Notícias – Dep. Pastoral / Vicariato

A Escola de Fé e Política da Arquidiocese de Vitória promove, no dia 24 de março, às 19 horas, a exibição do documentário O

A Escola de Fé e Política da Arquidiocese de Vitória promove, no dia 24 de março, às 19 horas, a exibição do documentário O Evangelho da Revolução no Cine Metrópolis. A entrada é gratuita e aberta ao público.

Realizada em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), a atividade propõe refletir sobre a presença da fé cristã nas lutas sociais da América Latina. O filme apresenta o impacto da Teologia da Libertação na organização de movimentos populares, pastorais e comunidades comprometidas com a justiça social.

Após a sessão haverá um debate com lideranças religiosas e acadêmicas, entre elas os bispos Dom Luiz Fernando Lisboa e Dom Lauro Versiani Barbosa, além do padre Kelder Brandão, da religiosa Rita Cola e do professor da Ufes Maurício Abdalla.

Para Abdalla, a exibição busca conectar memória histórica e debate público. “A Teologia da Libertação ajudou a formar uma geração de cristãos comprometidos com a transformação social. O documentário mostra como fé e política podem dialogar a partir da defesa da dignidade humana”, afirma.

A data escolhida para o evento recorda o assassinato de Óscar Romero, morto em 24 de março de 1980 enquanto celebrava missa em El Salvador.

Segundo Abdalla, a memória de Romero permanece atual. “Dom Romero simboliza uma Igreja que não se cala diante da injustiça. Lembrar seu martírio é reafirmar o compromisso com os pobres e com os direitos humanos”, destaca.

A exibição começa às 19 horas e não é necessário realizar inscrição prévia.

Aconteceu durante todo o sábado (21) em todas as Áreas Pastorais da Arquidiocese de Vitória, uma formação para a fase de implantação do Sínodo

Aconteceu durante todo o sábado (21) em todas as Áreas Pastorais da Arquidiocese de Vitória, uma formação para a fase de implantação do Sínodo 2026 a 2028.

A fase de implementação do Sínodo 2026–2028 faz parte do caminho iniciado pelo Sínodo dos Bispos sobre a Sinodalidade, convocado pelo Papa Francisco.

Depois da fase de escuta (2021–2023) e da assembleia em Vaticano (2023–2024), a Igreja entra agora em uma etapa prática: colocar em ação o que foi discernido.

A fase se implantação é o período em que dioceses, paróquias e comunidades no mundo inteiro são chamadas a aplicar concretamente a sinodalidade, ou seja, viver uma Igreja mais participativa, missionária e aberta à escuta.

O cronograma do processo sinodal até 2028 é organizado em etapas de implementação e avaliação, com o objetivo de garantir que as comunidades possam caminhar juntas e colher os frutos das suas experiências.

Fotos: Alessandro Gomes, Pascom

Área Serrana

 

Área Pastoral Vila Velha

Área Pastoral Vitória

Área Pastoral Cariacica / Viana

Área Pastoral Serra / Fundão

 

O Papa Leão XIV nos convocou para uma jornada de oração pela paz. de maneira comunitária podemos rezar nas missas ou em outros momentos

O Papa Leão XIV nos convocou para uma jornada de oração pela paz. de maneira comunitária podemos rezar nas missas ou em outros momentos em que grupos se reúnam nas comunidades. O importante é formarmos uma corrente de oração pela paz e nos unirmos às intenções do Papa. A oração pode ser rezada individualmente. Os bispos do Brasil uniram-se ao Papa e reafirmaram o pedido em carta dirigida ao povo brasileiro: “Que os fiéis e suas comunidades coloquem em suas intenções as populações atingidas pela violência, para que o Senhor inspire os responsáveis pelas nações a escolherem os caminhos do entendimento, da reconciliação e do respeito à dignidade de todos os povos. Que em nossas comunidades se eleve um só clamor a Deus: que os corações sejam desarmados, que as armas se calem e que a paz floresça entre os povos”.

Confira a oração:

“Reza com o Papa – Março: Pelo desarmamento e pela paz”

Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

Senhor da Vida,
que moldastes cada ser humano à vossa imagem e semelhança,
acreditamos que nos criastes para a comunhão, não para a guerra,
para a fraternidade, não para a destruição.

Tu, que saudastes os teus discípulos dizendo: “A paz esteja convosco”,
concede-nos o dom da vossa paz
e a força para torná-la realidade na história.
Hoje elevamos a nossa súplica pela paz no mundo,
pedindo que as nações renunciem às armas
e escolham o caminho do diálogo e da diplomacia.

