Notícias – Dep. Pastoral / Vicariato

No próximo dia 20 de junho de 2026, a Arquidiocese de Vitória promoverá o IV Encontro de Arquitetura e Arte Sacra, com o tema

No próximo dia 20 de junho de 2026, a Arquidiocese de Vitória promoverá o IV Encontro de Arquitetura e Arte Sacra, com o tema “À Luz do Arquiteto de Deus”. O evento acontecerá das 8h às 17h, no Centro de Treinamento Dom João Batista.

Promovido pela Comissão de Arte Sacra e Bens Culturais da Arquidiocese de Vitória, o encontro será um momento diálogo sobre a importância de que os espaços de celebração sejam planejados e organizados a partir de projetos arquitetônico-litúrgico-iconográficos e seus complementares, sempre em sintonia com o rito celebrado e com a legislação civil vigente.

Segundo Raquel Schneider, a proposta do encontro é dar continuidade ao processo formativo já iniciado pela Arquidiocese, fortalecendo um caminho sinodal e interdisciplinar. “Toda intervenção, seja de construção ou reforma, é também uma ação pastoral. Por isso, é necessário compreender que os espaços litúrgicos devem favorecer a participação, a beleza e o sentido do mistério celebrado”, destaca.

Inspirado pela Constituição Sacrosanctum Concilium, “todas as expressões artísticas colocadas a serviço da celebração” (SC, n. 41), reconhecendo a arte sacra como instrumento de evangelização e experiência de fé.

Você pode se inscrever para participar clicando aqui

Hoje, 18 de maio, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Uma data que tem

Hoje, 18 de maio, é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Uma data que tem história muito próxima de nós, capixabas.

Uma ferida que veio de Vitória

Araceli desapareceu no dia 18 de maio de 1973, uma sexta-feira, após sair do colégio, na Praia do Suá, em Vitória. Seis dias depois, seu corpo foi encontrado num terreno baldio, próximo ao centro da cidade. A menina foi espancada, drogada e morta. Os acusados eram filhos de famílias influentes de Vitória. Foram julgados, mas absolvidos. O crime permanece impune até hoje.

A morte de Araceli chocou o Brasil inteiro e acendeu uma luz que não se apagou mais. Em 2000, por meio da Lei Federal 9.970, o dia 18 de maio foi instituído como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Cinquenta e três anos depois, a memória dela continua sendo motivo de mobilização em todo o país.

Maio Laranja

O Maio Laranja é uma campanha nacional de conscientização e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, instituída por lei em 2022. Ocorre todo mês de maio com o objetivo de mobilizar a sociedade e o poder público para a prevenção e o combate a essas formas de violência. A cor laranja foi escolhida para simbolizar a fragilidade, a vulnerabilidade e a necessidade de cuidado e proteção das crianças. A gérbera, flor popular no Brasil, é o símbolo da campanha por representar exatamente essa fragilidade.

Os números assustam: entre 2021 e 2024, o Brasil registrou mais de 110 mil denúncias de abuso sexual contra crianças e adolescentes, com tendência de aumento a cada ano. E a maior parte dos casos acontece dentro de casa, praticada por pessoas conhecidas da criança. Por isso, o silêncio é o maior cúmplice dessa violência.

A Igreja ao lado dos mais vulneráveis

Proteger uma criança é um ato de fé e de amor ao próximo. O Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica se une a essa causa, porque a defesa da dignidade humana começa na proteção dos que não podem se defender sozinhos.

Se você souber ou suspeitar de um caso de abuso, ligue para o Disque 100. A ligação é gratuita e pode ser feita de forma anônima. Não fique em silêncio denunciar é também um ato de amor.

Que a memória de Araceli nos mova à ação. Que o laranja de maio ilumine nossas comunidades. E que a nossa Igreja seja, de verdade, casa de proteção para as crianças e adolescentes do nosso povo.

Num mundo onde a comunicação acontece por meios digitais que conectam telas, mas que tantas vezes isolam os corações, o feed da Pastoral da

Num mundo onde a comunicação acontece por meios digitais que conectam telas, mas que tantas vezes isolam os corações, o feed da Pastoral da Comunicação é chamado a entregar mais do que métricas: ele deve transmitir a própria presença viva de Deus. Nesse horizonte onde as redes sociais ditam comportamentos, a Inteligência Artificial redesenha constantemente as fronteiras da linguagem.

Foi com essa perspectiva que o Encontro Arquidiocesano da Pascom reuniu comunicadores, agentes pastorais e lideranças eclesiais para refletir sobre os desafios da evangelização na era digital. O evento contou com formações conduzidas pelo pesquisador Moisés Sbardelotto e pelo especialista Fabricio Stchel, que discutiram o uso consciente e estratégico das novas tecnologias na missão da Igreja.        

