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Organizações sociais, religiosas e cívicas formada pelo Conselho Episcopal Latino-Americano(CELAM), a Plataforma pela Paz, Democracia e Direitos Humanos e a Comunidade Latino-Americana de Proteção

Organizações sociais, religiosas e cívicas formada pelo Conselho Episcopal Latino-Americano(CELAM), a Plataforma pela Paz, Democracia e Direitos Humanos e a Comunidade Latino-Americana de Proteção se uniram para criar a campanha “A vida está por um fio”, uma iniciativa que visa articular ações que promovam a solidariedade, a proteção e o reconhecimento do trabalho de defensores de direitos humanos, líderes sociais e atores cívicos na América Latina e no Caribe, com o apoio do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral e da Pontifícia Comissão para a América Latina.

A campanha foi apresentada ontem, na Sala de Imprensa do Vaticano, com a participação do Cardeal Michael Czerny, Prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral; Dra. Emilce Cuda, Secretária da PCAL; o Presidente do CELAM, Cardeal Jaime Spengler, Arcebispo de Porto Alegre; Cardeal Carlos Castillo, Arcebispo de Lima e Cardeal Fernando Chomalí, Arcebispo de Santiago.

Seu lançamento oficial hoje, em um evento virtual as 6 da tarde, em Bogotá e 8 da noite aqui no Brasil, e será transmitido pela Celam TV,  Youtube e Facebook.

A campanha busca destacar casos emblemáticos de defensores dos direitos humanos e do meio ambiente na América Latina e no Caribe, que devem ser postulados de acordo com eixos temáticos: modelo extrativista narcotráfico e crime transnacional; limitação da liberdade de expressão e da participação cidadã; conflitos armados internos; e repressão às mulheres defensoras dos direitos humanos e seu papel na política.

Acontece em Roma ontem e hoje, 9 e 10 de dezembro o Congresso Internacional sobre o Futuro da Teologia. Ontem o Papa recebeu os
Acontece em Roma ontem e hoje, 9 e 10 de dezembro o Congresso Internacional sobre o Futuro da Teologia. Ontem o Papa recebeu os participantes e fez considerações sobre a participação das mulheres e a necessidade de repensar a teologia. Leia a matéria publicada no site vaticannews.va:
Francisco recebeu em audiência os participantes do Congresso Internacional sobre o Futuro da Teologia, organizado pelo Dicastério para a Cultura e a Educação. Segundo o Papa, “há coisas que só as mulheres intuem e a Teologia precisa da sua contribuição”. Ele fez um apelo para que esta disciplina, “luz” que faz emergir o Evangelho, possa ser “acessível a todos” e ajude a “repensar o pensamento” num mundo complexo.

O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta segunda-feira (09/12), na Sala das Bênçãos, no Vaticano, os participantes do Congresso Internacional sobre o Futuro da Teologia organizado pelo Dicastério para a Cultura e a Educação.

O Pontífice manifestou satisfação por professores, pesquisadores e reitores, provenientes de várias partes do mundo, terem se reunido para refletir sobre “como herdar o grande patrimônio teológico das gerações passadas e imaginar o futuro”.

Francisco disse que quando pensa na Teologia, vem à sua mente a luz. “Graças à luz, as coisas emergem da escuridão, os rostos revelam os seus contornos, as formas e as cores do mundo aparecem finalmente. A luz é bela porque faz com que as coisas apareçam, mas sem se exibir”, disse ele.

A Teologia faz um trabalho escondido e humilde

“Agora, aqui, admiramos esta sala, vemos nossos rostos, mas não percebemos a luz, porque ela é discreta, é gentil, é humilde e, portanto, permanece invisível”, disse o Papa, acrescentando:

“Assim também é a Teologia: ela faz um trabalho escondido e humilde, de modo que a luz de Cristo e seu Evangelho possa emergir.”

