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A Semana de Oração pela Unidade que acontece de 17 a 24 de maio de 2026, já tem agenda na Arquidiocese de Vitória. Veja

A Semana de Oração pela Unidade que acontece de 17 a 24 de maio de 2026, já tem agenda na Arquidiocese de Vitória. Veja abaixo os locais e participe.

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, divulgou informações sobre a data. Confira:

Entre as Solenidades da Ascensão do Senhor e de Pentecostes, será celebrada a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC), um dos momentos mais significativos do ano para a dimensão Ecumênica da Igreja. As celebrações terão como inspiração bíblica o versículo 4 do quarto capítulo da carta de São Paulo aos Efésios: “Vocês formam um só corpo e um só espírito, do mesmo modo que a esperança para a qual foram chamados é uma só” (Ef 4, 4). 

As orações e reflexões para a semana foram preparadas por um grupo ecumênico coordenado pelo Departamento de Relações Inter-religiosas da Igreja Apostólica Armênia. Como de costume, uma equipe internacional nomeada conjuntamente pelo Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão de Fé e Ordem do Conselho Mundial de Igrejas colaborou com os editores para finalizar os materiais em uma reunião realizada de 13 a 18 de outubro de 2024, na Santa Sé em Etchmiadzin, Armênia. 

O material inclui uma introdução ao tema, um esboço para a celebração ecumênica e uma seleção de breves leituras e orações para cada dia da semana. Este conteúdo pode ser utilizado de diversas maneiras e destina-se a ser usado não apenas durante a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, mas também ao longo de todo o ano de 2026. 

“Através das suas práticas e ensinamentos, a Igreja Apostólica Arménia oferece-nos uma reflexão profunda sobre a essência da unidade dentro do Corpo universal de Cristo, não apenas como um conceito, mas como uma realidade viva e pulsante”, afirmam os editores do material oferecido a toda a Igreja e disponível em português aqui.  

Inspiração bíblica 

Na introdução ao tema contida no material preparado para a celebração da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, é aprofundado o versículo da Carta aos Efésios sobre a unidade da Igreja.  

“Efésios 4:4 resume os ensinamentos de Paulo sobre a unidade, enfatizando, também aqui, que os seguidores de Cristo representam ‘um só corpo e um só Espírito’, unidos numa única esperança”.  

O conceito de ‘um só corpo’ na iluminação bíblica, também reflete a natureza da Igreja, uma vez que “o cristianismo transcende as fronteiras culturais e nacionais, unindo os crentes em todo o mundo na fé e na esperança”. 

A ideia de “um só Espírito” refere-se ao Espírito Santo “que sustenta esta comunhão e capacita a Igreja a cumprir a sua missão”. 

A única esperança diz respeito à salvação e à vida eterna: “Esse é o objetivo final e a motivação para a vida cristã, proporcionando uma visão comum e propósito para todos os crentes e unindo-os na sua jornada de fé e na sua vida quotidiana. Esta visão partilhada ultrapassa as divisões confessionais e culturais, encorajando os cristãos a trabalharem juntos de todas as formas possíveis”.  

Na Audiência Geral na Praça São Pedro, Leão XIV recordou o atentado ao Papa João Paulo II em 13 de maio de 1981, dia
Na Audiência Geral na Praça São Pedro, Leão XIV recordou o atentado ao Papa João Paulo II em 13 de maio de 1981, dia em que a Igreja recorda Nossa Senhora de Fátima. O Pontífice dedicou sua catequese a Maria, enfatizando sua “concretude histórica” como uma jovem chamada a viver uma “experiência extraordinária”. A Nossa Senhora, o Papa confiou o “clamor pela paz” dos povos afligidos pela guerra.

Na Audiência Geral de quarta-feira, 13 de maio, o Papa Leão XIV recordou o atentado ao Papa João Paulo II, ocorrido quarenta e cinco anos atrás.

Há quarenta e cinco anos, naquele mesmo abraço da Praça São Pedro, por onde nesta quarta-feira, o Papa Leão XIV passou de papamóvel para saudar os fiéis, seu predecessor, São João Paulo II, sofreu uma tentativa de assassinato.

Naquele local, recordado com uma placa de mármore branco a poucos passos da Porta de Bronze, Leão XIV desceu do papamóvel, caminhou e parou para rezar por alguns instantes em silêncio diante do azulejo posicionado entre os paralelepípedos. Por fim, ajoelhou-se e acariciou o brasão de Karol Józef Wojtyła. Uma imagem simbólica em memória daquele evento que, há mais de quatro décadas, chocou o mundo inteiro, que se reuniu em oração pela rápida recuperação do Pontífice.

