Notícias da Igreja

O milagre que levou à canonização do Beato José Allamno ocorreu entre o povo Yanomami, recordou o Papa no Angelus de 20 de outubro
O milagre que levou à canonização do Beato José Allamno ocorreu entre o povo Yanomami, recordou o Papa no Angelus de 20 de outubro de 2024. Neste sentido, fez um apelo às autoridades políticas e civis para assegurarem a proteção a estes povos e aos seus direitos fundamentais, contra toda forma de exploração de sua dignidade e de seu território.

Entre os novos Santos para a Igreja, está o fundador das Missionárias e dos Missionários da Consolata, o sacerdote italiano José Allamano. Seu testemunho, disse o Papa ao final da Celebração Eucarística, “recorda-nos a necessária atenção às populações mais frágeis e vulneráveis”. Disto, o seu apelo:

Penso em particular no povo Yanomami, da floresta amazônica brasileira, entre cujos membros ocorreu o milagre ligado à canonização de hoje. Apelo às autoridades políticas e civis para que garantam a proteção destes povos e dos seus direitos fundamentais e contra qualquer forma de exploração da sua dignidade e dos seus territórios. 

milagre que levou à canonização de Pe. Allamano ocorreu na Amazônia, com Sorino Yanomami, indígena da Missão Catrimani, onde o carisma da Consolata está presente desde 1965. Que o milagre tenha acontecido desse modo, “tem um significado muito importante, é para nós uma imensa alegria e satisfação”, afirmou na manhã de sábado na Sala de Imprensa da Santa Sé o cardeal Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus e presidente do Regional Norte 1 da CNBB e do Conselho Indigenista Missionário (CIMI).

Apoiar os missionários com oração e ajuda

O Santo Padre recordou ainda o Dia Mundial das Missões, pedindo apoio aos missionários:

Hoje celebramos o Dia Mundial das Missões, cujo tema – “Ide e convidai a todos para o banquete (cf. Mt 22, 9)” – nos recorda que o anúncio missionário consiste em levar a todos o convite ao encontro festivo com o Senhor, que nos ama e que nos quer partícipes da sua alegria esponsal. Como nos ensinam os novos Santos: “cada cristão é chamado a participar nesta missão universal com o seu testemunho evangélico em cada ambiente” (Mensagem para a XCVIII Jornada Mundial das Missões, 25 de janeiro de 2024). Apoiemos, com a nossa oração e a nossa ajuda, todos os missionários que, muitas vezes com grande sacrifício, levam o anúncio luminoso do Evangelho a todas as partes da terra.

Rezar pela paz

E continuemos a rezar pelas populações que sofrem com a guerra – a martirizada Palestina, Israel, o Líbano, a martirizada Ucrânia, o Sudão, Mianmar e todos as outras – e invoquemos o dom da paz para todos.

Que a Virgem Maria – disse o Papa ao concluir – nos ajude a ser, como Ela e como os Santos, corajosas e alegres testemunhas do Evangelho.

Ao final da Missa com as canonizações, o Pontífice agradeceu a todos que “vieram honrar os novos Santos”, saudando os cardeais, bispos, sacerdotes, pessoas consagradas, e em particular “os Frades Menores e os fiéis maronitas, os Missionários da Consolata, as Irmãzinhas da Sagrada Família e as Oblatas do Espírito Santo”, bem como outros grupos de peregrinos vindos de vários lugares. Menção também à presença do presidente da República italiana, Sérgio Mattarella e da vice-presidente de Uganda, Jessica Alupo, que acompanha um grande grupo presente na Praça São Pedro por ocasião dos 20 anos da canonização dos Mártires de Uganda.

Publicação: vaticannews.va
O Centro Cultural Missionário (CCM) apresenta à Igreja no Brasil mais uma iniciativa: o curso “Comunicação missionária: a formação de redes para a evangelização”

O Centro Cultural Missionário (CCM) apresenta à Igreja no Brasil mais uma iniciativa: o curso “Comunicação missionária: a formação de redes para a evangelização” que se realizará de 22 a 24 de outubro próximo. As inscrições encontram-se abertas. As comissões episcopais para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial e para a Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o CCM se juntaram como parceiros para ofertar esta capacitação.

