os povos. Mas o relatório publicado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, traz

A liberdade religiosa é fundamental para a convivência pacífica entre os povos. Mas o relatório publicado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, traz dados que preocupam e acendem o alerta. A matéria está publicada no site vaticannews.va

 

Em meio a um cenário global de instabilidade – que vai da guerra na Ucrânia ao conflito na Terra Santa e à ascensão de regimes autoritários – a liberdade religiosa enfrenta um processo de erosão alarmante. O Relatório de Liberdade Religiosa no Mundo 2025, publicado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), revela que 62 países registram graves violações desse direito fundamental, afetando mais de 5,4 bilhões de pessoas, o equivalente a quase dois terços da população mundial.

De acordo com o levantamento, 24 países foram classificados na categoria mais grave, de “perseguição”, e outros 38 como “discriminação”. Apenas dois países –  Cazaquistão e Sri Lanka – apresentaram melhorias no período analisado, entre 1º de janeiro de 2023 e 31 de dezembro de 2024.

Governos autoritários e extremismo religioso são principais ameaças

O relatório identifica os regimes autoritários como a maior ameaça à liberdade religiosa. Em países como China, Eritreia, Irã e Nicarágua, os governos impõem leis restritivas, vigilância em massa e repressão sistemática a grupos religiosos. O autoritarismo é apontado como responsável direto pela perseguição em 19 países e pela discriminação em outros 33.

Outra força destrutiva é o extremismo jihadista, que se espalha com rapidez por regiões como o Sahel, a África Central e o Oriente Médio. Grupos como o JNIM, o Estado Islâmico da Província do Sahel e o ISCAP ampliam o controle territorial, atacando comunidades cristãs e muçulmanas que não aderem à sua ideologia.

Nacionalismo religioso e deslocamentos forçados

O relatório também alerta para o crescimento do nacionalismo étnico-religioso, que reforça a exclusão e a repressão das minorias. Países como Índia e Mianmar são exemplos de perseguição “híbrida”, combinando repressão legal e violência popular. Já na Palestina, Israel, Sri Lanka e Nepal, a discriminação tem caráter institucional.

Essas dinâmicas alimentam uma crise humanitária silenciosa: a migração forçada por motivos religiosos. Milhões de pessoas têm fugido da violência, especialmente em países como Nigéria, Burkina Faso, Níger, Mali e Sudão, onde comunidades inteiras foram desarraigadas e templos destruídos.

Crime organizado e guerras agravam o cenário

O estudo mostra que o crime organizado passou a mirar líderes e instituições religiosas para ampliar o controle territorial, especialmente em países como Nigéria, Haiti e México. Igrejas são saqueadas, sacerdotes sequestrados e comunidades cristãs silenciadas.

Além disso, a guerra tornou-se um fator crescente de violação da liberdade religiosa. Conflitos como os da Ucrânia, Sudão, Mianmar, Gaza e Nagorno-Karabakh provocaram destruição de locais sagrados e deslocamento em massa de fiéis.

Crescem crimes de ódio e ataques a comunidades religiosas

O relatório aponta um aumento significativo de crimes de ódio antissemitas e antimuçulmanos, sobretudo após o ataque do Hamas a Israel em outubro de 2023. Na França, os atos antissemitas cresceram 1.000%, e na Alemanha foram registrados 4.369 incidentes relacionados ao conflito, contra apenas 61 em 2022.

Os ataques anticristãos também aumentaram nos países ocidentais. Em 2023, a França registrou cerca de 1.000 incidentes, enquanto no Canadá ao menos 33 igrejas foram destruídas por incêndios criminosos. Casos semelhantes ocorreram em Espanha, Itália, Estados Unidos e Croácia, com vandalismo, profanações e agressões a líderes religiosos.

Novas formas de repressão e vítimas vulneráveis

A  objeção de consciência está sob crescente ameaça em países da Europa Oriental e mesmo em democracias ocidentais, onde instituições religiosas enfrentam pressões legais em temas como aborto e suicídio assistido.

O avanço das tecnologias digitais também é motivo de preocupação. Em países como China, Coreia do Norte e Paquistão, governos e grupos extremistas utilizam inteligência artificial e vigilância digital para rastrear e punir pessoas por suas crenças.

O relatório ainda denuncia o abuso sistemático de mulheres e meninas pertencentes a minorias religiosas. Casos de sequestros, conversões forçadas e casamentos compulsórios continuam a ser registrados, especialmente em Paquistão, Egito e Moçambique.

Resistência e esperança

Apesar do cenário preocupante, a ACN destaca a resiliência das comunidades religiosas, que continuam atuando como agentes de paz e solidariedade. Em regiões como Cabo Delgado (Moçambique) e Burkina Faso, projetos inter-religiosos mostram que a fé pode ser força de unidade, reconstrução e defesa da dignidade humana.

A educação é apontada como um caminho essencial para promover a coexistência pacífica e a igualdade entre os povos, fortalecendo a esperança em um futuro em que a liberdade religiosa volte a ser plenamente respeitada.

