Notícias da Arquidiocese

A preparação da Arquidiocese de Vitória para o Jubileu 2025 já superou a segunda etapa. As propostas colhidas na reunião da Colegiada foram apresentadas

A preparação da Arquidiocese de Vitória para o Jubileu 2025 já superou a segunda etapa. As propostas colhidas na reunião da Colegiada foram apresentadas ao Copav no dia 5 de outubro de 2024.
As ideias gerais foram aprovadas, mas ainda passarão por outra instância antes antes da divulgação. Previstos momentos celebrativos, de oração e peregrinações, como experiência de fé; avaliações da ação pastoral e missionária, como anúncio de esperança e um olhar de compaixão para com os mais necessitados, como experiências de caridade. O processo terá como texto bíblico orientativo, o livro do Levítico e o capítulo 4 do Evangelho de São Lucas.
Dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, introduziu a reunião lembrando que nos mês de outubro celebramos grandes santos: Santa Terezinha, São Francisco de Assis e Nossa Senhora Aparecida. Recordou o pedido do Papa Francisco para que sejamos Igreja em Saída, traduzido por dom Dario como “Igreja que acolhe quem vem e vai ao encontro dos afastados”. Dom Dario insistiu ainda na importância da escuta da realidade e do Espírito para assumir a missão de anunciar a esperança.
O Arcebispo encerrou com duas frases de São Francisco, ditas no final da vida e que podem servir para nós: 1. Vamos começar tudo de novo porque até agora pouco ou nada fizemos 2. Eu fiz a minha parte, que Jesus ajude vocês a fazer a de vocês.
A fundamentação bíblica para celebrar o Jubileu foi exposta por dom Andherson Franklin, bispo auxiliar. Na sequência Comissões, Áreas Pastorais e Vicariatos relembraram ações realizadas.
Destaque para a mudança na dinâmica de preparação para a Campanha da Fraternidade que em 2025 vai acontecer nas Áreas Pastorais e os treinamentos que também serão feitos nas mesmas; os 7 mil atendimentos e 300 exames realizados pelos 34 voluntários na missão Laguna Negra; os congressos missionário e de catequese; as missões com os coordenadores de Círculo Bíblico; as ações de solidariedade realizadas pela Comissão Vida e Família e a missão jovem que vai acontecer na paróquia S. Pedro em Muquiçaba, Guarapari..
Todos foram convidados para:

Encerramento das atividades pastorais

  •  23 de novembro no Ginásio Dom Bosco.
  • De 14h às 17h.
  • A missa será presidida por dom Dario às 16h.

Abertura Solene do Ano Jubilar:

  • 29/12/2024, Catedral Metropolitana de Vitória.
  • Saindo da São Gonçalo, às 10h.
  • Chegada à Catedral, às 11h, para a Solene Concelebração.

O mês de outubro, a Igreja Católica dedica às missões. Datas comemorativas servem, de maneira geral, para nos despertar ou lembrar a importância daquilo

O mês de outubro, a Igreja Católica dedica às missões. Datas comemorativas servem, de maneira geral, para nos despertar ou lembrar a importância daquilo que é comemorado. Neste sentido a missão é algo que está na natureza de ser Igreja. Anunciar a Palavra de Deus, anunciar Jesus e principalmente, ser presença nos lugares que mais necessitam.

Para este ano, a Arquidiocese de Vitória, propões duas atividades: a primeira é fazer a novena missionária. Para isso foram enviados a todas as paróquias, cadernos da novena. Mas, você pode acessar clicando no link aqui.

O segundo é participar com a coleta para as missões que será feita em todas as paróquias e comunidades nos dias 19 e 20 de outubro. Esta coleta serve para apoiar projetos missionários ao redor do mundo e é coordenado pela POM, Pontifícias Obras Missionárias.

O coordenador da Comissão Missionária da Arquidiocese de Vitória, ao se dirigir às paróquias, citou o Papa Francisco: ser missionário é “ir ao encontro de todos com alegria, sempre com proximidade, compaixão e ternura, que refletem o modo de ser e agir de Deus”.

