Notícias da Igreja

O Papa Francisco enviou convite aos jovens da América Latina para que participem do Jubileu. Matéria publicada no site vaticannews.va. O Papa envia uma
O Papa Francisco enviou convite aos jovens da América Latina para que participem do Jubileu. Matéria publicada no site vaticannews.va.
O Papa envia uma mensagem aos participantes do XXI Encontro de líderes nacionais da Pastoral da Juventude da América Latina e do Caribe, que se realiza em Assunção de 15 a 20 de julho, e os encoraja a não ter medo de Jesus, que passa por nós, abrindo de par em par as portas de seu coração
“Suscita esperança o fato que considerem o discernimento comunitário como uma forma de ‘conversão na prática pastoral’”, diz o Papa Francisco em sua mensagem aos jovens da Pastoral da Juventude Latino-Americana (PJ) que se reúnem em Assunção, no Paraguai, de 15 a 20 de julho para o XXI Encontro de Líderes Nacionais.

No texto, datado de 12 de julho, o Pontífice espera que este encontro “lhes permita identificar os desafios e as oportunidades que enfrentam com a ajuda do Espírito Santo”.

Trabalhar pela justiça que faz a paz efetiva e duradoura

“Vocês são o presente, sejam corajosos! Eu os encorajo a se agarrarem firmemente às suas raízes e seguirem em frente sem medo. Busquem a unidade entre todas as diferenças.”

O Santo Padre os incentiva a trabalhar pela justiça que faz a paz efetiva e duradoura, a construir o bem comum e a fecundar a felicidade da Pátria Grande que constitui os povos latino-americanos, para continuar crescendo o Reino de Deus.

O Serviço de Animação Vocacional do Regional Leste 3 convida todos para o encontro formativo a ser realizado no dia 23 de julho, às

O Serviço de Animação Vocacional do Regional Leste 3 convida todos para o encontro formativo a ser realizado no dia 23 de julho, às 19:30, através do link https://meet.google.com/ihe-cgtp-rhs.

Com o tema “Mês Vocacional 2024”, a Formação contará com a assessoria da Ir. Maristela Ganassini, FSCJ.

A celebração de abertura nacional do Mês Vocacional acontecerá no dia 1º de agosto, às 19h, na Basílica São Francisco de Assis, em Brasília

A celebração de abertura nacional do Mês Vocacional acontecerá no dia 1º de agosto, às 19h, na Basílica São Francisco de Assis, em Brasília (DF). A missa será presidida pelo bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoepers. A iniciativa será transmitida também, ao vivo, pelas redes sociais da Conferência (@cnbbnacional).

O mês vocacional, celebrado em agosto, é uma tradição na Igreja do Brasil, ocasião em que todo o povo de Deus é chamado a rezar pelas vocações e a promover todas as vocações. Em 2024, a Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e da Vida Consagrada da CNBB, principal articuladora do mês, convida a refletir a temática “Igreja como uma sinfonia vocacional” e o lema “Pedi, pois, ao Senhor da Messe”.

“Por isso, para ajudar nesse mês vocacional, nós temos um lema – Pedi, pois, ao Senhor da Messe -, nesse ano da oração que nos prepara também para o jubileu de 2025. Portanto, vamos e somos todos convidados a rezar pelas vocações, a promover as vocações nas nossas igrejas particulares, dioceses, paróquias e comunidades e ao mesmo tempo ajudar os vocacionados e as vocacionadas, destaca o presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, dom Ângelo Ademir Mezzari.

Assista, abaixo, o depoimento de dom Ademir sobre o Mês Vocacional:

Subsídio

Para ajudar as comunidades a refletirem, sobretudo no tempo de oração e reflexão, foi organizado um subsídio, no qual são apresentadas reflexões e orações para os momentos da vida da comunidade, dedicadas ao Ministério Ordenado, à vida familiar matrimonial, à vida religiosa consagrada e aos ministérios leigos.

Dom Ângelo Ademir Mezzari, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, salienta que o subsídio “Hora Vocacional” oferece a oportunidade de refletir e rezar pelas vocações.

