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Às vésperas do Dia Mundial da Paz 2026, celebrado em 1º de janeiro, o Papa Leão XIV convida a humanidade a redescobrir a paz

Às vésperas do Dia Mundial da Paz 2026, celebrado em 1º de janeiro, o Papa Leão XIV convida a humanidade a redescobrir a paz como dom de Deus e caminho de conversão pessoal e coletiva. Em sua mensagem, o Pontífice propõe uma reflexão profunda sobre a paz que brota do Cristo ressuscitado: uma paz desarmada, desarmante e capaz de transformar corações, relações e estruturas sociais.

Confira a matéria da Jornalista Mariangela Jaguraba – Vatican News

Foi divulgada, nesta quinta-feira (18/12), a mensagem do Papa Leão XIV para o 59° Dia Mundial da Paz que será celebrado em 1° de janeiro sobre o tema “A paz esteja com todos vós. Rumo a uma paz desarmada e desarmante”.

O Papa inicia sua mensagem com uma “antiga saudação, presente ainda hoje em muitas culturas”, mas que “ganhou novo vigor nos lábios de Jesus ressuscitado na noite de Páscoa”: «A paz esteja convosco!» Esta “sua Palavra que não só deseja, mas realiza uma mudança definitiva naqueles que a acolhem e, consequentemente, em toda a realidade”. “Por isso, os sucessores dos Apóstolos exprimem todos os dias e em todo o mundo a revolução mais silenciosa: “A paz esteja convosco!” Desde a noite da minha eleição como Bispo de Roma, quis inserir a minha saudação neste anúncio coral. E desejo reiterá-lo: esta é a paz do Cristo ressuscitado, uma paz desarmada e desarmante, humilde e perseverante. Ela provém de Deus, o Deus que nos ama a todos incondicionalmente”, escreve o Papa.

“Cristo, nossa paz. A sua presença, o seu dom e a sua vitória reverberam na perseverança de muitas testemunhas, por meio das quais a obra de Deus continua no mundo, tornando-se ainda mais perceptível e luminosa na escuridão dos tempos”, ressalta Leão XIV.

“A paz existe, deseja habitar-nos, tem o poder suave de iluminar e alargar a inteligência, resiste à violência e a vence. A paz tem o sopro da eternidade: enquanto ao mal se ordena “basta!”, à paz se suplica “para sempre”. O Ressuscitado introduziu-nos neste horizonte. É neste sentir que vivem os promotores da paz que, no drama daquilo que o Papa Francisco definiu como “terceira guerra mundial em pedaços”, ainda resistem à contaminação das trevas, como sentinelas na noite”, escreve ainda o Papa Leão na mensagem.

Segundo o Pontífice, “Santo Agostinho exortava os cristãos a estabelecerem uma amizade indissolúvel com a paz, para que, guardando-a no íntimo do próprio espírito, pudessem irradiar o calor luminoso ao seu redor. Dirigindo-se à sua comunidade, ele escreveu: «Se quereis atrair os outros para a paz, tende-a vós primeiro; sede vós, antes de tudo, firmes na paz. Para inflamar os outros, deveis ter dentro de vós a luz acesa»”.

“Antes de ser um objetivo, a paz é uma presença e um caminho. Mesmo que seja contestada dentro e fora de nós, como uma pequena chama ameaçada pela tempestade, guardemo-la sem esquecer os nomes e as histórias daqueles que a testemunharam. É um princípio que orienta e determina as nossas escolhas”, ressalta o Papa.

“O caminho de Jesus continua sendo motivo de perturbação e medo. E Ele repete com firmeza àqueles que gostariam de defendê-lo: «Mete a espada na bainha». A paz de Jesus ressuscitado é desarmada, porque desarmada foi a sua luta, dentro de precisas circunstâncias históricas, políticas e sociais. Os cristãos devem tornar-se, juntos, testemunhas proféticas desta novidade, conscientes das tragédias das quais muitas vezes foram cúmplices. A grande parábola do juízo universal convida todos os cristãos a, conscientemente, agir com misericórdia. E, ao fazê-lo, encontrarão ao seu lado irmãos e irmãs que, por caminhos diferentes, souberam ouvir a dor dos outros e se libertaram interiormente do engano da violência”, escreve Leão XIV em sua mensagem.

