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Na Audiência Geral desta quarta-feira (18/12), o Papa Francisco deu início ao ciclo de catequeses que acompanhará o Ano Jubilar. “Jesus Cristo, nossa esperança:
Na Audiência Geral desta quarta-feira (18/12), o Papa Francisco deu início ao ciclo de catequeses que acompanhará o Ano Jubilar. “Jesus Cristo, nossa esperança: Ele é a meta de nossa peregrinação e o caminho a ser percorrido”, afirmou o Santo Padre.

O Papa Francisco introduziu, na manhã desta quarta-feira, 18 de dezembro, o novo ciclo de catequeses que terá como tema: “Jesus Cristo, nossa esperança”, e que se desenvolverá no decorrer do Ano Santo. Aos milhares de fiéis reunidos na Sala Paulo VI, o Pontífice destacou que a reflexão será dividida em partes, começando com a infância de Jesus, narrada pelos Evangelistas Mateus e Lucas. “Os Evangelhos da infância relatam a concepção virginal de Jesus, seu nascimento do ventre de Maria, e a paternidade legal de José, que insere o Filho de Deus na dinastia de Davi”, explicou Francisco.

“Jesus nos é apresentado como recém-nascido, criança e adolescente, submisso a seus pais e, ao mesmo tempo, consciente de estar totalmente dedicado ao Pai e ao seu Reino.”

A genealogia de Jesus

O Papa ressaltou a importância da genealogia apresentada no Evangelho de Mateus, que inaugura o Novo Testamento: “A genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão” (Mt 1,1). Trata-se de uma lista que demonstra “a verdade da história e da vida humana”, disse Francisco, sublinhando que ela revela uma narrativa rica em significado espiritual:

“A genealogia do Senhor é constituída a partir da história verdadeira, onde se encontram nomes no mínimo problemáticos e se sublinha o pecado do rei Davi… Tudo, porém, conclui-se e floresce em Maria e em Cristo”. 

O Santo Padre destacou três elementos presentes na genealogia: um nome, que contém uma identidade e missão únicas; a pertença a uma família e povo; e a adesão de fé ao Deus de Israel.

O papel das mulheres

Uma particularidade do Evangelho de Mateus é a inclusão de cinco mulheres na genealogia de Jesus: Tamar, Raab, Rute, Betsabéia e Maria. Francisco enfatizou que, enquanto as primeiras quatro são estrangeiras, o que sinaliza a universalidade da missão de Cristo, Maria inaugura algo completamente novo:

“Maria marca um novo início, porque em sua história já não é a criatura humana a protagonista da geração, mas o próprio Deus. ‘Jacó gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado o Cristo’ (Mt 1,16)” .

Jesus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem

“Jesus é filho de Davi, inserido por José nessa dinastia e destinado a ser o Messias de Israel, mas é também filho de Abraão e de mulheres estrangeiras, destinado a ser ‘Luz das nações‘ (cf. Lc 2,32)”.

Francisco se deteve também na dimensão profundamente humana de Jesus, que, apesar de sua missão divina, foi reconhecido em Nazaré como “filho de José” ou “filho do carpinteiro” (Jo 6,42; Mt 13,55). “O Filho de Deus entrou no mundo como todos os filhos dos homens, tanto que em Nazaré será chamado assim”, sublinhou o Pontífice.

Gratidão aos antepassados e à Igreja

Concluindo a catequese, o Papa convidou os fiéis a despertarem a memória grata pelos seus antepassados e pela Igreja, que nos transmite a vida eterna em Jesus Cristo: “Rendamos graças a Deus, que, por meio da mãe Igreja, nos gerou para a vida eterna, a vida de Jesus, nossa esperança”.

Publicação: vaticannews.va
A Abertura do Ano Jubilar será feita em Roma pelo Papa Francisco no dia 24 de dezembro, com o ritual da Abertura da Porta

A Abertura do Ano Jubilar será feita em Roma pelo Papa Francisco no dia 24 de dezembro, com o ritual da Abertura da Porta Santa da Basílica São Pedro em Roma.

