Na manhã desta quarta-feira (3), aconteceu a celebração da Páscoa dos Militares. A celebração aconteceu na Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo (EAMES), localizada
Na manhã desta quarta-feira (3), aconteceu a celebração da Páscoa dos Militares. A celebração aconteceu na Escola de Aprendizes-Marinheiros do Espírito Santo (EAMES), localizada em Vila Velha. A celebração foi presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Vitória, Dom Andherson Franklin, que destacou, em sua homilia, a importância da esperança, da missão e do compromisso com a promoção da paz e da dignidade humana.
A “Páscoa dos Militares” surgiu da necessidade vivida após a Segunda Guerra Mundial. Ao retornarem para casa, muitos militares chegaram depois das celebrações pascais e, diante dessa realidade, a Igreja concedeu a eles a oportunidade de celebrar o sentido da vida nova em Cristo fora das datas previstas no calendário litúrgico. Essa tradição permaneceu ao longo dos anos.
A Catedral Metropolitana de Vitória acolheu, na manhã desta sexta-feira, a celebração de ordenação presbiteral do diácono Pedro Nunes Gouvea. A Santa Missa foi
A Catedral Metropolitana de Vitória acolheu, na manhã desta sexta-feira, a celebração de ordenação presbiteral do diácono Pedro Nunes Gouvea.
A Santa Missa foi presidida pelo Arcebispo de Vitória, Dom Ângelo A. Mezzari, RCJ, e reuniu familiares, amigos, sacerdotes, religiosos e fiéis de diversas comunidades da Arquidiocese. A celebração foi marcada por profunda emoção, oração e gratidão a Deus pelo dom da vocação sacerdotal.
Durante a homilia, Dom Ângelo destacou que todos somos escolhidos e amados por Deus, chamados a responder com amor ao Seu chamado, assim como Pedro respondeu generosamente à vocação recebida. O Arcebispo ressaltou ainda que é pelo amor que vivemos nossa fé e alimentamos nossa esperança.
A celebração prosseguiu com o rito da ordenação, marcado pela imposição das mãos e pela oração consecratória, selando a nova missão de Pedro como presbítero a serviço da Igreja e do povo de Deus.
Ao final da celebração, o neo-sacerdote manifestou sua gratidão a Deus, à Igreja, à família, aos formadores e a todos aqueles que fizeram parte de sua caminhada vocacional.
Em clima de alegria e esperança, a comunidade reunida rezou pelo ministério sacerdotal do Padre Pedro, desejando que sua missão seja fecunda, santa e inteiramente dedicada ao anúncio do Evangelho e ao serviço do povo de Deus.
Fotos: Seminário Nossa Senhora da Penha/PASCOM Paróquia São José – Guarapari/Maria Rosa Menegatti
A Arquidiocese de Vitória esteve presente no Encontro Nacional de Ecônomos promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, realizado entre os dias 19
A Arquidiocese de Vitória esteve presente no Encontro Nacional de Ecônomos promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, realizado entre os dias 19 e 21 de maio, na Casa Dom Luciano, em Brasília (DF). Representaram a Arquidiocese o padre Paulo Régis, ecônomo arquidiocesano, e Alessandra Bueno, da Contadora da Arquidiocese de Vitória.
Cerca de 220 participantes, entre ecônomos, bispos, padres, religiosos e leigos de diversas dioceses do país, estiveram reunidos em Brasília. A abertura das conferências foi conduzida pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giambattista Diquattro, que abordou o tema da gestão eclesial diante das mudanças culturais e da secularização. Durante sua exposição, o representante da Santa Sé destacou os desafios enfrentados pela Igreja no atual contexto social, especialmente no que se refere à sustentabilidade econômica, à transparência e à corresponsabilidade na administração dos recursos.
Dom Giambattista ressaltou que o crescimento das denominações evangélicas, a diminuição da participação sacramental e as mudanças no perfil dos fiéis impactam diretamente a vida econômica das dioceses. Segundo ele, este cenário exige uma gestão cada vez mais integrada, transparente e comprometida com a missão evangelizadora da Igreja.
