Notícias da Arquidiocese

No intuito de destacar os inúmeros trabalhos pastorais no território da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, o Vicariato para a Comunicação Social, lançou

No intuito de destacar os inúmeros trabalhos pastorais no território da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, o Vicariato para a Comunicação Social, lançou o Prêmio Palma da Vitória. Sempre tendo como objetivo celebrar os tantos projetos que tocam inúmeras pessoas e que são desconhecidos da grande maioria dos fiéis.

E hoje foi dia de conhecer os ganhadores.

A entrega dos prêmios foi feita na Catedral de Vitória, pelo Pároco, Renato Criste e pelo diretor da Rádio América, Alessandro Gomes. A Orquestra Sonatha participou dando um toque de suspense ao falar o nome dos vencedores.

Categoria Música:
Tendo recebido 2.776 votos, o equivalente a 37% do total, o Prêmio Palma da Vitória foi para: ONDE EU MAIS QUERO ESTAR – Victor Guedes Guazoni.

Categoria Social:
Foram 2.989 votos para o vencedor, o equivalente a 40% do total, quem recebeu o Prêmio Palma da Vitória foi: CAFÉ COM ESPERANÇA – UMA ESPERANÇA DE RESTAURAÇÃO DE VIDA – Pastoral do Povo de Rua da Igreja Santa Rita.

Categoria Pastoral:
Com 3.106 votos, o equivalente a 41% do total de votantes, o Prêmio Palma da Vitória ficou com: TETÊ, ZEZINHO, FATINHA E ALEGRITO, escrito por Analice Furtado de Aguiar.

Categoria Vídeo:
O Prêmio Palma da Vitória foi para: CONHECENDO BETH NIA – Pe. Osmar de Oliveira Braido

A categoria Personalidade continua em segredo.

“Não Tenhas Medo” é a aguardada continuação do bestseller “Águas Profundas” e promete transformar vidas e inspirar conversões profundas através da fé. O novo

“Não Tenhas Medo” é a aguardada continuação do bestseller “Águas Profundas” e promete transformar vidas e inspirar conversões profundas através da fé.

O novo livro do Padre Anderson Gomes, publicado pela Angelus Editora, será lançado na próxima terça-feira, dia 10 de setembro, com coquetel de lançamento e noite de autógrafos, a partir das 18h30, no cerimonial Casa Brandão Lounge, em Vila Velha. Esse é o segundo volume da trilogia “A Jornada” e narra o ápice do romance que pretende evangelizar através da literatura, com diálogos ricos em aprendizados, descontração e de modo acessível a todos.

Esta nova obra marca o ponto culminante da série, onde os personagens, inspirados pelos ensinamentos de Padres da Igreja como Santo Agostinho e São João Crisóstomo, enfrentam desafios existenciais sobre a vida, a fé e o medo de abandonar o conhecido em busca do desconhecido.

“O segundo livro da trilogia representa o ápice da narrativa, onde os personagens são desafiados a confrontar suas próprias vidas à luz da palavra de Deus”, explica Padre Anderson Gomes.

A narrativa leva o leitor a refletir sobre o medo de abrir mão do que construiu em busca de um caminho mais pleno e verdadeiro. “Será que temos coragem de abandonar o que criamos para aceitar o novo que nos é proposto? Espero que os leitores vejam em cada personagem um reflexo de suas próprias vidas e se perguntem: o que ainda preciso deixar? Qual é o meu medo?”, comenta o autor.

Enquanto no primeiro livro o protagonista Diego enfrentava dúvidas existenciais, neste segundo volume, é o Padre Matheus quem traz respostas para questões humanas como o mal, o sofrimento e a morte. Padre Anderson Gomes aplica nessa obra, seu conhecimento em Patrística, Teologia e pastoreio para acolher cada leitor, guiando-os através de palavras cuidadosamente escolhidas que ressoam com suas histórias e experiências de vida.

Sobre o autor:

Nascido em 1975, em Coronel Fabriciano (MG), Padre Anderson Gomes sempre esteve envolvido com atividades religiosas, mudando-se para o Espírito Santo em 1987, onde se engajou profundamente na Igreja. Ordenado sacerdote aos 30 anos, Padre Anderson possui uma sólida formação acadêmica, com graduação em Administração de Empresas, Filosofia e Teologia, além de especialização em Comunicação Social e um Mestrado em Teologia Patrística e História da Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma. Atualmente, ele é pároco e reitor do Santuário Bom Pastor, em Cariacica (ES), e atua como Vigário Episcopal para a Comunicação da Arquidiocese de Vitória.