A partir dessa observação, surge para vocês um caminho: buscar a graça e permanecer na graça da amizade com Cristo, a verdadeira luz que veio a este mundo. Toda Teologia nasce da amizade com Cristo e do amor por seus irmãos, suas irmãs, seu mundo; este mundo, dramático e magnífico ao mesmo tempo, cheio de dor, mas também de beleza comovente.

A Teologia precisa da contribuição das mulheres

O Papa convidou os participantes do Congresso Internacional sobre o Futuro da Teologia a se fazerem as seguintes perguntas: Teologia, onde você está? Com quem você está caminhando? O que está fazendo pela humanidade? “Esses dias serão importantes para abordar essas questões, para perguntar se a herança teológica do passado ainda pode dizer alguma coisa aos desafios de hoje e nos ajudar a imaginar o futuro. Este é um caminho que vocês são chamados a percorrer juntos, teólogos e teólogas”, disse ainda Francisco.

A seguir, o Papa recordou uma passagem do Segundo Livro dos Reis que diz que “durante a restauração do Templo de Jerusalém, foi encontrado um texto, talvez seja a primeira edição perdida de Deuteronômio. Um sacerdote e alguns estudiosos o leram; até o rei o estudou; eles intuem algo, mas não o entendem. Então o rei decide entregá-lo a uma mulher, Hulda, que imediatamente o entende e ajuda o grupo de estudiosos – todos homens – a entendê-lo”, sublinhou o Papa.

“Há coisas que só as mulheres intuem e a Teologia precisa da sua contribuição. Uma Teologia apenas de homens é uma Teologia pela metade. Ainda há um longo caminho a percorrer neste sentido.”

A seguir, o Papa entregou-lhes um desejo e um convite.

“O desejo é que a Teologia ajude a repensar o pensamento. O nosso modo de pensar, como sabemos, também molda nossos sentimentos, nossa vontade e nossas decisões. Um coração amplo corresponde a uma imaginação e um pensamento amplos, enquanto um pensamento retraído, fechado e medíocre dificilmente pode gerar criatividade e coragem”, disse Francisco.

O Papa recordou os livros didáticos de Teologia que eram usados para estudar. Disse que eram “todos fechados, todos parecidos com museus, com bibliotecas, mas não faziam pensar”.

Curar a simplificação

Segundo o Pontífice, “a primeira coisa a fazer, para repensar o pensamento, é curar a simplificação. De fato, a realidade é complexa, os desafios são variados, a história é habitada pela beleza e, ao mesmo tempo, ferida pelo mal, e quando não se consegue ou não se quer lidar com o drama dessa complexidade, facilmente se tende a simplificar”.

“Mas a simplificação, no entanto, quer mutilar a realidade, dá origem a pensamentos estéreis e, pensamentos unívocos, gera polarizações e fragmentações.”

Assim fazem, por exemplo, as ideologias. A ideologia é uma simplificação que mata: mata a realidade, mata o pensamento, mata a comunidade. As ideologias achatam tudo numa única ideia, e depois a repetem de forma obsessiva e instrumental, superficial e como papagaios.

De acordo com o Papa, “um antídoto contra a simplificação é indicado na Constituição Apostólica Veritatis gaudium: interdisciplinaridade e transdisciplinaridade. Trata-se de fazer “fermentar” a forma do pensamento teológico junto com a de outros conhecimentos: filosofia, literatura, artes, matemática, física, história, ciências jurídicas, políticas e econômicas. Deixar fermentar o conhecimento, porque são como os sentidos do corpo: cada um tem a sua especificidade, mas precisam um do outro, segundo também diz o apóstolo Paulo: «Se todo o corpo fosse olho, onde estaria a audição? Se tudo fosse ouvido, onde estaria o olfato?»”.

Francisco recordou que “este ano celebramos o 750º aniversário da morte de dois grandes teólogos: Santo Tomás de Aquino e São Boaventura. Tomás lembra que não temos apenas um sentido, mas múltiplos sentidos, e sentidos diferentes, para que a realidade não nos escape. E Boaventura afirma que, na medida em que alguém «acredita, espera e ama Jesus Cristo», «recupera a audição e a visão, o olfato, o paladar e o tato»”. “Ao ajudar a repensar o pensamento, a Teologia voltará a brilhar como merece, na Igreja e nas culturas, ajudando todos e cada um na busca da verdade”, disse ainda o Papa.