“O governo dos recursos de uma diocese não é tarefa solitária nem responsabilidade exclusiva do ecônomo, mas uma ação colegial que exige corresponsabilidade entre bispo, ecônomo e conselhos econômicos”, afirmou o Núncio Apostólico.
Ao longo do encontro, os participantes também refletiram sobre temas como gestão orçamentária integrada ao controle financeiro, sustentabilidade financeira da Igreja em tempos de mudança, assessoria jurídica, modelos de gestão e relações sindicais.
Para Alessandra Bueno, Contadora da Arquidiocese de Vitória, o encontro representou um importante momento de aprendizado e fortalecimento da missão da Igreja. “Eu e padre Paulo Regis participamos desse seminário promovido pela CNBB e foi um momento de muito aprendizado e grande importância para a Igreja nas questões administrativas. Isso reforça nossa missão evangelizadora e também a união entre todas as dioceses e arquidioceses do Brasil”, destacou.
Ela ressaltou ainda que o encontro possibilitou um aprofundamento em temas fundamentais para a administração eclesial. “Foi um momento oportuno para aprendermos mais sobre a administração dos bens da Igreja. Foram abordados temas importantes como reforma tributária, compliance, auditoria, prestação de contas, orçamento e uma gestão responsável. Foi um grande encontro a serviço da evangelização”, afirmou.
Os padres do Regional Leste 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), composto pela Arquidiocese de Vitória e pelas dioceses de Cachoeiro
Os padres do Regional Leste 3 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), composto pela Arquidiocese de Vitória e pelas dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus, estão reunidos desde o dia 18 de maio na Casa de Retiro São Francisco Xavier, em Santa Isabel, distrito de Domingos Martins, para o Encontro Anual de Formação Permanente do Clero.
Ao todo, participam do encontro mais de 200 padres e seis bispos.
Neste ano, o encontro tem como tema: “Presbítero no contexto digital: ‘A quem iremos? Só tu tens palavras de vida eterna’”.
A programação diária tem início com a celebração da Santa Missa, seguida de momentos de formação, oração e convivência fraterna.
As reflexões do encontro estão sendo conduzidas por diversos assessores convidados.
No dia 19 de maio, participaram o Dr. Marcelo Martins Vieira, doutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); Mauro Lara Martins, mestre em Sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro; e João Gualberto, fundador do Instituto Futura.
Nos dias 20 e 21 de maio, a assessoria está sendo conduzida pelo Pe. José Rafael Solano Durán, presbítero da Arquidiocese de Londrina, mestre e doutor em Teologia Moral pela PUC, além de pós-doutor em Teologia Moral e Família pelo Pontifício Instituto Teológico João Paulo II, consultor da CNBB setor família.
A Formação Permanente dos Presbíteros será encerrada na quinta-feira, dia 21. Durante todo o encontro, os participantes vivenciam momentos de espiritualidade, celebrações litúrgicas, partilha e confraternização.
Fotos: Paulo Sérgio Vaillan / Maria Rosa Menegatti
A Arquidiocese de Vitória se prepara para celebrar a ordenação presbiteral do diácono Pedro Nunes Gouveia, que acontecerá no próximo dia 23 de maio.
A Arquidiocese de Vitória se prepara para celebrar a ordenação presbiteral do diácono Pedro Nunes Gouveia, que acontecerá no próximo dia 23 de maio.
Natural de Belo Horizonte (MG), Pedro nasceu em 2 de maio de 1996 e chegou ao Espírito Santo ainda criança, com apenas um ano de idade. Filho único, cresceu na comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, paróquia onde iniciou sua caminhada de fé e discernimento vocacional ao lado da mãe e da família.