Siga o autor nas redes sociais: @peandersongomes

Ficha Técnica do Livro:

Título: “A Jornada – Não Tenhas Medo”
Autor: Padre Anderson Gomes
Preço: R$ 65,00
Onde comprar: www.angeluseditora.com
Páginas: 224

Lançamento:

Data: 10 de setembro
Horário: A partir das 18h30
Local: Casa Brandão Lounge (Rua Pastor Jonas Marquês, Centro de Vila Velha)

 

O diac. César Augusto Fleger Delarmelina, será ordenado presbítero no próximo sábado, 7 de setembro de 2024. A cerimônia de ordenação acontece na Igreja

O diac. César Augusto Fleger Delarmelina, será ordenado presbítero no próximo sábado, 7 de setembro de 2024.

A cerimônia de ordenação acontece na Igreja Matriz São Sebastião em Afonso Claudio às 16h. O ordenante é o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos e concelebram o Bispo Auxiliar e os sacerdotes da Arquidiocese.

A ordenação presbiteral acontece ao final de 8 anos de formação, que são compostos pelo propedêutico, estudos de filosofia e teologia e o acompanhamento pela equipe de formação. O diac. César cumpriu todas as etapas e se torna presbítero desta Igreja.

Todos os fiéis da Arquidiocese de Vitória estão convidados a rezar por esta vocação e agradecer a Deus que continua suscitando vocações para os ministérios ordenados.

Entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2024, aconteceu na Paróquia São José, em João Neiva, Diocese de Colatina, a

Entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2024, aconteceu na Paróquia São José, em João Neiva, Diocese de Colatina, a I Experiência Vocacional-Missionária Regional de Seminaristas.

O encontro missionário reuniu cerca de 30 seminaristas diocesanos e religiosos, sendo promovido pela Coordenação Regional do Conselho Missionário de Seminaristas (COMISE).

Com o tema “Chamados a Semear a Esperança e a Construir a Paz” e o lema “Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt 5,9), o encontro foi inspirado na Mensagem do Papa Francisco para o 61º Dia Mundial de Oração pelas Vocações.

A Experiência Vocacional-Missionária teve como objetivos: dar testemunho da Esperança em Cristo, promovendo a fraternidade e a paz; intensificar o espírito missionário no coração dos futuros presbíteros; promover a unidade entre os seminaristas diocesanos e religiosos do Regional; consolidar a caminhada missionária do COMISE no Regional Leste 3; e conhecer a realidade da Paróquia São José, em João Neiva.

O seminarista Kaylan Bettim Ton, Assessor de Comunicação do COMISE – Leste 3, expressou a importância desta experiência: “Em um mundo que clama por paz, nós, seminaristas que estamos caminhando em direção ao sacerdócio, somos convidados a ser sinais de esperança na vida de tantas pessoas que precisam. E essa Experiência Missionária nos provocou e nos possibilitou ser semeadores dessa Esperança, mesmo onde não parece haver.”

Assim, o COMISE consolida com esse encontro seu papel na formação missionária dos futuros presbíteros, preparando-os para servir à Igreja local e globalmente, sempre atentos ao chamado do Papa Francisco para serem “Peregrinos de Esperança e Artífices de Paz”.

A missão foi encerrada no domingo, 1º de setembro, com a Santa Missa em Ação de Graças, presidida por Dom Décio Sossai Zandonade, bispo emérito da Diocese de Colatina, na Matriz São José, com a presença do Pe. Edgar Rigoni, reitor do Seminário de Colatina e presidente da OSIB no Regional Leste 3, e do Pe. André Luciano Masarim, reitor do seminário da Diocese de São Mateus.

Em seguida, houve um café da manhã, momento de partilha, avaliação do encontro, oração final e um almoço de confraternização entre os participantes.

   

A missa mensal com os políticos católicos aconteceu na manhã de hoje em Ponta Formosa e foi presidida pelo bispo auxiliar, dom Andherson Franklin

A missa mensal com os políticos católicos aconteceu na manhã de hoje em Ponta Formosa e foi presidida pelo bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza. 

