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Foi ordenado padre, hoje, 22 de setembro de 2024, Juliano do Nascimento Machado. A cerimônia de ordenação aconteceu na igreja matriz da paróquia Nossa

Foi ordenado padre, hoje, 22 de setembro de 2024, Juliano do Nascimento Machado. A cerimônia de ordenação aconteceu na igreja matriz da paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Guarapari às 10h. O novo padre é natural de Guarapari e seus familiares pertencem à paróquia São José. Uma multidão lotou a igreja, cerca de 2.300 pessoas.

A emoção iniciou com os aplausos quando dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, interrogou os presentes sobre a ordenação presbiteral do diácono Juliano, e manteve-se durante toda a cerimônia.

Participaram deste momento os recém-ordenados padres, colegas de caminhada; padres da Arquidiocese; representantes das paróquias onde Juliano fez estágio pastoral; diáconos transitórios da diocese de São Mateus; amigos e familiares. Presidiu a ordenação, dom Dario Campos, arcebispo de Vitória.

 

Toda a celebração foi acompanhada pelo grupo de canto da paróquia São José, que preparou  tudo juntamente com a paróquia Nossa Senhora da Conceição. A primeira leitura foi proclamada por Pedro de 9 anos, da paróquia Sta. Teresa de Calcutá.

Desde o pedido do reitor do Seminário, pe. Jorge Campos, para que o diácono fosse aceite ao presbiterato, até à oração consecratória, passando pela ladainha, imposição das mãos, colocação das vestes, unção das mãos e acolhida no presbitério, o diac. Juliano expressou sua emoção com um choro quase contínuo que comoveu a assembleia.

Dom Dario fez algumas recomendações durante a homilia e iniciou lembrando “como faz bem ter um padre bom, um padre que luta por uma Igreja ministerial e evangelizadora, um padre empenhado numa pregação bem preparada e vivenciada, um padre profundamente ligado à vida e à formação de seu povo”. Em seguida dom Dario referiu-se às leituras: incompreensão dos discípulos, que mesmo percorrendo um longo caminho com Jesus, não entendiam o anúncio da morte e ressurreição. Dirigindo-se diretamente ao diácono disse: “você meu irmão, diácono Juliano, que hoje será ordenado presbítero, abrace a cruz de Cristo e assuma com alegria evangélica este sinal da salvação concedido por Deus a todos, de maneira especial, colocando-se ao lado dos que sofrem, e passam por tribulações e privações, dos que estão à beira do caminho, ou seja, os pobres. Para que isso aconteça, cultive os seus momentos de oração pessoal e comunitária e jamais se distancie dos teus irmãos de presbitério, espaço no qual você sempre será formado”.

Pe. Juliano manifestou e expressou o carinho e amor pelos pais e pelo irmão e no momento de agradecimentos fez seu primeiro pedido como padre: que as famílias incentivem as vocações sacerdotais. O novo sacerdote agradeceu a todos que o acompanharam ao longo de sua caminhada e acentuou a importância das amizades que construiu. Lembrou que ali naquela igreja foi batizado e a alegria de voltar ali “agora como servo de Deus”.

A pe. Juliano que ele seja feliz no exercício de seu sacerdócio e que Deus abençoe sua missão.

Saiba mais sobre o novo sacerdote

Antes da ordenação presbiteral, o Vicariato para a Comunicação conversou com o diácono Juliano do Nascimento Machado, para conhecer um pouco mais de sua história vocacional e vivências neste momento importante para sua caminhada vocacional.

A oração consecratória é o momento que Juliano aguarda com mais ansiedade. Ele lembra da emoção que sentiu ao ser ordenado diácono: “fico até emocionado, quando fecho os olhos, parece que estou ouvindo de novo a oração que me consagrou diácono e a imposição das mãos de dom Dario na minha cabeça”, acredito que será ainda mais emocionante”.

Na ordenação diaconal, Juliano estava acompanhado por mais três colegas de turma e de Seminário, mas para ele, “aquele momento foi singular, eu senti que era a minha ordenação e não do grupo, mas agora é ordenação presbiteral, por conta disso a emoção pode ser maior”.

Perguntamos sobre o início de sua vocação e ele respondeu: “desde os meus cinco anos, quando tenho memórias afetivas dessa época, eu me vejo na Igreja. Minha mãe me incentivou muito, mas eu não pensava em ser padre. Lembro-me que com nove anos, na minha timidez (eu era muito tímido), pedi para minha mãe que eu queria ler na Igreja. Minha pediu para a coordenadora da liturgia e ela autorizou. Depois passei a participar do Círculo Bíblico e aos 12 nos já ajudava a fazer as reflexões. Por isso, tenho um carinho muito grande por essa pastoral, a minha vocação começa a nascer ali”.