  Teve palestra, animação, a visita do Arcebispo, adoração ao Santíssimo Sacramento e missa na comemoração do DNJ, Dia Nacional da Juventude. Dom Ângelo

 

Teve palestra, animação, a visita do Arcebispo, adoração ao Santíssimo Sacramento e missa na comemoração do DNJ, Dia Nacional da Juventude. Dom Ângelo deixou sua mensagem:

“Não desanimem, tenham coragem, tenham coragem, acreditem, tenham fé, não tenham medo, tenham fé, e esperança. Eu quero deixar a minha bênção também, a bênção de nossa Arquidiocese, a bênção  e a gratidão, pela esperança. A bênção que enche o coração: Abençoem-vos, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Amém! Um grande abraço, Deus os abençoe”.

Os diversos segmentos jovens da Arquidiocese de Vitória, reuniram-se hoje, 25 de outubro de 2025, no Santuário de Vila, para celebrar a data, coordenados pela Comissão Arquidiocesana para a Juventude. Para conduzir a adoração, os jovens contaram com a presença de pe. Rodrigo Simões. O profundo clima de oração e intercalaram momentos de silêncio e cantos meditativos, durante a adoração ao Santíssimo Sacramento, foi bastante marcante para os participantes.

Entre a palestra sobre o tema da Esperança, tema do jubileu que estamos celebrando em toda a Igreja, os jovens dançaram e cantaram com o grupo da Comunidade Shalom para aquecer o espírito e espantar o frio que se  fez sentir durante todo o dia. Para terminar as comemorações, a comunidade do Santuário se uniu aos jovens para a celebração da missa que foi presidida por dom Andherson Franklin, bispo auxiliar e concelebrada pelo pároco, frei Wanderlei e pe. Sandro, coordenador da Comissão para a Juventude.

Duas turmas da Escola de Liturgia se reuniram hoje, 25 de outubro de 2025, para mais uma etapa de formação. A turma do segundo

Duas turmas da Escola de Liturgia se reuniram hoje, 25 de outubro de 2025, para mais uma etapa de formação. A turma do segundo ano ‘foi aprovada e diplomada’, formatura regada a chuva que caiu durante o dia, mas não impediu a alegria dos formandos.

A turma do primeiro ano refletiu sobre Comunicação na Liturgia e especificamente sobre Comunicação na homilética.

Conteúdos, reencontros, partilha e vontade de servir a Deus e aos irmãos no exercício da missão de cada um, foi o que predominou nos sentimentos e desejos de cada participante. às 11h, pe. César Delarmelina, coordenador da Escola.

Aos que terminaram que sejam felizes no exercício da missão, aos que continuam, que possam aprofundar a decisão tomada e sejam iluminados na caminhada.

No dia 02 de novembro, a Igreja Católica celebra o Dia dos Mortos, ocasião propícia para lembrarmos parentes e amigos já falecidos e intensificarmos

No dia 02 de novembro, a Igreja Católica celebra o Dia dos Mortos, ocasião propícia para lembrarmos parentes e amigos já falecidos e intensificarmos nossas orações por eles. Esta é uma data que provoca nas pessoas muitas emoções e traz lembranças e saudades. Contudo, como pessoas de fé, acreditamos na vida em Deus e confiamos que todos estão  junto Dele na vida eterna. No site da Arquidiocese oferecemos dois subsídios: Razões para rezar pelos mortos, com sugestões para oração individual (clique aqui para acessar Razoes-para-rezar-pelos-mortos-oracao-pessoal.pdf) e  Celebração da Esperança, este específico para celebração de exéquias (clique aqui para acessar (Celebracao-da-Esperanca.pdf).

O pe. Rodrigo Chagas, coordenador da Comissão para a Liturgia, enviou uma carta, dirigida aos padres e a todo o povo de Deus, com orientações sobre a liturgia do Dia dos Fiéis Defuntos. Conversamos com ele que explicou as razões e os pontos mais importantes dessas orientações.

  • Por que celebramos o dia dos mortos?

Pe. Rodrigo: Diria que temos três motivos:  o primeiro deles é para homenagear aqueles que já estiveram conosco, aqueles que passaram a sua vida conosco, e foram importantes, e de quem sentimos saudades. É homenagear aqueles que nós amamos e que já partiram. O segundo motivo, talvez o mais importante, para reforçar a nossa fé na ressurreição. Cristo morreu e ressuscitou para provar para nós que a vida não termina na morte. Na verdade, ela inicia um novo momento a partir da morte. Então, celebrando aqueles que morreram, e acreditando que eles ainda vivem com Cristo e em Cristo. O terceiro motivo é para que aqueles nossos irmãos falecidos, que não encontraram ainda a graça de estar na glória de Deus, que ainda estão em preparação, em purificação, nesse espaço de tempo onde você deixa a terra para chegar ao céu, que nós chamamos de purgatório, necessitam de nossas orações para conseguirem se purificar e chegar até o céu. Então, nós rezamos para que essas almas que ainda não chegaram até a presença de Deus, possam plenamente ver a face do Senhor, possam plenamente chegar até a glória de Deus.