Uma Teologia acessível a todos

A seguir, Francisco fez um convite: que a Teologia seja acessível a todos. Segundo o Pontífice, “há alguns anos, em muitas partes do mundo, existe um interesse entre os adultos em retomar a sua formação, incluindo a formação acadêmica. Homens e mulheres, especialmente de meia-idade, talvez já formados, desejam aprofundar a sua fé, querem fazer um caminho, muitas vezes matriculam-se numa faculdade universitária. E este é um fenômeno de crescimento. É também um fenômeno em crescimento que merece o interesse da sociedade e da Igreja”.

“A meia-idade é uma época especial da vida. É uma época em que geralmente se goza de uma certa segurança profissional e solidez emocional, mas também é uma época em que os fracassos são sentidos com maior dor e novas questões surgem à medida que os sonhos juvenis desmoronam. Nesta fase é possível sentir uma sensação de abandono e, às vezes, a alma se bloqueia. É a crise da meia-idade. Sente-se a necessidade de retomar uma busca, talvez tateando, talvez sendo segurado pela mão, e a Teologia é esta companheira de viagem”, disse ainda o Papa, concluindo:

“Se alguma dessas pessoas bater à porta da Teologia, das escolas de Teologia, por favor, encontre-a aberta.”

Façam com que estas mulheres e homens encontrem na Teologia uma casa aberta, um lugar onde possam retomar o caminho, onde possam procurar, encontrar e procurar novamente. Preparem-se para isso. Imaginem coisas novas nos programas de estudo para que a Teologia seja acessível a todos.

O Dia da Imaculada Conceição foi celebrado pelo Papa Francisco em três momentos: na celebração da missa com os novos cardeais, no ato de

O Dia da Imaculada Conceição foi celebrado pelo Papa Francisco em três momentos: na celebração da missa com os novos cardeais, no ato de devoção à Imaculada Conceição na Praça da Espanha em Roma e na oração do Angelus. Durante a missa referiu-se a três aspectos da vida de Nossa Senhora que a tornam “próxima e familiar”: Maria filha – Maria esposa – Maria mãe” (leia a homilia clicando aqui). Na Praça de Espanha, relacionando a solenidade e o jubileu da esperança, disse: “o verdadeiro Jubileu não é fora, é dentro: dentro dos corações e das relações familiares e sociais”. Na oração do Angelus falou sobre confiança de Nossa Senhora em Deus. Leia abaixo o texto publicado no site vaticannews.va

No Angelus da Imaculada Conceição, o Papa se detém sobre o esforço de possuir e dominar, sobre a fome de dinheiro, sobre o desejo de ter “amigos poderosos”, os “falsos modelos brilhantes” que vêm da mídia e da internet: deem lugar à docilidade na misericórdia do Pai, como a Virgem fez com o seu “sim” ao Arcanjo Gabriel. “Hoje é um bom dia para decidir fazer uma boa Confissão”, acrescenta. “O Senhor perdoa tudo”.

Maria colocou seu destino em boas mãos. Isso nos é lembrado pela catequese do Papa Francisco no Angelus deste domingo (08/12), de Solenidade da Imaculada Conceição, na iminência da abertura da Porta Santa do Jubileu. A origem periférica dessa moça humilde e desconhecida torna-se o centro de uma nova história. Até que ponto estamos dispostos, em uma época angustiada e sombria, a fazer como ela fez diante do Arcanjo Gabriel? Essa é a questão central que o Pontífice aborda hoje.

Desejo de domínio ou confiança na misericórdia de Deus?

