Notícias da Arquidiocese

O terceiro dia do oitavário teve como tema “Onde houver dúvida, que eu leve a fé” e foi coordenado pela Área Pastoral de Cariacica/Viana.

O terceiro dia do oitavário teve como tema “Onde houver dúvida, que eu leve a fé” e foi coordenado pela Área Pastoral de Cariacica/Viana.

A Santa Missa foi presidida pelo padre Leandro José Monteiro, da Paróquia Jesus Libertador. A homilia foi conduzida pelo padre Marwin Amaral Martins, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, com a concelebração dos demais sacerdotes da área.

Durante a homilia, padre Marwin refletiu sobre a figura da mulher a partir da presença de Maria Madalena, destacando o encontro com o Ressuscitado e as dificuldades enfrentadas no dia a dia.

Ele também ressaltou que, embora muitas vezes os fiéis vivam momentos de dor e choro, a graça de Deus, diante dessas situações, acolhe e transforma a vida de cada um.

Antes da celebração, houve o momento devocional, no qual os freis do convento animaram os fiéis e realizaram a bênção dos terços.

A partir das 19h, acontece o “Toda Terça Tem Terço”, com a oração das Sete Alegrias de Nossa Senhora.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas.

A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale.

Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória.

O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações.

O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: PASCOM Área Cariacica/Viana

A produção capixaba “Maria, essa fé que me leva” terá exibição especial no dia 8 de abril, às 19h, em frente à Igreja do

A produção capixaba “Maria, essa fé que me leva” terá exibição especial no dia 8 de abril, às 19h, em frente à Igreja do Rosário, em Vila Velha, antes da estreia nacional, marcada para 12 do mesmo mês.

O documentário “Maria, essa fé que me leva” será exibido no dia 08 de abril, às 19h, em frente à Igreja do Rosário, em Vila Velha, como parte da programação do oitavário da Festa da Penha 2026. Com direção de Rodrigo Cerqueira e Roberta Fernandes, o filme apresenta um olhar sensível e profundo sobre a celebração mariana mais antiga do Brasil e uma das maiores manifestações religiosas do país.

A narrativa se desenvolve a partir da vivência de três mulheres – Gabriela, Florinda e Leda – que se preparam para participar da festa. Por meio dessas histórias reais, a obra evidencia a relação do povo capixaba com Nossa Senhora da Penha e mostra como a religiosidade e a cultura do Espírito Santo se entrelaçam em um evento que mobiliza devotos de Norte a Sul do estado e também de outras regiões do país.

Mais do que registrar o evento religioso, o filme evidencia a força da fé, da tradição e da devoção dos capixabas. “É um retrato sensível de como a fé está presente na vida das pessoas e de como essa devoção atravessa gerações. Nosso intuito foi não apenas contribuir para a preservação desse importante patrimônio imaterial do Estado, mas também reforçar o potencial do turismo religioso na região”, afirma Rodrigo Cerqueira.

O documentário tem estreia nacional prevista para o dia 12 de abril, quando passa a integrar a programação da TV Aparecida, ampliando seu alcance para todo o país.

“Maria, essa fé que me leva” é uma coprodução da Andaluz Filmes e da TV Aparecida, com patrocínio de Extrabom Supermercados, financiado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), administrados pela Prefeitura Municipal de Vila Velha, e da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC).

Festa da Penha: do ES para todo o País

Após a pré-estreia no Espírito Santo, o filme será exibido em rede nacional pela TV Aparecida, e levará a tradição e devoção do povo capixaba à Nossa Senhora da Penha para milhões de brasileiros.

“Ter a TV Aparecida junto neste projeto é motivo de muita alegria e responsabilidade, por ser um grande veículo de comunicação religiosa no Brasil, que dialoga diariamente com milhões de fiéis e que tem um papel essencial na evangelização por meio da comunicação. Essa parceria amplia o alcance do nosso filme de forma muito significativa e permite que a devoção à Nossa Senhora da Penha, tão forte entre os capixabas, possa tocar o coração de pessoas em todo o país. Mais do que isso, é um reconhecimento da relevância dessa história e da força cultural e espiritual da Festa da Penha”, frisa ainda o diretor do filme, Rodrigo Cerqueira.

Música para a Padroeira

A trilha sonora do filme ganha destaque com a canção “Maria, essa fé que me leva”, composta especialmente para o documentário pelos músicos Gabriela Deorce e Janderson de Oliveira. A música traduz a devoção à Virgem da Penha e amplia a conexão entre o audiovisual e a experiência dos fiéis.