Já as arquidioceses e dioceses farão suas Aberturas no dia 29 de dezembro. Na Arquidiocese de Vitória já estamos preparados para a data. Nos encontraremos na igreja São Gonçalo às 10h e seguiremos até à Catedral em peregrinação, carregando a cruz que ficará na Catedral e nos iluminará durante o ano todo, lembrando também a história de nossa Arquidiocese, por ser uma cruz antiga, conservada desde o tempo de dom João Batista da Mota e Albuquerque, primeiro arcebispo desta Arquidiocese. Todos estão convidados para este momento que abre o Jubileu da Esperança. Este será o nosso lema em 2025: Peregrinos de Esperança.

Neste ano vamos comemorar 2025 anos do nascimento de Jesus Cristo. De 1300 a 1475 o jubileu foi celebrado a cada 100 ou 50 anos. A partir de 1475 passou a ser a cada 25 anos, para que todas as gerações pudessem participar de um desses momentos. O primeiro Papa a celebrar o jubileu de 25 anos foi Sisto IV.

Nosso arcebispo, dom Dario Campos nos incentiva para o peregrinar deste ano: “O jubileu na Arquidiocese de Vitória é um momento especial para nos conscientizarmos que, como cristãos, somos peregrinos e portadores de esperança”. É importante mantermos presente em nossa vida que a proposta do jubileu é, essencialmente, ação de graças a Deus por ter se tornado humano e nos resgatado à condição de filhos e filhas em Jesus Cristo. Sigamos com esse propósito, incluindo em nossa vida espiritual o desejo de sermos peregrinos de esperança, pessoas que colocam sua confiança em Deus e o comunicam com Fé, Esperança e Caridade.

Durante 2025 teremos a oportunidade de participar de peregrinações individuais e comunitárias em locais escolhidos na Arquidiocese que poderão facilitar o acesso de todos. Nesses locais de peregrinação, cumpridos os ritos propostos (*Estar em estado de Graça. Ou seja, não estar em pecado grave. Decorre daí a necessidade de Confissão Auricular um pouco antes do rito; *Rezar pelas intenções e pela saúde de Sua Santidade, o Papa Francisco;* Participar da Santa Missa na intenção exclusiva de indulgência para si mesmo ou em sufrágio da alma do ente falecido; inclusive, comungando nesta mesma intenção), os peregrinos poderão receber a indulgência.

Os locais definidos são:

1. Área Pastoral Vitória

  1. Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Vitória – Centro.
  2. Basílica Santo Antônio – Santo Antônio.
  3. Matriz São Francisco de Assis – Jardim da Penha.

2. Área Pastoral Vila Velha

  1. Convento da Penha – Prainha.
  2. Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes – Ponta da Fruta.
    1. Matriz Santa Teresinha do Menino Jesus – Paul.

3. Área Pastoral Cariacica/Viana

  1. Matriz São João Batista – Cariacica-Sede.
  2. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Viana-Sede.
  3. Santuário Bom Pastor – Campo Grande.
  4. Igreja Nossa Senhora da Ajuda – Araçatiba -Viana

4. Área Pastoral Serra/Fundão

  1. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Serra-Sede.
  2. Matriz São Francisco de Assis – Laranjeiras.
  3. Santuário Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Bairro de Fátima.
  4. Igreja Três Reis Magos – Nova Almeida

5. Área Pastoral Benevente

  1. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Guarapari.
  2. Santuário Nacional de São José de Anchieta – Centro, Anchieta-ES.
  3. Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Alfredo Chaves-ES.
  4. Santuário Nacional de Anchieta – Anchieta

6. Área Pastoral Serrana

  1. Matriz São Sebastião – Centro, Afonso Cláudio.
  2. Matriz Santa Isabel – Santa Isabel, Domingos Martins.
  3. Matriz Sagrada Família – Santa Leopoldina.

A palavra “jubileu” tem origem relacionada historicamente ao termo hebraico yobel, que significa o chifre de carneiro utilizado para marcar o início de um ano especial convocado a cada 50 anos, conforme relatado no livro do Levítico (cf. Lv 25, 8-13). Esse ano era considerado “extra”, vivido após sete semanas de anos (sete vezes sete anos). No Antigo Testamento, o Jubileu tinha como proposta restabelecer uma relação justa com Deus, entre as pessoas e com a criação. Durante esse período, ocorria a remissão de dívidas, a devolução de terrenos arrendados e o repouso da terra.