De acordo com o Pontífice, “se a paz não for uma realidade experimentada, guardada e cultivada, a agressividade espalha-se, tanto na vida doméstica, quanto na vida pública”. “A força dissuasiva do poder e, em particular, a dissuasão nuclear, encarnam a irracionalidade de uma relação entre os povos baseada não no direito, na justiça e na confiança, mas no medo e no domínio da força”, escreve o Papa, ressaltando que “em 2024, as despesas militares a nível mundial aumentaram 9,4% em relação ao ano anterior, confirmando a tendência ininterrupta dos últimos dez anos e atingindo o valor de 2,72 bilhões de dólares, ou seja, 2,5% do PIB mundial”.

Segundo Leão XIV, “os novos desafios devem ser enfrentados atualmente não só com um enorme esforço econômico para o rearmamento, mas também com um realinhamento das políticas educativas”.

O Papa recorda no texto que “sessenta anos atrás, o Concílio Vaticano II chegava à sua conclusão com a consciência da urgência de um diálogo entre a Igreja e o mundo contemporâneo. Ao reiterar o apelo dos Padres conciliares e considerando o diálogo como a via mais eficaz em todos os níveis, constatamos que os recentes avanços tecnológicos e a aplicação das inteligências artificiais no âmbito militar radicalizaram a tragédia dos conflitos armados. Está sendo delineado até mesmo um processo de desresponsabilização dos líderes políticos e militares devido ao crescente “delegar” às máquinas as decisões relativas à vida e à morte das pessoas. É uma espiral de destruição sem precedentes, que compromete o humanismo jurídico e filosófico do qual qualquer civilização depende e pelo qual é protegida. É preciso denunciar as enormes concentrações de interesses económicos e financeiros privados que estão a empurrar os Estados nessa direção; mas isso não é suficiente, se ao mesmo tempo não for promovido o despertar das consciências e do pensamento crítico. A Encíclica Fratelli tutti apresenta São Francisco de Assis como exemplo desse despertar”.

“A bondade é desarmante. Talvez por isso Deus se tenha feito criança. O mistério da Encarnação, que tem o seu ponto mais extremo de esvaziamento na descida aos infernos, começa no ventre de uma jovem mãe e manifesta-se na manjedoura de Belém. «Paz na terra», cantam os anjos, anunciando a presença de um Deus indefeso, pelo qual a humanidade só pode descobrir-se amada cuidando d’Ele. Nada tem a capacidade de mudar-nos mais do que um filho. E talvez seja justamente o pensamento nos nossos filhos, nas crianças e também naqueles que são frágeis como elas, que nos traspassa o coração”, escreve o Papa.

O Papa Leão ressalta que “São João XXIII foi o primeiro a introduzir a perspectiva de um desarmamento integral, alcançado somente através da renovação do coração e da inteligência”, descrito na Carta encíclica Pacem in terris.

Segundo Leão XIV, as religiões devem vigiar “sobre a crescente tentativa de transformar em armas até mesmo pensamentos e palavras. As grandes tradições espirituais, assim como o reto uso da razão, fazem-nos ir além dos laços de sangue e étnicos, ou daquelas fraternidades que reconhecem apenas quem é semelhante e rejeitam quem é diferente. Hoje, vemos como isso não é óbvio. Infelizmente, faz parte do panorama contemporâneo, cada vez mais, arrastar as palavras da fé para o embate político, abençoar o nacionalismo e justificar religiosamente a violência e a luta armada. Os fiéis devem refutar ativamente, antes de tudo com a sua vida, estas formas de blasfêmia que obscurecem o Santo Nome de Deus. Por isso, juntamente com a ação, é mais do que nunca necessário cultivar a oração, a espiritualidade, o diálogo ecumênico e inter-religioso como caminhos de paz e linguagens de encontro entre tradições e culturas. Em todo o mundo, é desejável que «cada comunidade se torne uma “casa de paz”, onde se aprende a neutralizar a hostilidade através do diálogo, onde se pratica a justiça e se conserva o perdão». Hoje, mais do que nunca, é preciso mostrar que a paz não é uma utopia, através de uma criatividade pastoral atenta e generativa”.

“Por outro lado, isso não deve desviar a atenção de todos da importância da dimensão política”, recorda o Papa Leão, lembrando um trecho da Pacem in terris que afirma que os que são chamados a assumir responsabilidades públicas, nos mais altos e qualificados cargos, devem investigar «a fundo qual a melhor maneira de se chegar à maior harmonia das comunidades políticas no plano mundial; harmonia, repetimos, que se baseia na confiança mútua, na sinceridade dos tratados e na fidelidade aos compromissos assumidos. Examinem de tal maneira todos os aspectos do problema para encontrarem no nó da questão, a partir do qual possam abrir caminho a um entendimento leal, duradouro e fecundo». “É o caminho desarmante da diplomacia, da mediação, do direito internacional, infelizmente contrariado por violações cada vez mais frequentes de acordos alcançados com grande esforço, num contexto que exigiria não a deslegitimação, mas sim o fortalecimento das instituições supranacionais”, sublinha.