Leão XIV também recordou esse acontecimento em sua saudação em inglês, ao final da catequese:

“Hoje, recordamos a memória de Nossa Senhora de Fátima. Neste dia, quarenta e cinco anos atrás, houve um atentado contra a vida do Papa João Paulo II e, por essas razões, dediquei minha catequese de hoje à Santíssima Virgem Maria.”

O Centro Cultural Missionário (CCM) recebe inscrições para duas formações sobre atualização missionária: uma voltada para párocos e vigários paroquiais e outra destinada aos

O Centro Cultural Missionário (CCM) recebe inscrições para duas formações sobre atualização missionária: uma voltada para párocos e vigários paroquiais e outra destinada aos diáconos permanentes. Os cursos serão realizados no próximo mês de junho e serão oportunidade para refletir e aprofundar a dimensão missionária nas novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e refletir sobre a identidade e a missão diaconal.

Atualização missionária para diáconos permanentes

Voltado para diáconos permanentes, suas esposas e candidatos ao diaconato permanente em formação, o curso de atualização missionária pretende animar a vivência da identidade missionária, fortalecer na vivência da espiritualidade, ajudar e orientar no processo de conversão pastoral-missionária.

Segundo o CCM, será tratada a identidade e a missão do diácono “como apóstolo da caridade, destacando seu papel no serviço aos pobres e na promoção da caridade cristã dentro da Igreja e da sociedade, à luz do Evangelho, da Exortação apostólica do Papa Leão XIV Dilexi te: Sobre o amor para com os pobres”.

A metodologia contará com reflexões temáticas; trabalho em grupos e partilha de experiências; momentos orantes e celebração eucarística; utilização de recursos audiovisuais e indicações de referências bibliográficas para aprofundamento da reflexão pessoal.

Ao final, serão concedidos certificados pela Faculdade de Teologia da Arquidiocese de Brasília (FATEO) e pelo Centro Cultural Missionário (CCM).

O curso será oferecido de forma presencial, em Brasília (DF), de 15 a 19 de junho.

Mais informações e inscrições aqui. 

Atualização Missionária para párocos e vigários paroquiais

O curso destinado aos padres, seja os que atuam como párocos, seja os que são vigários, tem o objetivo de aprofundar a compreensão da missão como eixo integrador da vida e da atividade eclesial/paroquial a partir das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil “em vista do processo de conversão pastoral missionária das paróquias”.

“Este ano, o curso pretende oferecer-lhes oportunidade de refletir o conteúdo das novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e, assim, ajudá-los a dar passos no processo de conversão pastoral missionária nas paróquias onde atuam”, explica o diretor geral do CCM, padre Antônio Valdeir Duarte de Queiróz .

A formação será realizada de 29 de junho a 2 de julho deste ano, na sede do Centro Cultural Missionário, em Brasília. A metodologia utilizará de reflexões temáticas; trabalho em grupos e partilha de experiências; momentos orantes e celebração eucarística; recursos audiovisuais; e indicações de referências bibliográficas para aprofundamento da reflexão pessoal. Ao final, será concedido certificado pelo Instituto São Paulo de Estudos Superiores (ITESP) e pelo Centro Cultural Missionário (CCM).

Continuando o ciclo de catequeses sobre a Constituição Dogmática “Lumen Gentium”, Leão XIV dedicou sua catequese desta quarta-feira, 6 de maio, para a dimensão
Continuando o ciclo de catequeses sobre a Constituição Dogmática “Lumen Gentium”, Leão XIV dedicou sua catequese desta quarta-feira, 6 de maio, para a dimensão escatológica da Igreja, com frequência esquecida. “Somos chamados a considerar a dimensão comunitária e cósmica da salvação em Cristo e a voltar o nosso olhar para este horizonte final, a medir e a avaliar tudo a partir desta perspectiva.”

Depois da viagem à África, o Papa retomou suas catequeses sobre os documentos conciliares, comentando hoje o Capítulo VII da Lumen Gentium. Neste tópico, a Constituição sobre a Igreja do Concílio Vaticano II reflete sobre uma das suas características definidoras: a dimensão escatológica.