A formação será na modalidade virtual (on-line), através da Plataforma de Cursos das Edições CNBB, das 19h30min às 21h (ao vivo), será gravado e disponibilizado na mesma plataforma para os que adquirirem o curso.

Objetivos e público

O objetivo da formação é “impulsionar a missão evangelizadora da Igreja no ciberespaço, através da atuação em rede”. Entre os objetivos específicos estão, “sensibilizar os participantes sobre a necessidade da presença e atuação da Igreja no ambiente digital como lugar de anúncio e testemunho do Evangelho; e “incentivar o uso das ferramentas modernas de comunicação entre os agentes pastorais para uma presença mais efetiva na web e para dinamizar e ampliar as ações evangelizadoras da Igreja”.

A formação é voltada para membros e colaboradores da Pastoral da Comunicação, Missionários digitais, membros de Novas Comunidades e colaboradores das Obras Missionárias, representantes de Conselhos Missionários (COMIPAs, COMIDIs, COMIREs, COMISEs), responsáveis por revistas missionárias; membros da rede de comunicação do Conselho Nacional do Laicato do Brasil; e da comunicação da Conferência dos Religiosos do Brasil.

Contexto e Mensagem do Papa

O bispo de Rondonópolis (MT) e presidente da Comissão Episcopal para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Maurício da Silva Jardim, reforçou na apresentação do curso o que o Papa Francisco, na sua Mensagem para o Dia Mundial das Missões 2018, enfatiza a importância da verdadeira comunicação cristã que é essencialmente missionária.

O bispo da diocese de Campo Limpo (SP) e presidente da Comissão Episcopal para Comunicação  Social, dom Valdir José de Castro, destaca que trata-se de uma comunicação capaz de dissolver as fronteiras, superar barreiras e chegar até os últimos confins da terra como reforça a mensagem do Papa:

“Hoje em dia, os últimos confins da terra são muito relativos e sempre facilmente «navegáveis». O mundo digital – as redes sociais tão difundidas e prontamente disponíveis – dissolve as fronteiras, elimina distâncias e reduz as diferenças. Tudo parece estar ao alcance, tão próximo e imediato. Ainda assim, sem o dom sincero das nossas vidas, até poderemos ter inúmeros contatos, mas nunca estaremos imersos na verdadeira comunhão de vida. A missão até os últimos confins da terra exige a entrega de si na vocação que nos foi dada”.

Referências e fundamentos

A Igreja no Brasil, através das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora 2019-2023, reconhece a necessidade de anunciar o Evangelho nos “novos areópagos”, servindo-se dos benefícios que a cultura midiática proporciona, em vista do fortalecimento da cultura de proximidade e encontro.

Por sua vez, o Programa Missionário Nacional 2019-2023 da Comissão para Ação Missionária da CNBB, levando em consideração a necessidade de avançar, ampliar, articular melhor e qualificar a atuação da Igreja no que se refere à comunicação, dentro da prioridade “Animação missionária”, se propõe a criação da rede de comunicação missionária (RECOMIS) em vista de fortalecimento dos processos missionários (cf. 3.2.II).

O diretor geral do CCM, padre Tiago Ávila Camargo, reforça que é dentro deste espírito que o CCM oferece esta iniciativa formativa, em forma de curso on-line, buscando corresponder ao grande desejo do Papa Francisco de sermos uma Igreja missionária, em saída, para, a exemplo de Cristo, poder comunicá-la e testemunhá-la até os confins do mundo (cf. At 1,8), servindo-nos de todos os meios disponíveis.