Serviço
Pré-estreia do documentário “Maria, essa fé que me leva”
Data: 08 de abril
Horário: 19h
Local: Praça em frente à Igreja do Rosário – Vila Velha
Entrada: gratuita

O segundo dia da Festa da Penha teve como tema: “Onde houver tristeza, que eu leve a alegria”. A manhã do segundo dia teve

O segundo dia da Festa da Penha teve como tema: “Onde houver tristeza, que eu leve a alegria”.

A manhã do segundo dia teve inicio com a chegada da Penha Peregrina, no Santuário Bom Pastor, com o tema: “Com a Virgem da Penha, junto aos irmãos que vivem em situação de rua”.

A programação reuniu fiéis e membros da comunidade em um momento de fé, escuta e proximidade com pessoas em situação de vulnerabilidade, em um gesto concreto de caridade cristã e vivência do Evangelho.

E durante a tarde, após a oração das Sete Alegrias de Nossa Senhora, quem estava no Campinho, teve o quilo de alimento abençoado.

Em um gesto simbólico de fé e devoção, os fiéis trouxeram rosas cultivadas nas montanhas capixabas. As flores, levadas até o altar, representavam a entrega da fé de cada participante, como se cada pétala carregasse uma oração ou um agradecimento.

A Santa Missa foi presidida pelo padre Antônio Monteiro, e quem fez a homilia foi padre Cesar Delarmelina da área Serrana.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás.

A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha.

O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale. Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações. O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: PASCOM Área Serrana / Maria Rosa Menegatti 

 

 

“Onde houver desespero, que eu leve a esperança”. Esse foi o tema do primeiro dia do Oitavário da Festa da Penha, que reuniu milhares

“Onde houver desespero, que eu leve a esperança”. Esse foi o tema do primeiro dia do Oitavário da Festa da Penha, que reuniu milhares de fiéis no Convento da Penha, em Vila Velha. A abertura da programação ficou sob responsabilidade da Área Pastoral de Vila Velha, que conduziu a animação e os momentos celebrativos.

Foto: Pascom Area Pastoral Vila Velha

Inserida no contexto do tempo pascal, a celebração destacou a esperança cristã diante das realidades desafiadoras enfrentadas pela população. Em meio a um cenário de inseguranças econômicas, crises sociais e dificuldades emocionais, o primeiro dia do oitavário propôs aos fiéis um caminho de fé, acolhida e renovação espiritual.

Durante a celebração, o Frei Daniel Delandrea, da fraternidade Frei Leão, de Itatiba (SP), participou pela primeira vez da festa e ressaltou o significado desse início. “É a primeira vez que participo da Festa da Penha, tenho esta graça, esta oportunidade. É uma alegria compartilhar esta fé e esta devoção com o povo capixaba”, afirmou. Sobre o momento vivido, destacou: “Iniciar esta festa no tempo pascal traz a alegria da Ressurreição, que vemos no rosto das pessoas. O povo traz sua história, mas vem cheio de esperança”.

Foto: Pascom Area Pastoral Vila Velha

Um dos momentos mais expressivos do dia foi o devocional com a bênção das chaves. Fiéis apresentaram chaves de casas, carros, comércios e outros espaços, em um gesto simbólico de entrega de suas vidas e responsabilidades a Deus. A prática manifesta a confiança na providência divina diante das incertezas do cotidiano.

O primeiro dia do oitavário evidenciou a força da fé do povo capixaba, que encontrou na celebração um espaço de oração, partilha e fortalecimento espiritual.

A programação da festa continua nesta segunda-feira (6), segundo dia do oitavario, iniciando às 9 horas com a imagem peregrina no Santu[ario Bom Pastor, em Cariacica, junto às pessoas em situação de rua. A tarde, há acolhida com os frades e oração da Coroa Franciscana das Sete Alegrias de Nossa Senhora às 14 horas, e no momento devociona, às 15 horas será abençoado os amiliemntos não perecíveis. A programação encerra com a missa do segundo dia do oitavario, às 16 horas, no Campinho, com a Área Pastoral Serrana com transmissão ao vivo pela TV, rádio e internet.

A Festa da Penha 2026 é promovida pela Mitra Arquidiocesana de Vitória, Convento da Penha e Associação das Obras Franciscanas. A Festa é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), por meio da Secretaria da Cultura (Secult), e do Governo do Espírito Santo, através do Patrocinio da ES Gás. A correalização é do Espírito Santo Convention Bureau e da Prefeitura Municipal de Vila Velha. O evento conta com o patrocínio da ArcelorMittal, Banestes, Cesan, Extrabom, Javé Construtora, LeCard e Vale. Também tem o copatrocínio da Unimed Vitória. O apoio é da TVE, TV Gazeta, A Gazeta e Café 3 Corações. O apoio Cultural é do Grupo Energisa.