“A Igreja, de fato, percorre esta história terrena sempre orientada para o seu objetivo final, que é a pátria celeste”, explicou o Pontífice. Essa é uma dimensão essencial que, no entanto, muitas vezes é negligenciada ou minimizada porque se foca no que é imediatamente visível e nas dinâmicas mais concretas da vida da comunidade cristã.

Denunciar o mal em todas as suas formas

Povo de Deus que caminha na história, a Igreja tem o Reino de Deus como fim de todo o seu agir. Isto significa que ela não se identifica perfeitamente com o Reino de Deus, pois o cumprimento definitivo deste somente ocorrerá no fim dos tempos. Guardiã de uma esperança que ilumina o caminho, afirmou o Papa, é também investida da missão de pronunciar palavras claras para rejeitar tudo o que mortifica a vida e impede o seu desenvolvimento e a tomar posição em favor dos pobres, dos explorados, das vítimas da violência e da guerra e de todos os que sofrem, no corpo e no espírito.

“Sinal e sacramento do Reino, a Igreja é o povo de Deus em peregrinação na terra, que, partindo da promessa final, lê e interpreta a dinâmica da história a partir do Evangelho, denunciando o mal em todas as suas formas e anunciando, por palavras e ações, a salvação que Cristo deseja realizar para toda a humanidade e o seu Reino de justiça, amor e paz. A Igreja, portanto, não anuncia a si própria; pelo contrário, tudo nela deve apontar para a salvação em Cristo.”

Nenhuma instituição eclesial pode ser absolutizada

Nesta perspetiva, a Igreja é chamada a reconhecer humildemente a fragilidade humana e a transitoriedade das suas instituições, que, embora sirvam o Reino de Deus, transportam a imagem fugaz deste mundo (cf. LG, 48). “Nenhuma instituição eclesial pode ser absolutizada”, recordou Leão XIV. Pelo contrário, já que vivem na história e no tempo, são chamadas à conversão contínua, à renovação das formas e à reforma das estruturas, à regeneração constante das relações, para que possam verdadeiramente corresponder à sua missão.

Na comunhão dos santos, formamos uma única Igreja

No contexto do Reino de Deus, outro ponto a ser compreendido é a relação entre os cristãos que cumprem a sua missão hoje e aqueles que já concluíram a sua existência terrena e se encontram em estado de purificação ou beatitude.

Lumen Gentium, de fato, afirma que todos os cristãos formam uma só Igreja, que existe uma comunhão e partilha dos bens espirituais fundada na união de todos os fiéis com Cristo, uma fraterna sollicitudo entre a Igreja terrena e a Igreja celeste. Ao rezarmos pelos defuntos e ao seguirmos os passos daqueles que já viveram como discípulos de Jesus, também nós somos amparados na nossa caminhada e fortalecemos a nossa adoração a Deus.

“Sejamos gratos aos Padres Conciliares por nos terem recordado essa dimensão tão importante e bela do ser cristãos, e procuremos cultivá-la nas nossas vidas”, pediu o Santo Padre, ao concluir a sua catequese.

Fonte: publicado no site vaticannews.va

O Papa Leão XIV Cada um tem já um valor infinito no mistério de Deus, que é a verdadeira realidade. Amando-nos uns aos outros
O Papa Leão XIV
Cada um tem já um valor infinito no mistério de Deus, que é a verdadeira realidade. Amando-nos uns aos outros como Jesus nos amou, oferecemos a nós mesmos essa consciência. É o mandamento novo: assim antecipamos o céu na terra, revelamos a todos que a fraternidade e a paz são o nosso destino. Com efeito, no meio de uma multidão de irmãos, no amor, cada um descobre ser único. Foi o que disse o Papa no Regina Caeli deste V Domingo do Tempo Pascal.

O Evangelho proclamado neste domingo introduz-nos no diálogo do Mestre com os seus, durante a Última Ceia. Em particular, ouvimos uma promessa que nos conecta desde já no mistério da sua ressurreição. Jesus diz: «Quando Eu tiver ido e vos tiver preparado lugar, virei novamente e hei de levar-vos para junto de mim, a fim de que, onde Eu estou, vós estejais também» (Jo 14, 3).

Com essas palavras, o Santo Padre comentou o Evangelho deste domingo, 3 de maio, no Regina Caeli, ao meio-dia, ao rezar com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro para a oração que substitui o Angelus no período pascal.

