Notícias da Igreja

Na audiência geral desta quarta-feira (15/05), realizada na Praça São Pedro, Francisco fez um premente apelo em favor da paz, para que haja uma

Na audiência geral desta quarta-feira (15/05), realizada na Praça São Pedro, Francisco fez um premente apelo em favor da paz, para que haja uma paz definitiva, pedindo orações por todos os povos que sofrem com a guerra, lembrando mais uma vez que a guerra é sempre uma derrota, sempre! Antes, o Santo Padre fez forte apelo em favor do Afeganistão, atingido por trágicas inundações que continuam causando mortes e destruição.

“Volto meu pensamento para o povo do Afeganistão, severamente afetado pelas trágicas enchentes que causaram numerosas perdas de vidas humanas, inclusive de crianças, e continuam provocando destruição de muitas casas. Oro pelas vítimas, especialmente pelas crianças e suas famílias, e faço um apelo à comunidade internacional para que forneça imediatamente a ajuda e o apoio necessários para proteger os mais vulneráveis.”

No Afeganistão, ao menos 300 mortos

Entre sexta-feira e sábado, as regiões central e leste do Afeganistão foram atingidas por fortes chuvas, que causaram graves inundações. De acordo com a Onu, pelo menos 300 pessoas morreram e muitas outras estão desaparecidas. As enchentes também destruíram milhares de casas e outros edifícios, e muitas áreas foram evacuadas.

O Afeganistão é um país muito propenso a esses eventos, devido às chuvas cada vez mais intensas e à infraestrutura muitas vezes precária, especialmente nas áreas mais pobres do país. É considerado um dos países de maior risco devido às mudanças climáticas. Além disso, em outubro passado, a província ocidental de Herat foi atingida por um forte terremoto que causou grandes danos e a morte de centenas de pessoas.

A guerra é sempre uma derrota

Por fim, o apelo do Pontífice em favor da paz na Ucrânia, Palestina, Israel e Mianmar, exortando-nos à oração e pedindo que não haja nenhuma guerra, nada de guerra em nenhum lugar do mundo:

Oremos pela paz: não nos esqueçamos da atormentada Ucrânia; não nos esqueçamos da Palestina, de Israel, de Mianmar. Oremos pela paz, oremos por todos os povos que sofrem com a guerra. Todos juntos, com um grande coração, oremos pela paz definitiva, e nenhuma guerra, nada. Porque a guerra é sempre uma derrota: sempre!

Fonte: publicação no site vaticannews.va
A Penitenciaria Apostólica do Vaticano, publicou, hoje, 13 de maio de 2024, as normas que regem a concessão de indulgências durante o Ano Jubilar

A Penitenciaria Apostólica do Vaticano, publicou, hoje, 13 de maio de 2024, as normas que regem a concessão de indulgências durante o Ano Jubilar 2025, bem como os locais onde serão concedidas. Fica a critérios das Igrejas Locais estabelecer outros locais, seguindo as orientações da Santa Sé. Confira abaixo as normas publicadas no site vaticannews.va.

SOBRE A CONCESSÃO DA INDULGÊNCIA
DURANTE O JUBILEU ORDINÁRIO DO ANO 2025
PROCLAMADO POR SUA SANTIDADE O PAPA FRANCISCO

“Agora chegou o momento dum novo Jubileu, em que se abre novamente de par em par a Porta Santa para oferecer a experiência viva do amor de Deus” (Spes non confundit, 6). Na bula de proclamação do Jubileu Ordinário de 2025, o Santo Padre, no momento histórico atual em que, “esquecida dos dramas do passado, a humanidade encontra-se de novo submetida a uma difícil prova que vê muitas populações oprimidas pela brutalidade da violência” (Spes non confundit, 8), convida todos os cristãos a tornarem-se peregrinos de esperança. Esta é uma virtude a redescobrir nos sinais dos tempos, os quais, contendo “o anélito do coração humano, carecido da presença salvífica de Deus, pedem para ser transformados em sinais de esperança” (Spes non confundit, 7), que deverá ser obtida sobretudo na graça de Deus e na plenitude da Sua misericórdia.