Vic. E depois?

Juliano: Depois, participei do grupo de jovens e fui coroinha até à chegada de pe. Sandro (pe. Alexandro Firmino Barbosa). Com pe. Sandro fui cerimoniário e ele começou a me dizer que eu tinha vocação, mas eu negava e dizia que não queria. Eu queria fazer faculdade e tinha a ideia de que o padre vivia na solidão, afastado de tudo e de todos. No final de 2014, pe. Sandro me chamou pra uma visita aos enfermos na Comunidade São Benedito. Na primeira visita senti algo diferente no meu coração ao perceber a alegria da senhora que visitamos. No final das visitas falei com o padre que gostaria de participar dos encontros vocacionais. Pe. Sandro me acompanhou naquele ano e no ano seguinte participei dos encontros vocacionais e entrei no Propedêutico e em 2017 fui acolhido no Seminário”.

Vic: Em algum momento pensou em desistir?

Juliano: Quando eu retornava de férias para o Seminário sempre me perguntava se era aquilo mesmo que eu queria. Mas, quando chegava no Seminário esses pensamentos cessavam. Durante a pandemia também tive dúvidas se deveria retornar ao Seminário. Nesse momento foi o pe. Ermindo (Ermindo Rapozo de Assis), que me ajudou a superar a falta da rotina do Seminário e o repensar a vocação. A própria pandemia me fez repensar a minha caminhada vocacional.

Vic: O que esses momentos te proporcionaram?

Juliano: Um crescimento humano e espiritual. Humano porque os lugares por onde passei e as vivências que tive, me ajudaram a enxergar o outro na sua particularidade. Passei pelas paróquias Santíssima Trindade, Santa Tersa de Calcutá e Sagrada Família em Jr. Camburi e eu tive que entrar em cada realidade para compreender as diferenças.

Quando fui para Santa Teresa de Calcutá, as pessoas diziam, ‘você vai para Tersa de Calcutá? Que medo’! Mas lá um encontrei um povo de muita fé, um povo que vivendo em meio à violência, não deixa de abraçar a fé, não perde a fé, não perde a esperança. Ali encontrei pessoas que agregaram valor aos meus valores”.

Espiritual porque ao rezar com o povo de Itararé, de Jr. Camburi e de Vila Capixaba, cada um com seu modo, eu percebi que podia rezar não só com o meu modo, mas também com o do outro. Nesse sentido todos me ajudaram a crescer espiritualmente.

Vic: Tem expectativa para onde vai?

Juliano: Nunca passou pela minha cabeça para onde eu vou. Ansioso para saber, estou, mas para qual realidade, vou com o coração muito aberto, assim como eu fui para o Pará fazer a experiência diaconal. O Seminário me ajudou a enxergar que cada paróquia tem suas particularidades e eu irei para somar e não para dividir.

Vic: O que a experiência em Araguaia acrescentou na sua vida?

Juliano: Perceber que apesar da realidade diferente, distinta da nossa, mas um povo que se assemelha, porque engajado nas paróquias e nas comunidades, que a Igreja aqui e lá é a mesma Igreja Católica, foi uma experiência que me ajudou a crescer mais um pouquinho. Sinto saudades até hoje. Na despedida eu chorei porque sei que não verei essas pessoas tão cedo como as das paróquias de Vitória.

Vic: Você acredita que a formação que recebeu te preparou para realizar sua missão sacerdotal nessas diversidades?

Juliano: A partir do momento que entramos no Seminário, já somos enviados para uma paróquia, e isso já nos deixa em contato com a realidade eclesial. Desde o início a gente já tem prática e não só teoria.

Vic: E a convivência com os padres de diferentes idades?

Juliano: Eu fiz pastoral com um padre que estava completando 25 anos de ministério e um que tinha cinco anos, acho que o tempo é diferente, isso me ajudou a perceber que há dificuldades, em qualquer ano que estivermos, mas também há muitas graças, independente da quantidade de tempo. Os dois respeitaram o meu jeito e me trataram como irmão. Claro que o padre de 5 anos compreende melhor a nova geração, já o de 25 veio de outro momento da Igreja.

Vic: Consegue destacar um momento marcante da sua formação?

Juliano: Acho que o momento que mais me marcou foi a primeira missão. Além da experiência pastoral a gente faz missão. Foi lá na Comunidade Sto. Antônio em Buenos Aires (minha comunidade). Num dia só, visitamos 19 casas. De fato, fomos ao encontro das famílias e rezamos com elas. Foi voltar a uma realidade que eu já conhecia, mas diferente daquela que eu já havia me acostumado.