Para a Igreja Católica, o Jubileu é um Ano Santo que oferece aos fiéis a oportunidade de viver um tempo especial de graça, perdão e renovação espiritual. Durante esse período, os cristãos são convidados a realizar peregrinações, buscar o sacramento da reconciliação e praticar obras de caridade.

Para mais informações sobre as atividades do Jubileu e programação oficial, os interessados podem procurar a secretaria das paróquias locais ou acompanhar os comunicados oficiais da Arquidiocese através das redes Socais ou pelo site.

Moradores de rua do entorno de Jr. da Penha, em Vitória, participaram de uma celebração e ceia de Natal, ontem, 17 de dezembro de

Moradores de rua do entorno de Jr. da Penha, em Vitória, participaram de uma celebração e ceia de Natal, ontem, 17 de dezembro de 2024, em uma das praças do bairro. Cerca de 70 moradores se reuniram em uma tenda, montada para a ocasião e animados pela pastoral do povo de rua, conversaram, cantaram, participaram da celebração, presidida pelo bispo auxiliar de Vitória, dom Andherson Franklin e jantaram. O pároco da região, pe. Celso também esteve presente.

Dom Andherson chegou antes do horário marcado e ficou conversando com os moradores, que contaram história e receberem bênção e um abraço do bispo auxiliar. Para falar sobre o Natal, dom Andherson usou uma imagem que envolveu e impactou os participantes. Disse que o Natal nos faz lembrar três palavras: luz, abraço e amor. Pediu que lembrassem a primeira e falou que o Natal é a luz de Deus que vem brilhar em nós. Depois chamou por nome alguns moradores com quem conversou antes do início da celebração e pegou uma vela acesa, pediu que os moradores fizessem uma roda abraçados com ele, segurou a vela no meio e perguntou como ficou a luz da vela. Explicou na sequência que quando a gente se abraça a luz fica mais forte e que o abraço faz o amor reinar. Repetindo as três palavras todos receberam um abraço e fizeram a ceia, servida pelos voluntários da pastoral.

A celebração e ceia de Natal com os moradores de rua já é uma tradição em Jr. da Penha, sempre às vésperas de Natal. Uma forma que a pastoral do povo de rua encontrou para aproximá-los mais e também trazê-los para um momento de acolhida e encontro, lembrando que o nascimento de Jesus é uma esperança para todos.

 

Na noite desta última segunda-feira (16/12), celebramos, em nosso seminário, a tradicional Missa da ceia, ocasião que marca o fim das atividades de nosso

Na noite desta última segunda-feira (16/12), celebramos, em nosso seminário, a tradicional Missa da ceia, ocasião que marca o fim das atividades de nosso seminário.

Presidiu a Santa Missa Dom Dario Campos – OFM, Arcebispo da Arquidiocese de Vitória, e concelebrou Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar, os reitores de nossa casa e demais padres que atuam na formação.

Na ocasião, também se fizeram presentes fiéis leigos colaboradores de nosso seminário, que auxiliam no andamento de nossa casa formativa. Ao final, ocorreu também a tradicional benção do presépio do menino Jesus.


#church
#seminário
#igrejacatólica

Na manhã deste último domingo (15/12), dia em que a Igreja celebrou o 3° domingo do advento, o domingo da alegria, o Seminário encerrou

Na manhã deste último domingo (15/12), dia em que a Igreja celebrou o 3° domingo do advento, o domingo da alegria, o Seminário encerrou sua semana missionária na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Alfredo Chaves – ES, em Santa Missa presidida pelo Pe Jorge Campos, reitor do seminário.

Ao longo da última semana, os seminaristas tiveram a oportunidade de visitar muitas casas, enfermos, realizar encontros com os fiéis das comunidades, crianças e jovens, e muitas outras atividades.

Rogamos ao Bom Deus para que cada semente plantada dê frutos de vida e santidade, para a maior glória de Deus e de sua Santa igreja.