Em sua apresentação, Moisés Sbardelotto alertou contra os riscos de uma “confiança ingênua e acrítica” nas ferramentas de IA. O pesquisador explicou que a utilização sem discernimento anula a capacidade crítica e abre espaço para manipulações invisíveis. “Se eu não conheço determinado assunto, qualquer resposta da Inteligência Artificial pode parecer verdadeira”, explicou. Ele lembrou que os algoritmos não são neutros, pois carregam os interesses das empresas que os desenvolvem, o que alimenta bolhas digitais e intensifica a polarização social. Para Sbardelotto, o embate atual supera as barreiras técnicas: “O desafio não é apenas tecnológico, mas antropológico. Precisamos refletir sobre que tipo de humanidade estamos construindo com essas ferramentas”.

 Por outro lado, Fabricio Stchel apresentou a dimensão prática da IA aplicada à comunicação pastoral. O palestrante demonstrou ferramentas úteis para o cotidiano da Pascom, corrigiu erros frequentes de usabilidade e sugeriu plataformas para otimizar a produção de conteúdo e a organização do trabalho. “A Pascom não é equipe de marketing. É presença do Corpo de Cristo no ambiente digital”, destacou o formador, reforçando que a missão eclesial vai muito além de números, alcance e engajamento nas redes sociais.

O dia foi finalizado com a Santa Missa, presidida pelo padre Osmar de Oliveira Braido, pároco da Paróquia da Vila Rubim e diretor espiritual da Pascom de Vitória. Em sua homilia, inspirada na Solenidade da Ascensão do Senhor e no encerramento do evento, padre Osmar incentivou os comunicadores a buscarem maior profundidade e intimidade com a Palavra de Deus, indo além das postagens técnicas: “Como é que eu vou ser um anunciador da Palavra de Deus, pautado, firmemente, com o meu pé no chão, se eu não tenho leitura bíblica? Como que eu serei esse missionário, evangelizador?”. Ao recordar os 60 anos do Dia Mundial das Comunicações Sociais, o diretor espiritual convocou a Pascom a assumir o compromisso do batismo com uma espiritualidade viva. “Hoje, vocês estão convidados a mostrar uma fotografia que tenha espiritualidade. Não só uma foto, uma foto que vá além. Sempre se perguntem o que a foto de vocês está comunicando e se ela está anunciando o Evangelho”, provocou o sacerdote, motivando os agentes a transformarem as redes sociais e a própria vida em autênticos canais de comunhão.

Os agentes da Pascom retornam às suas paróquias com os corações inquieto e o olhar renovado. Muito além de programar posts ou alimentar algoritmos, a missão que levam na bagagem é a de humanizar as redes e aproximar as telas. Afinal, evangelizar nos meios digitais é fazer com que cada curtida se transforme em oração, cada compartilhamento vire testemunho e todo feed seja um espelho da presença viva de Deus.

O Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica, ao lado de diversas pastorais e entidades parceiras, assinou a Nota Pública do Conselho Estadual de

O Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica, ao lado de diversas pastorais e entidades parceiras, assinou a Nota Pública do Conselho Estadual de Direitos Humanos do Espírito Santo (CEDH/ES) em repúdio ao Decreto nº 6414-R/2026, editado pelo Governo do Estado no último dia 13 de maio.

O decreto revoga o Decreto nº 5.155-R/2022 e reestrutura a política estadual de prevenção e mediação de conflitos fundiários, que são disputas que envolvem o acesso à terra, à moradia e ao território, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Para o CEDH/ES e os mais de cem signatários da nota, a mudança representa um grave retrocesso: ao transferir a condução desses conflitos da área de Direitos Humanos para a lógica da Segurança Pública, o governo estadual passa a tratar como caso de polícia aquilo que a Constituição Federal reconhece como questão social.

Uma mudança de paradigma com consequências reais

Conflitos fundiários não são simples disputas jurídicas. Por trás de cada reintegração de posse ou despejo coletivo há famílias, histórias de exclusão, déficit habitacional acumulado por décadas e comunidades inteiras, muitas vezes quilombolas, indígenas, agricultores familiares ou trabalhadores urbanos sem alternativa de moradia, que dependem de mediação qualificada, diálogo e proteção institucional.

A antiga Comissão Permanente de Conciliação e Acompanhamento dos Conflitos Fundiários (CPCACF), extinta pelo decreto, funcionava como um espaço plural: reunia órgãos de assistência social, habitação, meio ambiente, direitos humanos, Defensoria Pública, Ministério Público e sociedade civil. O novo modelo reduz drasticamente essa participação, tornando a presença da Defensoria e do Ministério Público uma “mera possibilidade eventual, condicionada a convite”, e excluindo o próprio Conselho Estadual de Direitos Humanos da composição permanente.