“O grande convite que nós fazemos é que nessa Igreja, que é uma sinfonia vocacional, isso é, onde todas as vocações e ministérios têm o seu lugar, desde o bispo, o sacerdote, o diácono permanente, os religiosos e religiosas, consagrados e consagradas, a vida, a família, os diversos serviços e ministérios na Igreja, formem essa sinfonia e essa polifonia, onde todas as vocações podem exercer a sua missão, mas podem se expressar de acordo com a sua especificidade”.

ACESSE AQUI O SUBSÍDIO DO MÊS VOCACIONAL 

Identidade Visual

O cartaz do mês vocacional é inspirado no convite do Papa Francisco para sermos, enquanto Igreja, uma Sinfonia Vocacional, que evoca movimento e leveza, a música e a dança, inspirados pelo próprio Cristo.  Irmão Luiz Carlos Lima, autor da identidade visual, destaca os elementos da obra:

Jesus, é aquele que rege essa grande sinfonia de vocações, dons e carismas. Ele, com seu grande coração, se move a convidar, animar e acompanhar os vocacionados e as vocacionadas em seus mais diferentes chamados. Ao mesmo tempo esse movimento parte da Igreja, mas sai dela, como nos convida o Papa Francisco: para que sejamos uma “Igreja em saída”. Dessa forma, a pauta, utilizada para escrever as partituras musicais, traz em si os vocacionados e vocacionadas como notas musicais, “com todas as vocações unidas e distintas em harmonia e juntas em saída para irradiar no mundo a vida nova no Reino de Deus”. (Papa Francisco)  

A circularidade e os círculos que compõem a imagem, falam da fraternidade e da saída de modelos até então “enquadrados” por diversas leis, passando para as possibilidades de movimentos mais circulares, horizontais, sem dobras, mas inteiro e partindo de um único ponto: Jesus Cristo e o Reino.  

O coração exposto de Jesus faz menção ao recente Ano Vocacional que a Igreja no Brasil vivenciou. Este coração que arde e que faz os nossos pés se colocarem a caminho, em uma Igreja em que a cultura vocacional seja cada vez mais cultivada. 

O telhado abaixo da torre quer simbolizar a casa, lugar da família, igreja doméstica, pois “na Igreja, somos todos servos e servas, segundo diversas vocações, carismas e ministérios. A vocação ao dom de si próprio no amor, comum a todos, desenvolve-se e concretiza-se na vida dos cristãos leigos e leigas, empenhados a construir a família como uma pequena igreja doméstica”. (Papa Francisco) 

O relógio evoca a hora dedicada a Nossa Senhora (18h). Ela que é a vocacionada por excelência, também nos convida a entrar nessa sinfonia. As pessoas, apresentadas na partitura, traz representações das mais diversas expressões de vocações: laical, ministérios ordenados e vida consagrada.  

A arte convida o leitor a entrar nessa melodia, a sentir e a confirmar que sua vocação não é apenas uma nota ou um tom isolado, mas sim, parte de uma grande Sinfonia. Uma só canção, um só coração, um só corpo em Cristo (cf. I Cor 12,12). 

Fonte: publicação de cnbb.org.br
12 de julho de 2024 A última manhã do Simpósio de Canonistas e Encontro de Servidores de Tribunais Eclesiástico, ficou por conta de Mons.

12 de julho de 2024

A última manhã do Simpósio de Canonistas e Encontro de Servidores de Tribunais Eclesiástico, ficou por conta de Mons. Bunge. Mais casos foram analisados, sempre respeitando o anonimato total, com o objetivo de ajudar na análise das decisões, a partir da jurisprudência da Rota Romana. Com bom humor e disposição Mons. Bunge também respondeu perguntas dos presentes e disponibilizou todos os conteúdos publicados em seu site, defendendo que hoje o direito aos conteúdos é o direito do leitor.

De forma didática, esclareceu que sempre que os membros dos Tribunais Eclesiásticos se encontrarem diante de um casamento, cujo ato foi realizado em cima de uma condição de futuro, a mesma condição, constitui o ato, nulo. Antes de terminar, Mons. Bunge aconselhou os presentes “a nunca enviarem à Rota Romana algo pela metade, pois isso facilita para que aconteça uma nova sentença.

Perguntado sobre a possibilidade de uma sentença virtual, apresentou argumentos e disse que não existe proibição, mas não convém.

No início dos trabalhos foi anunciado o local do XXXVIII Simpósio que será em Fortaleza de 07 a 11 de julho de 2025.