“Hoje, a justiça e a dignidade humana estão, mais do que nunca, expostas aos desequilíbrios de poder entre os mais fortes”, escreve ainda Leão XIV, destacando a necessidade de “motivar e apoiar todas as iniciativas espirituais, culturais e políticas que mantenham viva a esperança, combatendo a difusão de «atitudes fatalistas a respeito da globalização, como se as dinâmicas em ato fossem produzidas por forças impessoais anônimas e por estruturas independentes da vontade humana». Se, efetivamente, «a melhor maneira de dominar e avançar sem entraves é semear o desânimo e despertar uma desconfiança constante, mesmo disfarçada por detrás da defesa de alguns valores», deve se contrapor a tal estratégia o desenvolvimento de sociedades civis conscientes, de formas de associativismo responsável, de experiências de participação não violenta, de práticas de justiça restaurativa em pequena e grande escala. Leão XIII já o salientava claramente na Encíclica Rerum novarum: «A experiência que o homem adquire todos os dias da exiguidade das suas forças, obriga-o e impele-o a agregar-se a uma cooperação estranha. É nas Sagradas Letras que se lê esta máxima: “Mais valem dois juntos que um só, pois tiram vantagem da sua associação. Se um cai, o outro sustenta-o. Desgraçado do homem só, pois; quando cair, não terá ninguém que o levante”. E esta outra: “O irmão que é ajudado por seu irmão, é como uma cidade forte”» “.

“Que isso seja um fruto do Jubileu da Esperança, que levou milhões de seres humanos a redescobrirem-se peregrinos e a iniciarem em si mesmos aquele desarmamento do coração, da mente e da vida, ao qual Deus não tardará em responder, cumprindo as suas promessas”, conclui o Papa Leão.

Foto de capa: @Vatican Media

Na Audiência Geral desta quarta-feira (17/12), Leão XIV recordou que “o verdadeiro tesouro” não se encontra “nos cofres da terra” nem nas falsas seguranças
Na Audiência Geral desta quarta-feira (17/12), Leão XIV recordou que “o verdadeiro tesouro” não se encontra “nos cofres da terra” nem nas falsas seguranças do mundo, mas no coração que, iluminado pela Páscoa de Cristo, encontra no amor de Deus o repouso, o sentido e a esperança para a vida.

“No coração se guarda o verdadeiro tesouro, não nos cofres da terra, não nos grandes investimentos financeiros, nunca tão enlouquecidos e injustamente concentrados como hoje, idolatrados ao preço sangrento de milhões de vidas humanas e da devastação da criação de Deus.”

Foi essa a forte exortação do Papa Leão XIV na catequese da Audiência Geral desta quarta-feira, 17 de dezembro. Dando continuidade ao ciclo de reflexões dedicado ao Jubileu da Esperança, o Santo Padre aprofundou o tema “A Páscoa como refúgio do coração inquieto” e propôs uma leitura pascal da experiência humana marcada pelo ativismo, pela dispersão interior e pela busca, muitas vezes frustrada, de sentido.

Não somos máquinas, temos um coração

Antes de se dirigir à Praça São Pedro, o Papa Leão encontrou-se com os doentes reunidos na Sala Paulo VI, onde quis saudá-los pessoalmente e oferecer-lhes sua bênção, permitindo-lhes acompanhar a Audiência em um ambiente mais protegido do frio. Próximo do Natal, o Santo Padre desejou que a alegria deste tempo acompanhasse cada um, suas famílias e entes queridos, exortando-os a permanecer sempre confiantes nas mãos do Senhor.

Logo no início da catequese, o Pontífice partiu de uma constatação: “A vida humana caracteriza-se por um movimento constante que nos impele a fazer, a agir”, e observou que muitas das atividades que preenchem os dias das pessoas estão ligadas a compromissos práticos, responsabilidades e problemas a resolver. Até o próprio Jesus, recordou, envolveu-se profundamente com a vida e com as pessoas, entregando-se sem reservas. Contudo, advertiu que o excesso de atividades pode transformar-se em um turbilhão que rouba a serenidade e impede de viver o essencial, fazendo-nos sentir cansados e insatisfeitos:

“O tempo parece ser desperdiçado em mil coisas práticas que, no entanto, não resolvem o sentido último da nossa existência. Por vezes, no final de dias repletos de atividades, sentimo-nos vazios. Por quê? Porque não somos máquinas, temos um ‘coração’; ou melhor, poderíamos dizer, somos um coração.”