O que diz a Constituição e o que diz o decreto

A Constituição Federal é clara: a propriedade deve cumprir sua função social (arts. 5º, XXIII, e 170, III). O direito à moradia digna é garantia fundamental (art. 6º). A dignidade da pessoa humana é fundamento da República (art. 1º, III). Tratados internacionais ratificados pelo Brasil, como o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais e a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, estabelecem que remoções e reintegrações de posse devem ocorrer apenas em caráter excepcional, com ampla mediação e proteção às populações vulneráveis.

O Supremo Tribunal Federal, especialmente no âmbito da ADPF 828, consolidou o entendimento de que conflitos fundiários coletivos exigem tratamento humanizado, interinstitucional e orientado à proteção da dignidade humana. O Conselho Nacional de Justiça, pela Resolução nº 510/2023, instituiu diretrizes nacionais que colocam a mediação e a participação ampliada no centro do tratamento desses conflitos.

O decreto estadual caminha na direção contrária a tudo isso.

CONFIRA AQUI A NOTA COMPLETA.

O coordenador da Comissão de Promoção da Dignidade Humana (CPDH), Gilmar Ferreira, participou de uma audiência pública no Tribunal de Justiça do Espírito Santo

O coordenador da Comissão de Promoção da Dignidade Humana (CPDH), Gilmar Ferreira, participou de uma audiência pública no Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES) para defender a ampliação da atuação da Defensoria Pública em todas as comarcas do Estado. A participação ocorreu em nome do Vicariato para Ação Social, Política e Ecumênica, após indicação oficial da Arquidiocese de Vitória.

A audiência pública integra uma Ação Civil Pública (ACP) movida pelo Ministério Público do ES, que busca garantir o cumprimento de medidas voltadas à ampliação da estrutura da Defensoria Pública, assegurando atendimento jurídico gratuito à população em situação de vulnerabilidade social.

Durante a sustentação oral realizada no plenário do TJES, Gilmar destacou a importância do fortalecimento da Defensoria Pública como instrumento essencial para assegurar o acesso universal à Justiça.

“Estamos falando de pessoas que vivem nas periferias, nas comunidades empobrecidas, nos presídios, nos territórios marcados pela ausência de direitos básicos. A Defensoria Pública é, muitas vezes, a única porta de acesso dessas pessoas ao sistema de Justiça”, afirmou.

Na fala, Gilmar também ressaltou que a ausência de defensores públicos em diversas regiões do Espírito Santo compromete diretamente o direito constitucional da população pobre à defesa e ao acompanhamento jurídico.

“A população que possui condições financeiras consegue contratar advogados. Já os mais pobres dependem integralmente da presença do Estado para garantir seus direitos. Por isso, defender o fortalecimento da Defensoria é defender dignidade humana e cidadania”, destacou.

A sustentação oral apresentada pela CPDH abordou ainda temas ligados aos direitos humanos, ao sistema prisional e socioeducativo, às populações periféricas e ao enfrentamento das violações de direitos no Espírito Santo. O coordenador relembrou a atuação histórica da sociedade civil e da Pastoral Carcerária na denúncia das condições do sistema prisional e socioeducativo capixaba.

A audiência foi conduzida pelo desembargador Sérgio Ricardo e faz parte do processo que será analisado por uma Câmara do Tribunal de Justiça. As manifestações apresentadas durante a sessão passam a integrar oficialmente os autos da ação e poderão contribuir para a decisão judicial.

Em uma jornada de reflexões, questionamentos, avaliações  sugestões, a Arquidiocese de Vitória retoma a organização da pastoral da Ecologia Integral, a partir de iniciativas

Em uma jornada de reflexões, questionamentos, avaliações  sugestões, a Arquidiocese de Vitória retoma a organização da pastoral da Ecologia Integral, a partir de iniciativas existentes. Para finalizar um gesto de cuidado com a natureza.

O encontro aconteceu na Casa Verde, espaço do Convento da Penha com cerca de 50 pessoas, representando entidades e iniciativas relacionadas aos cuidados com a vida e o ambiente. Divididos em quatro grupos, os participantes dividiram as respostas em duas categorias: constatações e sugestões.

Constatações:

Falta formação na grade formativa do Seminário não existem disciplinas sobre ecologia – Não há conhecimento das atividades que já existem – Falta obediência às orientações da Igreja – Existe contra testemunho nas comunidades – Falta apoio das lideranças – Faltam definições claras dos objetivos que regem esta pastoral – A ecologia deve permear todas as pastorais e grupos de serviço – Estamos começando a lidar com a escassez e não estamos acostumados – Há muito negacionismos.