Estiveram presentes políticos, candidatos à eleição e assessores. A missa acontece sempre na primeira segunda-feira do mês às 8h no Centro de Treinamento Dom João Batista, na Praia do Canto.

Durante a homilia, dom Andherson falou sobre a unção, citando o profeta Isaias, Jesus que ao citar Isaías atribui a si mesmo a profecia de ungido para realizar a missão a Ele confiada.

Ao finalizar, dom Andherson disse: “O batismo nos une a todos e nos revela que fomos ungidos e devemos pedir a esse Espírito que nos mova para o anúncio”.

A próxima missa com os políticos católicos acontece no dia 7 de outubro

Está acontecendo neste final de semana, em Aparecida, SP, a Romaria Nacional de Catequistas. O objetivo do encontro, é um momento celebrativo, para alinhar a catequese

Está acontecendo neste final de semana, em Aparecida, SP, a Romaria Nacional de Catequistas.

O objetivo do encontro, é um momento celebrativo, para alinhar a catequese no Brasil à proposta de uma catequese a serviço da iniciação a vida cristã, com inspiração catecumenal.

O bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitoria, Dom Andherson Franklin, fez a celebração de abertura, na sexta feira,  dia 30, às 9h. Já no sábado, às 14h30, ele fala sobre mistagogia.

Na sexta feira também, a Romaria foi iniciada com a Renovação das Promessas do Batismo e a reflexão sobre o ABC da IVC. Na parte da tarde, a programação seguiu com a oração do Ângelus, Adoração ao Santissimo Sacramento, reflexão sobre o Querigma e o Catecumenato, encerrando com a Santa Missa no Santuário Nacional, presidida por Dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da CNBB.istagogia é compreendida como o caminho de introdução ao mistério do amor divino. Isto é, um mergulho profundo no amor do Pai que enviou o Seu Filho para salvar a humanidade.”

No domingo, último dia,  a discussão é sobre catequese, mídias digitais e inteligência artificial.

A Romaria termina com a missa de abertura do Mês da Bíblia, que este ano tem como lema “Porei em vós meu espírito, e vivereis” e traz reflexões sobre o livro de Ezequiel.

A Paróquia do Divino Espírito Santo e a Congregação dos Missionários do Verbo Divino, em Santa Leopoldina, celebraram com muita alegria a Ordenação Presbiteral

A Paróquia do Divino Espírito Santo e a Congregação dos Missionários do Verbo Divino, em Santa Leopoldina, celebraram com muita alegria a Ordenação Presbiteral do, agora padre, Welton Ramos Sabino, SVD, após quatro décadas sem nenhuma ordenação.

Filho desta terra e da Arquidiocese de Vitória, nascido em Rio do Meio, Comunidade Nossa Senhora das Graças, Padre Welton cresceu, assistido na fé, pelos padres da Congregação do Verbo Divino, que junto com a comunidade, influenciaram na sua decisão vocacional.

A cerimônia, que foi presidida pelo Arcebispo de Vitoria, Dom Dario Campos, a pedido do próprio padre Welton, correu naturalmente com a participação de quase duas mil pessoas, seminaristas de vários estados do país, religiosos e religiosas da Europa e da Ásia, além de padres da Arquidioce.

Durante sua homilia, Dom Dario destacou a importância do sacerdote buscar sempre a palavra do Senhor, principalmente diante dos desafios e quando estiver cansado e não deve se deixar abater pelas dificuldades. Falou ainda sobre ser fiel ao chamado do Senhor e estar sempre disponível.

A cerimônia seguiu com a imposição das mãos e a oração de ordenação, que selou a nova missão de Welton como presbítero a serviço da Igreja e do povo de Deus.

O Vicariato para a Comunicação, conversou com o diácono Welton dias antes da ordenação. Acompanhe a entrevista e conheça um pouco mais sobre o novo sacerdote.

Na entrevista concedida ao site da Arquidiocese, o diácono respondeu convicto à primeira pergunta:

Vicariato – A sua vocação já nasceu verbita?

Diac. Welton – Sim, por ser de uma paróquia onde via o tempo todo os padres missionários sempre alegres no meio do povo, me motivou e me cativou. Quando eu tinha 16/17 anos eu comecei a pensar que queria ser como eles: feliz no meio das pessoas. Fiquei motivado para conhecer mais os missionários do Verbo Divino, a história da Congregação e ali comecei minha trajetória vocacional.