A contemplação da cena narrada no início do Evangelho de Lucas – que o Papa recomenda reler, passando um pouco de tempo ali, porque “eu asseguro que lhes fará bem” – está sintonizada com os tempos atuais. O Sucessor de Pedro faz uma série de perguntas, como fez na homilia na missa celebrada pouco antes na Basílica de São Pedro. Mais uma vez, é o individualismo e o que vem com ele que preocupa o Papa:

Em nossa época, agitada por guerras e concentrada no esforço de possuir e dominar, eu, onde coloco a minha esperança? Na força, no dinheiro, nos amigos poderosos, ali coloco a minha esperança? Ou na infinita misericórdia de Deus? E diante dos modelos falsos brilhantes que circulam na mídia e na Internet, onde busco eu a minha felicidade? Onde está o tesouro do meu coração? Está no fato de que Deus me ama gratuitamente, que o seu amor me precede para sempre e está pronto para me perdoar quando volto arrependido para Ele? Naquela esperança filial no amor de Deus? Ou me iludo ao tentar afirmar a todo custo o meu eu e a minha vontade?

Em Maria, o encontro do humano e do divino

O humano e o divino se unem nessa pequena palavra dita por Maria. É “um instante abençoado”, enfatiza o Papa. Daquela atitude de uma mulher de Nazaré, dependia o destino de toda a humanidade.

Como na cena da criação de Adão, pintada por Michelangelo na Capela Sistina, em que o dedo do Pai celeste quase toca aquele do homem; também aqui o humano e o divino se encontram, no início da nossa Redenção, se encontram com uma delicadeza maravilhosa, no instante abençoado em que a Virgem Maria pronuncia o seu “sim”.

Reservar tempo para uma bela confissão

Por fim, o Papa marcou um encontro na Praça de Espanha neste domingo (08/12), onde irá, como de costume nesse dia de festa, prestar homenagem à estátua de Maria Imaculada, que se refere, ele nos lembra, àquele serviço da Palavra de Deus que cada um é chamado a renovar na vida cotidiana. Aqui Francisco acrescenta um conselho: “hoje é um belo dia para decidir fazer uma boa Confissão”. E lembra que o Senhor perdoa tudo e todos. Ele retorna à Virgem, que revela um mistério, um amor incondicional.

Nela não há nada que resista à sua vontade, à vontade de Deus, nada que se oponha à verdade e à caridade. Eis a sua bem-aventurança, que todas as gerações cantarão. Alegremo-nos também nós porque a Imaculada nos deu Jesus, que é a nossa salvação!

Um dia de oração pela Nicarágua, é o que a América Central se propõe no próximo dia 8 de dezembro, Dia da Imaculada Conceição
Um dia de oração pela Nicarágua, é o que a América Central se propõe no próximo dia 8 de dezembro, Dia da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria. A ideia foiassumida na 82ºAssembleia do Secretariado da América Central e envolve Panamá, Costa Rica, Honduras, El Salvador e Guatemala.
“No âmbito da Solenidade da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, os bispos da América Central convocam um dia de oração para “unir-se fraternalmente” ao clamor da Igreja na Nicarágua, “que respeitosamente espera encontrar uma resposta”. “Expressemos a nossa profunda solidariedade e comunhão com o povo de Deus na Nicarágua, que muitas vezes enfrenta uma realidade desafiadora”, diz a declaração dos bispos, intitulada “Dia de Oração Centro-Americana pela Igreja na Nicarágua”, diz o comunicado e convocação.
A convocação leva em conta a devoção a Nossa Senhora e a forma como as festividades do dia 8 são comemoradas: “Como em outras nações da América Central, o dia 8 de dezembro é comemorado de forma muito especial na Nicarágua. É marcado pela tradição da “la gritería” ou louvor de admiração à Virgem Maria. A Igreja Católica Nicaraguense também tem a Virgem Maria como Mãe e Padroeira”.

Tendo isto em conta, os bispos centro-americanos escolheram esta festividade como um dia de oração para “unir fraternalmente” o clamor do povo nicaraguense, “que respeitosamente espera encontrar uma resposta”.

