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Fraternidade e Ecologia Integral, tema da Campanha da Fraternidade 2025 foi tema na Sessão Solene na ALES, Assembleia Legislativa do Espírito Santo, na manhã

Fraternidade e Ecologia Integral, tema da Campanha da Fraternidade 2025 foi tema na Sessão Solene na ALES, Assembleia Legislativa do Espírito Santo, na manhã de hoje.

O Arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari e o presidente do Regional Leste 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil foram recebidos pelo presidente da ALES, o vice-governador e o presidente do Tribunal de Contas no gabinete da presidência antes da Sessão.

O Plenário acolheu representantes da Igreja Católica, autoridades civis e políticas e iniciou a Sessão às 10h30, tendo como cenário o tema da Campanha da Fraternidade e elementos do Espírito Santo, tornando o espaço acolhedor ao tema proposto.

O presidente da ALES, iniciou com a frase bíblica: “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31), versículo que norteia a Campanha da Fraternidade neste ano. Na sequência lembrou que fraternidade é um compromisso diário e que “neste auditório fé e política estão juntos e não antagônicos em torno de um tema muito importante: Fraternidade e Ecologia Integral”. “A ALES é parceira e não entrave ou pedra no sapato de nenhum setor”, disse o Presidente reafirmando que esta “está sempre aberta a causas que lutem para que nenhuma pessoa precise mendigar direitos”. Para terminar citou o protagonismo da Igreja na organização do Estado do Espírito Santo há alguns anos atrás.

Após a fala do Presidente foi a vez de dom Ângelo se dirigir aos presentes, acentuando que “Deus viu que tudo era muito bom” era o sonho de Deus e que é também o sonho de todo o homem e toda a mulher. “Somos guardiões da Casa Comum que nos foi dada gratuitamente. Estamos aqui para lembrar que cuidar do bem comum é cuidar da vida e da dignidade do ser humano. Por isso, propomos a ecologia integral que transforma nossos sonhos em ações sustentáveis. Estamos aqui para um compromisso que pouco a pouco vai transformando o ambiente. É preciso cuidar também da casa no interior de cada um de nós”, disse dom Ângelo.

Na fala do presidente do Leste 3, dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa iniciou dizendo que “estamos no mundo e estamos com os outros, mas somos chamados à transcendência”. Dom Lauro lembrou que “a política deve buscar o bem comum, mesmo que existam diferenças de ideologia” e lembrou a frase do Papa Francisco” ‘a realidade é superior à ideia'”. O presidente do Leste 3 lembrou que celebramos 10 anos da Encíclica Laudato si, do Papa Francisco e 800 anos do cântico das criaturas composto por São Francisco de Assis. Referindo-se à criação destacou que ao longo da criação “Deus viu que tudo era bom”, mas ao criar o ser humano “viu que tudo era muito bom”. Ao final e relacionando o cuidado da Casa Comum com a realidade, dom Lauro lembrou as consequências do rompimento da barragem de Fundão em MG, que está completando 10 e disse: “os danos tiraram a vida do rio Doce  e já chegaram ao oceano, causando prejuízo imensuráveis às populações”, citando a população de Colatina que precisa comprar água mineral. Dom Lauro terminou dizendo que daqui a 20 anos seremos lembrados pelo que fizermos.

A Sessão foi finalizada com homenagem aos Arcebispo e Bispo que participaram da Sessão.

No próximo dia 13 de abril, a Igreja celebra o Domingo de Ramos, data que marca o início da Semana Santa e convida os

No próximo dia 13 de abril, a Igreja celebra o Domingo de Ramos, data que marca o início da Semana Santa e convida os fiéis a uma reflexão profunda sobre a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo. Além do significado espiritual, a celebração também é um momento de solidariedade, pois a coleta realizada durante as missas dos dias 12 e 13 tem um destino especial: parte do valor arrecadado é destinado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e a outra parte permanece na Arquidiocese de Vitória para auxiliar em suas ações pastorais e sociais.