Fotos: Pascom / Área Pastoral Vila Velha

Madrugada de Páscoa e o silêncio se mistura com a alegria, a escuridão começa a dar lugar à luz do sol e aos poucos

Madrugada de Páscoa e o silêncio se mistura com a alegria, a escuridão começa a dar lugar à luz do sol e aos poucos a orla de Cariacica que acolhe os fiéis de quatro paróquias (Virgem Maria, Sagrado Coração de Jesus, São Francisco e  Santa Ana) foram chegando e recordando a Ressurreição de Jesus. O cenário também ajudou na vivência do momento que contou com a presença dos padres que atuam naquela região e a presidência do arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari.

As quatro paróquias dividiram as funções entre si e foram elogiadas pelo pe. Kremerson que ficou responsável pelos agradecimentos finais. Este é o segundo ano que as paróquias se juntam na orla para a Celebração da Ressurreição.

Na homilia, dom Ângelo manifestou a alegria de ver o povo reunido e ao final incentivou para que continuem repetindo a experiência. Durante a sua fala, o Arcebispo, relacionou a luz da Páscoa com o raiar do dia que acontecia no momento: “vamos acolher esta Luz que é Jesus, aqui na luz do círio pascal e na luz do sol que desponta. Aqui damos testemunho público de nossa fé. Que a Luz de Cristo em nossas vidas, nos ajude a abrir nosso coração e nossa mente, pois sabemos que esperamos a vida eterna. Em Cristo ressuscitado nós somos salvos, por isso vivemos a unidade e a comunhão. A nossa alegria não é imaginária nem superficial, Cristo vive e vai nos salvar se amarmos nossos irmãos. A alegria do Ressuscitado dá sentido à vida”. Dom Ângelo convidou o povo a repetir algumas frases ao longo da homilia: Cristo Ressuscitou, Aleluia, Aleluia – Nós acreditamos na Ressurreição – Alegrai-vos, Ele Ressuscitou! – Eu sou a presença de Cristo Ressuscitado – Jesus passou neste mundo fazendo o bem – Nós vamos passar neste mundo fazendo o bem.

Crianças, adolescentes, jovens e adultos participaram de diversos momentos, inclusive na hora do parabéns, todos os aniversariantes foram chamados à frente do palco montado para a Celebração e foram homenageados com a multidão cantando parabéns. Dom Ângelo que aniversariou no dia 2 foi agraciado com uma cesta de chocolate. Dom Ângelo agradeceu e disse aceitar o convite de pe. Kremerson para voltar no próximo ano.

 

 

A Catedral viveu, na noite do Sábado Santo, uma das celebrações mais significativas da fé cristã: a Vigília Pascal. Presidida por Dom Angelo Damir

A Catedral viveu, na noite do Sábado Santo, uma das celebrações mais significativas da fé cristã: a Vigília Pascal. Presidida por Dom Angelo Damir Mezzari e concelebrada pelo Padre Renato Criste, cura da Cateral e pelo Pe. Pedro Luke, vigário da catedral, a missa reuniu fiéis em um clima de profunda espiritualidade, simbolismo e renovação da esperança.

A celebração teve início do lado de fora da catedral, com a tradicional bênção do fogo novo. A partir desse momento, o Círio Pascal, símbolo de Cristo ressuscitado, luz do mundo, foi aceso e conduzido pelo diácono para o interior da Igreja, que estava completamente às escuras. À medida que o Círio avançava, os fiéis acendiam suas velas, iluminando gradualmente o espaço, em um gesto que representa a vitória da luz sobre as trevas.

Durante a homilia, Dom Ângelo destacou o sentido profundo da celebração, convidando todos a mergulharem na experiência litúrgica: “Cristo ressuscitou. Esta é a maior verdade da nossa fé. O mal, o pecado, a morte não é o fim; se Cristo ressuscitou, um dia ressuscitaremos com Ele.”

A Vigília Pascal, considerada a “mãe de todas as liturgias”, também foi marcada por momentos especiais de iniciação cristã. Nesta noite, 20 jovens receberam os sacramentos do Batismo, da Primeira Eucaristia e da Crisma, dando um passo decisivo em sua caminhada de fé.

Dom Ângelo ainda reforçou o chamado missionário próprio da Páscoa, lembrando que a ressurreição de Cristo não é apenas um acontecimento a ser celebrado, mas uma verdade a ser anunciada: “a vida venceu a morte, e essa esperança deve ser levada a todos”.

Na tarde desta Sexta-feira Santa, a Catedral Metropolitana de Vitória foi tomada por um grande silêncio. Fiéis reunidos, passos contidos, olhares voltados ao altar

Na tarde desta Sexta-feira Santa, a Catedral Metropolitana de Vitória foi tomada por um grande silêncio. Fiéis reunidos, passos contidos, olhares voltados ao altar despido: ali, mais do que uma celebração, vivia-se um mergulho no mistério central da fé cristã: a Paixão de Cristo.