Atenção às falsas seguranças

Interpretar a vida à luz da Páscoa, explicou Leão XIV, significa reencontrar o acesso à essência da pessoa humana: “O nosso coração vive inquieto enquanto não repousa em Deus”, citou, evocando Santo Agostinho. Segundo o Pontífice, a inquietação revela que o coração humano está em caminho, orientado para um “regresso a casa”, e completou:

“A verdadeira plenitude do coração não consiste em possuir os bens deste mundo, mas em alcançar aquilo que o pode preencher completamente: o amor de Deus, ou melhor, Deus Amor. Este tesouro, porém, só se encontra amando o próximo que encontramos pelo caminho: irmãos e irmãs de carne e osso, cuja presença desafia e questiona o nosso coração, convidando-o a abrir-se e a dar-se. O nosso próximo pede-nos para abrandar o ritmo, para olhá-lo nos olhos, por vezes para mudar de planos, talvez até para mudar de direção.” 

A esperança que não desilude

Na conclusão da catequese, o Papa recordou que ninguém pode viver sem um sentido que transcenda o contingente. O coração humano, disse, foi feito para a plenitude e não para a carência. Essa esperança tem um fundamento sólido: Jesus Cristo, que, com a sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição, lançou as bases de uma esperança que não decepciona.

“O coração inquieto não se desiludirá se se entregar ao dinamismo do amor para o qual foi criado”, afirmou o Santo Padre. A vitória da vida já é certa e em Cristo continuará a manifestar-se em cada “morte” da vida cotidiana. Esta é, concluiu o Santo Padre, a esperança cristã, dom pelo qual a Igreja é chamada a bendizer e agradecer sempre ao Senhor.

Fonte: publicado no site vaticannews.va
Com alegria e espírito de comunhão, as comunidades formativas receberam o anúncio do Arcebispo acerca das nomeações para o ano de 2026, referentes à

Com alegria e espírito de comunhão, as comunidades formativas receberam o anúncio do Arcebispo acerca das nomeações para o ano de 2026, referentes à Equipe Formativa do Seminário Nossa Senhora da Penha.

  • O Pe. Alessandro Rebonato foi nomeado Vice-Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha – Etapa do Discipulado e da Configuração. Atualmente, exerce a missão de Administrador Paroquial da Paróquia São Pedro Apóstolo, colocando-se com generosidade a serviço da formação presbiteral.
  • O Pe. Gudialace Silva de Oliveira foi nomeado Vice-Diretor da Etapa do Propedêutico, na Casa de Formação Bom Pastor. Atualmente, é Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida – Cobilândia, onde desenvolve seu ministério pastoral.

No anúncio oficial, Dom Angelo Ademir Mezarri, Arcebispo da Arquidiocese de Vitória, expressou a todos sua imensa gratidão pela disponibilidade e prontidão em acolher o chamado para esta nova missão.

O Seminário Nossa Senhora da Penha deseja que o Senhor os conduza com sabedoria, fortaleza e alegria nesta nova etapa. Recebam nossa fraterna acolhida, nossas orações e votos de uma frutuosa caminhada, certos de que caminham sustentados pela graça de Deus e pelo apoio de toda a comunidade eclesial.

 

Ao amado Povo de Deus de nossa Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo A todos saúdo na paz de Nosso Senhor Jesus Cristo! O

Ao amado Povo de Deus de nossa Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo

A todos saúdo na paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

O Documento Final do Sínodo 2021-2024 “Por uma Igreja Sinodal” (n. 72) assim se expressa: “Em uma Igreja Sinodal, os presbíteros são chamados a viver o seu serviço em uma atitude de proximidade com as pessoas, de acolhimento e de escuta de todos, abrindo-se a um estilo sinodal. Os presbíteros “formam com o seu Bispo um único presbitério” (LG, n. 28), e colaboram com ele no discernimento dos carismas e no acompanhamento e orientação da Igreja local, com uma atenção particular ao serviço da unidade. São chamados a viver a fraternidade presbiteral e a caminhar juntos no serviço pastoral”. Com este espírito e estilo sinodal e compromisso com a unidade e a comunhão, na participação responsável, em vista da missão, venho com alegria fazer algumas comunicações ao Povo de Deus de nossa Arquidiocese de Vitória.