A coleta do Domingo de Ramos, tradicionalmente conhecida como “Coleta Nacional da Solidariedade”, integra a Campanha da Fraternidade, que neste ano tem como tema “Fraternidade e Ecologia Integral” e o lema “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1,31). O objetivo da campanha é de chamar a atenção sobre uma situação que, na sociedade, necessita de conversão, em vista do bem de todos.

A divisão dos valores arrecadados segue uma estrutura bem definida: 60% do total ficam na Arquidiocese de Vitória, sendo aplicados em iniciativas locais voltadas para o atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade, apoio a projetos sociais e fortalecimento das atividades evangelizadoras nas comunidades. Os outros 40% são enviados à CNBB, que os direciona ao Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). Esse fundo financia projetos de impacto social e evangelização em diversas regiões do Brasil, especialmente nas áreas mais carentes.

Na Arquidiocese de Vitória, 100% do valor arrecado com a Coleta da Solidariedade é destinado ao trabalho social da Arquidiocese e administrado pelo Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica, sendo empregado em favor das atividades da Pastoral da Saúde, Pastoral da Criança, Pastoral do Povo de Rua, Pastoral da Pessoa Idosa, Pastoral Carcerária, dentre outras, para levar a Assistência Religiosa às pessoas privadas de liberdade nas unidades prisionais, visitar os doentes nos hospitais e residências, visitar os idosos que vivem na solidão, acompanhar o desenvolvimento das crianças, visitar e orientar suas famílias, levar a escuta, o atendimento e o encaminhamento das pessoas em situação de rua, dentre outras tantas ações de prestação do serviço do amor e da caridade com as pessoas em situação de vulnerabilidade.

Para se ter uma ideia, do valor arrecadado com a Coleta do ano passado e destinado à Arquidiocese, 63% foi destinado aos atendimentos sociais. Há também o investimento nas atividades de formação e capacitação de novos agentes e lideranças das pastorais sociais, nos encontros de espiritualidade e nas assembleias, na articulação e organização do Fórum dos Projetos Sociais.

Como as pastorais e projetos sociais acessam esse recurso?

Para acessar os recursos do Fundo Arquidiocesano de Solidariedade as pastorais precisam estar integradas aos Fóruns das Pastorais e dos Projetos Sociais, elaborar o seu plano anual de trabalho, definindo as atividades que serão realizadas, onde e quando serão realizadas, os itens de despesas. o público que será beneficiado, as ações que serão realizadas e os responsáveis por cada atividade.

A Coleta da Solidariedade é uma doação espontânea, sem nenhuma obrigatoriedade. Ela se define como doação! E quem define o quanto doar é consciência de cada doador. É ele que decidirá sobre a causa e os destinatários da coleta. Assim como o apóstolo São Paulo, na segunda carta aos Coríntios, capítulos 8 e 9, motiva os cristãos daquela cidade para fazerem uma coleta para as comunidades de Jerusalém que estavam passando por uma grande necessidade. Assim os motiva: “Que cada um dê conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento, pois “Deus ama quem dá com alegria” (2 Cor 9,7).

“Mais importante que o valor doado é enxergar as pessoas, grupos e comunidades que precisam da sua doação, pois doar sem enxergar a necessidade do outro é apenas um mero cumprimento de desencargo de consciência, ou apenas para cumprir o seu “sacrifício quaresmal” em busca da própria redenção em detrimento à degradação da dignidade humana à qual milhares de pessoas estão submetidas. A doação precisa ser encarnada na compaixão e na empatia. Precisa ser um gesto de amor sem holofotes, sem a necessidade dos apelos midiáticos, dos likes, dos compartilhamentos, da visibilidade que inflama o ego”, comenta Elizabeth membro do Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica.