Presidida por Dom Ângelo Ademir Mezzari, a liturgia seguiu o rito austero próprio do dia. Sem a celebração da Eucaristia, a Igreja se detém na escuta da Palavra, na oração universal e, sobretudo, na adoração da Cruz, gesto que sintetiza dor, entrega e esperança.

Em sua homilia, o arcebispo conduziu os fiéis a uma contemplação profunda. Mais do que recordar um acontecimento histórico, ele convidou a assembleia a um encontro pessoal com o Crucificado. “O convite deste dia santo é que nos coloquemos diante da Cruz e olhemos com os olhos da fé, do amor, da misericórdia e da gratidão”, afirmou.

Ao longo da celebração, a narrativa da Paixão segundo o Evangelho de João ressoou como um fio que costura sofrimento e redenção. A cruz, instrumento de morte no mundo antigo, foi apresentada como sinal paradoxal de vida. Dom Ângelo destacou esse contraste ao recordar que, na fé cristã, a dor não é o ponto final.

“A Cruz não gera medo, não gera angústia; é nela que podemos nos aproximar com confiança”, disse, sublinhando que o sofrimento de Cristo não afasta, mas aproxima, humaniza a dor e a transforma em caminho de esperança.

O momento da adoração da Cruz foi o ápice da celebração. Um a um, os fiéis se aproximaram, alguns em silêncio absoluto, outros em oração sussurrada. Ao contemplar o Cristo crucificado, Dom Ângelo lembrou dos “crucificados” de hoje: os pobres, os doentes, os esquecidos, os que carregam cruzes invisíveis no cotidiano. A Paixão, assim, deixa de ser apenas memória litúrgica e se torna lente para enxergar o mundo.

No fim da celebração, poderiamos pensar na pergunta: o que significa, hoje, olhar para a cruz?

Talvez a resposta não esteja em compreendê-la totalmente, mas em aceitá-la como espelho da própria condição humana. A cruz é dor, mas também é caminho. É limite, mas também abertura. Nela, o sofrimento não é negado, é atravessado.

E é justamente aí que reside sua força: no mistério de um Deus que não elimina a dor, mas a habita e, ao habitá-la, a transforma em possibilidade de vida.

A Igreja Católica inicia hoje, 5ª Feira Santa, a Celebração da Páscoa. Na Catedral de Vitória a missa começou às 19h30, com a Catedral

A Igreja Católica inicia hoje, 5ª Feira Santa, a Celebração da Páscoa. Na Catedral de Vitória a missa começou às 19h30, com a Catedral cheia e o local para receber o Santíssimo Sacramento preparado, um ambiente que já introduzia no Mistério que terá seu ápice na missa da Ressurreição. Esta noite e o dia de amanhã são de silêncio, que será rompido com o Aleluia do Sábado Pascal.

Na celebração de hoje, realiza-se também o rito do Lava-pés, gesto que Jesus fez na última ceia com seus discípulos, como gesto de amor e serviço.

A missa foi presidida pelo arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari e concelebrada por pe. Renato Criste, pároco na Catedral. Logo no início dois coroinhas presentearam, em nome da paróquia, dom Ângelo, que completou hoje, 2 de abril de 2026, 69 anos,

Dom Ângelo agradeceu pela vida, as orações e por ter celebrado com os padres na Celebração dos Óleos e no almoço e pediu desculpa por andar estar em recuperação pela cirurgia realizada no quadril. Pe. Renato o auxiliou, lavando os pés dos representantes das comunidades e grupos de evangelização existentes na paróquia.

Os fiéis participaram com orações, cantos e silêncio, sentindo a profundidade do momento que revive a Paixão Morte e Ressurreição de Jesus.

Na homilia, dom Ângelo começou lembrando a oração da coleta: “estamos reunidos para celebrar a Ceia do Senhor” e disse: “É isto, estaremos sempre unidos em toda a Eucaristia, quando nos alimentamos do Corpo e Sangue de Jesus”. Em seguida, o Arcebispo afirmou que mesmo participando de muitas missas, cada um é um encontro novo com Jesus e pediu que agradeçamos a Deus por isso. “A Ceia do Senhor é um memorial que permanece em todos os tempos e hoje, especialmente, não nos esqueçamos de que fomos salvos pelo Sangue de Cristo”. Referindo-se ao gesto do Lava-pés, dom Ângelo disse que “o Lava-pés é fazer memória do serviço, do mandamento do amor. A Eucaristia é a prática do amor e do serviço. Serviço é cuidar dos pobres e dos mais necessitados, dando-lhes vida, amor e dignidade”.