11 de julho de 2024

O Simpósio de canonistas e Encontro de servidores dos Tribunais Eclesiástico, continuou no dia hoje, na mesma toada do dia de ontem. Muita exposição de casos, jurisprudência, recursos à Penitenciaria e indulgências foram os assuntos abordados por. Mons. Bunge, Mons. Encina e Mons. Nykiel. Com alguns intervalos para descanso o “dia” ainda não acabou. Agora à noite acontece a Assembleia da Sociedade de Canonistas com votação e definições para continuar a caminhada.

10 de julho de 2024

O segundo dia do Simpósio de Canonistas foi recheado de conteúdos referentes ao fórum interno da Igreja com foco principal na Sacramento da Reconciliação. Uma enorme riqueza de exemplos nortearam as exposições de Mons. Krzysztof Nykiel e Mons. Carlos Encina, respectivamente. Casos reais foram apresentados e as soluções encontradas para cada caso expostas como elucidação para os presentes. Após as duas exposições diversas perguntas foram respondidas.

Na parte da tarde, uma visita ao Convento da Penha, completou a jornada que continua até à próxima sexta-feira.

No final da manhã, o bispo auxiliar de Vitória, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza marcou presença no local do evento.

09 de julho de 2024

O local, a paisagem e as belezas que rodeiam o Hotel Senac na Ilha do Boi, onde acontece o XXXVII Simpósio da Sociedade Brasileira de Canonistas e o XL Encontro de Servidores dos Tribunais Eclesiásticos do Brasil, eram sem dúvida um incentivo para um passeio turístico ou até, quem sabe, um banho de mar.

Porém, os 163 participantes passaram o primeiro dia no auditório ouvindo e refletindo sobre temas que perpassam o dia a dia dos Tribunais Eclesiásticos e afetam a vida espiritual de dezenas de pessoas.

Logo na primeira conferência, a confirmação de que no mundo mais de 80% dos casos que são levados aos Tribunais Eclesiásticos referem-se à nulidade do matrimônio.

As quatro palestras deste dia giraram em torno de Nulidade de matrimônio, definição de Tribunal Eclesiástico e Fórum Interno, Estrutura da Penitenciária , Sentido da Reconciliação e características de um bom confessor.

Os conferencistas, vindos de Roma, se sucederam nas palestras começando às 9h30 e terminando às 17h30. Mons. Alejandro Bungue, juís auditor da Rota Romana; Mons. Carlos Encina, oficial da penitencia; Mons. Krzysztof Nykiel, regente da penitenciaria.

As diferenças entre fatos que podem ser um erro ou um comportamento cíclico e a certeza de que o Tribunal Eclesiástico é a expressão da misericórdia de Deus, foi apontada por Mons. Alejandro Bungue, como essencial para que sempre a sentença seja fundamentada nas constatações apuradas pela Tribunal. A exposição foi feita com casos reais, embora não citando nomes, realidades ou países.

A estrutura do Tribunal, chamado por Mons. Carlos Encina de Tribunal da Misericórdia, foi apresentada como forma de cooperar com a salvação, uma vez que “o principal obstáculo à salvação é o pecado”. Mons. Encina também falou sobre o conhecimento que os sacerdotes precisam ter para diferenciarem a profanação do delito e violação de direitos. Monsenhor Encina definiu a Penitenciária como garantia do “o direito ao perdão” e explicou que é necessário saber como, quando e por quê recorrer à Penitenciária.

A última conferência foi dedicada à Reconciliação e Mons. Nykiel lembrou a citação de Papa Francisco que definiu Reconciliação como “o ser humano ser envolto no abraço do Pai”. Lembrou que o padre no confessionário representa a Igreja, e por isso não pode expressar pensamentos individuais e lembrou alguns aspectos negativos que podem atrapalhar o sacramento e algumas características para um bom confessor.

Aspectos negativos:

Pressa;
Falta de acolhimento;
Falta de disponibilidade para acolher confissões;
Dureza excessiva;
Querer ser “o bonzinho”;
Manifestar a inutilidade de confissão;
Não atribuir nenhuma penitência (a penitência é parte integrante do sacramento);
Tornar a absolvição inválida (diminuir o peso da culpa pelo erro);
Corrupção de consciências (Negar o pecado).