Esse ano foi abordado na Campanha da Fraternidade os problemas ambientais que tem incidência direta sobre a questão social, várias ações foram feitas nesse sentido, como o diagnóstico rápido e participativo realizado em todas as Áreas Pastorais que evidenciou as mais diversas formas de degradação ambiental, como o uso abusivo de agrotóxicos, o desmatamento desenfreado para atender à especulação imobiliária, a ausência de saneamento básico em várias comunidades, a má gestão do lixo, os alagamentos constantes, dentre tantos outras denúncias dos crimes ambientais que afetam os mais pobres;  e, de modo geral, afeta a todo mundo, pois vivemos num universo onde tudo está interligado, como diz o Papa Francisco em sua Encíclica Laudato Si.

Com essa consciência de ajudar o próximo e a nós mesmo que a Arquidiocese conta com a participação ativa das comunidades paroquiais para que a arrecadação seja um verdadeiro testemunho de fé e solidariedade.

A Campanha do Domingo de Ramos é um convite para que cada cristão pratique a caridade e participe ativamente da construção de uma sociedade mais justa e fraterna. A doação não é apenas um ato financeiro, mas um compromisso com a missão evangelizadora e social da Igreja.

Que possamos neste tempo de preparação para a Páscoa, ter gestos de solidariedade fortalecendo a fé e a esperança de que é possível transformar vidas por meio do amor cristão.

Fundo Nacional de Solidariedade

Visando tornar a coleta do Domingo de Ramos ou Coleta da Solidariedade, eficaz instrumento de solidariedade, em 1998, na 36° Assembleia Geral, a CNBB criou o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) (40% da coleta), o FNS, fruto do gesto concreto dos cristãos, assume o compromisso social, como importante instrumento para apoio a iniciativas de enfrentamento das condições de pobreza e miséria. O Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) (60% da coleta) permanecem na diocese de origem, os recursos são destinados ao apoio a projetos locais de enfrentamento da miséria e da exclusão social.

Os Fundos de Solidariedade promovem a fraternidade entre as diversas regiões do Brasil, tem por objetivo promover a erradicação de vulnerabilidade e risco social, ao atenderem projetos com dificuldade de obterem financiamento, não obstante os grandes benefícios que propiciam às populações carentes.

A metodologia adotada na concessão de recursos dos Fundos intenta o desenvolvimento local/comunitário, econômico e social, sobretudo das regiões mais necessitadas, mediante o fortalecimento das organizações comunitárias, de processos de formação cidadã e geradores de renda.

A animação e gestão dos recursos do FNS que esteve a cargo da Caritas Nacional entre 1999 e 2014, agora, assumida pela CNBB, promotora da Campanha da Fraternidade e da Coleta da Solidariedade.

Os processos de recebimento, análise, deferimento e acompanhamento de todos os projetos, são de responsabilidade do departamento Social da CNBB, conjuntamente com o Conselho Gestor do FNS-CNBB.

Para envio de projetos a Instituição deve estar em conformidade com o Edital do Fundo Nacional de Solidariedade, publicado em fns.cnbb.org.br.

O cadastro do projeto será realizado por meio do sistema acessado em: fns.cnbb.org.br preencher por meio eletrônico todos os dados solicitados referentes ao projeto.

Após o envio, os projetos serão analisados pelo Conselho Gestor do FNS- CNBB. A Instituição poderá acompanhar os status do trâmite do projeto no sistema.

Além de visitar os Veículos de Comunicação do Grupo Sim, dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, gravou para o programa Em Destaque, apresentado

Além de visitar os Veículos de Comunicação do Grupo Sim, dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, gravou para o programa Em Destaque, apresentado por Fábio Botacin. O programa vai ao ar na próxima sexta-feira,11 de abril, às 7h no Canal 10.1 Rede Sim SBT.

Diversos assuntos foram abordados: nomeação, história de vida, trajetória religiosa, nomeação para a Arquidiocese de Vitória e Festa da Penha.