Temáticas e Assessoria

Data Tema Assessor(a)
1º encontro 

22/10/2024

Comunicação Missionária: 

ide e anunciai

Osnilda Lima e Ricardo Alvarenga
2º encontro 

23/10/2024

Comunicação Sociotransformadora: 

ide e ensina

Ricardo Alvarenga
3º encontro 

24/10/2024

Comunicação Missionária em Rede: 

passemos para a outra margem

Osnilda Lima, Ricardo Alvarenga e convidado Guilherme Cadoiss – Santa Carona.
Publicação:cnbb.org.br
Na catequese desta quarta-feira, 16 de outubro, o Papa Francisco continuou o ciclo de ensinamentos sobre o Espírito Santo, concentrando-se em como Ele se

Na catequese desta quarta-feira, 16 de outubro, o Papa Francisco continuou o ciclo de ensinamentos sobre o Espírito Santo, concentrando-se em como Ele se manifesta nas Escrituras e atua na Igreja ao longo da história. O Santo Padre, ao falar para os milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro, destacou que, durante os primeiros três séculos, a Igreja não havia formulado explicitamente sua fé no Espírito Santo, até que as heresias obrigaram os concílios a esclarecer a doutrina.

Francisco relembrou o Concílio de Constantinopla, em 381, que definiu a divindade do Espírito Santo, afirmando: “Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai [e do Filho]; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado”. Com isso, o Papa sublinhou a importância de reconhecer que o Espírito Santo compartilha da mesma divindade do Pai e do Filho, sendo Ele adorado e glorificado na mesma medida.

O Espírito Santo é vivificante

Francisco enfatizou que a afirmação central sobre o Espírito Santo no Credo é que Ele é “vivificante”, ou seja, “dá a vida”. Ao explicar esse ponto, o Papa mencionou que, no início da criação, o sopro de Deus deu vida a Adão, transformando-o de um homem de barro em um ser vivente. “Na nova criação, o Espírito Santo é Aquele que dá aos crentes a vida nova, a vida de Cristo, uma vida sobrenatural, a vida dos filhos de Deus”, disse o Pontífice, citando São Paulo: “A lei do Espírito de Vida me libertou, em Jesus Cristo, da lei do pecado e da morte” (Rm 8,2).

Esperança na vida eterna

A vida nova no Espírito, segundo o Papa, é a grande esperança dos cristãos, pois se trata de vida eterna. Francisco destacou que o Espírito Santo liberta os fiéis do medo de que tudo termine com a morte terrena:

“Onde está a grande e consoladora notícia para nós em tudo isto? É que a vida que nos foi dada pelo Espírito Santo é vida eterna! A fé liberta-nos do horror de ter de admitir que tudo termina aqui, que não há redenção para o sofrimento e a injustiça que reinam soberanos na terra.”

Cultivar a fé e a gratidão

Ao concluir, o Santo Padre incentivou os fiéis a conservar a fé no Espírito Santo, principalmente em tempos de dúvida e dificuldade, e a agradecer pelo dom da vida eterna que Jesus nos concedeu com sua morte e ressurreição:

“Cultivemos esta fé também para aqueles que, muitas vezes sem culpa própria, dela carecem e são incapazes de dar sentido à vida. E não nos esqueçamos de agradecer Àquele que, com a sua morte, nos obteve este dom inestimável!”

Publicação: vaticannews.va
A Igreja sinodal, para realizar sua missão, precisa estar enraizada “em um lugar concreto, em um contexto, em uma cultura”, advertiu Maria Inázia Angelini
A Igreja sinodal, para realizar sua missão, precisa estar enraizada “em um lugar concreto, em um contexto, em uma cultura”, advertiu Maria Inázia Angelini aos participantes da Segunda Sessão da Assembleia Sinodal do Sínodo sobre a Sinodalidade, que está sendo realizada na Aula Paulo VI do Vaticano de 2 a 27 de outubro de 2024.