Já na bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia de 2015, o Papa Francisco sublinhava o quanto a Indulgência adquiria, naquele contexto, “uma relevância particular” (Misericordiae vultus, 22), uma vez que a misericórdia de Deus “torna-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado” (ibid.). Do mesmo modo, hoje, o Santo Padre declara que o dom da Indulgência “permite-nos descobrir como é ilimitada a misericórdia de Deus. Não é por acaso que, na antiguidade, o termo «misericórdia» era cambiável com o de «indulgência», precisamente porque pretende exprimir a plenitude do perdão de Deus que não conhece limites” (Spes non confundit, 23). A Indulgência é, pois, uma graça jubilar.

Também por ocasião do Jubileu Ordinário de 2025, portanto, por vontade do Sumo Pontífice, este “Tribunal de Misericórdia”, ao qual compete dispor tudo o que diz respeito à concessão e ao uso das Indulgências, pretende estimular os ânimos dos fiéis a desejar e alimentar o piedoso desejo de obter a Indulgência como dom de graça, próprio e peculiar de cada Ano Santo, e estabelece as seguintes prescrições, para que os fiéis possam usufruir das “disposições necessárias para poder obter e tornar efetiva a prática da Indulgência Jubilar” (Spes non confundit, 23).

Durante o Jubileu Ordinário de 2025, permanecem em vigor todas as outras concessões de Indulgência. Todos os fiéis verdadeiramente arrependidos, excluindo qualquer apego ao pecado (cf. Enchiridion Indulgentiarum, IV ed., norm. 20, § 1) e movidos por um espírito de caridade, e que, no decurso do Ano Santo, purificados pelo sacramento da penitência e revigorados pela Sagrada Comunhão, rezem segundo as intenções do Sumo Pontífice, poderão obter do tesouro da Igreja pleníssima Indulgência, remissão e perdão dos seus pecados, que se pode aplicar às almas do Purgatório sob a forma de sufrágio:

I.- Nas sagradas peregrinações

Os fiéis, peregrinos de esperança, poderão obter a Indulgência Jubilar concedida pelo Santo Padre se empreenderem uma piedosa peregrinação:

a qualquer lugar sagrado do Jubileu: aí participando devotamente na Santa Missa (sempre que as normas litúrgicas o permitam, poderá recorrer-se especialmente à Missa própria para o Jubileu ou à Missa votiva: Pela reconciliação, Pelo perdão dos pecados, Para pedir a virtude da caridade e Para promover a concórdia); numa Missa ritual para conferir os sacramentos da iniciação cristã ou a Unção dos Enfermos; na celebração da Palavra de Deus; na Liturgia das Horas (Ofício de Leituras, Laudes, Vésperas); na Via-Sacra; no Rosário Mariano; no hino Akathistos; numa celebração penitencial, que termine com as confissões individuais dos penitentes, como está estabelecido no Rito da Penitência (forma II);

em Roma: a pelo menos uma das quatro Basílicas Papais Maiores: São Pedro no Vaticano, Santíssimo Salvador em Laterão, Santa Maria Maior, São Paulo fora de Muros;

na Terra Santa: a pelo menos uma das três basílicas: do Santo Sepulcro em Jerusalém, da Natividade em Belém, da Anunciação em Nazaré;

noutras circunscrições eclesiásticas: à igreja catedral ou a outras igrejas e lugares santos designados pelo Ordinário do lugar. Os Bispos terão em conta as necessidades dos fiéis, assim como a própria oportunidade de manter intacto o significado da peregrinação com toda a sua força simbólica, capaz de manifestar a necessidade ardente de conversão e reconciliação;

II.- Nas piedosas visitas aos lugares sagrados

Ademais, os fiéis poderão obter a Indulgência jubilar se, individualmente ou em grupo, visitarem devotamente qualquer lugar jubilar e aí dedicarem um côngruo período de tempo à adoração eucarística e à meditação, concluindo com o Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima e invocações a Maria, Mãe de Deus, para que, neste Ano Santo, todos possam “experimentar a proximidade da mais afetuosa das mães, que nunca abandona os seus filhos” (Spes non confundit, 24).