Para encerrar a entrevista, o diácono Juliano fez alguns agradecimentos: “Agradeço a oportunidade de estar aqui conversando. Expresso também minha gratidão a todos os irmãos e irmãs que encontrei durante esses oito anos de caminhada, a todas as paróquias que me acolheram e as que visitei. Agradeço ainda ao povo de Xinguara (sul do Pará). Obrigado e todos que participaram da minha formação.

Após participar da Festa de Nossa Senhora das Dores em Taviano, na província italiana Lecce, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de

Após participar da Festa de Nossa Senhora das Dores em Taviano, na província italiana Lecce, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, visitou os padres Diego Azevedo e Ruan Coutinho no Colégio Pio Brasileiro em Roma. Pe. Diego terminou os estudos em Espiritualidade e está de volta à Arquidiocese e pe. Ruan inicia estudos de pós-graduação em Filosofia.

 

 

 

O Bispo Auxiliar de Vitória, Dom Andherson Franklin está na cidade de Taviano, localizada na diocese de Nardò Gallipoli na Italia, onde realizou atividades

O Bispo Auxiliar de Vitória, Dom Andherson Franklin está na cidade de Taviano, localizada na diocese de Nardò Gallipoli na Italia, onde realizou atividades pastorais durante sete (7) anos de estudo em Roma, no período de 2002 a 2009. Sua visita traz à memória o tempo em que serviu à comunidade local, agora retornando para celebrar uma data especial.

Na celebração da memória de Nossa Senhora das Dores, Dom Andherson relembrou os 130 anos do milagre ocorrido na cidade, que foi confiada à intercessão de Nossa Senhora. O evento, marcado por grande emoção, aconteceu na Parochia della Vergine Addolorata de Taviano, LE na região da Puglia, trouxe à tona o fervor religioso e a devoção da comunidade local a Maria.

“Este foi um momento de grande graça, de celebração e reencontro com as pessoas com quem convivi. É a primeira vez que venho participar da festa depois que fui ordenado bispo. E o convite para vir partiu da comunidade paroquial e do pároco”, comentou Dom Andheson Franklin.

O bispo foi calorosamente acolhido pelo pároco da cidade, Padre Graziano, que destacou a importância da visita de Dom Andherson para fortalecer os laços entre a Igreja local e a história de fé vivida pela comunidade ao longo dos anos.

Durante a homilia, Dom Andherson Franklin refletiu “que na face amorosa de Nossa Senhora das Dores, podemos contemplar todas as dores dos filhos e filhas de Deus. Que com o seu infinito amor a todos acolhe em seu Filho entregue à morte na cruz. A fim de que todos nós reconheçamos seus discípulos e discípulas amados, chamados a acolher a Virgem Maria como nossa mãe e unidos a Ela, no seguimento de Seu Filho, nos tornarmos sinais do amor de Deus, principalmente junto aos que mais precisam”.

Foi um momento de reflexão e renovação da fé, onde o Prefeito da Cidade Giuseppe Tanisi, a chefe da guarda Civil e os fiéis que participaram em grande número, reafirmando a devoção a Nossa Senhora das Dores e renovando a esperança no poder de sua intercessão.

 

 

 

 

 

No próximo domingo, 22 de setembro, o diác. Juliano do Nascimento Machado será ordenado padre. Natural de Guarapari, Comunidade Nossa Senhora das Graças, paróquia

No próximo domingo, 22 de setembro, o diác. Juliano do Nascimento Machado será ordenado padre.

Natural de Guarapari, Comunidade Nossa Senhora das Graças, paróquia São José em Guarapari, Juliano fez sua caminhada vocacional incentivado pelos padres que atuaram em sua paróquia e, não só o motivaram, mas incentivaram e estiveram presentes em toda a trajetória.

Cumprido o período formativo e estágios vocacionais, o diácono será ordenado presbítero no dia 22 de setembro, na igreja Nossa Senhora da Conceição no Centro de Guarapari às 10h.

Toda a Arquidiocese de Vitória está convidada a rezar para que Deus ilumine o início do ministério presbiteral e quem puder participar deste momento, una-se ao povo da paróquia São José e Nossa Senhora da Conceição para a ordenação.