Na meditação que precedeu o início da reflexão sobre o Módulo dos Lugares, a monja beneditina recordou a condição dos primeiros cristãos, como “estrangeiros residentes”, afirmando que “se o lugar da Igreja é sempre um espaço-tempo concreto de encontro, o caminho do Evangelho no mundo vai de limiar em limiar: foge de toda estática, mas também de toda ‘santa aliança’ com os contextos culturais da época. Ele habita neles e é guiado por seu Princípio vital – o Espírito do Senhor – para transcendê-los”.

Uma dinâmica já presente no “não está aqui” da ressurreição e na vida da primeira Igreja, cujos membros, “as proporções da cruz de Jesus os protegem imediatamente de se enredarem em culturas sedentárias e idólatras. Em sabedorias achatadas sobre a dinâmica da autossalvação”. A partir daí, “a memória das palavras de Jesus também exorta a Igreja de hoje a se enraizar em todas as partes da humanidade, mas a torna vigilante com relação a toda homologação”. O desafio, de acordo com o Instrumentum Laboris da Segunda Sessão, é “superar uma visão estática dos lugares”, ressaltou a religiosa, “mesmo os mais sagrados, mesmo os mais populares”.

Banquetes na Bíblia

Em suas palavras, Angelini refletiu sobre os banquetes, o banquete universal de Isaías e aquele em que, no encontro com o fariseu, Jesus mostra sua abertura ao diálogo com aqueles que são diferentes. Isso “porque a diferença ilumina e discerne a autenticidade dos lugares”. Jesus ama os banquetes, afirmou ela, porque “para Jesus, a mesa humana é um ‘lugar’ de encontro no caminho, e um lugar arriscado de verdade”. Nas palavras da beneditina, a mesa é “um lugar do humano onde a itinerância constitutiva da proclamação encontra uma parada necessária; onde os relacionamentos têm suas raízes; um ‘lugar’ altamente simbólico onde a fome é desnudada e compartilhada de baixo para cima, mas também um lugar onde as hipocrisias ocultas são expostas”.

Para Jesus, o lugar é onde o homem passa fome, pois ali “o Evangelho da verdade pode ser anunciado”. Portanto, “a Igreja Sinodal é – sempre – desafiada a redescobrir esses lugares”, enfatizou. É no lugar radical do humano que Jesus inaugura a relação generativa, o lugar para dizer Deus. Mas ele também advertiu contra “os banquetes inspirados na lógica mercenária e o protagonismo que se aproveita do outro em necessidade”, que é comum hoje em dia. Jesus busca “uma ética da interioridade e da autenticidade, e a rejeição de todo ritualismo vão”.

Para Angelini, “a duplicidade de coração contradiz radicalmente a coexistência das diferenças”, afirmando que “o diálogo com as culturas implica discernimentos arriscados, raramente aplaudidos”. A religiosa advertiu contra “a hipocrisia que tanto desanima as novas gerações”, sobre “culturas de aparência, que não saciam, na realidade, ao contrário, nos matam de fome”. Diante disso, fez um apelo para promover o estilo de Deus, para reunir os outros, em uma interioridade regenerada, e a partir daí, hoje, “redescobrir a fecundidade dos lugares onde podemos compartilhar a fome e a esperança humilde e tenaz”, buscando a fraternidade, “na mesa onde todos podem desfrutar, na mesa onde podem extrair e transmitir o Dom que nos torna um dom para os outros”, concluiu.

Necessidade de uma Igreja enraizada

Por sua vez, o relator geral do Sínodo, cardeal Hollerich, lembrou que este módulo fala da “concretude dos contextos nos quais as relações são encarnadas, com sua variedade, pluralidade e interconexão, e com seu enraizamento no fundamento nascente da profissão de fé”, citando o Instrumentum Laboris. Para o cardeal de Luxemburgo, citando o mesmo texto, “a Igreja não pode ser compreendida sem estar enraizada em um lugar e em uma cultura”, defendendo a concretude, o enraizamento, refletindo sobre as redes de relacionamentos, marcadas pelo ambiente digital.