Na particular ocasião do Ano Jubilar, poderão visitar-se, para além dos supramencionados insignes lugares de peregrinação, estes outros lugares sagrados nas mesmas condições:

em Roma: a Basílica de Santa Cruz em Jerusalém, a Basílica de São Lourenço fora de Muros, a Basílica de São Sebastião (recomenda-se vivamente a devota visita conhecida como “das sete Igrejas”, tão cara a São Filipe Neri), o Santuário do Divino Amor, a Igreja do Espírito Santo em Sassia, a Igreja de São Paulo “alle Tre Fontane”, o lugar do Martírio do Apóstolo, as Catacumbas cristãs; as igrejas dos caminhos jubilares dedicadas ao Iter Europaeum e as igrejas dedicadas às Mulheres Padroeiras da Europa e Doutoras da Igreja (Basílica de Santa Maria sobre Minerva, Santa Brígida em Campo de’ Fiori, Igreja Santa Maria da Vitória, Igreja de “Trinità dei Monti”, Basílica de Santa Cecília em Trastevere, Basílica de Santo Agostinho em Campo Marzio);

noutros lugares do mundo: as duas Basílicas Papais menores de Assis, de São Francisco e de Santa Maria dos Anjos; as Basílicas Pontifícias de Nossa Senhora de Loreto, de Nossa Senhora de Pompeia, de Santo António de Pádua; qualquer Basílica menor, igreja catedral, igreja concatedral, santuário mariano, assim como, para o benefício dos fiéis, qualquer insigne igreja colegiada ou santuário designado por cada Bispo diocesano ou eparquial, bem como santuários nacionais ou internacionais, “lugares sagrados de acolhimento e espaços privilegiados para gerar esperança” (Spes non confundit, 24), indicados pelas Conferências Episcopais.

Os fiéis verdadeiramente arrependidos que não puderem participar nas celebrações solenes, nas peregrinações e nas piedosas visitas por motivos graves (como, primeiramente, todas as monjas e monges de clausura, os idosos, os doentes, os reclusos, assim como quantos, nos hospitais ou noutros lugares de assistência, prestam um serviço continuado aos doentes), receberão a Indulgência jubilar nas mesmas condições se, unidos em espírito aos fiéis presentes, sobretudo nos momentos em que as palavras do Sumo Pontífice ou dos Bispos diocesanos forem transmitidas através dos meios de comunicação, recitarem nas suas casas ou nos lugares onde o impedimento os reter (por exemplo, na capela do mosteiro, do hospital, do centro de assistência, da prisão…) o Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima e outras orações em conformidade com as finalidades do Ano Santo, oferecendo os seus sofrimentos ou as dificuldades da sua vida;

III.- Nas obras de misericórdia e de penitência

Além disso, os fiéis poderão obter a Indulgência jubilar se, com ânimo devoto, participarem em Missões populares, em exercícios espirituais ou em encontros de formação sobre os textos do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica, que se realizem numa igreja ou noutro lugar adequado, segundo a intenção do Santo Padre.

Apesar da norma segundo a qual se pode obter uma só Indulgência plenária por dia (cf. Enchiridion Indulgentiarum, IV ed., norm. 18, § 1), os fiéis que terão praticado o ato de caridade a favor das almas do Purgatório, se se aproximarem legitimamente do sacramento da Comunhão uma segunda vez no mesmo dia, poderão obter duas vezes no mesmo dia a Indulgência plenária, aplicável apenas aos defuntos (entende-se no âmbito de uma celebração eucarística; cf. cân. 917 e Pontificia Commissione per l’interpretazione autentica del CIC, Responsa ad dubia, 1, 11 iul. 1984). Com esta dupla oblação, cumpre-se um louvável exercício de caridade sobrenatural, através daquele vínculo pelo qual estão unidos no Corpo místico de Cristo os fiéis que ainda peregrinam sobre a terra, juntamente com aqueles que já completaram o seu caminho, em virtude do facto de que “a Indulgência Jubilar, em virtude da oração, destina-se de modo particular a todos aqueles que nos precederam, para que obtenham plena misericórdia” (Spes non confundit, 22).

Mas, de modo particular, precisamente “no Ano Jubilar, seremos chamados a ser sinais palpáveis de esperança para muitos irmãos e irmãs que vivem em condições de dificuldade” (Spes non confundit, 10): a Indulgência está, portanto, ligada também às obras de misericórdia e de penitência, com as quais se testemunha a conversão empreendida. Os fiéis, seguindo o exemplo e o mandato de Cristo, sejam encorajados a praticar mais frequentemente obras de caridade ou misericórdia, principalmente ao serviço daqueles irmãos que se encontram oprimidos por diversas necessidades. Mais concretamente, redescubram “as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos” (Misericordiae vultus, 15) e redescubram também “as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos” (ibid.).