Após o parecer do Conselho Presbiteral e o diálogo com os presbíteros interessados informo as transferências e nomeações para o ano de 2026. Expresso a todos minha imensa gratidão pela disponibilidade em acolher o chamado para uma nova missão e convido as Paróquias e Comunidades Eclesiais que expressem seu afeto aos que saem e acolham de coração aberto os novos Párocos, Administradores e Vigários Paroquiais que chegam. Nas transferências do clero se expressa uma das mais belas virtudes, fundamental valor evangélico, a obediência, que contribui para a própria santificação e o bem do povo de Deus. Assim, com alegria se realiza o serviço generoso e feliz do próprio ministério presbiteral, para onde e quando a Igreja chamar e enviar, como prometido no dia da ordenação sacerdotal.

Em relação às transferências e posses, recomendo vivamente o cumprimento daquilo que está prescrito no Capítulo XXX, artigo 113 do “Regimento de Administração Paroquial”.

As posses se darão, preferencial e possivelmente, a partir do final de janeiro até 15 de fevereiro de 2026. As datas serão concordadas entre os párocos/administradores que partem e os que chegam, e combinadas com o Arcebispo e o Bispo Auxiliar, que organizarão o calendário e as devidas celebrações eucarísticas.

ÁREA PASTORAL BENEVENTE

 

 

Pe. Anderson Teixeira

Pároco – Paróquia Bem-aventurado Padre Eustáquio – Olaria, Guarapari

 

 

 

 

Pe. Lucas Folador Muniz Pina

Pároco – Paróquia Sagrada Família – Praia do Morro, Guarapari

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Arthur F. Juliatti dos Santos

Pároco – Paróquia de Nossa Senhora da Conceição – Centro, Guarapari

 

 

 

 

 

 

Pe. Luiz Antônio Oggioni 

Pároco – Paróquia São Francisco Xavier – Iriri

 

 

 

 

 

Pe. Amarílio Luiz Corradi

Vigário Paroquial – Paróquia São Pedro – Muquiçaba, Guarapari

 

 

 

ÁREA PASTORAL CARIACICA VIANA

 

 

 

Pe. João Batista da Silva

Pároco – Paróquia São João Batista – Cariacica, Sede

 

 

 

 

 

Pe. Arthur Cristo da Silva

Administrador Paroquial – Paróquia Cristo Rei – Campo Verde, Cariacica

 

 

 

 

 

Pe. João Luiz Caçandre

Vigário Paroquial – Paróquia São João Batista, Cariacica, Sede

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Marwin Amaral Martins

Vigário Paroquial – Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Viana Sede

 

 

 

 

ÁREA PASTORAL SERRANA

 

 

 

Pe. Lúcio Lameira Bravim

Pároco – Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Brejetuba

 

 

 

 

 

 

Pe. César Augusto Flegler Delarmelina

Pároco – Paróquia Nossa Senhora de Lourdes – Pontões, Afonso Cláudio

 

 

 

Padre Edmilson Boechat de Castro

 

 

Pe. Edmilson Boechat de Castro

Vigário Paroquial – Paróquia São Sebastião, Alto Guandú, Afonso Cláudio

 

 

 

ÁREA PASTORAL SERRA FUNDÃO

 

 

Pe. Roberto Francisco S. Natal

Pároco – Paróquia São Pedro – Jacaraípe, Serra

 

 

 

 

 

Pe. José Geraldo Costa Soares

Pároco – Paróquia Santa Luzia – Laranjeiras, Serra

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Alexandre de Souza

Pároco – Paróquia São José – Fundão

 

 

 

 

 

Pe. Pedro Camilo

Pároco – Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Serra

 

 

 

 

Pe. Bruce Willis Moura de Oliveira

Pároco – Paróquia São Paulo Apóstolo – Porto Canoa, Serra

 

 

 

 

 

Pe. Rodrigo Almeida Simões

Administrador Paroquial – Paróquia São Benedito – São Marcos I, Serra

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Jacob Mariano Pimentel Firme

Administrador Paroquial – Paróquia Sagrados Corações de Jesus e de Maria – Barcelona, Serra

 

 

 

 

ÁREA PASTORAL VILA VELHA

 

 

 

Pe. Paulo Régis Silvestre

Pároco – Paróquia Santa Mãe de Deus – IBES, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Jairo Antônio de Souza

