Homilias

Ag 1, 15b. 2, 1-9        |          Sl 42           |         

Ag 1, 15b. 2, 1-9        |          Sl 42           |           Lc 9, 18-22

“Para responder quem é Jesus, supõe-se comunhão, compromisso com ele e que tenhamos construído dentro de nós, seu templo, sua morada. sua casa”, disse o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos no início da homilia de hoje.

O profeta Ageu convocou as autoridades e o povo a unirem forças na construção do templo do Senhor, e para isso, “é preciso pôr mãos à obra”, disse o Arcebispo e acrescentou “mas, para construir a morada de Deus dentro de nós é preciso perseverança. fé e confiança”.

A construção da morada de Deus nos faz responder à pergunta de Jesus: quem dizem que eu sou? quem dizeis que eu sou? Escute a homilia.

Ag 1, 1-8      |        Sl 148         |           Lc 9,7-9 A liturgia nos

Ag 1, 1-8      |        Sl 148         |           Lc 9,7-9

A liturgia nos convida a construir a morada de Deus e, “quando nos empenhamos em construir a morada de Deus, Ele faz morada em nós”, conforme disse dom Dario Cmapos, arcebispo de Vitória na homilia de hoje.

“Quando nos afastamos de Deus fica um vazio que tentamos preencher com alguma coisa, mas insatisfação não se resolve com coisas materiais”, disse o Arcebispo. Referindo-se ao Evangelho, dom Dario disse que “a morada de Deus é nosso abrigo e proteção”. Escute a homilia.

Esd 9, 5-9       |          Tb 13, 2.3.4a.4bcd.5.8          |             Lc

Esd 9, 5-9       |          Tb 13, 2.3.4a.4bcd.5.8          |             Lc 9, 1-6

A liturgia de hoje nos mostra que Deus quer nos resgatar de toda a forma de escravidão e sempre nos dá mais uma chance. “O povo reconhece ter errado, mas esse reconhecimento se dá mediante a misericórdia de Deus”, disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória na homilia de hoje. “Caímos várias vezes por causa de nossas infidelidades, mas Deus nos resgata e devolve \a vida”, acrescentou dom Dario. Depois referindo-se ao Evangelho, o Arcebispo falou que precisamos nos esvaziar de nós mesmos e que “nossa missão é fazer o bem, estar ao lado daqueles que estão sofrendo”. Para terminar o Arcebispo fez um pedido a Deus: “Deus nos torne mais humanos e sensíveis às necessidades e sofrimentos de nossos irmãos e irmãs”. Escute a homilia.

1ª Tm 6, 2c-12        |          Sl 48        |         Lc 8, 1-3

1ª Tm 6, 2c-12        |          Sl 48        |         Lc 8, 1-3

As leituras nos apresentam os critérios para uma boa evangelização a partir das recomendações de São Paulo a Timóteo e testemunho de Jesus.

São Paulo recomenda a Timóteo que não se desvie do caminho e tenha cuidado com as doutrinas estranhas, disse dom Dario Campos, arcebispo de Vitória na homilia de hoje. A partir dessa recomendação, dom Dario disse: “hoje precisamos ter muito cuidado com as doutrinas estranhas, pois a cada dia surgem novas seitas”.

No Evangelho Jesus valoriza o papel das mulheres e o Arcebispo disse: “as mulheres agem de forma afetiva e efetiva em todas as pastorais. O que seria da Igreja sem elas”. Para concluir, dom Dario incentivou a todas: “Saibamos valorizar o trabalho do irmão e da irmã em nossas comunidades”. Escute a homilia.

1ª Tm 4,12-16        |       Sl 110          |          Lc 7, 36-50 “Como

1ª Tm 4,12-16        |       Sl 110          |          Lc 7, 36-50

“Como é importante saber acolher”?

“Como é gostoso ser bem acolhido no lugar onde a gente chega”!

Essa frases foram expressas por dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, na homilia de hoje. Acolher é a palavra-chave para traduzir a proposta da liturgia deste dia.  Dom Dario disse que “o acolhimento é um procedimento fundamental para que a Palavra de Deus seja colocada em prática”, e deu como exemplo o jeito como São Paulo preparou o jovem Timóteo para a missão e a forma como a pecadora confiou no acolhimento de Jesus, narrações da primeira leitura e do Evangelho.