Sugestões:

Mapear as iniciativas que existem e organizar o que for necessário – Criar uma equipe arquidiocesana – Promover encontros formativos – Incluir matérias sobre ecologia na formação dos seminaristas –   Propor a ecologia integral como tema transversal – criar uma política institucional que faça a pastoral acontecer.

Após as apresentações dos grupos, dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, dirigiu-se ao grupo e disse que pelo que ouviu “o dia de hoje foi um passo que aponta para algo mais objetivo nos próximos anos”. Depois afirmou que a temática da ecologia integral “é uma questão de humanidade” e que precisamos ajudar essa consciência aos nossos ambientes e à sociedade. Dom Ângelo acrescentou que na recente Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, as Diretrizes aprovadas, “citam pela primeira vez a Ecologia Integral, como caminho da evangelização”. “Assumir a Ecologia Integral é abrir-se à ética e ao cuidado do ser humano e da Casa Comum”. O Arcebispo recordou outras nuances das Diretrizes relacionadas ao tema: emergência climática; considerar a vida toda interligada e que isso é um novo paradigma sobre meio ambiente- a Pastoral, a cultura, a ecologia e a sinodalidade para recuperar a harmonia da criação; o chamado a construir o NÓS eclesial; a prática da escuta e ações educativas para defender as florestas, os risos através de parcerias, inclusive com a agricultura familiar; cuidado para que as compras sejam feitas com fornecedores alinhados com o compromisso ambiental, sintetizando tudo como “CUIDAR DOS POVOS E DA VIDA’. Dom Ângelo encerrou sua participação lembrando que as Diretrizes sugerem a criação do ministério da ecologia.

Após a fala de dom Ângelo foram feitos os encaminhamentos para a criação de um grupo arquidiocesano e o encerramento foi a plantação de um jequitibá na mata do Convento.

No dia 01 de setembro, ás 18h na Catedral de Vitória será celebrada uma missa, presidida por dom Ângelo para juntos rezarmos pela criação.

 

Estão abertas as inscrições para o Curso de Formação para Educadores Sociais 2026, promovido pelo Vicariato para a Ação Social da Arquidiocese de Vitória,

Estão abertas as inscrições para o Curso de Formação para Educadores Sociais 2026, promovido pelo Vicariato para a Ação Social da Arquidiocese de Vitória, com certificação da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). A iniciativa busca fortalecer a atuação de educadores, lideranças comunitárias, agentes pastorais e pessoas comprometidas com a promoção da dignidade humana e da transformação social.

Neste ano, o curso contará com formato híbrido, unindo encontros presenciais e atividades online. A proposta traz novos professores e uma programação voltada para temas fundamentais da realidade social contemporânea, como Saúde Mental, Direitos Humanos, Comunicação Não Violenta, políticas públicas e práticas de cuidado coletivo.

Os encontros presenciais acontecerão na Casa Bom Pastor, no Centro de Vitória, sempre às sextas-feiras, das 13h às 16h. A aula inaugural será realizada no dia 29 de maio e terá como tema principal “Políticas Públicas”.

O curso integra as ações de formação sociopolítica e humana desenvolvidas pelo Vicariato para a Ação Social, Política e Ecumênica da Arquidiocese de Vitória, organismo criado para fortalecer o diálogo entre Igreja e sociedade e incentivar práticas de justiça social, cidadania e promoção dos direitos humanos.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 22 de maio, CLICANDO AQUI.

A Arquidiocese de Vitória, em parceria com o Regional Leste 3 da CNBB, realiza no próximo dia 9 de maio um encontro dedicado à

A Arquidiocese de Vitória, em parceria com o Regional Leste 3 da CNBB, realiza no próximo dia 9 de maio um encontro dedicado à Ecologia Integral e à Conversão Ecológica. A iniciativa convida lideranças, agentes pastorais e fiéis a refletirem sobre o cuidado com a “Casa Comum” e a buscarem caminhos concretos para viver esse compromisso no cotidiano.

O evento acontecerá das 8h às 17h, na Casa Verde, localizada na subida do Convento da Penha, em Vila Velha. A proposta é promover um espaço de escuta, formação e articulação, fortalecendo a missão da Igreja diante dos desafios ambientais e sociais da atualidade.

Durante o encontro, os participantes serão incentivados a unir forças e assumir, de forma prática, atitudes que contribuam para a preservação da criação, em sintonia com os apelos da Igreja por uma ecologia que integre fé, vida e responsabilidade social.

Na parte da tarde, o evento contará com a presença do arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Ademir Mezzari, que se unirá aos participantes nesse momento de reflexão e compromisso.

As inscrições devem ser realizadas pelo e-mail: [email protected]. As vagas são limitadas a 55 participantes, respeitando a capacidade do local, por isso a organização orienta que os interessados garantam sua participação com antecedência.