 

Na noite deste sábado (14), por imposição das mãos do Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Frei Dario Campos, Vitor Valentim Placidino foi ordenado padre

Na noite deste sábado (14), por imposição das mãos do Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Frei Dario Campos, Vitor Valentim Placidino foi ordenado padre para a Santa Igreja Católica em celebração realizada na matriz da paróquia Mãe da Divina Misericórdia, em Viana/ES.
Pe. Vitor é o terceiro sacerdote de uma série de ordenações que estão acontecendo nas ultimas semanas. Antes dele foram ordenados Pe. Bruce Willis, em Jacaraípe/Serra e Pe. Cesar Delarmelina, na cidade de Afonso Cláudio. No domingo (22) será a vez do Diac. Juliano ser ordenado padre.

Termina hoje, em Brasília, na Casa Dom Luciano, o Encontro Ampliado da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada (CMOVIC). O

Termina hoje, em Brasília, na Casa Dom Luciano, o Encontro Ampliado da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada (CMOVIC). O evento reuniu mais de 90 participantes, representando diversos organismos e instituições vinculadas à comissão, incluindo coordenadores, presidentes e bispos referenciais. Da Arquidiocese de Vitória participaram os padres Diego Carvalho, representante dos presbíteros e presidente do CRP, Comissão Regional de Presbíteros; pe. Márcio Souza, responsável pela PV, Pastoral Vocacional, e o bispo auxiliar dom Andherson Franklin Lustoza de Souza. Entre os assuntos abordados no Encontro, dom Andherson fez uma apresentação com o tema raízes e fundamentações bíblicas do jubileu no Primeiro e no Segundo Testamento.

O Encontro teve início no dia 9 de setembro e contou com participantes de todo o Brasil.

Acesse o texto da palestra de dom Andherson, sobre o Jubileu no Primeiro Testamento clicando aqui.

Acesse o texto da palestra de dom Andherson, sobre o Jubileu no Segundo Testamento clicando aqui.

 

 

 

O Departamento de Pastoral e o Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica têm a alegria de convidar todos vocês para a segunda

O Departamento de Pastoral e o Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica têm a alegria de convidar todos vocês para a segunda formação do curso “Laudato Si e Laudate Deum”, que acontecerá no dia 17 de setembro de 2024, das 19h30 às 21h30, via plataforma Zoom.

Este curso, ministrado pelo Padre Vitor César Zille Noronha, está sendo uma oportunidade para se prepararem para a Campanha da Fraternidade 2025, que terá como tema “Fraternidade e Ecologia Integral”. O objetivo é aprofundar o entendimento dos documentos da Igreja que abordam a ecologia integral, promover uma reflexão sobre o cuidado com a nossa Casa Comum e incentivar a conversão integral.

Sua participação é essencial para que, juntos, possamos construir uma Igreja mais consciente e ativa em questões ambientais e sociais. As inscrições continuam abertas e podem ser realizadas gratuitamente através do link: https://forms.gle/BYcLCivFVFynXeDJA.

Contamos com sua presença neste importante momento de formação e preparação espiritual. Que possamos, unidos, responder ao chamado de Cristo para cuidar da Criação.

Foram 8 dias de festejos e, no último dia, foi realizada uma missa solene, às 10 da manhã na Catedral Metropolitana de Vitória, presidida

Foram 8 dias de festejos e, no último dia, foi realizada uma missa solene, às 10 da manhã na Catedral Metropolitana de Vitória, presidida pelo Arcebispo Dom Dario Campos e concelebrada pelo Bispo Auxiliar, dom Andherson Franklin, Dom Lauro Versiani, Bispo de Colatina e presidente do Regional Leste 3, o cura da Catedral, pe. Renato Criste e muitos padres da Arquidiocese de Vitória. A música ficou por conta do Coral Schola Cantorum Victoria.

A festa desse ano teve como tema: “Maria, ensina teu povo a rezar”, que foi inspirada numa antiga canção de padre Zezinho.

Os fiéis e devotos de Nossa Senhora compareceram nos diversos momentos: carreata com a imagem, shows musicais, momentos de oração e devocionais, e barraquinhas.

E hoje não foi diferente. A Catedral ficou lotada para a missa festiva.

Em sua homilia, Dom Andherson refletiu que o filho vindo da Virgem, é o proprio Deus entre nós. Que Maria experimentou a presença de Deus em sua vida, e nos convida a fazer o mesmo, pois somos convocados a dialogar sobre a palavra de Deus, pois Ele nos chamou a caminhar com Ele.

Antes da bênção final, aconteceu a entrega do Prêmio Palma da Vitória, personalidade ao Bispo Auxiliar Dom Andherson Franklin e tambem uma homenagem com o cantor Rafael Reis e as crianças da catequese da Paróquia.

Ainda hoje acontece às 17h a missa de encerramento presidida pelo Pároco da Catedral, padre Renato Criste.

A parte cultural encerra os dias de festa com um show da banda Fé Maior.