Do mesmo modo, os fiéis poderão obter a Indulgência jubilar se se deslocarem para visitar por um côngruo período de tempo os irmãos que se encontrem em necessidade ou dificuldade (doentes, presos, idosos em solidão, pessoas com alguma deficiência…), quase fazendo uma peregrinação em direção a Cristo presente neles (cf. Mt 25, 34-36) e cumprindo as habituais condições espirituais, sacramentais e de oração. Os fiéis poderão, sem dúvida, repetir estas visitas no decurso do Ano Santo, adquirindo em cada uma delas a Indulgência plenária, mesmo quotidianamente.

A Indulgência plenária jubilar também poderá ser obtida mediante iniciativas que implementem de forma concreta e generosa o espírito penitencial, que é como que a alma do Jubileu, redescobrindo em particular o valor penitencial das sextas-feiras: abstendo-se, em espírito de penitência, durante pelo menos um dia, de distrações fúteis (reais mas também virtuais, induzidas, por exemplo, pelos meios de comunicação social e pelas redes sociais) e de consumos supérfluos (por exemplo, jejuando ou praticando a abstinência segundo as normas gerais da Igreja e as especificações dos Bispos), assim como devolvendo uma soma proporcional em dinheiro aos pobres; apoiando obras de caráter religioso ou social, especialmente em favor da defesa e da proteção da vida em todas as suas fases e da própria qualidade de vida, das crianças abandonadas, dos jovens em dificuldade, dos idosos necessitados ou sós, dos migrantes de vários Países “que deixam a sua terra à procura duma vida melhor para si próprios e suas famílias” (Spes non confundit, 13); dedicando uma parte proporcional do próprio tempo livre a atividades de voluntariado, que sejam de interesse para a comunidade, ou a outras formas semelhantes de empenho pessoal.

Todos os Bispos diocesanos ou eparquiais e aqueles que pelo direito lhes são equiparados, no dia mais oportuno deste tempo jubilar, por ocasião da celebração principal na catedral e nas igrejas jubilares individuais, poderão conceder a Bênção Papal com a Indulgência Plenária anexa, que pode ser obtida por todos os fiéis que receberem tal Bênção nas condições habituais.

Para que o acesso ao sacramento da Penitência e à consecução do perdão divino através do poder das Chaves seja pastoralmente facilitado, os Ordinários locais são convidados a conceder aos cónegos e aos sacerdotes que, nas Catedrais e nas Igrejas designadas para o Ano Santo, puderem ouvir as confissões dos fiéis, as faculdades limitadamente ao foro interno, como se indica, para os fiéis das Igrejas Orientais, no cân. 728, § 2 do CCIO, e, no caso de uma eventual reserva, o cân. 727, excluídos, como é evidente, os casos considerados no cân. 728, § 1; para os fiéis da Igreja latina, as faculdades indicadas no cân. 508, § 1 do CDC.

A este propósito, esta Penitenciaria exorta todos os sacerdotes a oferecer com generosa disponibilidade e dedicação a mais ampla possibilidade dos fiéis usufruírem dos meios da salvação, adotando e publicando horários para as confissões, de acordo com os párocos ou os reitores das igrejas vizinhas, estando presentes no confessionário, programando celebrações penitenciais de forma fixa e frequente, oferecendo também a mais ampla disponibilidade de sacerdotes que, por terem atingido limite de idade, não tenham encargos pastorais definidos. Dependendo das possibilidades, recorde-se ainda, segundo o Motu Proprio Misericordia Dei, a oportunidade pastoral de ouvir as Confissões também durante a celebração da Santa Missa.

Para facilitar a tarefa dos confessores, a Penitenciaria Apostólica, por mandato do Santo Padre, dispõe que os sacerdotes que acompanhem ou se unam a peregrinações jubilares fora da própria Diocese possam valer-se das mesmas faculdades que lhes foram concedidas na sua própria Diocese pela autoridade legítima. Faculdades especiais serão depois concedidas por esta Penitenciaria Apostólica aos penitenciários das basílicas papais romanas, aos cónegos penitenciários ou aos penitenciários diocesanos instituídos em cada uma das circunscrições eclesiásticas.