Caracteristicas de um bom confessor
Ter o coração de Jesus;
Corrigir, curar, ser misericordioso;
Entranhas de misericórdia;
Viver o sacramento em primeira pessoa.

Na abertura das atividades o presidente da Sociedade Brasileira de Canonistas falou do objetivo do Simpósio como uma iniciativa para fomentar o estudo da ciência canônica e incentivou os participantes a se associarem à entidade.

Participam pela Arquidiocese de Vitória: Padres Hiller Stefanon, Esteban Suarez, Hadeleon Santana, Anderson Teixeira, Paulino Neto, Adriano Souza, Teodósio Aquino (pe. Théo) e Robson Pratti. Dr. Fabiano Cabral, Dra, Lúcia Roriz, Dra. Lídia Amaral. Rizomar Borges, Maria Cristina Leal e Luciana Neto. A Abertura aconteceu na Catedral de Vitória com celebração de missa, presidida por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória.

O Simpósio continua até sexta-feira e amanhã os participantes irão conhecer o Convento da Penha.

 

 

 

 

 

 

 

CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, disponibiliza materiais para o mês vocacional. Confira a matéria publicada no site cnbb.org.br e baixe os materiais.

CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, disponibiliza materiais para o mês vocacional. Confira a matéria publicada no site cnbb.org.br e baixe os materiais.

“Igreja como uma sinfonia vocacional” é o tema do mês vocacional 2024, celebrado em agosto. E você já pode conferir o cartaz e o subsídio preparado pela Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB para o Mês Vocacional 2024. O lema deste ano é  “Pedi, pois, ao Senhor da Messe” (Mt 9, 38).

BAIXE AQUI O CARTAZ DO MÊS VOCACIONAL

ACESSE AQUI O SUBSÍDIO DO MÊS VOCACIONAL 

Momento dedicado à oração, reflexão e ação nas comunidades, o mês vocacional terá início com uma Santa Missa presidida por dom Ricardo Hoepers, secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), às 19h, no dia 1º de agosto, na Basílica São Francisco de Assis, em Brasília (DF).

O Cartaz

O cartaz do mês vocacional é inspirado no convite do Papa Francisco para sermos, enquanto Igreja, uma Sinfonia Vocacional, que evoca movimento e leveza, a música e a dança, inspirados pelo próprio Cristo.  

Irmão Luiz Carlos Lima, autor da identidade visual, destaca os elementos da obra:

Jesus, é aquele que rege essa grande sinfonia de vocações, dons e carismas. Ele, com seu grande coração, se move a convidar, animar e acompanhar os vocacionados e as vocacionadas em seus mais diferentes chamados. Ao mesmo tempo esse movimento parte da Igreja, mas sai dela, como nos convida o Papa Francisco: para que sejamos uma “Igreja em saída”. Dessa forma, a pauta, utilizada para escrever as partituras musicais, traz em si os vocacionados e vocacionadas como notas musicais, “com todas as vocações unidas e distintas em harmonia e juntas em saída para irradiar no mundo a vida nova no Reino de Deus”. (Papa Francisco)  

A circularidade e os círculos que compõem a imagem, falam da fraternidade e da saída de modelos até então “enquadrados” por diversas leis, passando para as possibilidades de movimentos mais circulares, horizontais, sem dobras, mas inteiro e partindo de um único ponto: Jesus Cristo e o Reino.  

O coração exposto de Jesus faz menção ao recente Ano Vocacional que a Igreja no Brasil vivenciou. Este coração que arde e que faz os nossos pés se colocarem a caminho, em uma Igreja em que a cultura vocacional seja cada vez mais cultivada. 

O telhado abaixo da torre quer simbolizar a casa, lugar da família, igreja doméstica, pois “na Igreja, somos todos servos e servas, segundo diversas vocações, carismas e ministérios. A vocação ao dom de si próprio no amor, comum a todos, desenvolve-se e concretiza-se na vida dos cristãos leigos e leigas, empenhados a construir a família como uma pequena igreja doméstica”. (Papa Francisco) 

O relógio evoca a hora dedicada a Nossa Senhora (18h). Ela que é a vocacionada por excelência, também nos convida a entrar nessa sinfonia. As pessoas, apresentadas na partitura, traz representações das mais diversas expressões de vocações: laical, ministérios ordenados e vida consagrada.  