Desarmai os nossos corações do ódio, do rancor e da indiferença,
para que possamos ser instrumentos de reconciliação.
Ajudai-nos a compreender que a verdadeira segurança
não nasce do controle que alimenta o medo,
mas da confiança, da justiça e da solidariedade entre os povos.

Senhor, iluminai os líderes das nações,
para que tenham a coragem de abandonar projetos de morte,
parar a corrida ao armamento
e colocar no centro a vida dos mais vulneráveis.
Que nunca mais a ameaça nuclear condicione o futuro da humanidade.

Espírito Santo,
fazei de nós construtores fiéis e criativos de paz cotidiana:
em nosso coração, em nossas famílias,
em nossas comunidades e em nossas cidades.

Que cada palavra amável, cada gesto de reconciliação
e cada decisão de diálogo sejam sementes de um mundo novo.

Amém.

https://youtu.be/dSrOCQDFdFA

A Escola de Fé e Política da Arquidiocese de Vitória promove, no dia 24 de março, às 19 horas, a exibição do documentário O

A Escola de Fé e Política da Arquidiocese de Vitória promove, no dia 24 de março, às 19 horas, a exibição do documentário O Evangelho da Revolução, no Cine Metrópolis, localizado na Universidade Federal do Espírito Santo. A entrada é gratuita e aberta ao público.

A atividade convida à reflexão sobre a presença da fé cristã nas lutas sociais da América Latina, apresentando o impacto da Teologia da Libertação na organização de movimentos populares, pastorais e comunidades comprometidas com a justiça social.

Após a exibição haverá um debate com lideranças religiosas e acadêmicas, entre elas os bispos Dom Luiz Fernando Lisboa e Dom Lauro Versiani Barbosa, além do padre Kelder Brandão, da religiosa Rita Cola e do professor Maurício Abdalla.

A data do evento recorda o martírio de Óscar Romero, assassinado em 24 de março de 1980 enquanto celebrava missa em El Salvador, símbolo de uma Igreja comprometida com os pobres e com a defesa da dignidade humana.

No caminho da cruz, caminhamos como Igreja. No próximo 21/03 (sábado), às 09h, os leigos e leigas da Arquidiocese de Vitória se reúne na

No caminho da cruz, caminhamos como Igreja. No próximo 21/03 (sábado), às 09h, os leigos e leigas da Arquidiocese de Vitória se reúne na Catedral de Vitória para viver um profundo momento de fé, unidade e contemplação.

Em comunhão com a Campanha da Fraternidade, a Arquidiocese de Vitória, por meio da Comissão Arquidiocesana para o Laicato, convida movimentos, pastorais e novas comunidades, com seus diversos carismas, a meditar juntos o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

Será uma Via-Sacra marcada pela oração, pelo silêncio e pela esperança. Reúna seu grupo e venha contemplar Aquele que armou Sua tenda entre nós e renovar sua fé no amor que salva.

A Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Vitória realizou durante todo o sábado (28), um dia de formação de novos agentes. A formação teve como

A Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Vitória realizou durante todo o sábado (28), um dia de formação de novos agentes.

A formação teve como objetivo preparar os voluntários para atuar nas unidades prisionais da Grande Vitória, oferecendo acompanhamento espiritual, escuta e apoio às famílias dos internos.

Inspirada no Evangelho e na Doutrina Social da Igreja, a Pastoral Carcerária busca ser presença de esperança em ambientes muitas vezes marcados pela dor, abandono e exclusão.

O encontro teve participação de Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória, e fez os novos agentes refletirem sobre a presença deles nas penitenciárias, pois, para a Pastoral Carcerária, cada agente leva o Cristo que foi preso, condenado, torturado, crucificado e morto.

Durante o encontro, foram abordados temas como direitos humanos, realidade do sistema prisional brasileiro, ética do agente pastoral e a espiritualidade própria do serviço junto aos encarcerados.

Também aconteceu um momento de reflexão sobre a missão confiada por Cristo: “Estive preso e foste me visitar”.

Ao final da formação, os novos agentes participaram de um momento de assinatura de documentos, envio e oração, renovando o compromisso de servir com humildade e coragem.

“Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade Nínive e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar”. ( Jn 3,2) Nesta quarta- feira,

Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade Nínive e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar”. ( Jn 3,2)

Nesta quarta- feira, 25 de fevereiro de 2026, os alunos da Escola Diaconal São Lourenço da Arquidiocese de Vitória, participaram da missa de abertura do ano letivo na Matriz da Paróquia Nossa Senhora das Graças, em Jucutuquara, presidida pelo Padre Márcio Ferreira de Souza, pároco e Diretor da Escola Diaconal.