Leia a mensagem do Papa na íntegra.

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
PAPA FRANCISCO
PARA O XCVIII DIA MUNDIAL DAS MISSÕES 2024

20 de outubro de 2024

Ide e convidai a todos para o banquete (cf. Mt 22, 9)

Queridos irmãos e irmãs!

Para o Dia Mundial das Missões deste ano, tirei o tema da parábola evangélica do banquete nupcial (cf. Mt 22, 1-14). Depois que os convidados recusaram o convite, o rei – protagonista da narração – diz aos seus servos: «Ide às saídas dos caminhos e convidai para as bodas todos quantos encontrardes» (22, 9). Refletindo sobre esta frase-chave, no contexto da parábola e da vida de Jesus, podemos ilustrar alguns aspetos importantes da evangelização. Tais aspetos revelam-se particularmente atuais para todos nós, discípulos-missionários de Cristo, nesta fase final do percurso sinodal que, de acordo com o lema «Comunhão, participação, missão», deverá relançar na Igreja o seu empenho prioritário, isto é, o anúncio do Evangelho no mundo contemporâneo.

1. «Ide e convidai»: a missão como ida incansável e convite para a festa do Senhor

No início da ordem do rei aos seus servos, há dois verbos que expressam o núcleo da missão: «ide» e chamai, «convidai».

Quanto ao primeiro verbo, convém recordar que antes os servos tinham sido já enviados para transmitir a mensagem do rei aos convidados (cf. 22, 3-4). Daqui se deduz que a missão é ida incansável rumo a toda a humanidade para a convidar ao encontro e à comunhão com Deus. Incansável! Deus, grande no amor e rico de misericórdia, está sempre em saída ao encontro de cada ser humano para o chamar à felicidade do seu Reino, apesar da indiferença ou da recusa. Assim Jesus Cristo, bom pastor e enviado do Pai, andava à procura das ovelhas perdidas do povo de Israel e desejava ir mais além para alcançar também as ovelhas mais distantes (cf. Jo 10, 16). Quer antes quer depois da sua ressurreição, disse aos discípulos «ide», envolvendo-os na sua própria missão (cf. Lc 10, 3; Mc 16, 15). Por isso, a Igreja continuará a ultrapassar todo e qualquer limite, sair incessantemente sem se cansar nem desanimar perante dificuldades e obstáculos, a fim de cumprir fielmente a missão recebida do Senhor.

Aproveito o momento para agradecer aos missionários e missionárias que, respondendo ao chamamento de Cristo, deixaram tudo e partiram para longe da sua pátria a fim de levar a Boa Nova aonde o povo ainda não a recebera ou só recentemente é que a conheceu. Irmãs e irmãos muito amados, a vossa generosa dedicação é expressão tangível do compromisso da missão ad gentes que Jesus confiou aos seus discípulos: «Ide e fazei discípulos de todos os povos» (Mt 28, 19). Por isso continuamos a rezar e a agradecer a Deus pelas novas e numerosas vocações missionárias para esta obra de evangelização até aos confins da terra.

E não esqueçamos que todo o cristão é chamado a tomar parte nesta missão universal com o seu testemunho evangélico em cada ambiente, para que toda a Igreja saia continuamente com o seu Senhor e Mestre rumo às «saídas dos caminhos» do mundo atual. Sim, «hoje o drama da Igreja é que Jesus continua a bater à porta, mas da parte de dentro, para que O deixemos sair! Muitas vezes acabamos por ser uma Igreja (…) que não deixa o Senhor sair, que O retém como “propriedade sua”, quando o Senhor veio para a missão e quer que sejamos missionários» (Discurso aos participantes no Congresso promovido pelo Dicastério para os leigos, a família e a vida, 18/II/2023). Oxalá todos nós, batizados, nos disponhamos a sair de novo, cada um segundo a própria condição de vida, para iniciar um novo movimento missionário, como nos alvores do cristianismo.