A arte convida o leitor a entrar nessa melodia, a sentir e a confirmar que sua vocação não é apenas uma nota ou um tom isolado, mas sim, parte de uma grande Sinfonia. Uma só canção, um só coração, um só corpo em Cristo (cf. I Cor 12,12). 

Subsídio para o Mês Vocacional

O subsídio “Hora Vocacional” traz toda a temática de trabalho do mês vocacional 2024.  O material é composto por diversas celebrações litúrgicas e também de encontros litúrgicos pastorais que favorecem a reflexão do tema e do lema proposto para o mês vocacional. Nele, são encontradas sugestões para encontros, celebrações, terço, dentre outros.

“É um subsídio bem completo para que todas as paróquias, comunidades e regionais se organizem para celebrar bem o mês vocacional. E também que tenham conteúdo para trabalhar nesse ano, nos próximos anos, também essa temática vocacional, que esse ano tá ligada à questão eclesiológica, a questão da igreja, o lugar da vocação em todos os ambientes da nossa igreja”, complementa padre Guilherme.

ACESSE AQUI O SUBSÍDIO DO MÊS VOCACIONAL 

O Ano Vocacional

Instituído em 1981, pela CNBB, em sua 19ª Assembleia Geral, o mês vocacional tinha como objetivo principal conscientizar as comunidades da responsabilidade que compartilham no processo vocacional. De lá para cá, todos os anos alguma temática tem sido trabalhada.

O Papa Francisco, no vídeo de intenção de oração para julho, pede que rezemos “para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às
O Papa Francisco, no vídeo de intenção de oração para julho, pede que rezemos “para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança”. O Papa ainda insiste que “não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer”, explicando que é “um dos ‘sacramentos da cura’, que cura o espírito”.
https://www.youtube.com/watch?v=XZ42JGataLc

Assim inicia Francisco a mensagem em vídeo de julho com a intenção de oração que o Pontífice confia à Igreja Católica através da Rede Mundial de Oração do Papa. O Pontífice se detém a explicar mais precisamente sobre a Unção dos Enfermos, um sacramento administrado pelo sacerdote que proporciona consolo aos que sofrem alguma doença e aos seus mais próximos. Os sacramentos da Igreja são dons, são as formas de Jesus se fazer presente para abençoar, animar e acompanhar. O Papa faz um alerta:

A Unção dos Enfermos não é um sacramento apenas para aqueles que estão prestes a morrer. Não. É importante deixar isto claro. Quando o sacerdote se aproxima de uma pessoa para lhe dar a Unção dos Enfermos, não está necessariamente a ajudá-la a despedir-se da vida. Pensar assim é desistir de toda a esperança. É dar por adquirido que depois do padre vem o coveiro.

Um sacramento com dimensão comunitária

O convite do Papa Francisco à oração de toda a Igreja é uma forma de tornar visível que a Unção dos Enfermos é um sacramento de natureza comunitária e relacional. Em Audiência Geral de fevereiro de 2014, dedicada à Unção dos Enfermos, o Pontífice recordou que “no momento da dor e da doença não estamos sós: o sacerdote e quantos estão presentes durante a Unção dos Enfermos representam toda a comunidade cristã que, como um único corpo se estreita em volta de quem sofre e dos familiares, alimentando neles a fé e a esperança, e apoiando-os com a oração e com o calor fraterno”.

A proximidade de Jesus

Esse sacramento assegura a proximidade de Jesus à dor de quem está doente ou já idoso, o alívio do sofrimento e o perdão dos seus pecados, mas não é sinônimo de uma morte iminente. A Unção dos Enfermos é, frequentemente, um sacramento esquecido ou menos reconhecido, continuou o Papa. No entanto, “é o próprio Jesus que chega para aliviar o doente, para lhe dar força, para lhe dar esperança, para o ajudar; também para lhe perdoar os pecados”. E, no vídeo para o mês de julho, Francisco acrescenta:

“Lembremos que a Unção dos Enfermos é um dos ‘sacramentos da cura’, da ‘cura’, que cura o espírito. E quando uma pessoa está muito doente, é aconselhável dar-lhe a Unção dos Enfermos. E quando uma pessoa já é idosa, é apropriado que receba a Unção dos Enfermos.”