Neste tempo litúrgico, tal como a Igreja nascente, ressaltou o Pontífice, recordamos as palavras de Jesus que revelam todo o seu significado à luz da sua paixão, morte e ressurreição. O que antes escapava aos discípulos ou lhes causava perturbação, agora ressurge na memória, aquece o coração e dá esperança.

Em Deus há lugar para cada um

Os Apóstolos descobrem que em Deus há lugar para cada um. Dois deles tinham-no experimentado desde o primeiro encontro com Jesus, junto ao rio Jordão, quando Ele se deu conta de que o seguiam e os convidou a ficar naquela tarde na sua casa.

“Também agora, diante da morte, Jesus fala de uma casa, desta vez muito grande: é a casa do seu Pai e do nosso Pai, onde há lugar para todos. O Filho descreve-se como o servo que prepara os aposentos, para que cada irmão e irmã, ao chegar, encontre o seu pronto e se sinta desde sempre esperado e finalmente encontrado.”

O Papa observou que no mundo antigo em que ainda caminhamos, chamam a atenção os lugares exclusivos, as experiências ao alcance de poucos, o privilégio de entrar onde ninguém mais pode. Em vez disso, no mundo novo para onde o Ressuscitado nos leva, aquilo que tem maior valor está ao alcance de todos. Mas não por isso perde o seu encanto. Pelo contrário, aquilo que está acessível a todos agora gera alegria: a gratidão substitui a competição; a acolhida apaga a exclusão; a abundância já não implica desigualdade.

Em Deus cada um é finalmente ele mesmo

Acima de tudo, ninguém é confundido com outra pessoa, ninguém está perdido. A morte ameaça apagar o nome e a memória, mas em Deus cada um é finalmente ele mesmo. Na verdade, é este o lugar que procuramos durante toda a vida.

“«Tende fé», diz-nos Jesus. Eis o segredo! «Tende fé em Deus e tende fé também em mim». É precisamente esta fé que liberta o nosso coração da ansiedade de obter e de possuir, do engano de perseguir um lugar de prestígio para valer alguma coisa. Cada um tem já um valor infinito no mistério de Deus, que é a verdadeira realidade. Amando-nos uns aos outros como Jesus nos amou, oferecemos a nós mesmos essa consciência. É o mandamento novo: assim antecipamos o céu na terra, revelamos a todos que a fraternidade e a paz são o nosso destino.”

Com efeito, no meio de uma multidão de irmãos, no amor, cada um descobre ser único, disse por fim o Pontífice, pedindo, então, a Maria Santíssima, Mãe da Igreja, para que cada comunidade cristã seja uma casa aberta a todos e atenta a cada um.

Por ocasião do dia 1º de Maio, a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou uma mensagem em que presta homenagem aos

Por ocasião do dia 1º de Maio, a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou uma mensagem em que presta homenagem aos trabalhadores e trabalhadoras de todo o país, ao mesmo tempo em que chama atenção para os desafios contemporâneos no mundo do trabalho.

Inspirado na figura de São José Operário e fundamentado na Doutrina Social da Igreja, o texto destaca o papel essencial de milhões de brasileiros que atuam em diferentes setores – do campo às cidades, do serviço formal ao trabalho autônomo – como pilares na construção da sociedade e no sustento das famílias.

A Presidência da CNBB enfatiza que o trabalho vai além de sua dimensão econômica. Segundo a entidade, trata-se de uma expressão da dignidade humana e uma forma de participação na criação divina, além de um instrumento de promoção do bem comum.

No entanto, a mensagem também aponta para as transformações profundas pelas quais passa o mundo do trabalho. Entre os fatores citados estão o avanço das tecnologias, novas formas de organização produtiva, mudanças nas profissões e o crescimento do trabalho por conta própria. Diante desse cenário, os bispos defendem a necessidade de diálogo e compromisso para garantir condições justas.

Um dos principais alertas do documento diz respeito à precarização das relações trabalhistas. A CNBB retoma preocupações já discutidas em sua 62ª Assembleia Geral, especialmente sobre a substituição de contratos formais, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por vínculos mais frágeis de prestação de serviços.

Outro ponto de destaque é a defesa do direito ao descanso. A entidade reforça a importância de jornadas e escalas que permitam melhor qualidade de vida, além de mais tempo para o convívio familiar.

A mensagem também manifesta solidariedade aos trabalhadores que enfrentam dificuldades, como o desemprego, a instabilidade e problemas de saúde decorrentes da sobrecarga de trabalho. A Igreja reafirma sua proximidade pastoral com esses grupos, destacando a necessidade de políticas e práticas que não deixem ninguém para trás.