Nessa perspectiva, refletiu sobre “as relações que se estabelecem entre lugares e culturas”, o que leva a abordar a comunhão, os vários âmbitos de relacionamento entre igrejas, a troca de dons, e dentro das igrejas locais, explicitando elementos presentes no Instrumentum Laboris. Hollerich lembrou o propósito do Sínodo: “o Santo Padre nos chamou aqui para ouvir nossos conselhos sobre como tornar seu serviço e o da Cúria Romana mais eficazes hoje”, insistindo que “ele tem o direito de saber o que realmente pensamos, a partir da vida e das necessidades do Povo de Deus nos lugares de onde viemos”.

Um Módulo que “atravessa e questiona a experiência vivida por aqueles de nós que estão aqui”, afirmou. Hollerich recordou o que foi vivido na Aula Paulo VI, onde os participantes da Assembleia Sinodal “viveram uma experiência rica e intensa”, mas também não isenta de “privações e dificuldades”, que “leva a um encontro com o Senhor e faz surgir a alegria do Evangelho”. Para que isso não permaneça um privilégio dos participantes, ele nos convidou a “nos perguntarmos quais são os caminhos, as formas, também organizacionais e institucionais, para que a riqueza da experiência que vivemos aqui, neste lugar, possa ser acessível a todo o Povo de Deus, e não apenas através de nossa história, mas também através da renovação de nossas Igrejas”.

Publicação: vaticannews.va
Depois da oração mariana do Angelus, ontem, 13 de outubro de 2024, o Papa recordou a iniciativa “Um milhão de crianças rezam o Terço
Depois da oração mariana do Angelus, ontem, 13 de outubro de 2024, o Papa recordou a iniciativa “Um milhão de crianças rezam o Terço pela paz no mundo” promovida pela Fundação Pontifícia “Ajuda à Igreja que Sofre”, prevista para a próxima sexta-feira, 18 de outubro.

Após a oração mariana do Angelus deste domingo (13/10), Francisco recordou a iniciativa organizada pela Fundação Pontifícia “Ajuda à Igreja que Sofre (AIS)” intitulada “Um milhão de crianças rezam o Terço pela paz no mundo” que será realizada na próxima sexta-feira, 18 de outubro.

O Papa agradeceu aos meninos e meninas que participarão da iniciativa aos quais, disse o Pontífice, “nos unimos”, e acrescentou:

E à intercessão de Nossa Senhora confiamos a martirizada Ucrânia, Mianmar, Sudão e as outras populações que sofrem com a guerra e toda forma de violência e miséria.

O significado da campanha

Através da campanha “Um milhão de crianças rezam o Terço pela paz no mundo”, lê-se num comunicado de “Ajuda à Igreja que Sofre”, “aprendemos a depositar a nossa confiança em Nossa Senhora, para que ela possa intervir em apoio à Igreja e a todos aqueles que não conhecem o amor e paz de Cristo”. Educar as crianças “na fé e na oração é fundamental”, pois “elas podem tornar-se fontes de evangelização para os outros, enquanto a sua oração, nascida de corações confiantes, atrai o Espírito de Deus ao mundo”.

Projetos em países em dificuldade

Ao lado da oração, a AIS apoia projetos que visam melhorar a vida das crianças que vivem muitas situações difíceis no mundo, como as crianças do Líbano, onde tenta garantir material escolar a quem não tem, ou as do Sudão do Sul, Cuba e Uruguai, onde são fornecidas Bíblias às crianças para orientá-las em “seu caminho de fé”.

A Assembleia do Sínodo sobre a Sinodalidade, que acontece até 27 de outubro, tem a presença de um bom número de mulheres, com voz

A Assembleia do Sínodo sobre a Sinodalidade, que acontece até 27 de outubro, tem a presença de um bom número de mulheres, com voz e voto, que trazem para a sala do Sínodo o desejo de serem cada vez mais ouvidas e reconhecidas na vida cotidiana da Igreja.