Voltando à ordem do rei aos servos na parábola, vemos que caminham lado a lado o «ir» e o chamar ou, mais precisamente, «convidar»: «Vinde às bodas!» (Mt 22, 4). Isto faz-nos vislumbrar outro aspeto, não menos importante, da missão confiada por Deus. Como se pode imaginar, aqueles servos-mensageiros transmitiam o convite do soberano assinalando a sua urgência, mas faziam-no também com grande respeito e gentileza. De igual modo, a missão de levar o Evangelho a toda a criatura deve ter, necessariamente, o mesmo estilo d’Aquele que se anuncia. Ao proclamar ao mundo «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 36), os discípulos-missionários fazem-no com alegria, magnanimidade, benevolência, que são fruto do Espírito Santo neles (cf. Gal 5, 22); sem imposição, coerção nem proselitismo; mas sempre com proximidade, compaixão e ternura, que refletem o modo de ser e agir de Deus.

2. «Para o banquete»: a perspetiva escatológica e eucarística da missão de Cristo e da Igreja

Na parábola, o rei pede aos seus servos que levem o convite para o banquete das bodas de seu filho. Este banquete reflete o banquete escatológico; é imagem da salvação final no Reino de Deus – já em realização com a vinda de Jesus, o Messias e Filho de Deus, que nos deu a vida em abundância (cf. Jo 10, 10), simbolizada pela mesa preparada com «carnes gordas, acompanhadas de vinhos velhos» –, quando Deus «aniquilar a morte para sempre» (cf. Is 25, 6-8).

A missão de Cristo é missão da plenitude dos tempos, como Ele mesmo declarou no início da sua pregação: «Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo» (Mc 1, 15). Ora, os discípulos de Cristo são chamados a continuar esta mesma missão do seu Mestre e Senhor. A propósito, recordemos o ensinamento do Concílio Vaticano II sobre o caráter escatológico do compromisso missionário da Igreja: «A atividade missionária desenrola-se entre o primeiro e o segundo advento do Senhor (…). Antes de o Senhor vir, tem de ser pregado o Evangelho a todos os povos» (Decr. Ad gentes, 9).

Sabemos que o zelo missionário, nos primeiros cristãos, possuía uma forte dimensão escatológica. Sentiam a urgência do anúncio do Evangelho. Também hoje é importante ter presente tal perspetiva, porque nos ajuda a evangelizar com a alegria de quem sabe que «o Senhor está perto» e com a esperança de quem propende para a meta, quando estivermos todos com Cristo no seu banquete nupcial no Reino de Deus. Assim, enquanto o mundo propõe os vários «banquetes» do consumismo, do bem-estar egoísta, da acumulação, do individualismo, o Evangelho chama a todos para o banquete divino onde reinam a alegria, a partilha, a justiça, a fraternidade, na comunhão com Deus e com os outros.

Temos esta plenitude de vida, dom de Cristo, antecipada já agora no banquete da Eucaristia, que a Igreja celebra por mandato do Senhor em memória d’Ele. Por isso o convite ao banquete escatológico, que levamos a todos na missão evangelizadora, está intrinsecamente ligado ao convite para a mesa eucarística, onde o Senhor nos alimenta com a sua Palavra e com o seu Corpo e Sangue. Como ensinou Bento XVI, «em cada celebração eucarística realiza-se sacramentalmente a unificação escatológica do povo de Deus. Para nós, o banquete eucarístico é uma antecipação real do banquete final, preanunciado pelos profetas (cf. Is 25, 6-9) e descrito no Novo Testamento como “as núpcias do Cordeiro” (Ap 19, 7-9), que se hão de celebrar na comunhão dos santos» (Exort. ap. pós-sinodal Sacramentum caritatis, 31).