A visita passou pelas redações, estúdios e um encontro com a direção. O Grupo Sim se colocou à disposição da Igreja e dom Ângelo  se colocou à disposição sempre que necessário. Rui Baromeu, presidente do Grupo Sim explicou o tamanho da Rede, as perspectivas e inovações, falou sobre o otimismo com a nova parceria com o SBT e expansão do Grupo no Brasil.

Ao final, dom Ângelo conduziu um momento de oração, desejou que o grupo cresça e cumpra seu papel no mundo da comunicação e deu uma bênção aos presentes, estendendo-a aos colaboradores.

 

A Basílica de Santo Antônio, localizada no bairro de Santo Antônio, em Vitória (ES), recebeu na noite de hoje, domingo (06) a visita Dom

A Basílica de Santo Antônio, localizada no bairro de Santo Antônio, em Vitória (ES), recebeu na noite de hoje, domingo (06) a visita Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ, arcebispo da Arquidiocese de Vitória.

Dom Ângelo foi recebido pelos religiosos da Congregação dos Filhos da Imaculada Conceição — também conhecidos como Padres Pavonianos — que há anos atuam na Arquidiocese, desenvolvendo um trabalho evangelizador voltado especialmente à juventude, às vocações e às famílias.

Padre Renzo Florio, o mais velhos dos Padres Pavonianos na Basílica, relatou a dom Ângelo, como foi a trajetória para que ter uma igreja dedicada a Santo em Vitoria. “O Bispo Dom José Joaquim Gonçalves incumbiu aos Pavonianos que moravam aqui no ano de 1956 a tarefa de construir um Santuário a ser dedicado a Santo Antônio, que tinha sido conclamado Padroeiro da Cidade juntamente com Nossa Senhora da Vitória”, relatou o padre.

A construção da Igreja aconteceu 15 anos depois, do pedido do bispo. Hoje a Basílica de Santo Antônio, em estilo neogótico, belos vitrais e ricas pinturas, é um dos principais pontos turístico religioso e arquitetônico da capital.

Dom Ângelo, que com muito carinho foi visitar a Basílica, comentou com os padres que o padroeiro de sua congregação é Santo Antônio, que em 13 de junho de 1901, Santo Aníbal Maria o proclamou “Insigne benfeitor” da congregação. “Santo Antônio para nós Rogacionistas, é o padroeiro principal. Padre Aníbal, fundador do Rogacionistas, hoje Santo Anibal Maria,  foi um grande propagador da devoção do pão de Santo Antônio”, comentou o Arcebispo.

A devoção a Santo Antônio permanece viva e profundamente enraizada na vida de Dom Ângelo. Seria difícil imaginar que, um dia, a história do Santo Franciscano se entrelaçaria de forma tão significativa com a trajetória do Arcebispo da Arquidiocese de Vitória. Uma devoção de séculos, cultivada com amor pelo povo capixaba, encontra-se com a fé de uma congregação religiosa — os Rogacionistas — e com a devoção pessoal e familiar de Dom Ângelo. Um encontro providencial que revela a beleza da comunhão na Igreja e o modo como Deus une caminhos para fortalecer a missão.

A visita de Dom Angelo a Basílica de Santo Antônio encerrou com a Celebração da Santa missa.

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, reuniu-se hoje, 05 de abril de 2025 com o COPAV, Conselho Pastoral da Arquidiocese de Vitória para