Pároco – Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe – Praia de Itaparica, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Pedro Henrique Silva do Nascimento

Pároco – Paróquia Santa Rita de Cássia – Bairro Santa Rita, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

Pe. Vítor Valentim Placidino do Nascimento

Pároco – Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, Ponta da Fruta, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

Pe. José Paulino Francisco Neto

Administrador Paroquial – Paróquia Nossa Senhora da Glória – Vila Velha

 

 

 

 

 

 

Pe. Robson Lemos

Vigário Paroquial – Paróquia São Francisco de Assis – Itapuã, Vila Velha

 

 

 

ÁREA PASTORAL VITÓRIA

 

 

 

Pe. Antônio Peroni Filho 

Pároco – Paróquia da Ressurreição – Goiabeiras, Vitória

 

 

 

 

 

 

Pe. Diego Carvalho

Pároco – Paróquia São Camilo de Lélis – Mata da Praia, Vitória

 

 

 

 

 

 

Pe. Teodósio César de Aquino

Pároco – Paróquia São Pedro – Praia do Suá, Vitória

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Eduardo de Oliveira Rodrigues

Vigário Paroquial – Paróquia São Pedro – Praia do Suá, Vitória

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Robson Prati Neves de Oliveira 

Vigário Paroquial – Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Antônio Vitor Fávero

Vigário Paroquial – Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória

 

 

 

 

 

EQUIPE FORMATIVA DO SEMINÁRIO NOSSA SENHORA DA PENHA

Com alegria partilho as seguintes nomeações para o Seminário Nossa Senhora da Penha da Arquidiocese

Pe. Alessandro Rebonato

Vice-Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha – Etapa do Discipulado e da Configuração

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Gudialace Silva de Oliveira

Vice-Diretor na Etapa do Propedêutico.

 

 

 

 

 

 

SEMINARISTAS NA ETAPA DE SÍNTESE VOCACIONAL

Informamos também que os Seminaristas que concluíram a Etapa Formativa da Configuração (a teologia), farão o “Ano de Síntese Vocacional” nas seguintes Paróquias:

Seminarista Jardel Martins 

Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Alfredo Chaves

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Wellinton Cordeiro de Paula

Paróquia Nossa Senhora da Penha, Flexal, Cariacica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Lucas Saraiva

Paróquia Maria Mãe da Igreja, São Geraldo, Cariacica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Ewerton Venâncio

Paróquia São Pedro, Jacaraípe, Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Arthur Varanda

Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Cobilândia, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Thassio Cachoeiro

Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOVA PARÓQUIA DA ARQUIDIOCESE

Com imensa alegria, após alguns anos de preparação, informamos que será criada nova Paróquia na Arquidiocese:

 

Paróquia SAGRADO CORAÇÂO DE JESUS – Santos Dumont Vila Velha

Desmembrada da Paróquia Santa Mãe de Deus – IBES – Vila Velha

Data: 12 de junho de 2026, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

 

 

OUTRAS COMUNICAÇÕES

Desejo informar também sobre alguns Presbíteros do Clero de nossa Arquidiocese:

Pe. Hiller Stefanon Sezini completará os estudos do Doutorado em Direito Canônico, na Faculdade de Direito Canônico em São Paulo, e se dedicará ao serviço do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese;

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Dauri Battisti fará um ano sabático

 

 

 

 

 

Padre Daniel Calil Mascalubo fará um ano de experiência pastoral na Diocese de Campos, RJ;

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Paulo Mercedes de Amorim fará uma experiência pastoral por um ano na Diocese de Caratinga, MG;

 

 

 

 

 

Padre Altamiro Domingos da Silva continuará por mais um ano com um serviço missionário na Diocese de Araçuaí, MG.

 

 

 

 

Amados irmãos e irmãs, em meu nome, de nosso Bispo Auxiliar Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, e de nosso arcebispo Emérito Dom Dario Campos, OFM, vimos desejar a todos um Santo e Feliz Natal, vivido na família e na comunidade eclesial, com toda alegria e esperança. E um Ano Novo, 2026, de muita paz e fraternidade. Como peregrinos e peregrinas de esperança que somos, gostaria de recordar, às portas do Natal, o que nos diz a Bula do Papa Francisco “Spes non confundit”: que este tempo “possa ser, para todos, um momento de encontro vivo e pessoal com o Senhor Jesus, “porta” de salvação (cf. Jo 10,7.9); com Ele, que a Igreja tem por missão anunciar sempre, em toda parte e a todos, como sendo a “nossa esperança” (1 Tm 1,1).