Em sua homilia, Padre Márcio destacou a importância do seguimento a Jesus Cristo, como processo de iluminação e que o período Quaresmal é o tempo propício de fazermos a experiência com o Encontro com o Cristo. Ressaltou ainda que neste ano letivo de 2026, deixemo-nos moldar por Ele, para que a nossa vocação seja conforme o Coração de Jesus servo.

Gratidão a todos que participaram e que pela intercessão de São Lourenço, tornemo-nos discípulos missionários e servos.

Matéria: Escola Diaconal da Arquidiocese de Vitória

Foto: Escola Diaconal e Vitória

Logo no início da celebração de Abertura da Campanha da Fraternidade, na Arquidiocese de Vitória, hoje 22 de fevereiro de 2026, o acolhimento aos

Logo no início da celebração de Abertura da Campanha da Fraternidade, na Arquidiocese de Vitória, hoje 22 de fevereiro de 2026, o acolhimento aos participantes teve alguns destaques: Maria Clara da Silva, que se destacou na luta para que todos tenham moradia e os irmãos sem teto e moradores de ocupações. O tema da Campanha da Fraternidade, Fraternidade e Moradia e o lema, Ele veio morar entre nós (Jo 1,14),  orientou toda a celebração. Jesus nasceu em condições precários e viveu na simplicidade em Nazaré. Lembrar essas situações nos ajuda a entender a necessidade de olharmos e ajudarmos os mais desfavorecidos.

 

Os sem teto e moradores de ocupações participaram ativamente da celebração em diversos momentos, com faixas, materiais e instrumentos de construção. A água para a aspersão foi carregada na cabeça de uma mulher e duas crianças.

Após a bênção, lideranças saíram aspergindo o povo. O pedido de perdão foi pela indiferença diante da fragilidade dos mais fracos, mas também por sermos coniventes com a política de exclusão com relação aos moradores de rua e aos interesses de grupos que defendem a especulação imobiliária. Na entrada, Maria Clara em destaque e crianças da Vila Esperança. Mulheres e homens de outras ocupações uniram-se para pedir políticas públicas que garantam o direito a moradia. Maria Clara carregou a bandeira do MNLM, Movimento Nacional de Luta pela Moradia Espirito Santo.

O evento quis nos apontar o problema e incentivar nossa participação não apenas de ajuda, mas de defesa ao direito à moradia. Logo no início  dom Andherson Franklin, bispo auxiliar dirigiu-se aos presentes, justificando a ausência de dom Ângelo que passou por uma cirurgia de quadril e pediu que rezemos por sua recuperação. No início da Celebração da Palavra foi lida a mensagem do Papa ao povo brasileiro, por ocasião da Campanha da Fraternidade. Clique aqui para ler a mensagem.

Dom Andherson fez três pontuações durante a homilia:

1. Ele veio morar entre nós;

2. A todos que o receberam  deu-lhes poder de se tornarem filhos de Deus;

3. Jesus está na intimidade com o Pai.

Relacionando com o tema da Campanha da Fraternidade, Fraternidade e Moradia, dom Andherson falou que Deus fez morada na humanidade e que o amor de Deus não nasceu em palácios luxuosos. Lembrou que Deus assume totalmente a nossa humanidade, tudo que é plenamente humano e que ninguém fica excluído do abraço do Pai. “se acolhermos verdadeiramente a Jesus, tornamo-nos filhos e filhas de Deus, morada de Deus. É dever e urgência evangélica tratarmos das questões que afetam os empobrecidos, este ano, especificamente, os sem moradia. O amor deseja construir neste mundo, uma morada para todos. Não é possível que não nos indignemos, sabendo que irmãos nossos não tenham onde viver”.

Foi distribuído um manifesto com reivindicações: Nesse horizonte, defendemos a implementação de uma Política Nacional de Imóveis, voltada à habitação e ao urbanismo social, com participação ativa da sociedade civil, priorizando a destinação de imóveis ociosos, especialmente em áreas centrais e estratégicas, assegurando o cumprimento da função social da propriedade. A criação de bancos públicos de imóveis e o uso solidário dos bens públicos podem transformar espaços abandonados em lugares de vida, acolhimento e esperança.
Sabemos que não há justiça social sem compromisso orçamentário. Por isso, exortamos os entes federativos a destinarem parte significativa de suas receitas à política habitacional, de forma contínua, garantindo programas de produção de moradias, melhorias habitacionais e ações estruturantes de apoio às famílias mais pobres. Leia o manifesto na íntegra, clicando aqui.