As imagens que acompanham as palavras de Francisco no vídeo – gravadas por profissionais da Arquidiocese de Los Angeles em duas dioceses dos Estados Unidos: Allentown (Pensilvânia) e Los Angeles (Califórnia) – põem em destaque precisamente os diferentes contextos em que o sacramento pode ser administrado. São retratadas duas histórias aparentemente diferentes em idade e situação clínica, mas unidas pela graça da Unção dos Enfermos e pelo grande afeto daqueles que se reúnem em volta de quem recebe o sacramento.

“Rezemos para que o sacramento da Unção dos Enfermos dê às pessoas que o recebem e aos que lhes são mais próximos a força do Senhor e se torne cada vez mais para todos um sinal visível de compaixão e esperança.”

A Unção dos Enfermos à luz dos Evangelhos

O Padre Frédéric Fornos, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa, salienta que, embora já haja muitas pessoas que redescobriram a profundidade da Unção dos Enfermos, esse sacramento ainda é visto, frequentemente, como uma forma de preparar os doentes para a morte: “é isso que o Papa Francisco diz, quando recorda que, quando alguém está gravemente doente, queremos sempre adiar o sacramento da Unção dos Enfermos, pois persiste a ideia de que o coveiro chega depois do sacerdote (Audiência Geral de 26 de fevereiro de 2014). Por isso, o Pontífice deseja que este mês possamos redescobrir toda a profundidade e o verdadeiro sentido deste sacramento, não apenas como preparação para a morte, mas como um sacramento que consola os doentes em alturas de enfermidade grave, bem como os que lhe são queridos, e dá força a quem os cuida”.

“A pessoa doente não está sozinha”, conclui então o Pe. Fornso: “com os sacerdotes e as pessoas presentes, é toda a comunidade cristã que a apoia com as suas orações, alimentando a fé e a esperança, e assegurando-lhe, bem como à família, que não estão sós no sofrimento. Todos conhecemos pessoas doentes, rezamos por elas e, se entendemos que padecem de uma doença grave, bem como os idosos cujas forças declinam, não tenhamos dúvidas em propor-lhes que vivam esse sacramento de consolação e esperança”.

Mais uma vez, o Papa Francisco, reza pelos países em guerra e pede aos fiéis que não esqueçam dos países que foram ou estão
Mais uma vez, o Papa Francisco, reza pelos países em guerra e pede aos fiéis que não esqueçam dos países que foram ou estão sendo atingidos pela guerra. A oração e o pedido foram feitos ontem, 30 de junho, durante a oração do Angelus. A matéria foi publicada no site vaticannews.va.

No último Angelus do último dia de junho, mês tradicionalmente dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, o Papa Francisco invoca a intercessão de Cristo para que converta aqueles que alimentam a espiral dos conflitos – tirando deles, como disse recentemente, “lucros e vantagens” – e, em vez disso, empreguem as próprias energias, recursos e responsabilidades em iniciativas destinadas a construir um futuro de paz, justa e duradoura, para os povos.

“Neste último dia de junho, imploremos ao Sagrado Coração de Jesus de tocar os corações daqueles que querem a guerra, para que se convertam a projetos de diálogo e paz.”

Francisco já havia elevado uma oração ao Sagrado Coração de Jesus, do qual se celebra o aniversário de 350 anos da aparição a Santa Maria Margarida Alacoque (1673), Francisco já havia elevada aos céus em 5 de junho, ao final da Audiência Geral, anunciando a redação de um novo documento sobre esse culto, a ser publicado em setembro, para meditar não só sobre os aspectos “do amor do Senhor” para a renovação eclesial, mas também para lançar uma “mensagem significativa a um mundo que parece ter perdido o coração”.

Não esquecer das terras dilaceradas pela violência

Um mundo, então, que corre o risco de se acostumar com a violência que ocorre em em outros territórios. É por isso que o Papa, também neste domingo (30/06), mais uma vez exorta os fiéis presentes na Praça de São Pedro – bem como todos aqueles conectados via streaming ao encontro dominical – a rezar e a não esquecer dos países dilacerados pela violência.

“Irmãos e irmãs, não esqueçamos da martirizada Ucrânia, Palestina, Israel, de Mianmar e de tantos outros lugares onde se sofre tanto por causa da guerra.”