O desejo pelo sacerdócio esteve presente desde a juventude. Em 2013, realizou sua primeira experiência no seminário. No ano seguinte, retornou para Minas Gerais, onde cursou Administração na Universidade Federal de Ouro Preto. Após concluir a graduação, voltou para Vitória em 2018 para participar dos encontros vocacionais da Arquidiocese e, em 2019, ingressou oficialmente no Seminário Nossa Senhora da Penha, iniciando o Propedêutico.
Durante sua formação sacerdotal, cursou Filosofia e Teologia, além de realizar experiências pastorais em diversas comunidades da Arquidiocese de Vitória. Entre elas, as paróquias Santa Mãe de Deus, em Ibes; Nossa Senhora da Penha, em Flexal; e Sagrada Família, em Jardim Camburi. Também viveu uma experiência missionária na Diocese de Conceição do Araguaia, no Pará, atuando durante cinco meses na Paróquia Nossa Senhora das Graças, na cidade de Redenção.
Ordenado diácono em 28 de dezembro de 2024, atualmente exerce seu ministério na Paróquia São José, em Guarapari. Agora, prepara-se para receber o segundo grau do sacramento da Ordem, assumindo de forma plena o ministério presbiteral.
Sobre este momento, o diácono Pedro destaca o significado espiritual da data escolhida para sua ordenação, celebrada na véspera de Pentecostes e no mês dedicado à Virgem Maria.
“O Espírito Santo e a Mãe de Deus têm grandes planos para que eu produza frutos. Humildemente me disponho a servir esta Igreja, em obediência ao bispo, em comunhão com os irmãos presbíteros e ajudando onde for designado”, afirmou o futuro presbítero.
Mesmo sendo mineiro de nascimento, Pedro expressa sua profunda identificação com o povo capixaba e com a história de fé do Espírito Santo.
“Esta terra me acolheu como um filho. Aqui a fé foi semeada também por meio da devoção mariana a Nossa Senhora da Penha, pela qual tenho grande carinho e devoção”, destacou.
A ordenação presbiteral do diácono Pedro Nunes Gouveia acontecerá na Catedral de Vitória as 9 horas da manhã.
Nesta terça-feira, 12 de maio, aconteceu a reunião do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Vitória, com a presença dos novos membros empossados para o
Nesta terça-feira, 12 de maio, aconteceu a reunião do Conselho Presbiteral da Arquidiocese de Vitória, com a presença dos novos membros empossados para o exercício de suas funções junto ao conselho.
O Conselho Presbiteral é um organismo consultivo formado por sacerdotes que tem a missão de auxiliar o arcebispo, Dom Ângelo Ademr Mezzari, R.C.J, no governo pastoral da Arquidiocese, colaborando na reflexão e nas decisões voltadas ao bem do povo de Deus.
Ao término do encontro, os membros realizaram o juramento de fidelidade e a profissão de fé, reafirmando o compromisso com a Igreja e com o serviço pastoral confiado a cada um.
Hoje (8) foi inaugurado o restauro do Fontispício do Convento São Francisco, local onde atualmente funciona a Cúria Metropolitana de Vitória. A revitalização preserva
Hoje (8) foi inaugurado o restauro do Fontispício do Convento São Francisco, local onde atualmente funciona a Cúria Metropolitana de Vitória.
Foto: Arquidiocese de Vitória
A revitalização preserva a história, a beleza e a identidade deste patrimônio que faz parte da memória religiosa, cultural e arquitetônica do povo capixaba. Construído a partir de 1591, o antigo convento franciscano permanece como testemunha viva da formação histórica e espiritual de Vitória e do Espírito Santo.
Durante a solenidade, a bibliotecária Giovanna Valfré recordou a importância histórica do espaço e destacou que preservar o antigo convento é também preservar a memória da cidade, da religiosidade do povo capixaba e da própria formação cultural do Espírito Santo.
“Por séculos o Convento viu a cidade crescer e se transformar. Mesmo diante de tantas mudanças, continua sendo presença imponente na paisagem da Cidade Alta e símbolo da memória, da fé e da identidade do povo capixaba”, destacou.