Ao final, a Presidência da CNBB invoca a intercessão de São José Operário e expressa o desejo de que o Brasil avance na construção de uma cultura do trabalho baseada na dignidade, na justiça, na cooperação e na esperança.

Confira (aqui) a mensagem na íntegra.

Confira o vídeo com a mensagem:

Entre os dias 27 de abril e 1º de maio, acontece o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), reunindo presbíteros de todo o Brasil em

Entre os dias 27 de abril e 1º de maio, acontece o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), reunindo presbíteros de todo o Brasil em Aparecida para dias de espiritualidade, formação e partilha.

Com o tema “Presbítero no Contexto Digital” e o lema “A quem iremos? Só tu tens palavras de vida eterna” (Jo 6,68), o encontro propõe uma reflexão sobre os desafios e possibilidades da missão sacerdotal no ambiente digital.

No vídeo abaixo, dom Ângelo Mezzari, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, e padre Arnaldo Rodrigues, Assessor de Comunicação da CNBB, refletem sobre a presença do presbítero no mundo digital, os riscos e desafios desse ambiente, a autoridade espiritual em tempos de múltiplas vozes e os limites saudáveis para a atuação pastoral nas redes.

Confira a entrevista completa:

Matéria: CNBB Nascioal, por Larissa Carvalho

 

Acontece no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), promovido pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP). O 

Acontece no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo o 20º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), promovido pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP). O  Encontro teve início no dia 27 de abril e vai até 01 de maio de 2026 no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida. O objetivo é reunir presbíteros de todo o Brasil para formação, espiritualidade, partilha e reflexão. O  tema: “Presbítero no Contexto Digital”; e o lema: “A quem iremos? Só tu tens Palavras de vida eterna” (Jo 6,68). Confira a programação publicada no site cnbb.org.br

Pe. Zaelton da Costa Nascimento, representante dos presbíteros da Arquidiocese de Vitória pediu orações: “Nesse vigésimo Encontro Nacional dos Presbíteros, rezemos pelos padres na nossa Arquidiocese que participa deste momento de comunhão, formação e fraternidade junto aos Demais sacerdotes do nosso regional leste 3 e de todo Brasil. Rezemos por nossos padres e por toda a Igreja”.

A programação

A programação foi organizada em torno de momentos celebrativos, assessorias temáticas e espaços de convivência, com o objetivo de fortalecer a identidade e a missão do presbítero em sintonia com os desafios pastorais do tempo presente. A abertura oficial aconteceu na noite de 27 de abril, após o credenciamento e acolhida dos participantes.

Nesta terça-feira, 28, o encontro iniciou sua programação formativa com uma manhã de espiritualidade, seguida da apresentação do relatório e da prestação de contas da presidência da Comissão Nacional de Presbíteros. À tarde, os participantes seguem em procissão até a Basílica de Aparecida para a celebração eucarística presidida por dom Ângelo Mezzari, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB.

Na quarta-feira, 29, o cardeal dom Lazarus You Heung-sik, prefeito do Dicastério para o Clero, preside a celebração eucarística no Centro de Eventos e conduz a assessoria com o tema “A vida e a missão do presbítero em uma Igreja sinodal e missionária”, oferecendo aos participantes uma reflexão em sintonia com os caminhos da Igreja universal e o horizonte do Sínodo.

Ainda na quarta-feira, o encontro contará com a participação de organismos eclesiais como a Conferência dos Institutos Seculares do Brasil (CNISB) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), ampliando o diálogo entre diferentes expressões de vocação e missão na Igreja. O assessor de comunicação da CNBB, padre Arnaldo Rodrigues, também conduz momentos de reflexão ao longo do dia, retomando temas ligados à vida presbiteral e à evangelização.

Na quinta-feira, 30, a programação segue com novas assessorias do padre Arnaldo Rodrigues, além da participação de organismos como a Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB), a Pastoral Vocacional/SAV, o Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) e as Pontifícias Obras Missionárias (POM). O dia também será marcado pelas eleições e pela leitura da carta final do 20º ENP, documento que deverá reunir as principais reflexões e encaminhamentos do encontro.

O encerramento acontece na sexta-feira, 1º de maio, com celebração eucarística no Santuário Nacional de Aparecida, presidida por dom Jaime Spengler, presidente da CNBB.