  • Qual a justificativa para fazer orientações litúrgicas para este ano, uma vez que nós celebramos o dia dos mortos todos os anos?

Pe. Rodrigo: De fato, todos os anos, dia 2 de novembro, nós celebramos a comemoração de todos os fiéis defuntos. Mas, este ano o dia 2 de novembro é no domingo. Então, nesse dia acontecem dois momentos importantes para a nossa fé: celebrar o dia do Senhor, o domingo, e também celebrar os fiéis defuntos. Por isso as orientações, porque a liturgia dos fiéis defuntos tem algumas coisas próprias, que não se encaixam com a liturgia dominical.

Por exemplo, na liturgia dominical, nós dizemos o Glória, que é uma oração importante, onde nós glorificamos o Deus Pai, Filho, com o Espírito Santo, e professamos a nossa fé em Deus que está conosco e na Igreja que nos orienta, inspirada pelo Espírito Santo de Deus. Já na comemoração dos fiéis defuntos, não tem essas duas orações, esses dois momentos litúrgicos.

Então fica a pergunta: como vamos comemorar os fiéis defuntos num domingo, a gente vai seguir que liturgia dominical ou dos fiéis defuntos? Por isso as orientações, neste exemplo, vamos celebrar a liturgia dos fiéis defuntos, mesmo sendo no domingo. A forma como fazemos quando o dia 2 acontece durante a semana, vamos fazer dessa forma no domingo. Neste caso, não vamos incluir à liturgia dos fiéis defuntos aqueles momentos da liturgia de domingo, mesmo sendo domingo.

As orientações nos ajudam a fazer o que a Igreja pede.

Outra orientação é sobre a Solenidade de Todos os Santos que celebramos dia 1 de novembro. Geralmente esta solenidade, no Brasil, é celebrada no domingo. Mas, excepcionalmente, este ano, também não vai ser.

Vamos celebrar no sábado, iniciando na sexta-feira à noite, com as primeiras vésperas, até o sábado à noite. E, no domingo, iremos celebrar os fiéis defuntos.

Junto temos orientações também para os fiéis que participem de celebrações cemitério, ou nas igrejas, podem obter indulgência plenária, aplicável aos defuntos.

As orientações para obter a indulgência serão dadas nas paróquias.

ORIENTAÇÕES LITÚRGICAS SOBRE A
SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS E COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS
Vitória – ES, 22 de outubro de 2025.

Aos reverendíssimos senhores padres e a todo o Povo de Deus desta Arquidiocese,
Saudações de Graça e Bênção.

Considerando que, neste ano, a Comemoração de todos os fiéis defuntos irá acontecer no domingo, achamos por bem orientar:
1. No domingo, 2 de novembro, celebra-se, durante todo o dia, a Comemoração de Todos os Fiéis Defuntos, conforme o Missal Romano (p.846). Nessa celebração:
a) Pode-se escolher um dos três formulários indicados no Missal Romano (p.846-848);
b) Não se canta o Glória, nem se proclama a Profissão de Fé;
c) As leituras estão indicadas no Diretório Litúrgico (p.171), podendo-se também escolher outras leituras presentes no Lecionário Dominical (p.1050-1101), ou seguir as indicações do Folheto Caminhada (no caso de Celebração da Palavra);
d) Utiliza-se o Prefácio dos Fiéis Defuntos (Missal Romano, p.518-522);
e) Pode-se utilizar a fórmula da Bênção Solene (Missal Romano, p.588);
f) A cor litúrgica própria para a Missa dos Fiéis Defuntos é a roxa ou preta, como recomendado na Instrução Geral do Missal Romano (cf. IGMR, n. 346) e no Diretório da Liturgia (p.171);
g) Nesse dia, cada sacerdote pode celebrar três Missas, observando-se o que foi determinado na Constituição Apostólica Incruentum Altaris Sacrificium (p.401-404);
h) Nesse dia não se ornamenta o altar com flores; os instrumentos musicais sejam apenas para sustentar o canto;
i) Aos que visitarem o cemitério, ou uma igreja, e rezarem pelos falecidos, concede-se uma Indulgência Plenária aplicável aos defuntos.

2. Quando o dia 2 de novembro coincide com o domingo, como neste ano (cf. Missal Romano, p.846), no sábado, 10 de novembro, celebra-se, durante todo o dia, a Solenidade de Todos os Santos (cf. Missal Romano, p.841), com início nas Primeiras Vésperas na noite anterior (sexta-feira).

Como peregrinos, na certeza da ressureição e na esperança de um dia estarmos unidos a todos os santos no Céu, celebremos com amor e dedicação, juntamente com as nossas comunidades eclesiais, esta solenidade e esta comemoração até que o Senhor Jesus possa vir em sua glória.
Fraternalmente,

Pe. RODRIGO CHAGAS
Coordenador Arquidiocesano da Comissão para a Liturgia e Ministérios