Giovanna também relembrou que o antigo Convento São Francisco foi o primeiro convento franciscano da antiga Província da Imaculada Conceição no Brasil e que, ao longo dos séculos, o espaço acolheu frades, crianças órfãs, instituições religiosas e importantes serviços da Arquidiocese de Vitória.
A prefeita de Vitória, Cris Samorini, ressaltou a importância do restauro como forma de reconectar a população com a história e a identidade do centro da cidade. “Para muitos parece uma simples pintura, mas quem trabalha com patrimônio histórico sabe o valor e o desafio que é um restauro. É um trabalho de resgate da nossa história, da cultura, dos valores religiosos e da conexão das pessoas com o centro da cidade”, afirmou.
Foto: Arquidiocese de Vitória
A relevância histórica do antigo convento, considerado um dos mais antigos conventos franciscanos do Brasil, também foi destacada pelo secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, que reforçou o compromisso do poder público com a preservação do patrimônio histórico. “Esse restauro é um investimento na memória e na identidade do Estado e da cidade de Vitória. É um presente para os moradores da capital e para todo o povo capixaba”, declarou.
O restauro vai além da recuperação física da fachada, sendo também um gesto de cuidado com a história, a fé e a memória coletiva. “Não é uma simples pintura. É desvelar um mistério de uma história tão bela que o tempo vai escondendo e que, periodicamente, precisamos mostrar de novo. Restaurar é resgatar a originalidade e manter viva a chama da nossa história de fé”, destacou Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória.
Dom Ângelo também agradeceu às instituições públicas e privadas que colaboram com a preservação dos espaços históricos e religiosos da Arquidiocese, reforçando a importância de manter viva a herança cultural, espiritual e arquitetônica construída ao longo dos séculos.
Ao final desta matéria, você poderá conferir algumas fotos da inauguração e o relato histórico apresentado por Giovana Valfré.
História do Convento São Francisco
Arquivo da Arquidiocese de Vitória
A origem do Convento São Francisco remonta a 1587, quando Vasco Fernandes Coutinho Filho, então governador da Capitania do Espírito Santo, convidou os frades franciscanos a se estabelecerem em Vitória. No mesmo ano, foi-lhes doado um terreno coberto por mata virgem, na parte alta da então Vila de Vitória, para a edificação do convento. Em novembro de 1591 foi lançada a pedra fundamental, marco oficial do início da construção daquele que se tornaria o primeiro convento da Província Franciscana da Imaculada Conceição no Brasil.
Por volta de 1596, o convento já estava concluído e em pleno funcionamento. Dali, os frades partiam, inclusive por via marítima, para atender espiritualmente a população local e auxiliar nas atividades da Capela de Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, fundada por Frei Pedro Palácios. O complexo conventual incluía igreja, claustro, capelas, jardim, cemitério, horta e pomar, além de um importante acervo de imagens sacras em madeira, tornando-se um centro religioso e cultural de grande relevância.
A atuação franciscana sempre foi marcada pela simplicidade evangélica e pelo compromisso com os mais pobres. Os frades dedicavam-se à catequese, às missões populares e à evangelização indígena por meio das chamadas missões volantes, deslocando-se até as comunidades em seus próprios territórios, em vez de impor aldeamentos fixos. Essa prática era considerada mais respeitosa às culturas locais e reforçava a proximidade entre missionários e povo.
O convento também manteve forte vínculo com a Irmandade de São Benedito, criada inicialmente para acolher pessoas negras escravizadas e depois aberta a todos. A utilização de espaços do convento pela irmandade revela seu caráter inclusivo e sua função social, tornando-o um ponto de encontro de diferentes grupos sociais.
Em 1774 foi construída a torre do convento, que posteriormente recebeu os sinos que permanecem até hoje. Em 1775, o espaço acolheu visitantes apostólicos, como Frei José do Amor Divino e Frei Salvador, que utilizaram o convento como base para missões em diversas localidades do Espírito Santo.