Rezar pela Nicarágua é também um apelo do Papa Francisco. A oração pode ser feita de forma individual, comunitária ou com intenções nas missas.

Este convite à oração responde à crise atual na Nicarágua. O governo de Ortega expulsou mais de 200 líderes religiosos e deteve membros do clero, incluindo o bispo Rolando Álvarez. Recentemente, o presidente da Conferência Episcopal, bom Carlos Herrera, bispo de Jinotega, foi exilado, tornando-se o terceiro bispo nicaraguense expulso do país no último ano.

Fonte: com informações do site vaticannews.va

 

Na intenção de oração para este mês de dezembro, Francisco afirma que “a esperança cristã é um presente de Deus que enche de alegria
Na intenção de oração para este mês de dezembro, Francisco afirma que “a esperança cristã é um presente de Deus que enche de alegria nossa vida”. “Ajudemo-nos uns aos outros a descobrir este encontro com Cristo que nos dá a vida e coloquemo-nos a caminho como peregrinos da esperança, para celebrar a vida e dentro da vida está também o próximo Jubileu, como uma etapa”, diz o Papa na mensagem de vídeo.

Na mensagem de vídeo, divulgada nesta terça-feira (03/12), o Santo Padre afirma que “a esperança cristã é um presente de Deus que enche de alegria nossa vida. E hoje, necessitamos tanto dela. O mundo a necessita tanto”. O Papa Francisco convida os fiéis a serem testemunhas da “esperança cristã” num mundo onde predominam a desesperança e a desconfiança.

A esperança é uma âncora

Durante o período da pandemia, durante a Statio Orbis na Praça São Pedro totalmente vazia, o Papa Francisco utilizou a metáfora evangélica do barco em meio da tempestade, para recordar a fragilidade e o desconcerto da humanidade diante das grandes provações. Num certo sentido, na intenção de oração deste mês, o Santo Padre volta a nos colocar nesse barco a fim de destacar a importância da âncora:

Quando não sabes se amanhã poderás dar de comer a teus filhos, ou se o que estás estudando te permitirá ter um trabalho digno, é fácil cair no desânimo. Onde buscar a esperança?

“A esperança é uma âncora. Uma âncora que se joga com a corda e afunda na areia. E nós temos de estar agarrados à corda da esperança. Bem agarrados.”

“A virtude da esperança nos dá tanta força para caminhar na vida”, disse o Papa Francisco na Audiência Geral de 28 de dezembro de 2016, dedicada à figura de Abraão, que, por um lado, não tem “receio de ver a realidade por aquilo que ela é” e, por outro, é capaz de “ir além dos raciocínios humanos, da sabedoria e da prudência do mundo, além daquilo que normalmente é considerado sensatez, para acreditar no impossível”.

Como Abraão, os protagonistas do vídeo deste mês também se põem a caminho, partindo de suas próprias dificuldades: as preocupações de uma mulher diante de sua despensa vazia, as dúvidas de uma estudante a respeito de seu futuro. Ambas encontram, em seu caminho, uns “peregrinos da esperança” que as acolhem e as consolam, convidando-as a se unirem a seu caminho metafórico para a Porta Santa, que permanecerá aberta durante todo o Jubileu.

Que o Jubileu nos fortaleça na fé

O Jubileu 2025, cujo tema é “Peregrinos da esperança”, será um tempo de celebração e de profunda reflexão. O também chamado “Ano Santo” não é somente uma etapa no caminho da fé, mas é um chamado a reconhecer a Cristo no dia a dia.

“Ajudemo-nos uns aos outros a descobrir este encontro com Cristo que nos dá a vida e coloquemo-nos a caminho como peregrinos da esperança, para celebrar a vida e dentro da vida está também o próximo Jubileu, como uma etapa.”

“Vamos encher nosso dia a dia com o dom da esperança que Deus nos dá e permitamos que através de nós ela chegue a todos que a procuram. Não se esqueçam: a esperança não decepciona nunca”, diz o Papa no vídeo elaborado pela Rede Mundial de Oração do Papa e produzido em parceria com a Fundação Pro Rede Mundial de Oração do Papa e com o  Dicastério para a Evangelização.