Assim, todos somos chamados a viver mais intensamente cada Eucaristia em todas as suas dimensões, particularmente a escatológica e a missionária. Reafirmo, a este respeito, que «não podemos abeirar-nos da mesa eucarística sem nos deixarmos arrastar pelo movimento da missão que, partindo do próprio Coração de Deus, visa atingir todos os homens» (Ibid., 84). A renovação eucarística, que muitas Igrejas Particulares têm louvavelmente promovido no período pós-Covid, será fundamental também para despertar o espírito missionário em todo o fiel. Com quanta mais fé e ímpeto do coração se deveria pronunciar, em cada Missa, a aclamação «Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!»

Por conseguinte, no Ano dedicado à oração como preparação para o Jubileu de 2025, desejo convidar a todos para intensificarem também e sobretudo a participação na Missa e a oração pela missão evangelizadora da Igreja. Esta, obediente à palavra do Salvador, não cessa de elevar a Deus, em cada celebração eucarística e litúrgica, a oração do Pai Nosso com a invocação «Venha a nós o vosso Reino». E assim a oração quotidiana e de modo particular a Eucaristia fazem de nós peregrinos-missionários da esperança, a caminho da vida sem fim em Deus, do banquete nupcial preparado por Deus para todos os seus filhos.

3. «Todos»: a missão universal dos discípulos de Cristo e a Igreja toda sinodal-missionária

A terceira e última reflexão diz respeito aos destinatários do convite do rei: «todos». Como sublinhei, «no coração da missão, está isto: aquele “todos”. Sem excluir ninguém. Todos. Por conseguinte, cada uma das nossas missões nasce do Coração de Cristo, para deixar que Ele atraia todos a Si» (Discurso aos participantes na Assembleia Geral das Pontifícias Obras Missionárias, 03/VI/2023). Ainda hoje, num mundo dilacerado por divisões e conflitos, o Evangelho de Cristo é a voz mansa e forte que chama os homens a encontrarem-se, a reconhecerem-se como irmãos e a alegrarem-se pela harmonia entre as diversidades. Deus «quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4). Por isso, nas nossas atividades missionárias, nunca nos esqueçamos que somos enviados a anunciar o Evangelho a todos, e «não como quem impõe uma nova obrigação, mas como quem partilha uma alegria, indica um horizonte estupendo, oferece um banquete apetecível» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 14).

Os discípulos-missionários de Cristo trazem sempre no coração a preocupação por todas as pessoas, independentemente da sua condição social e mesmo moral. A parábola do banquete diz-nos que, seguindo a recomendação do rei, os servos reuniram «todos aqueles que encontraram, maus e bons» (Mt 22, 10). Além disso, os convidados especiais do rei são precisamente «os pobres, os estropiados, os cegos e os coxos» (Lc 14, 21), isto é, os últimos e os marginalizados da sociedade. Assim, o banquete nupcial do Filho, que Deus preparou, permanece para sempre aberto a todos, porque grande e incondicional é o seu amor por cada um de nós. «Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o seu Filho Unigénito, a fim de que todo o que n’Ele crê não se perca, mas tenha a vida eterna» (Jo 3, 16). Toda a gente, cada homem e cada mulher, é destinatário do convite de Deus para participar na sua graça que transforma e salva. Basta apenas dizer «sim» a este dom divino gratuito, acolhendo-o e deixando-se transformar por ele, como se se revestisse com um «traje nupcial» (cf. Mt 22, 12).

A missão para todos requer o empenho de todos. Por isso é necessário continuar o caminho rumo a uma Igreja, toda ela, sinodal-missionária ao serviço do Evangelho. De per si a sinodalidade é missionária e, vice-versa, a missão é sempre sinodal. Por conseguinte, hoje, é ainda mais urgente e necessária uma estreita cooperação missionária seja na Igreja universal, seja nas Igrejas Particulares. Na esteira do Concílio Vaticano II e dos meus antecessores, recomendo a todas as dioceses do mundo o serviço das Pontifícias Obras Missionárias, que constituem meios primários «quer para dar aos católicos um sentido verdadeiramente universal e missionário logo desde a infância, quer para promover coletas eficazes de subsídios para bem de todas as missões segundo as necessidades de cada uma» (Decr. Ad gentes, 38). Por esta razão, as coletas do Dia Mundial das Missões em todas as Igrejas Particulares são inteiramente destinadas ao Fundo Universal de Solidariedade, que depois a Pontifícia Obra da Propagação da Fé distribui, em nome do Papa, para as necessidades de todas as missões da Igreja. Peçamos ao Senhor que nos guie e ajude a ser uma Igreja mais sinodal e mais missionária (cf. Homilia na Missa de encerramento da Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, 29/X/2023).