Os confessores, depois de terem amorosamente instruído os fiéis acerca da gravidade dos pecados aos quais estiver anexada uma reserva ou uma censura, determinarão, com caridade pastoral, penitências sacramentais apropriadas, de modo a conduzi-los o mais possível a um arrependimento estável e, segundo a natureza dos casos, a convidá-los à reparação de eventuais escândalos e danos.

Enfim, a Penitenciaria convida fervorosamente os Bispos, enquanto detentores do tríplice múnus de ensinar, guiar e santificar, a ter o cuidado de explicar claramente as disposições e os princípios aqui propostos para a santificação dos fiéis, tendo em conta de modo particular as circunstâncias de lugar, cultura e tradições. Uma catequese adequada às características socioculturais de cada povo poderá propor de forma eficaz o Evangelho e a integridade da mensagem cristã, enraizando mais profundamente nos corações o desejo deste dom único, obtido em virtude da mediação da Igreja.

O presente Decreto tem validade para todo o Jubileu Ordinário de 2025, não obstante qualquer disposição contrária.

Dado em Roma, da sede da Penitenciaria Apostólica, 13 de maio de 2024, Memória da Beata Virgem Maria de Fátima.

 

Angelo Card. De Donatis

Penitenciário-Mor

 

S.E. Dom Krzysztof Nykiel

Regente

A situação das enchentes no Rio Grande do Sul e a situação ainda caótica das famílias em Mimoso do Sul no nosso Estado, nos

A situação das enchentes no Rio Grande do Sul e a situação ainda caótica das famílias em Mimoso do Sul no nosso Estado, nos chamam para a solidariedade.

Para quem perdeu tudo, qualquer ajuda é importante. Atentemo-nos para as necessidades básicas das famílias. Quem visita esses locais faz apelos comoventes sobre as carências: roupa de cama e banho, utensílios de cozinha, material de limpeza e higiene são os mais necessários. Ajude com o que você puder.

A CNBB Sul abriu uma conta para quem quiser ajudar o sul do país. Aqui no Estado podemos ajudar através da diocese de Cachoeiro de Itapemirim.

Para o Rio Grande do Sul, a CNBB abriu uma conta:

No Regional Sul para contribuir com as iniciativas de solidariedade do Regional Sul 3, faça sua doação por meio da chave pix do Regional, que é o número do CNPJ: 33685686001041 Na Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, os pontos de coleta são em todas as 49 paróquias localizadas nos municípios do Sul do capixaba. As doações também podem ser feitas via Pix na chave 07.562.421/0001-55 ou transferência bancária (Conta Corrente 3188 no Banco Sicoob em nome de Cáritas Diocesana).Assista o pedido do arcebispo de Porto Alegre e presidente da CNBB, dom Jaime Spengler.

O Papa Francisco, rezou pelas famílias atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. A oração foi feita ao término do Angelus no último

O Papa Francisco, rezou pelas famílias atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. A oração foi feita ao término do Angelus no último domingo. Escute a oração do Papa e veja como ajudar. Em Vitória a Leroy Merlin está recebendo doações. Também é possível contribuir realizando um pix para:  CNBB Regional Sul 3: 33685686001041 (CNPJ).

O Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua presidência, publicou uma nota sobre os temporais que

O Regional Sul 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua presidência, publicou uma nota sobre os temporais que atingiram 134 municípios no Estado do Rio Grande do Sul deixando, segundo a Defesa Civil, até a publicação desta matéria, 13 mortos.

A Nota chama a atenção que os temporais que atingem o Rio Grande do Sul têm causado grande provação para a população. “Constatam-se mortes, desabrigados, ilhados, pontes caídas, estradas bloqueadas, destruição de casas e de construções. Parte da população está sem energia elétrica e com o abastecimento de água comprometido. A crise climática tem causado grande instabilidade e insegurança em todo nosso Estado. O momento é mais crítico do que no ano passado. Muitos estão cansados por suportarem pela terceira vez a força das águas. Precisamos reconstruir muito e, sobretudo, a esperança”, diz um trecho do documento.

Fé e solidariedade

O documento destaca os sinais de fé e solidariedade: “o empenho das instituições governamentais, militares e civis dedicadas à defesa da vida, o envolvimento de nossas comunidades eclesiais abrindo suas portas para acolher os que perderam tudo”.