Nossa gratidão à Paróquia Nossa Senhora da Conceição, e a cada um que acolheu nossos seminaristas, que Deus abençoe tamanha generosidade!


#arquivix
#missões
#igrejacatolica

O Papa Francisco recebeu em audiência hoje, 16 de dezembro de 2024 representantes de algumas instituições bancárias italianas e falou com eles sobre o
O Papa Francisco recebeu em audiência hoje, 16 de dezembro de 2024 representantes de algumas instituições bancárias italianas e falou com eles sobre o jubileu. Leia abaixo a matéria publicada no site vaticannews.va:
As instituições bancárias têm grandes responsabilidades de incentivar o pensamento inclusivo e apoiar uma economia de paz. O Jubileu que está se aproximando nos lembra da necessidade de perdoar as dívidas. Essa é a condição para gerar esperança e um futuro na vida de muitas pessoas, especialmente dos pobres: palavras de Francisco às delegações de algumas instituições bancárias italianas, recebidas em audiência pelo Santo Padre na manhã desta segunda-feira (16/12) no Vaticano.

Quando as finanças pisam nas pessoas, fomentam a desigualdade e se distanciam da vida dos territórios, elas traem seu propósito. Elas se tornam – diria – se tornam uma economia incivilizada: faltam-lhes a civilidade. Foram palavras fortes pronunciadas pelo Pontífice na audiência concedida na manhã desta segunda-feira (16/12), na Sala Clementina, no Vaticano, a algumas instituições bancárias italianas, um expressivo grupo de acerca de 400 pessoas.

Francisco ressaltou que o encontro dava a oportunidade de refletir sobre potencialidades e contradições da economia e das finanças, enfatizando que a Igreja sempre demonstrou uma atenção particular às experiências bancárias a nível popular, sempre buscando dar oportunidades a quem, do contrário, não as teria. O crédito bancário pôde apoiar muitas atividades econômicas, tanto no campo da agricultura quanto no da indústria e do comércio, observou o Pontífice.

Finanças sem rosto e distante da vida das pessoas

A lembrança desses eventos serve para ler as contradições de uma certa forma de operação bancária e financeira em nosso tempo.

“Infelizmente, no mundo globalizado, as finanças não têm mais um rosto e se distanciaram da vida das pessoas. Quando o único critério é o lucro, temos consequências negativas para a economia real. Há multinacionais que transferem suas operações para locais onde é mais fácil explorar a mão de obra, por exemplo, colocando famílias e comunidades em dificuldade e desfazendo habilidades, competências de trabalho inclusive, que foram desenvolvidas ao longo de décadas. E há um financiamento que corre o risco de usar critérios usurários, quando favorece aqueles que já estão garantidos e exclui aqueles que estão em dificuldades e precisariam de apoio com crédito.”

Finanças sólidas não se degeneram em atitudes usurárias

O risco que vemos, acrescentou Francisco, “o risco fundamental – digamos assim – é a distância dos territórios. Há uma finança que capta recursos em um local e os transfere para outras áreas com o único objetivo de aumentar seus próprios lucros. Assim, as pessoas se sentem abandonadas e instrumentalizadas”, frisou.

Toda vez que a economia e as finanças têm um impacto concreto sobre os territórios, a comunidade civil e religiosa e as famílias, isso é uma bênção para todos. As finanças são um pouco como o “sistema circulatório” da economia – destacou o Santo Padre: “se ficarem presas em determinados pontos e não circularem por todo o corpo social, ocorrerão infartos devastadores e isquemia para a própria economia. Finanças sólidas não se degeneram em atitudes usurárias, pura especulação e investimentos que prejudicam o meio ambiente e promovem guerras”.

Uma economia de paz

“Caros amigos, as instituições bancárias têm grandes responsabilidades de incentivar o pensamento inclusivo e apoiar uma economia de paz. O Jubileu que está se aproximando nos lembra da necessidade de perdoar as dívidas. Essa é a condição para gerar esperança e um futuro na vida de muitas pessoas, especialmente dos pobres. Eu os incentivo a semear confiança. Não se cansem de acompanhar e manter o nível de justiça social.”