A trajetória não foi linear e nem só de alegrias: As três etapas iniciais foram cumpridas: aspirantado, postulantado e curso de Filosofia. Mas, a experiência não foi suficiente para amadurecer a vocação e Welton retornou ao Espírito Santo, para um tempo de experiência no mundo do trabalho, nas relações sociais e na vida afetiva. Ao todo cinco anos.

Dúvidas fazem parte do processo de discernimento vocacional, mas para Welton “a alegria de ver os missionários verbitas na paróquia de origem e por onde passou e conviveu, a missão dos verbitas brasileiros que iam para o exterior como missionários além-fronteiras” não sumiu e o interesse pela congregação do Verbo Divino reacendeu e ele voltou para a formação.

No retorno mais um ano de postulantado, noviciado e tornou-se um verbita ao professar os votos de pobreza, castidade e obediência.

Welton explica que “os verbitas após a profissão religiosa interrompem os estudos acadêmicos para uma experiência além-fronteiras, um programa de formação transcultural:

Nesse período, em 2020 fui para a Itália. Veio a pandemia que não permitiu a minha inserção na pastoral, mas na medida em foi sendo liberado o contato social me inseri na Cáritas e fui atuar na realidade italiana, primeiro no norte do país e depois em Roma. Deveria ter voltado ao Brasil, mas a comunidade verbita da província italiana me convidou a terminar a formação em Roma, os superiores aprovaram e eu terminei a teologia, fiz os votos perpétuos, me preparei para o diaconato e agora serei ordenado presbítero”.

Vicariato – Com essa vocação missionária, qual seu destino? Fica em Sta. Leopoldina?

Diac. Welton – Infelizmente não. Eu até gostaria, mas os meus superiores me designaram para continuar o trabalho missionário na Itália. Então, após a ordenação, fico no Brasil por um mês e retorno à Itália para assumir atividades missionárias. Pode ser paróquia ou alguma pastoral específica, como a Cáritas. A Congregação, na Itália, tem trabalhos com os imigrantes, ajudamos nos corredores humanitários, então a Itália será meu campo de missão.

Dom Dario Campos será o ordenante na Celebração da ordenação presbiteral de Welton. O Vicariato perguntou:

Vicariato – A ordenação em Sta. Leopoldina foi uma opção sua ou uma conveniência da Congregação?

Diac. Welton – As duas coisas. Uma opção minha de poder voltar e celebrar este momento com meu povo, com meus familiares e na minha paróquia de origem. Mas é também uma conveniência para todos. Seria mais fácil ser ordenado na Itália, temos um confrade que é bispo na província da Itália, mas celebrar aqui e poder fazer da minha ordenação um momento de atividade missionária na paróquia foi o que pensamos como Congregação.

A nossa conversa estava chegando ao fim, mas aquele desejo de ser um padre feliz, como eram felizes os padres verbitas com quem Welton conviveu na adolescência voltou.

Vicariato – Por que dom Dario para te ordenar?

Diac. Welton – Eu escolhi dom Dario, porque eu estudei filosofia em Juiz de Fora e nesse tempo dom Dario era bispo em Leopoldina. Quando ele ia a Juiz de Fora para nos dar palestras, era sempre desse jeito: alegre, motivador, muito humano. Mais tarde voltei a encontrar com ele, quando já era arcebispo de Vitória, e ele continuava daquele jeito: alegre, motivador, contando piadas… rsrs. Para mim ficou claro que eu gostaria muito que fosse ele. Fiquei muito feliz que ele aceitou o convite, ele é franciscano, pastor de nossa arquidiocese, vai ser muito bom para todos. Estou muito feliz.

Vicariato – Durante a nossa conversa me chamou a atenção, você dizer que observando a alegria dos padres com o povo na sua paróquia você sentiu que queria ser como eles. Agora você disse que a alegria de dom Dario te fez desejar que ele fosse o ordenante, em sua ordenação. Posso concluir que você será o pe. Welton alegre, feliz?

Diac. Welton – Com certeza. Todo o meu caminho vocacional sempre foi com o povo. Nós temos casas de formação, temos estrutura, porém, eu tenho convicção que os nossos formadores são as pessoas. Se nos entregarmos ao povo, estando no meio nas alegrias e nas tristezas, estaremos sempre felizes. Felizes em poder ajudar, felizes em poder participar. Felizes, também, por poder chorar junto às vezes. Por segurar e entender as dores do povo. Certamente, chegando na Itália como brasileiro, latino-americano, já me inculturando, numa realidade muito diferente e complexo, tenho toda a certeza de que serei feliz, já sou feliz entre eles.