Invoquemos sempre com confiança a proteção da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Vitória, a querida Padroeira de nossa Arquidiocese.

Por Cristo, com Cristo e em Cristo, vos saúdo a todos fraternalmente,

Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ

Arcebispo Metropolitano de Vitória do Espírito Santo

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, recebeu o Título de Cidadão Espírito-santense. O Título foi concedido pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, recebeu o Título de Cidadão Espírito-santense. O Título foi concedido pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Santos, que na mesma Sessão concedeu o Título a outros convidados. Na mesma ocasião foram concedidas graus da Comenda Domingos Martins a outros convidados. A Sessão seguiu o rito determinado pelo regimento. Para agradecer as Comendas e os Títulos e falar em nome de todos os homenageados, foram escolhidos respectivamente a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Janete Vargas Simões e dom Ângelo.

Nas falas do Presidente e da Desembargadora foi destacado que não era a concessão de um Título ou Comenda é uma forma incentivar o trabalho pela desenvolvimento do Estado. A desembargadora falou sobre Domingos Martins e a disposição de seguir seus passos na defesa do Espírito Santo.

Dom Ângelo falou sobre o conhecimento que vem adquirindo do Estado: a cultura, a fé, percebidas nas comunidades que já visitou ao percorrer as 91 paróquias da Arquidiocese. Lembrou os projetos apoiados pela Asssembleia que tomou conhecimento em visita oficial, entre eles o Arranjo Produtivo da Agricultura Familiar, o Apoio Técnico aos Agricultores, a Proteção contra a violência e as iniciativas de Cuidados com a Natureza. Lembrou das raízes familiares que o unem à família Ronchi que mora no Espírito Santo e disse sentir-se agraciado por receber o título do Estado que já está no seu coração.

Dom Ângelo agradeceu em nome dos homenageados com o Título e disse: “o Título de Cidadão Espirito-santense é, para mim, não apenas um reconhecimento, mas um chamado ainda mais forte para servir com amor e dedicação ao povo capixaba”. Para terminar invocou a bênção de Deus para “esta Casa, seus representantes, todos os homenageados e a todos os presentes”.

A Paróquia São Francisco de Assis promoveu, na Praça de Jardim da Penha, a celebração do Natal do Povo de Rua, reunindo voluntários, agentes

A Paróquia São Francisco de Assis promoveu, na Praça de Jardim da Penha, a celebração do Natal do Povo de Rua, reunindo voluntários, agentes da Pastoral do Povo de Rua e pessoas em situação de rua para um momento de acolhida, oração e partilha.

Durante o encontro, o arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, agradeceu a presença de cada irmão e irmã em situação de vulnerabilidade e o serviço realizado pela pastoral que acompanha essa realidade. “Queremos agradecer a Deus pela presença de cada irmão que aqui está, que vive em situação de rua, de vulnerabilidade, também de dor e de sofrimento, mas nunca perde a esperança”, afirmou.

Dom Ângelo destacou que a missão da Igreja se concretiza na proximidade com os mais pobres. “Nossa presença como paróquia, como Igreja, seja na partilha, na distribuição dos alimentos, mas aqui expressar, nesta noite, sobretudo o acolhimento fraterno e humano, porque somos todos irmãos e irmãs”, ressaltou. O arcebispo lembrou ainda que Jesus nasce pobre entre os pobres e que a manjedoura é sinal da presença amorosa de Deus no meio do seu povo.

O pároco Pe. Celso Nogueira, da paróquia São Francisco de Assis, lembrou que Jesus permanece próximo de cada pessoa, especialmente daquelas que enfrentam situações de dor e exclusão, convidando a comunidade a viver o Natal como tempo de compaixão, cuidado e proximidade.

Como nos recordou o Papa Francisco, em 2023, em sua mensagem para o Dia Mundial dos Pobres: “Não importa a cor da pele, a condição social, a proveniência. Somos chamados a ir ao encontro de todo o pobre e de todo o tipo de pobreza, sacudindo de nós mesmos a indiferença e a naturalidade com que defendemos um bem-estar ilusório”.

À luz desse chamado, somos convidados a manter viva a cultura do encontro, transformando a fé em atitudes permanentes de solidariedade, cuidado e esperança ao longo de todo o ano de 2026.