A nota informa também que as dioceses do Regional Sul 3, seguindo as orientações do Papa Francisco, fizeram das comunidades Hospitais de Campanha para socorrer imediatamente quem precisa. Há coletas de doações que estão sendo realizadas em todo Estado.

O Regional Sul 3 organizou uma campanha para socorrer os diversos municípios. Quem desejar contribuir pode fazer um Pix para a CNBB Regional Sul 3: 33685686001041 (CNPJ).

Em uma carta dirigida aos padres que participaram do Encontro Internacional “Os Párocos em prol do Sínodo”, o Papa Francisco aponta três caminhos a
Em uma carta dirigida aos padres que participaram do Encontro Internacional “Os Párocos em prol do Sínodo”, o Papa Francisco aponta três caminhos a serem seguidos: reconhecer as sementes do Espírito nos fiéis; recorrer ao discernimento comunitário; e a comunhão entre padres e bispos. A informação está publicada no site vaticannews.va

É uma carta de um pai que conhece as dificuldades de seus filhos, mas que os estimula a seguir adiante para o bem da Igreja e da missão para a qual foram chamados. Foi assim que o Papa Francisco se dirigiu aos cerca de 300 participantes, vindos do mundo inteiro, para o evento “Os Párocos em prol do Sínodo”, realizado em Roma de 29 de abril a 2 de maio. Um encontro organizado pela Secretaria Geral do Sínodo e pelo Dicastério para o Clero, em acordo com os Dicastérios para a Evangelização e para as Igrejas Orientais. Gratidão e estima do Papa por aqueles que cuidam de igrejas periféricas ou grandes como províncias, igrejas antigas com fiéis cada vez mais idosos ou igrejas que nascem sob uma grande árvore, onde o canto dos pássaros se mistura com canções infantis

Uma paróquia sinodal para uma Igreja sinodal

Francisco recorda a importância de uma Igreja sinodal que precisa de seus párocos. “Nunca nos tornaremos uma Igreja sinodal missionária”, diz a Carta, “se as comunidades paroquiais não fizerem da participação de todos os batizados na única missão de proclamar o Evangelho o traço característico de sua vida. Se as paróquias não forem sinodais e missionárias, a Igreja também não o será”. Paróquias, espera o Papa, com discípulos missionários que partem e voltam cheios de alegria; comunidades que devem ser acompanhadas com oração, discernimento e zelo apostólico. Fortalecidos pela graça, é necessário escutar o Espírito e prosseguir no anúncio da Palavra e reunir a comunidade na “fração do pão”.

Uma paternidade que não sufoca

Há três indicações que o Papa sugere aos párocos. Ele recomenda colher os frutos que o Espírito espalha no Povo de Deus. “Estou convencido”, escreve ele, “de que assim fareis surgir muitos tesouros escondidos e encontrar-vos-eis menos sós na grande missão de evangelizar, experimentando a alegria duma paternidade genuína que não sufoca nos outros, homens e mulheres, suas muitas potencialidades preciosas, antes fá-las sobressair”.

Discernimento comunitário

Francisco convida a praticar o método da “conversação no Espírito”, que tem ajudado muito no caminho sinodal. “O discernimento é um elemento-chave da ação pastoral duma Igreja sinodal”, porque implementado no âmbito pastoral ilumina “a concretude da vida eclesial”, reconhecendo os carismas, confiando “com sabedoria tarefas e ministérios”, planejando “à luz do Espírito os caminhos pastorais, indo além da simples programação de atividades”.

Fraternidade

A outra palavra-chave da Carta do Papa é fraternidade, compartilhar com os irmãos sacerdotes e bispos. “Não podemos ser autênticos pais, se não formos, antes de tudo, filhos e irmãos. E não seremos capazes de suscitar comunhão e a participação nas comunidades que nos foram confiadas se, primeiro, não as vivermos entre nós”. Um compromisso que poderá parecer excessivo, reconhece o Papa, mas na realidade é verdade o contrário: “só assim somos credíveis e nossa ação não desperdiça o que os outros já construíram”.