Por fim, voltemos o olhar para Maria, que obteve de Jesus o primeiro milagre precisamente numa festa de núpcias, em Caná da Galileia (cf. Jo 2, 1-12). O Senhor ofereceu aos noivos e a todos os convidados a abundância do vinho novo, sinal antecipado do banquete nupcial que Deus prepara para todos no fim dos tempos. Também hoje peçamos a sua intercessão materna para a missão evangelizadora dos discípulos de Cristo. Com o júbilo e a solicitude da nossa Mãe, com a força da ternura e do carinho (cf. Exort. ap. Evangelii gaudium, 288), saiamos e levemos a todos o convite do Rei Salvador. Santa Maria, Estrela da evangelização, rogai por nós!

Roma – São João de Latrão, na Festa da Conversão de São Paulo, 25 de janeiro de 2024.

FRANCISCO

Anexos

Está acontecendo em Brasília, o Seminário de Iniciação à Vida Cristã para Presbíteros. A iniciativa e organização é da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética

Está acontecendo em Brasília, o Seminário de Iniciação à Vida Cristã para Presbíteros. A iniciativa e organização é da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB.

Participam pela Arquidiocese de Vitória pe. Abel Andrade, coordenador da comissão missionária da arquidiocese, e o padre Jacqueson Pimentel, membro da comissão bíblico-catequética da área de Vila Velha.

Pe. Jacqueson falou sobre o encontro: “o objetivo do seminário, que está na segunda edição, e já foi realizado com grupos de seminaristas e catequistas, é apresentar e inserir, cada vez mais, toda a Igreja no itinerário da iniciação cristã, na formação de discípulos missionários para o Reino de Deus”.

 

 

O Encontro iniciou ontem, 01 de outubro e continua até quinta-feira, 03 de outubro. O presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética, dom Leomar Brustolin falou sobre a importância de aprofundar o tema com os presbíteros: “Todo padre sabe que a catequese é uma das maiores alegrias da sua comunidade, mas é também uma das suas preocupações. Como transmitir a fé para crianças, jovens e adultos que buscam a Deus em tempos de novas linguagens, novos métodos, novos símbolos? Vamos juntos refletir”!

O Seminário vai proporcionar aos participantes, como afirmou pe. Jacqueson de diversas formas: “alguns temas, como: a transmissão da fé na cultura atual, o ABC da IVC, Querigma, Catecumenato, Ritos de Entrega, Purificação e Iluminação, Mistagogia, Mídias Digitais. Além de momentos de oração, missas e liturgia das horas e convivência fraterna”.

No próximo dia 12, o Brasil celebra a Festa de sua Padroeira, Nossa Senhora Aparecida. A devoção a Nossa Senhora é evidenciada nas manifestações

No próximo dia 12, o Brasil celebra a Festa de sua Padroeira, Nossa Senhora Aparecida. A devoção a Nossa Senhora é evidenciada nas manifestações religiosas populares ao longo de todo o ano, mas esta data é celebrada em todos os cantos. Quem pode vai até ao Santuário Nacional, porém muitos celebram em suas dioceses, paróquias ou comunidades.

Na Arquidiocese de Vitória, uma paróquia é dedicada a Nossa Senhora Aparecida, fica em Cobilândia e é comemorada com extensa programação e celebrações presididas por diversos padres e também, o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin. A partir de amanhã, 03 de outubro, haverá atendimento de confissões todos os dias, sempre no final da tarde, às 18h.