 

Entre a série de audiências da manhã deste sábado (13/12), Leão XIV recebeu o arcebispo de Aparecida/SP, dom Orlando Brandes. Na oportunidade, ele entregou
Entre a série de audiências da manhã deste sábado (13/12), Leão XIV recebeu o arcebispo de Aparecida/SP, dom Orlando Brandes. Na oportunidade, ele entregou um convite oficial para que o Papa conheça o Santuário Nacional de Aparecida/SP. Em seguida, a delegação brasileira ainda formada por missionários redentoristas e representantes da TV Aparecida, que comemora 20 anos de fundação, visitou as dependências da Rádio Vaticano – Vatican News.

O Papa Leão XIV cumpriu uma manhã intensa de audiências neste sábado (13/12). Entre elas, o Pontífice recebeu o arcebispo de Aparecida/SP, dom Orlando Brandes, acompanhado dos missionários redentoristas Pe. Marlos Aurélio da Silva, superior provincial da Província Nossa Senhora Aparecida; Pe. Eduardo Catalfo, reitor do Santuário Nacional de Aparecida, e Ir. Alan Patrick Zuccherato, diretor de arte e pastoral da TV Aparecida, além da jornalista e apresentadora da TV Aparecida, Camila Morais, e de Silvonei José da Rádio Vaticano/Vatican News. A audiência privada foi em razão das comemorações dos 20 anos da TV de Nossa Senhora.

O arcebispo já tinha se encontrado com Leão XIV na quarta-feira (10/12), quando saudou o Pontífice ao final da Audiência Geral na Praça São Pedro. Neste sábado (13/12), a audiência privada foi a oportunidade para entregar ao Pontífice: uma imagem de Nossa Senhora Aparecida das mãos de Pe. Marlos; um pergaminho com um convite de dom Orlando para conhecer o Santuário Nacional; uma miniatura de televisão, símbolo de comemoração dos 20 anos da TV Aparecida, bem como um fotolivro da série “Desafios da Igreja”, a produção mais premiada do canal católico, que aborda a Doutrina Social da Igreja em seu eixo central; pelas mãos do Pe. Eduardo Catalfo foram entregues exemplares da Revista de Aparecida, parte essencial da missão de evangelizar pelos meios de comunicação da Família dos Devotos.

Ouça a entrevista com dom Orlando Brandes
A foto oficial do Papa com a delegação brasileira na manhã deste sábado (13/12)
A foto oficial do Papa com a delegação brasileira na manhã deste sábado (13/12)   (@VATICAN MEDIA)
Na manhã desta quinta-feira (11), o Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, presidiu a Santa Missa na capela Nossa Senhora das Neves

Na manhã desta quinta-feira (11), o Arcebispo Metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, presidiu a Santa Missa na capela Nossa Senhora das Neves na Mitra Arquidiocesana, reunindo os colaboradores para um momento de ação de graças pelo encerramento do ano de trabalho.

Logo no início da celebração, Dom Ângelo compartilhou que nesta data sua mãe celebra mais um ano de vida. O gesto, simples e afetuoso, marcou o ambiente com proximidade e espírito de família.

Durante a homilia, o arcebispo refletiu sobre a liturgia do dia, destacando a experiência de um Deus que conduz e acompanha seu povo: “Eu sou o Senhor teu Deus, eu te tomei pela mão, eu te conduzi, eu te acompanhei, eu te cuidei… A Igreja também nos toma pela mão, nos orienta, nos diz o caminho que devemos seguir.”

Ele ressaltou ainda a importância do serviço realizado pelos setores da Cúria Metropolitana, reconhecendo o empenho de cada colaborador: “A cúria é feita de homens e mulheres movidos não só pelo profissionalismo, mas pelos valores da fé. Cada pequeno ato, até o registro de uma nota, é também um modo de ‘tomar pela mão’ toda a arquidiocese que está sob nossa responsabilidade.”

Dom Ângelo recordou ainda o arcebispo emérito, Dom Dario Campos, que se recupera de procedimento médico e enviou seu abraço aos colaboradores. Falando sobre a missão da Igreja, reforçou o chamado à coragem e à unidade: “Nós somos essa Igreja de Jesus Cristo. Nada pode abalar sua missão. Cada ato que realizamos é para o bem do povo de Deus, para a construção do Reino.”

A celebração encerrou com um convite para que o novo ano seja vivido com esperança, corresponsabilidade e espírito sinodal:
“Que nossa arquidiocese continue forte, perseverante e sinal bonito do povo de Deus. Caminhemos juntos, nos ajudando uns aos outros.”