Vicariato – Sua vivência em Sta. Leopoldina encontra reflexos no carisma da sua congregação?

Diac. Welton – Na congregação temos uma diversidade multicultural e multi-étnica que nos facilita a promover o diálogo inter-religioso, em alguns lugares no mundo. Procuramos construindo pontes, estabelecendo relações, a partir do diálogo, sempre visando o melhor para todos, o melhor para a sociedade, principalmente para os imigrantes. No caso de Sta. Leopoldina, a comunidade junta pelo bem do município. Católicos e Luteranos, fazem muitas coisas juntos para o bem do povo e do município. Esse é um dos pilares que me sustenta na vocação missionária. O mundo é de todos, é a casa comum. Todos somos filhos de Deus e todos nós fazemos parte da mesma família de batizados.

Vicariato – Qual a sua expectativa com o rito da ordenação, qual momento deixa você mais ansioso?

Diac. Welton – Eu estou tranquilo. Fiz o retiro espiritual e estou meditando cada passo do rito da ordenação. Acredito que a oração consecratória. É uma oração forte, profunda, quando se invoca o Espírito Santo. Todo o rito é profundo, mas acho que essa oração será um momento muito forte.

Vicariato – Como é a sua ligação com a Arquidiocese de Vitória?

Diac. Welton – Não tenho contato específico, mas nós verbitas temos uma tradição na Arquidiocese, atuando nas paróquias Sta. Leopoldina, Sta. Isabel, Marechal Floriano e Pedra Azul. Além disso, dom Silvestre, um grande pai, grande missionário era verbita e foi arcebispo aqui. Então tem uma ligação, mas é mais em acompanhar notícias e oração.

Vicariato – Como está sua família?

Diac. Welton – Grande expectativa, ansiosos, organizando tudo. É uma festa compartilhada e precisa estar organizada. Meu pai está organizando as doações para a cozinha. Minha mãe está ansiosa e não vê a hora de chegar a ordenação. Ela é a grande intercessora da minha vida.

 

 

 

Em resposta às necessidades pastorais da nossa Arquidiocese, nosso Arcebispo, Dom Dario Campos, realizou o remanejamento de nossos presbíteros. Contamos com as orações de

Em resposta às necessidades pastorais da nossa Arquidiocese, nosso Arcebispo, Dom Dario Campos, realizou o remanejamento de nossos presbíteros. Contamos com as orações de todos os fiéis para que esses pastores, em suas novas missões, possam continuar a ser sinais vivos do amor de Cristo em suas novas paróquias.

Paroquia Nossa Senhora da Vitória, Catedral.

Padre José Pedro Luchi

Padre José Pedro Luchi assume o Ofício de Vigário Paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Vitória, Catedral. Padre José Pedro Luchi também é professor de Filosofia no Centro Universitário Salesiano, Vitória-ES.

 

 

 

Casa de Formação Bom Pastor, Propedêutico.

Pe. Ruan Coutinho
Pe. Ruan Coutinho

Padre Ruan Coutinho da Cruz, até então, Diretor da Casa de Formação Bom Pastor, Propedêutico, está liberado para curso de doutorado em filosofia pela Universidade Gregoriana, Roma, Itália, a partir de setembro de 2024.

Pe. Claudio Moreira

Padre Cláudio Alves Moreira, atualmente Administrador Paroquial da Paróquia Santíssima Trindade, Vila Capixaba, Cariacica-ES e Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Vitória, assume o Ofício de Diretor da Casa de Formação Bom Pastor, Propedêutico, juntamente com Padre Alessandro Rebonato, Vice-Diretor, atualmente Administrador Paroquial da Paróquia São Pedro, Vila Palestina, São Pedro, Vitória-ES.

 

 

Pe. Genilson José

Padre Genilson José Dellapicola. Solicitou ao Senhor Arcebispo, Dom Dario Campos, licença para tratamento de saúde. Residirá com familiares e receberá Uso de Ordens para celebrar Missas onde for solicitado; colaborando com os colegas presbíteros. Padre Genilson atualmente é Pároco da Paróquia Sagrada Família, Praia do Morro, Guarapari-ES.