“Rezemos para que o próximo Jubileu nos fortaleça na fé, nos ajude a reconhecer Cristo ressuscitado presente em nossas vidas, e nos transforme em peregrinos da esperança cristã.”

As preparações para o Jubileu 2025 ganhou ontem, 02 de dezembro, uma das simbologias: a abertura da caixa do último jubileu que fica guardada
As preparações para o Jubileu 2025 ganhou ontem, 02 de dezembro, uma das simbologias: a abertura da caixa do último jubileu que fica guardada dentro da parede  porta da Basílica.
Leia abaixo o relato sobre o evento publicado no site vaticannews.va.
Nos dias que precedem o início de um Jubileu, procede-se ao rito da “recognitio” das Portas Santas, cerimônia durante a qual é abatida a parede que fecha a porta do lado de dentro da Basílica e se verifica o conteúdo da caixa metálica que estava guarda dentro da parede, desde o encerramento do Jubileu precedente.

Na noite de segunda-feira, 2 de dezembro, foi realizado o rito da “recognitio” na Basílica de São Pedro. Trata-se da cerimônia em que é verificado, comprovado, como significa o termo latino, que a Porta Santa fechada no último Jubileu está intacta e selada, pronta para ser reaberta para o novo Ano Santo.

“recognitio” foi introduzida por uma oração do cardeal arcipreste Mauro Gambetti. Os “sampietrini” (trabalhadores da Basílica de São Pedro) abateram o muro que sigila a Porta Santa do lado de dentro da Basílica, extraindo a caixa metálica ali conservada desde o dia do encerramento do último Jubileu, o da Misericórdia, em 20 de novembro de 2016.

Na caixa estão conservados, além da chave que permitirá abrir a Porta Santa na noite de 24 de dezembro, as manilhas, o pergaminho da Rogito (Escritura) que atestou o seu fechamento, quatro tijolos dourados e algumas medalhas, incluindo as dos Pontificados de Francisco, Bento XVI e João Paulo II.

O cardeal Gambetti conduziu então a procissão, com o canto das ladainhas dos Santos, desde a Porta Santa até ao Altar da Confissão, onde houve uma pausa para um momento de oração.

Os participantes do rito chegaram então à Sala Capitular, onde foi aberta a caixa metálica extraída da Porta Santa. Também estiveram presentes os arcebispos Rino Fisichella, pró-prefeito do Dicastério para a Evangelização, e Diego Ravelli, mestre das celebrações litúrgicas pontifícias, que recebeu os documentos e objetos da “recognitio”, que serão levados ao Papa Francisco.

Na tarde desta terça-feira terá lugar a mesma cerimônia na Porta Santa da Basílica de São João de Latrão. O rito da “recognitio” será realizado no dia 5 de dezembro em São Paulo fora-dos-muros e no dia 6 de dezembro em Santa Maria Maior.

As juventudes de todo o país estão convidadas a vivenciar o Ano Santo 2025, que tem como tema “Peregrinos da Esperança”, de forma especial

As juventudes de todo o país estão convidadas a vivenciar o Ano Santo 2025, que tem como tema “Peregrinos da Esperança”, de forma especial o Jubileu dos Jovens, evento que acontecerá em Roma, de 28 de julho a 3 de agosto de 2025.

Em preparação para esse encontro mundial, a Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB, em parceria com o Dicastério para a Evangelização, acaba de lançar um hotsite exclusivo para os jovens brasileiros.

O site traz todos os detalhes necessários para a caminhada rumo ao Jubileu, incluindo inscrição, informações sobre a programação, orientações para a peregrinação e conteúdos espirituais que ajudarão os participantes a se prepararem para viver esse momento único de fé, comunhão e esperança.