Concluindo, Francisco exorta os párocos a se tornarem missionários da sinodalidade também em seu ministério diário, tendo em vista a Segunda Sessão da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que vai se realizar em outubro próximo. A voz dos sacerdotes, insiste o Papa, deve ser ouvida para que sua contribuição ao Sínodo seja cada vez mais decisiva: “Ouvir os pastores foi o objetivo desta Reunião Internacional, mas isso não pode terminar hoje: precisamos continuar a ouvir-nos”.

De 30 de agosto a 1 de setembro acontece em Aparecida, SP, a Romaria Nacional de Catequistas em 2024 . O evento é uma

De 30 de agosto a 1 de setembro acontece em Aparecida, SP, a Romaria Nacional de Catequistas em 2024 . O evento é uma iniciativa da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e será realizada no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida.

A Romaria será um momento formativo e celebrativo, com o objetivo principal de alinhamento da Catequese no Brasil à proposta de uma Catequese a serviço da IVC, Iniciação à Vida Cristã, com inspiração catecumenal.

“Sabemos dos desafios que temos enfrentado, dentre os quais a multiplicidade de propostas quanto aos métodos, aos conteúdos e aos responsáveis pela Catequese em nossas dioceses. Vivemos tempos de sinodalidade, em que nossas especificidades locais devem ser sempre valorizadas, mas não podemos arriscar permitir uma fragmentação que ameaça os processos de Iniciação à Vida Cristã e a transmissão da fé em nosso país”, afirma dom Leomar Antônio Brustolin.

Por isso, a Comissão convoca os catequistas de todo o Brasil a participarem da Romaria de Catequistas, um serviço histórico à Catequese no Brasil. “Temos já um número significativo de catequistas inscritos, mais de 1600, mas sabemos que, dadas as proporções do nosso país, podemos reunir ainda muitas outras pessoas”.

Inscrições

Os interessados podem realizar a inscrição na Romaria, por meio do link: https://app.ciaticket.com.br/e/ROMARIADECATEQUISTAS2024.

O terceiro, com o valor de R$ 450,00 por pessoa, vai até o dia 30 de junho. As inscrições são individuais e dão direito à participação no evento, mas não cobrem despesas com viagem, alimentação e hospedagem.

Dúvidas ou orientações de inscrição de caravanas, os assessores estão disponíveis: padre Wagner – (89) 981068863 e Mariana – (32) 999113886.

Programação

30/08 – sexta-feira

8h Animação
8h30 Abertura
9h Celebração de abertura – Dom Andherson Franklin Lustosa de Souza, bispo auxiliar de Vitória (ES) e membro da Comissão
9h30 Olhar a realidade e os sinais dos tempos – Dom Leomar Antônio Brustolin, arcebispo de Santa Maria e presidente da Comissão
10h30 Coffee break
11h Interação
11h15 ABC da IVC – Pe. Wagner Francisco de Sousa Carvalho, assessor da Comissão
12h Angelus
14h Adoração ao Santíssimo
14h30 Querigma – Mariana Aparecida Venâncio, assessora da Comissão
15h30 Coffee break
16h Interação
16h15 Catecumenato – Irmã Maria Aparecida Barboza, icm
17h Interação
17h20 Deslocamento para o Santuário
18h Missa (Santuário Nacional) – Presidência: dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e presidente da CNBB
20h Lanche e Momento cultural (Centro de Eventos)

31/08 – sábado

8h Animação
8h30 Leitura orante da Palavra
Mariana Aparecida Venâncio
9h15 Interação- Pe. Wagner Francisco de Sousa Carvalho
9h45 Purificação e iluminação- Pe. Jânison de Sá Santos, subsecretário adjunto de pastoral da
CNBB
10h30 Coffee break
11h Interação
11h15 Celebração penitencial
12h Angelus
14h Partilhas de experiências de IVC pelo Brasil
14h30 Mistagogia- Dom Andherson Franklin Lustosa de Souza
15h15 Interação
15h30 Coffee break
16h Partilhas de experiências de IVC pelo Brasil
18h Terço luminoso – Ir. Alan Patrick Zuccherato, C.Ss.R
20h Missa (Santuário Nacional)

01/09 – domingo

8h Animação
8h30 Oração inicial
8h40 Catequese, mídias digitais e inteligência artificial – Moisés Sbardelotto
9h40 Interação
10h Projetos comuns para a Igreja no Brasil em torno da IVC
10h40 Agradecimentos e palavras finais
11h Deslocamento para a Basílica
12h Missa de abertura do Mês da Bíblia 2024 (Santuário Nacional)