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, reuniu-se hoje, 05 de abril de 2025 com o COPAV, Conselho Pastoral da Arquidiocese de Vitória para ouvir os membros do Conselho apresentarem suas atividades, projetos e planejamentos.
Logo no início, o Arcebispo falou sobre a importância de ouvir coordenadores de comissões e áreas pastorais neste “tempo de imersão” na realidade arquidiocesana e agradeceu as participações de todos na posse e seu aniversário de vida. Disse ainda que “o caminho é longo, mas a esperança prevalece”. Dom Ângelo expressou também a alegria de encontrar as pessoas: “ A vida não está no documento que li hoje pela manhã, está aqui nas pessoas”. No início e no final da reunião, o Arcebispo, lembrou que na Igreja também existem contradições e que muitas vezes ela é contestada, mas que “não podemos nos calar, mesmo estando abertos ao diálogo”.
Pe. Claudio Moreira, coordenador de pastoral fez uma breve apresentação da caminhada pastoral da Arquidiocese de Vitória desde 2019, quando aconteceu a Assembleia do Povo de Deus, por ocasião dos 60 anos de elevação da diocese do Espírito Santo a Arquidiocese de Vitoria. A Assembleia foi surpreendida com a pandemia e o plano de pastoral foi prolongado até 2025. “A ação pastoral é uma ação rezada e a pandemia não parou a ação pastoral. A ação pastoral respondeu àquela exigência”, afirmou pe. Claudio.
Depois o Coordenador de Pastoral relembrou a retomada pastoral com os projetos para re-encantar as lideranças que apresentavam cansaço, e a preparação para o Ano Jubilar com o estudo das constituições conciliares e subsídios de oração.

Na sequência os coordenadores e representantes das Comissões e das Áreas Pastorais apresentaram atividades realizadas e planos pastorais para o próximo ano com base nos resultados do plano de pastoral e orientações da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Entre as apresentações, destaque para:
1. Envio dos voluntários para a missão em Lábrea no dia 10 de maio às 18h na Catedral e campanha de arrecadação de medicamentos para essa missão.
2. Censo para entender a realidade da Catequese na Arquidiocese.
3. A criação da Escola de Liturgia na Área Pastoral Benevente e a reedição e atualização do Livro Cantai.
4. Vigília Jovem durante a Festa da Penha.
5. Novos encontros nas Áreas Pastorais para avaliar as ações sobre o tema da Campanha da Fraternidade.
6. As dificuldades das Comunidades Rurais com relação às distâncias e dificuldade com a tecnologia.
7. A realização do Terço Missionário nas comunidades de Cariacica.
8. As visitas da imagem peregrina de Nossa Senhora da Penha às Áreas Pastorais, ao presídio e hospitais
9. Peregrinação da imagem de Dom Bosco para cativar jovens na Área Serrana.
Para terminar a manhã foi proposto um Tríduo de Oração para relembrar os 50 anos do primeiro intereclesial de Cebs, junto com o encerramento das atividades deste ano jubilar.

No fim da tarde desse sábado, sob um céu nublado que não apagou o brilho da esperança, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari,

No fim da tarde desse sábado, sob um céu nublado que não apagou o brilho da esperança, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, foi conhecer o “Território do Bem”. Acompanhado pelo pároco local, Pe. Kelder Brandão, percorreu pelas ruas do bairro, podendo encontrar com os moradores, que o acolheram com carinho e entusiasmo, expressando sua alegria pela presença do pastor em meio à comunidade.

A presença de Dom Ângelo foi marcada por gestos de proximidade e partilha com fieis que atuam no território. Em cada encontro, o olhar atencioso do pastor encontrou o acolhimento caloroso do povo, que expressou sua alegria com a visita.

O ponto alto da visita foi a celebração da Santa Missa na Matriz Madre Tereza de Calcutá, onde Dom Ângelo presidiu a Eucaristia junto à comunidade paroquial. Durante a celebração, o Arcebispo destacou a importância da perseverança na fé e do compromisso com a missão evangelizadora: “Essa paróquia é um sinal de esperança, de resistência e de amor. Aqui, somos chamados a sermos filhos perseverantes, guiados pelo Evangelho, comprometidos com a vida e com os mais pobres”, afirmou o arcebispo.