Clique aqui e acesse já:
jubileu.jovensconectados.org.br

O hotsite lançado pela Comissão Episcopal para a Juventude é mais que um espaço informativo; é um ponto de encontro virtual para jovens que desejam se organizar para a peregrinação. Nele, é possível, por exemplo, acessar a programação oficial do Jubileu dos Jovens, realizar a inscrição (pessoal ou de grupos), conferir orientações práticas para a viagem e estadia em Roma, explorar materiais formativos e reflexões espirituais para viver intensamente o lema “Peregrinos da Esperança”.

Além da peregrinação à Roma, a Comissão Espiscopal está preparando diversos materiais para que os jovens brasileiros vivam intensamente o Jubileu também em suas dioceses e expressões juvenis.

Um convite especial do Papa Francisco

Todos os jovens receberam um convite especial do Santo Padre para este momento de graça da Igreja. Ao falar sobre os jovens, o Papa Francisco os descreve como a “alegre esperança de uma Igreja e de uma humanidade em caminho”.

No contexto do Jubileu, Francisco propõe que a juventude medite sobre a alegria e a esperança que brotam do mistério pascal. Ele reforça que essa esperança não é apenas otimismo, mas a certeza enraizada no amor de Deus, que nunca abandona seus filhos.

A abertura oficial do Ano Santo, marcada pela abertura da Porta Santa na Basílica de São Pedro, acontecerá em 24 de dezembro de 2024. A partir dessa data, jovens de todo o mundo serão convidados a viver profundamente a graça e o perdão oferecidos por Deus, enquanto se preparam espiritualmente para o encontro em Roma. O Jubileu será marcado por dois grandes presentes para as juventudes: o Papa Francisco oficialmente proclamará a santidade de Carlo Acutis durante o Jubileu dos Adolescentes em abril, e de Pier Giorgio Frassati durante o Jubileu dos Jovens em agosto.

Publicação: cnbb.org.br
“Desde maio, estão sendo ofertados 277 cursos, em 11 dos 19 regionais da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Esses cursos formaram 3698

“Desde maio, estão sendo ofertados 277 cursos, em 11 dos 19 regionais da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Esses cursos formaram 3698 pessoas em 138 paróquias de 12 estados brasileiros”, este é o balanço dos cursos oferecidos pela Rede Capacita, segundo divulgação da CNBB. Sete destes cursos (manicure e pedicure; doces e salgados; cuidador de idosos; costureira e maquiagem), foram realizados na Arquidiocese de Vitória (Vitória, Guarapari e Vila Velha).

Os resultados foram apresentados na CNBB pelo ministro da Educação, Camilo Santana e equipe da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.

O projeto Capacita em Rede nasceu do Projeto Capacita Sul de Minas, ação desenvolvida desde 2022, numa parceria do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais com a Província Eclesiástica de Pouso Alegre e o deputado Odair Cunha. A partir dessa experiência, foi apresentado o Projeto Capacita em Rede com a participação da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação, IFSULDEMINAS e a CNBB, por meio do Setor de Campanhas.

A proposta inicial, inspirada na Campanha da Fraternidade 2023, é qualificar 19 mil pessoas em todo o Brasil com cursos rápidos de formação profissional.

A Setec fez uma lista com os cursos mais ofertados no projeto. São eles: cuidador de idosos, introdução ao marketing digital, produção de alimentos, assistente administrativo, manicure e pedicure, maquiagem, costureiro básico, eletricista predial baixa tensão, cuidador infantil e informática básica.

Receberam o ministro e a equipe do projeto o arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da CNBB, dom Jaime Spengler; o arcebispo de Olinda e Recife (PE) e segundo vice-presidente, dom Paulo Jackson Nóbrega de Souza; o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência, dom Ricardo Hoepers; o bispo de Diamantino (MT) e presidente do Regional Oeste 2 da CNBB, dom Vital Chitolina; o secretário executivo de Campanhas da Conferência, padre Jean Poul Hansen; e o assessor de Relações Institucionais e Governamentais, frei Jorge Luiz Soares.

Fonte: cnbb.org.br