Para Timóteo, o instrutor São Paulo faz recomendações que facilitarão sua acolhida: 1. Procurar ser modelo da Palavra. 2. Ter boa conduta. 3. Dedicar-se aos estudos. 4. Dedicar-se e animar as comunidades.

No Evangelho Jesus aponta outra realidade ao apresentar a diferença entre o fariseu que o recebe em sua casa, mas não acolhe porque não se sente pecador e, a mulher, que acolhe e é acolhida porque se arrepende de seus pecados. A conclusão da reflexão do Arcebispo é de que “precisamos redimensionar a maneira de acolher as pessoas”. Escute a homilia.

 

Nm 21, 4b-9        |          Sl 77           |            Jo

Nm 21, 4b-9        |          Sl 77           |            Jo 3, 13-17

A Igreja celebra hoje a Exaltação da Santa Cruz e o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos falou sobreo significado para o cristão: ” A cruz é o maior símbolo cristão e revela a grandeza surpreendente de Deus. Grandeza que transforma sinais de morte em sinais de vida, que transforma a própria morte em vida plena. E nos mostra que todos nós somos convidados a participar desse processo transformador. No Evangelho Jesus compara a sua missão neste mundo a Moisés dizendo que assim como Moisés levantou a serpente no deserto vai ser necessário que o Filho do Homem seja levantado para que todos os que Nele crerem tenham a vida eterna. Ao celebrar a Exaltação da Sta. Cruz celebramos o amor de Deus por nós, a certeza de que todo o sofrimento tem um fim. Quando fazemos o sinal da cruz, é o sinal da presença de Cristo entre nós para que não esqueçamos a missão que Ele nos confiou: transformar as cruzes deste mundo em sinais de esperança e de vida”.

Dom Dario explicou também a origem da Festa de Hoje: A Santa Cruz foi descoberta por Helena de Constantinopla, mãe do imperador Constantino I em 326, quando ela fazia uma peregrinação em Jerusalém. No dia 14 de 335 após a construção da igreja no local onde a Cruz foi encontrada, a mesma foi exaltada e aí surgiu a Festa da Exaltação da Santa Cruz. Escute a homilia.

Cl 3, 12-17        Sl 149        Lc 6, 27-38 A liturgia de hoje nos convida a “ir além do

Cl 3, 12-17        Sl 149        Lc 6, 27-38

A liturgia de hoje nos convida a “ir além do convencional”, disse o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos, na homilia de hoje. “Desejar o bem a quem nos deseja o mal, rezar por aqueles que nos caluniam e dar o manto a quem pedir a túnica” são algumas das atitudes que caracterizam os seguidores de Jesus de Nazaré, conforme disse o Arcebispo e acrescentou: “não é revidando que vamos corrigir o mal, mas colocando um fim no ciclo da violência. Somente o amor corrige os males do mundo”.

O Arcebispo concluiu terminou pedindo: “que o seguimento de Jesus possa fazer de nossa caminhada neste mundo a diferença. Que as pessoas possam ver em nós que somos católicos, seguidores de Jesus de Nazaré, com uma proposta nova de ‘dar um basta’ à violência e sermos promotores da paz”. Escute a homilia

Cl 1,15-20      |          Sl 99             Lc 5, 33-39 A proposta da liturgia da

Cl 1,15-20      |          Sl 99             Lc 5, 33-39

A proposta da liturgia da Palavra de hoje é que pensamos qual importância damos a Jesus na vida pessoal e nos ambientes que frequentamos.

Partindo da carta de São Paulo aos Colossenses e do Evangelho de São Lucas, dom Dario Campos, arcebispo de Vitória, explicou que “as dificuldades da vida começam quando tiramos Jesus do centro de nossa vida”, exemplificando com a frase de São Paulo de que Jesus é a imagem de Deus invisível. Já no Evangelho, Jesus ao ser questionado porque seus discípulos não jejuavam, respondeu que “eles estavam em festa por conta de sua presença no meio deles e, por isso, não precisavam jejuar”. “Jejuar é a expectativa da ressurreição, o jejum é uma necessidade na ausência de Jesus”, disse o Arcebispo.

Para finalizar, dom Dario disse: vamos tirar de nossa vida toda a tristeza e rancor. Jesus seja o centro de nossa vida”. Escute a homilia.