 

Promover o diálogo entre as gerações e valorizar a terceira idade nas esferas social e cultural: esse é o objetivo do evento “A carícia
Promover o diálogo entre as gerações e valorizar a terceira idade nas esferas social e cultural: esse é o objetivo do evento “A carícia e o sorriso” que, no próximo sábado, 27 de abril, na Sala Paulo VI, irá reunir 6 mil avós, idosos e netos com o Papa Francisco. O encontro, promovido pela Fundação Età Grande, que inspirada nos valores cristãos e evangélicos quer promover e garantir os direitos da pessoa idosa e os respectivos deveres da comunidade, foi apresentado na manhã de segunda-feira (22), na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Redescobrir o patrimônio da terceira idade

Com a iniciativa, queremos dar uma nova visão da terceira idade, disse dom Vincenzo Paglia, presidente da Pontifícia Academia para a Vida, que não é um descarte, um fardo, mas um recurso, e não está desconectada de todas as outras idades da vida. Queremos começar por aqui, porque o patrimônio da terceira idade pode ser redescoberto, dando a palavra aos avós e netos, entre os quais existe uma harmonia especial, uma cumplicidade e uma dimensão afetiva que não existe entre as outras gerações.

Os idosos devem entender que ainda podem dar muito, acrescentou o prelado, explicando que, na Itália, por exemplo, há 14 milhões deles, mas para eles não há pensamento político, econômico, religioso ou cultural. E se o Papa, com um ciclo de 19 catequeses, indicou como viver a terceira idade e criou a festa dos avós, enquanto o Estado italiano, com a lei 33 de 2023 sobre a reforma da não autossuficiência, se comprometeu a reorganizar a assistência aos idosos, a esperança é que também em outras nações a atenção às gerações mais velhas possa crescer.

“A dimensão da terceira idade torna-se decisiva para reiniciar, através do vínculo com os netos, o calor com as outras gerações”, observou dom Paglia: “avós e netos são as duas gerações extremas que não podem viver sem aquelas intermediárias. Trata-se de um magistério que os adultos e os jovens devem ouvir”.

As atividades da Fundação ‘Età Grande’

O encontro com o Papa Francisco também quer conscientizar as pessoas sobre as atividades da Fundação Età Grande, que coloca a pessoa, com suas necessidades e fragilidades, no centro da reflexão sobre os idosos e pretende sugerir políticas em favor dos idosos, nas áreas de trabalho, cultura e formação, saúde pública, proteção econômica, envelhecimento ativo e integração social. “Queremos tentar humanizar o mundo com afetividade, para que possamos nos curar do isolamento e da solidão”, disse Mario Marazziti, da Fundação Età Grande, acrescentando que, na Sala Paulo VI, dom Paglia e o ator italiano Lino Banfi vão refletir e dialogar sobre a relação entre avós e netos.

O evento será dividido em vários momentos: o cantor italiano Al Bano também irá participar, como o Coro da Diocese de Roma dirigido por Marco Frisina. Em seguida, o Papa deve chegar para ouvir o testemunho de três idosos e três netos.

O testemunho de Lino Banfi

Aos jornalistas presentes na Sala de Imprensa, Lino Banfi falou sobre a “regeneração Banfi”, sua presença na opinião pública como o avô da Itália e da Europa, que, também por meio de sua amizade com o Papa Francisco – “l’abuelo del mundo” (o avô do mundo) – está valorizando a terceira idade. O ator contou sobre suas conversas com os jovens de hoje e com pessoas de sua idade para incentivar o diálogo com as novas gerações e antecipou que, na Sala Paulo VI, vai exortar jovens e idosos a uma fazer uma roda mundial, além de ler alguns dos seus poemas, versos com pequenas reflexões.

Um deles ele quis apresentar aos repórteres para que pudesse ser divulgado: “o Santo Padre, creio que ele faz isso todas as manhãs, nos ajuda a rezar pela atormentada Ucrânia. E também por Israel e pela Palestina. E todos nós, hoje, junto com o Papa Francisco, que é o avô do mundo, dando nossas mãos, avós, netos, faremos uma roda. É claro que não é com esse gesto que qualquer guerra terminará, mas certamente algo de bom resultará disso”.

Fonte: notícia divulgada no site vaticannews.va