Refletindo sobre o Evangelho do dia, Dom Ângelo recordou o gesto de misericórdia de Jesus diante da mulher acusada de adultério e ressaltou que a missão da Igreja é anunciar a reconciliação, a justiça e a paz: “Vivemos em uma sociedade marcada pelo julgamento e pela exclusão. O Evangelho nos ensina a trilhar o caminho da misericórdia. Como Igreja, devemos ser lugar de acolhimento, de perdão e de recomeço. A dignidade de cada pessoa deve ser sempre preservada e valorizada.”

A missão da Igreja precisa ser cada vez mais não condenar, mas acolher; não excluir, mas estender a mão. “Vivemos hoje em uma sociedade que tem pressa em julgar e condenar. Mas Jesus nos ensina o caminho da misericórdia, da reconciliação e da paz. Como Igreja, precisamos ser esse lugar onde a dignidade humana é restaurada e onde há sempre uma nova chance”, afirmou com vigor.

Dom Ângelo também fez um apelo à superação da violência e da exclusão, lembrando que muitos irmãos e irmãs ainda sofrem, são vítimas do abandono, da pobreza e da falta de oportunidades. “A Igreja precisa estar onde a dor é maior. Precisamos sair ao encontro, levar um olhar de amor, como Jesus fez com aquela mulher adultera, oferecendo perdão e nova vida. Essa é a nossa missão: restaurar, reconciliar, reacender a esperança”, completou.

A visita de Dom Ângelo Mezzari ao Território do Bem reforça o compromisso da Arquidiocese de Vitória com uma Igreja em saída, próxima do povo e atenta às realidades locais, sempre animada pelo desejo de promover a vida, a justiça e o bem comum.

“Ainda há vida, ainda há esperança. Ainda é possível viver plenamente, ainda é possível se reconciliar, é possível construir a paz! Ainda é possível superar a morte, a violência, é o que Cristo espera de nós, que cultivemos a Esperança”, ressaltou Dom Ângelo.

Na tarde de hoje, 4 de abril de 2025, dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória fez uma visita oficial ao prefeito de Vitória,

Na tarde de hoje, 4 de abril de 2025, dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória fez uma visita oficial ao prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, município onde fica a sede da Arquidiocese de Vitória.

Dom Ângelo agradeceu a parceria da Prefeitura, a presença do Prefeito na posse como arcebispo, e se colocou à disposição para continuar dialogando. Ouviu do Prefeito o reconhecimento pelo bem que a Igreja faz à sociedade, a presença da paróquia Nossa Senhora da Vitória no espaço público do Parque Moscoso, entre outras iniciativas realizadas em conjunto para o bem da cidade. Entre os assuntos da conversa, o Prefeito falou sobre o município e a Festa da Penha, que embora acontecendo no município vizinho, envolve a Prefeitura de Vitória, principalmente no dia da Romaria dos Homens com suporte para segurança e bem-estar dos romeiros.

O Arcebispo, que está em Vitória desde fevereiro, demonstrou um conhecimento local e expressou sua satisfação de poder conhecer as belezas da ilha.

Na tarde de hoje, 3 de abril de 2025, dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, visitou a Rede Tribuna. Na chegada, o Arcebispo foi

Na tarde de hoje, 3 de abril de 2025, dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, visitou a Rede Tribuna. Na chegada, o Arcebispo foi recebido pelo superintendente Alexandre Gabriel e a diretora comercial Lenise Loureiro. Dom Ângelo visitou estúdios e redações da TV, Rádios, Jornal e Portal, cumprimentou e acolheu os colaboradores em um clima descontraído e alegre.
O Superintendente explicou o funcionamento da Rede, falou sobre a realidade atual e projetos futuros.
Dom Ângelo agradeceu pelas coberturas feitas pela Rede aos eventos e divulgação da agenda da Igreja Católica na Arquidiocese de Vitória no Jornal Impresso. O Arcebispo se surpreendeu com o tamanho da Rede e desejou sucesso para as atividades e iniciativas da Rede.