Há tantos mártires hoje, mais do que nos primeiros séculos

Sempre nas saudações após o Angelus, o Papa recorda a comemoração litúrgica de hoje dos chamados protomártires romanos, também conhecidos como os primeiros Santos Mártires da Igreja de Roma. Todos aqueles mártires sem nome que, junto com Pedro e Paulo, pereceram nas perseguições anticristãs na época de Nero. Um exemplo de fé e martírio que, diz Francisco, como em tantas outras ocasiões, não parou até hoje. Pelo contrário:

“Nós também vivemos em um tempo de martírio, ainda mais do que nos primeiros séculos. Em várias partes do mundo muitos nossos irmãos e irmãs sofrem discriminação e perseguição por causa da fé, fecundando assim a Igreja. Outros enfrentam um martírio ‘com as luvas brancas’.”

Martírio com “luvas brancas”

Assim o Papa retoma uma expressão bem conhecida, usada desde os primeiros anos do seu pontificado, para indicar aquela perseguição dissimulada, por meio da qual, “de maneira ainda mais elegante”, os cristãos são expulsos, deixados de lado, discriminados na vida política e social. Não apenas em lugares difíceis do mundo, mas também na própria Europa. Para todos eles, Jorge Mario Bergoglio pede orações: “vamos apoiá-los e nos deixar inspirar pelo testemunho deles de amor a Cristo”.

No próximo domingo, 30 de junho, dia de São Pedro, os cristãos católicos de todo o mundo são convidados a doar uma oferta especial,

No próximo domingo, 30 de junho, dia de São Pedro, os cristãos católicos de todo o mundo são convidados a doar uma oferta especial, conhecida como Óbolo de São Pedro. A arrecadação é utilizada pelo Papa para ajudar situações de carência e calamidades. As coletas na Arquidiocese de Vitória serão serão enviadas ao Vaticano e revertidas para esta finalidade. Faça sua doação na sua comunidade ou paróquia.

Leia abaixo a matéria publicada no site vaticannews.va

É a oportunidade para ajudar o Papa a se aproximar ainda mais de todos, especialmente daqueles que sofrem. O Dia da Caridade do Papa, que é celebrado no domingo, 30 de junho, oferece às comunidades de todo o mundo a possibilidade de fazer doações para o Óbolo de São Pedro e, assim, apoiar a missão do Bispo de Roma. Missão de paz, de caridade, de proximidade com aqueles que estão em dificuldades.

Com uma oferta, que pode ser doada nesse dia especial, assim como em qualquer outro dia do ano, qualquer pessoa pode colaborar ativamente na missão universal de Francisco, nunca tão necessária como em nossos dias, em um mundo devastado por guerras, pela corrida armamentista, pela injustiça, pelo sofrimento de tantos pobres e por ataques à sacralidade da vida humana e à dignidade da pessoa. Graças às atividades de serviço realizadas pelos dicastérios da Santa Sé que o assistem diariamente, o Papa faz com que sua voz chegue a tantas situações difíceis. Ele apoia obras de caridade em favor de pessoas e famílias em dificuldade, ajuda as populações afetadas por desastres naturais e por guerras.

A mensagem do Sucessor de Pedro é uma mensagem universal, que brota do Evangelho, e para chegar a todos precisa do apoio de cada um de nós. Portanto, ajude o Papa a ajudar, ofereça sua contribuição para colaborar com sua missão, torne possível sua proximidade a todas as periferias geográficas e existenciais, coopere para levar sua mensagem e sua voz profética a todo o mundo, apoie sua incansável ação em favor da paz e da fraternidade.

O Óbolo de São Pedro é uma oferta que pode ser pequena, mas tem grande valor simbólico. É uma maneira concreta de fortalecer nosso senso de pertença à Igreja e nosso amor pelo Bispo de Roma, que preside todas as Igrejas na caridade. Quem doa ao Óbolo não apenas ajuda o Papa a ajudar aqueles que sofrem, mas também participa de sua missão de proclamar o Evangelho e coopera no serviço que o Papa oferece às Igrejas locais por meio dos dicastérios da Santa Sé e da rede de seus representantes no mundo, apoiando a promoção do desenvolvimento humano integral, da educação, da paz, da justiça e da fraternidade.