Pe. Gudialace Oliveira, pároco falou sobre a oportunidade que a Festa em Cobilândia, é para os devotos de Nossa Senhora: “Temos a intenção de oferecer ao fiel devoto de toda a redondeza a oportunidade de fazer a sua peregrinação ao Santuário da fé e do amor sem necessariamente ir ao estado de São Paulo. Cobilândia será nesse mês de outubro um pedacinho de Aparecida para aquele que deseja visitar, agradecer e apresentar os seus pedidos a Mãe do Céu Morena”. O pároco ainda acrescentou que participar presencialmente, é oferecer aos devotos “aquilo que nós só poderíamos acompanhar por meio da TV ou das redes sociais”.

Confira a programação e faça sua homenagem à Senhora Aparecida. Clique aqui.

 

 

 

 

A Arquidiocese de Vitória, vive um momento de mudanças com as transferências dos padres que atuam nas paróquias das Áreas Pastorais. O processo de
A Arquidiocese de Vitória, vive um momento de mudanças com as transferências dos padres que atuam nas paróquias das Áreas Pastorais. O processo de remanejamento faz parte da rotina da Igreja, visando atender as necessidades pastorais e fortalecer a missão de evangelização em diferentes localidades.

Área Pastoral de Vitória

Pe. Osmar de Oliveira Braido

Padre Osmar de Oliveira Braido, nomeado Pároco da Paróquia São Pedro Vila Rubim, Vitória-ES. Padre Osmar exerce o ofício de Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha-ES.

Pe. Vitor Valentim Placidino do Nascimento

Padre Vitor Valentim Placidino do Nascimento, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória-ES.

Área Pastoral de Cariacica-Viana

Pe. Diego Pereira Azevedo

Padre Diego Pereira Azevedo, nomeado Pároco da Paróquia Santíssima Trindade, Vila Capixaba, Cariacica-ES. Padre Diego concluiu seus estudos de pós-graduação com Mestrado em Espiritualidade, Roma, Itália.

Pe. Juliano do Nascimento Machado

Padre Juliano do Nascimento Machado, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia Santuário Bom Pastor, Campo Grande, Cariacica-ES.

Área Pastoral Benevente

Pe. Lucas Muniz Folador Pina

Padre Lucas Folador Muniz Pina, nomeado Administrador Paroquial da Paróquia Sagrada Família, Praia do Morro, Muquiçaba, Guarapari-ES. Padre Lucas exerce o ofício de Vigário Paroquial na Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória-ES

Pe. Cesar Augusto Flegler Delarmelina

Padre Cesar Augusto Flegler Delarmelina, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia São Pedro, Muquiçaba, Guarapari-ES.

Pe. Bruce Willis Moura de Oliveira

Padre Bruce Willis Moura de Oliveira, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Centro, Guarapari-ES.

Área Pastoral Serrana

Pe. Jonatan Rocha do Nascimento

Padre Jonatan Rocha do Nascimento, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia Rainha da Paz, Santa Maria de Jetibá-ES.

Está acontecendo, no Santuário Nacional de Aparecida, o Congresso Nacional da Infância e Adolescência Missionária e tem como objetivo “promover a integração entre os

Está acontecendo, no Santuário Nacional de Aparecida, o Congresso Nacional da Infância e Adolescência Missionária e tem como objetivo “promover a integração entre os participantes, fortalecer o protagonismo das crianças e adolescentes, criando laços de fé e solidariedade”. O tema “IAM: com a força do Espírito, testemunhas de Cristo” . O lema “Ide, convidai a todos para o banquete” (Mt. 22,9).

Cerca de 800 crianças, adolescentes, assessores e familiares participam do evento.

Da Arquidiocese de Vitória participam Luiza Neves (adolescente), Ingrid Neves (assessora) e Irmã Márcia (religiosa comboniana).

Conversamos com Ingrid sobre o evento que destacou alguns momentos que a sensibilizaram até ao momento: “a participação de crianças e adolescentes, a Abertura do evento e a procissão da luz realizada na sexta-feira à noite”.