No século XIX, as restrições impostas pelo Império, especialmente a proibição da entrada de novos noviços, provocaram o esvaziamento de muitos conventos. Em Vitória, o Convento São Francisco chegou a um estado de semiabandono no final do século, correndo inclusive o risco de ser confiscado pelo poder público.
Arquivo da Arquidiocese de Vitória
A criação da Diocese do Espírito Santo, em 1895, marcou um ponto de virada. Seu primeiro bispo, Dom João Batista Corrêa Néri, buscou garantir a preservação e a continuidade do uso do edifício. Em 1899, com autorização do Papa Leão XIII, o Convento São Francisco foi oficialmente transferido à Diocese, passando a integrar a estrutura administrativa da Igreja local.
No século XX, o prédio ganhou nova função social com a criação do Orfanato Cristo Rei, em 1924, idealizado pelo Padre Leandro dell’Uomo e aprovado por Dom Benedito Paulo Alves de Souza. O orfanato acolheu crianças pobres, órfãs e abandonadas, muitas delas descendentes de indígenas e ex-escravizados, tornando o antigo convento um centro de promoção humana, educação e assistência social.
Para atender a essa nova missão, reformas profundas foram realizadas, modificando quase totalmente a estrutura original do edifício. Embora vistas como progresso na época, essas intervenções implicaram a perda de importantes elementos arquitetônicos coloniais, hoje reconhecidos como parte do patrimônio histórico irrecuperável do Espírito Santo.
Em 1925, Padre Leandro promoveu a reorganização do antigo cemitério do convento, reunindo os restos mortais em um ossuário comum no pátio central, onde foi erguido um monumento encimado pela imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. O local tornou-se símbolo de respeito à memória e de continuidade entre o passado franciscano e a nova função social do espaço.
Ao longo das décadas seguintes, o edifício continuou servindo à Igreja e à sociedade, abrigando seminários, a Rádio Capixaba, a Cáritas, a Secretaria de Pastoral, a Comissão Justiça e Paz e outros órgãos da Arquidiocese de Vitória. Hoje, como sede da Cúria Metropolitana, o antigo convento mantém-se como centro de articulação pastoral, administrativa e social da Igreja Católica no Espírito Santo.
Nesse contexto, o restauro do frontispício assume um valor simbólico ainda maior. A fachada representa a identidade histórica do edifício e guarda vestígios da arquitetura colonial que resistiram às transformações do século XX. Sua recuperação expressa o compromisso com a preservação da memória, com a valorização do patrimônio cultural e com a continuidade da missão da Igreja.
Aconteceu na tarde de hoje, a inauguração do restauro da Igreja Nossa Senhora da Ajuda, em Araçatiba, Viana. Após passar por processo completo de
Aconteceu na tarde de hoje, a inauguração do restauro da Igreja Nossa Senhora da Ajuda, em Araçatiba, Viana.
Após passar por processo completo de restauração e adaptação ao novo uso, a antiga Igreja Nossa Senhora da Ajuda, monumento do século XVIII, foi entregue à população capixaba.
A Igreja Nossa Senhora da Ajuda, passa a integrar o recém-criado Centro de Interpretação Fazenda de Araçatiba, iniciativa que reposiciona o espaço como um polo cultural e turístico.
Por causa da inauguração, a Mitra Arquidiocesana de Vitória e a Prefeitura de Viana assinaram um Termo de Anuência, em que, a Mitra doou os terrenos a quem construiu ao redor dos monumentos e a Prefeitura se comprometeu a regularizar sem custos para as famílias, em até 90 dias após o evento.
Integram o Centro de Interpretação Fazenda de Araçatiba a Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, a antiga residência dos Jesuítas que atualmente deu lugar à parte do museu, o pátio externo que abriga a continuação do museu, o café, a loja e uma área paisagística contemplativa e museu.
A obra foi realizada pelo Instituto Modus Vivendi por meio do edital Resgatando a História do BNDES com os patrocínios também da EDP e da Vale, através da Lei Rouanet.