O encontro do dia 19, uma iniciativa particular das mulheres participantes da Assembleia Sinodal, é mais uma prova do desejo do Papa Francisco de ouvir a todos.  A iniciativa deve ser um momento para as mulheres se apresentarem e dizerem ao Papa as angústias, as esperanças e alegrias, apresentando muito do trabalho que já fazem na vida das comunidades, paróquias, pastorais, movimentos, dioceses, inclusive na Cúria vaticana.

A ocasião é uma oportunidade para reafirmar os passos dados desde a primeira sessão do Sínodo sobre a Sinodalidade, realizada em outubro de 2023: dar visibilidade para as mulheres, o reconhecimento das mulheres na Igreja e que a Igreja possa ter esse olhar feminino.

Leigas no Sínodo

A presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), Sônia Gomes de Oliveira, participa do Sínodo e disse que o momento “não é um evento, mas um modo de ser Igreja, e esse modo de ser Igreja nos convoca, não para esperar o final do Sínodo”.

Sônia Gomes de Oliveira, presidente do CNLB

Sônia Gomes de Oliveira fez um chamado para que “nós leigos, leigas, desde já tenhamos esse compromisso de sair desta noite escura e gritar por todos os lugares aonde formos: Jesus ressuscitou, e se ele ressuscitou, como Madalena fez, nós podemos dizer, é tempo novo na Igreja, é tempo de uma Igreja sinodal, uma Igreja que aproxima, uma Igreja que ama, uma Igreja que chega junto daqueles e daquelas, uma Igreja com estruturas que favoreçam o encontro, o diálogo e a escuta, e nós leigos, leigas, somos responsáveis por essa Igreja”.

 

 

 

Publicação: vaticannews.va
Hoje, 09 de outubro de 2024, na Audiência Geral, o Papa pediu mais uma vez aos fiéis que invoquem a Virgem para a harmonia
Hoje, 09 de outubro de 2024, na Audiência Geral, o Papa pediu mais uma vez aos fiéis que invoquem a Virgem para a harmonia entre os povos, em particular rezando a oração mariana neste mês a Ela dedicado. A Nossa Senhora “confiamos o sofrimento das populações que sofrem a loucura da guerra”, disse o Pontífice.

O Papa Francisco convidou mais uma vez a rezar pelo fim de todos os conflitos no mundo no final da Audiência Geral, desta quarta-feira (09/10), realizada na Praça São Pedro. No domingo passado, na Basílica de Santa Maria Maior, Francisco pediu a intercessão da Salus Populi Romani, durante a oração do Rosário suplicando a paz tão desejada. Nesta quarta-feira, durante a saudação aos peregrinos de língua italiana, o Papa pediu aos fiéis para “valorizarem” a “tradicional oração mariana” neste mês a ela dedicado.

Exorto todos vocês a rezarem o Rosário todos os dias, abandonando-se com confiança nas mãos de Maria. A ela, mãe carinhosa, confiamos o sofrimento e o desejo de paz das populações que sofrem a loucura da guerra, em particular a martirizada Ucrânia, Palestina, Israel, Mianmar e Sudão.

Na saudação aos peregrinos alemães, o Papa convidou a deixar-se “conduzir por Maria em direção ao seu filho Jesus, e a rezar juntos pela paz no mundo e pela unidade da Igreja”.

Publicação: vaticannews.va
Estão abertas as inscrições para XVII Congresso Nacional da Pastoral Familiar, que ocorrerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro de 2025, no

Estão abertas as inscrições para XVII Congresso Nacional da Pastoral Familiar, que ocorrerá nos dias 12, 13 e 14 de setembro de 2025, no moderno Centro de Convenções de João Pessoa. Com o tema “Família Peregrina da Esperança” e o lema “Um Só Coração, Uma Só Alma” (At 4,32), o evento promete ser um marco para as famílias católicas de todo o país.

O evento reunirá famílias, agentes pastorais e líderes religiosos de diversas regiões do Brasil. Este encontro será uma oportunidade única para discutir e refletir sobre os desafios e esperanças que envolvem a família cristã na sociedade contemporânea.

Inscreva-se já: congressopastoralfamiliar.org.br