O sentimento de Ingrid revela o quanto é importante preocupar-se com a dimensão missionária: “Sinto que é um momento único para a valorização do papel evangelizador das crianças e adolescentes missionários/as dentro de nós, Igreja e também na nossa sociedade. É uma riqueza e ao mesmo tempo uma chamada de atenção para que olhemos esta etapa da vida, pois as crianças e os adolescentes não são o FUTURO, mas o PRESENTE, são o AGORA”.

O Congresso termina amanhã e pensando na volta para as rotinas locais, perguntamos o que espera para a Igreja Local no pós-congresso. Ingrid respondeu: “Houve muitas inquietude sobre como fazer com que a Igreja Local se sinta e seja verdadeiramente missionaria. Envolver todos, nossos bispos, sacerdotes, religiosos e leigos em geral. Pois todos nós somos missionários e sabemos que uma Igreja que não é missionária, não é Igreja de Jesus Cristo”.

 

A Arquidiocese de Vitória, vive um momento de mudanças com as transferências dos padres que atuam nas paróquias das Áreas Pastorais. O processo de
A Arquidiocese de Vitória, vive um momento de mudanças com as transferências dos padres que atuam nas paróquias das Áreas Pastorais. O processo de remanejamento faz parte da rotina da Igreja, visando atender as necessidades pastorais e fortalecer a missão de evangelização em diferentes localidades.

 

Área Pastoral de Vitória

Pe. Osmar de Oliveira Braido

Padre Osmar de Oliveira Braido, nomeado Pároco da Paróquia São Pedro Vila Rubim, Vitória-ES. Padre Osmar exerce o ofício de Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha-ES.

 

Pe. Vitor Valentim Placidino do Nascimento

 

 

Padre Vitor Valentim Placidino do Nascimento, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória-ES.

 

 

Área Pastoral de Cariacica-Viana

Pe. Diego Pereira Azevedo

 

Padre Diego Pereira Azevedo, nomeado Pároco da Paróquia Santíssima Trindade, Vila Capixaba, Cariacica-ES. Padre Diego concluiu seus estudos de pós-graduação com Mestrado em Espiritualidade, Roma, Itália.

 

Pe. Juliano do Nascimento Machado

Padre Juliano do Nascimento Machado, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia Santuário Bom Pastor, Campo Grande, Cariacica-ES.

 

 

Área Pastoral Benevente

 

Pe. Lucas Muniz Folador Pina

Padre Lucas Folador Muniz Pina, nomeado Administrador Paroquial da Paróquia Sagrada Família, Praia do Morro, Muquiçaba, Guarapari-ES. Padre Lucas exerce o ofício de Vigário Paroquial na Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória-ES

 

 

Pe. Cesar Augusto Flegler Delarmelina

 

Padre Cesar Augusto Flegler Delarmelina, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia São Pedro, Muquiçaba, Guarapari-ES.

 

 

Pe. Bruce Willis Moura de Oliveira

 

Padre Bruce Willis Moura de Oliveira, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Centro, Guarapari-ES.

 

 

Área Pastoral Serrana

Pe. Jonatan Rocha do Nascimento

 

Padre Jonatan Rocha do Nascimento, nomeado Vigário Paroquial da Paróquia Rainha da Paz, Santa Maria de Jetibá-ES.

Pe. Diego Azevedo, retorna ao Brasil no próximo dia 27 de setembro de 2024. Após dois anos, pe. Diego finalizou os estudos e defendeu

Pe. Diego Azevedo, retorna ao Brasil no próximo dia 27 de setembro de 2024.

Após dois anos, pe. Diego finalizou os estudos e defendeu sua dissertação de mestrado em teologia espiritual, com o tema: O contributo da espiritualidade do Sagrado Coração de Jesus para a espiritualidade do presbítero diocesano.

A Arquidiocese de Vitória acolhe pe. Diego e reza pedindo a Deus que continue a iluminá-lo em sua missão presbiteral.