O Pontífice concluiu desejando aos representantes dos Institutos bancários que sejam portadores de esperança para muitos que a eles recorrem buscando sair de tempos difíceis ou relançar seus negócios. Francisco abençoou os presentes e seus entes queridos, pedindo – como faz habitualmente – que não se esqueçam de orar por ele.

 

No próximo final de semana, 14 e 15 de dezembro de 2024, a Igreja Católica no Brasil realiza a Campanha para a Evangelização, uma

No próximo final de semana, 14 e 15 de dezembro de 2024, a Igreja Católica no Brasil realiza a Campanha para a Evangelização, uma Campanha anual que tem como objetivo mobilizar os católicos para a sustentação das atividades evangelizadoras da Igreja. Este ano o tema é: Jesus, nossa Esperança, habita entre nós. É nossa missão anunciá-lo.

A Arquidiocese de Vitória realiza a Campanha em todas as paróquias e comunidades. As contribuições dos fiéis servem de sustento para ações de evangelização em nossa Arquidiocese (45%); Regionais da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (20%) e projetos de evangelização da CNBB nacionais (35%).

Ao participar das celebrações e contribuir com sua oferta lembre-se que todos somos corresponsáveis por manter os projetos de evangelização e anúncio de Jesus Cristo. Seja generoso.

 

 

 

 

Ao final da Audiência Geral, hoje, 11 de dezembro de 2024, o Papa Francisco lembrou a derrubada do ditador sírio e desejou estabilidade e
Ao final da Audiência Geral, hoje, 11 de dezembro de 2024, o Papa Francisco lembrou a derrubada do ditador sírio e desejou estabilidade e unisdade para que o povo possa viver em paz e em segurança. Leia a publicação do site vaticannews.va:

Estabilidade, unidade, paz, segurança, amizade, respeito entre as diferentes religiões. Estes são os dons que o Papa invoca para a Síria, uma terra que sempre foi definida como “amada”, que vive um “momento delicado da sua história” após a queda do regime de Bashar al Assad pelos rebeldes de Hayat Tahrir al Sham que agora estão formando um governo de transição.

Estabilidade e unidade

No final da Audiência Geral desta quarta-feira, 11 de dezembro, na Sala Paulo VI, o Papa disse que está acompanhando esses acontecimentos no país, onde na última terça-feira (10/12) Muhammad al Bashir foi formalmente nomeado primeiro-ministro do governo de transição da Síria. No cargo até 1º de março, sua nomeação tinha sido anunciada na segunda-feira como resultado de um acordo entre as forças que derrubaram o regime de Assad. Bashir se reuniu com membros do antigo governo.

Francisco compartilha com o mundo a esperança de que se possa continuar no caminho da “estabilidade” e da “unidade”, sem mais violência e fraturas como as que assolaram este país por mais de uma década.

Espero que se chegue a uma solução política que, sem mais conflitos nem divisões, promova de forma responsável a estabilidade e a unidade do país

Respeito entre as religiões

O pensamento do Papa se voltou para o povo sírio, a quem ele confia à intercessão da Virgem Maria, para que, “possa viver em paz e segurança em sua amada terra”. Assim como o secretário de Estado Vaticano, cardeal Pietro Parolin, o Pontífice também lançou um apelo às minorias religiosas.

Que as diferentes religiões caminhem juntas na amizade e no respeito recíproco para o bem dessa nação afligida por tantos anos de guerra.

Uma saída para a Ucrânia

Como em toda Audiência Geral de quarta-feira, o Papa Francisco não deixou de fazer referência, em suas palavras, aos países devastados pela guerra. Citou a Ucrânia, ainda sob ataques russos. Entre os mais recentes, o ataque a um comboio da Aiea (Associação Internacional de Energia Atômica) e o da noite passada em Zaporizhzhia, que até agora deixou 6 mortos e 22 feridos.

Penso sempre na martirizada Ucrânia que está sofrendo muito com essa guerra, rezemos para que se encontre uma saída.

“Que retorne a paz”

A seguir, o Papa mencionou a Palestina, Israel, Mianmar e voltou a implorar a paz para esses territórios: ” Que retorne a paz, que haja paz”.

A guerra é sempre uma derrota, rezemos pela paz.