Homilias

Na homilia de hoje, 17 de setembro de 2025, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória falou sobre a sabedoria: “A sabedoria nada mais

Na homilia de hoje, 17 de setembro de 2025, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória falou sobre a sabedoria: “A sabedoria nada mais é do que um grande dom de Deus para fazer-se conhecido, e Ele se fez plenamente conhecido por meio de seu Filho. Hoje, irmãos e irmãs, somos convidados a uma atitude diversa daqueles que de forma insensível fechavam-se ao Senhor, a fim de que sejamos capazes de chorar nossos pecados e reconhecer a bondade de Deus, de acolher a sua misericórdia e sermos transformados por ela, deixarmo-nos instruir pelo Senhor que como filhos e filhas nos acolhe em Cristo e deseja nos revelar a sua face amorosa, nos educar para vivermos bem segundo a dignidade do batismo e de sua presença e amor nos tornarmos testemunhas”. Escute a homilia.

ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA NOSSA SENHORA DA VITÓRIA HOMILIA Amados irmãos e irmãs,           Com alegria celebramos a Festa de nossa Padroeira, Nossa Senhora da

ARQUIDIOCESE DE VITÓRIA

NOSSA SENHORA DA VITÓRIA

HOMILIA

Amados irmãos e irmãs,

          Com alegria celebramos a Festa de nossa Padroeira, Nossa Senhora da Vitoria. Padroeira de nossa Arquidiocese, da Igreja Catedral, da cidade de Vitória. São 474 anos, um tempo para elevar ação de graças a Deus, por sua Mãe Maria, e, também continuar suplicando a intercessão da Mãe da Vitória, para vivemos na paz, justiça e concórdia. É o que desejamos e pedimos hoje.

          Nossa devoção a Nossa Senhora da Vitória se fundamenta na invocação de Maria, Mãe de Deus, como intercessora nas lutas e adversidades, o que nos dá força e coragem, na esperança de alcançar as promessas de Deus.  Neste sentido a devoção é um sinal de confiança, de entrega filial e amorosa à Mãe de Deus, para que continuemos firmes na fé, perseverantes no amor, e fiéis às raízes religiosas que nos constituíram como povo, seus valores mais caros, que não podemos jamais esquecer, mas sempre guardar, e praticar. Que esta história de mais de quatro séculos nos encha de alegria e esperança, e neste ano do Jubileu da Esperança, que nos recorda que Jesus Cristo é a nossa única esperança, pois Ele jamais decepciona.

A Liturgia de hoje, 8 de setembro, nos traz a Festa da Natividade da Bem-aventurada Virgem Maria. Esta celebração, introduzida na Igreja no século VII, segue a tradição oriental. A natividade da Virgem liga-se estreitamente à vinda do Messias, como promessa, preparação e fruto da salvação. É a aurora, o nascimento, que prepara e precede o Sol da justiça, que é Jesus Cristo. Maria preanuncia ao mundo toda a alegria do Salvador. O seu nascimento é de exultação e regozijo, pois o seu sim, como serva do Senhor, abriu as portas da salvação.

De fato, da Palavra de Deus nos diz que celebrar a Natividade de Maria, nos leva necessariamente à contemplação do Mistério de Cristo, lança um olhar sobre a “origem” humana e divina de Jesus Cristo.

Na origem humana, temos a genealogia de Jesus, que entre tantos aspectos, é salientada a inserção de Jesus na tradição israelita, a partir da referência aos patriarcas Abraão, Isaac e Jacó. Ao mesmo tempo vemos como Jesus está inserido na linhagem real judaica, quando se refere a Ele como da descendência de Davi, é Ele o “Filho de Davi”.

Na origem divina vemos como Maria, a Mãe de Jesus, concebeu pela ação do Espírito Santo. Assim, desde o início é apresentada a identidade de Jesus, o Messias, como Filho de Davi e Filho de Deus.

A Festa de hoje nos mostra, então, Maria como o primeiro esplendor que anuncia o fim da noite e, sobretudo, a proximidade do dia, a nova aurora, que é Cristo. O seu nascimento faz-nos compreender, a iniciativa amorosa, terna e compassiva do amor com que Deus. Ele se inclina sobre nós e nos chama para uma aliança maravilhosa com Ele, que nada e ninguém poderá romper.

Maria soube ser transparência da luz de Deus e refletiu os fulgores desta luz na sua casa, em sua família, que partilhou com José e Jesus, e, também, no seu povo, na sua nação e na casa comum de toda a humanidade que é a criação.

De fato, no Evangelho que ouvimos, e que traz a genealogia de Jesus, (cf. Mt 1, 1-23), não é uma mera lista de nomes. É, de fato, uma história viva, história de um povo com o qual Deus caminhou, e dele cuidou. Ao fazer-se um de nós, quis anunciar que, no seu sangue, corre a história de justos e pecadores, que a nossa salvação não é uma salvação sem corpo, sem carne, sem história, diríamos, de laboratório, mas concreta, uma salvação de vida que caminha, o Filho de Maria se fez Homem, assumiu nossa condição humana, e pela sua paixão e morte de cruz, por nós deu a vida, e nos salvou.

Esta longa lista, a origem humana e divina de Jesus, nos recorda que somos uma pequena parte de uma longa história. Ajuda-nos a não pretender protagonismos excessivos, ajuda-nos a fugir da tentação de espiritualismos evasivos, a não abstrair das coordenadas históricas concretas em que nos cabe viver. E, também integra, na nossa história de salvação, aquelas páginas mais obscuras ou tristes, os momentos de desolação e abandono comparáveis ao exílio. Em tudo devemos sempre ver e acolher o projeto de Deus sobre cada um de nós, nossa vocação e missão.

Maria, com o seu «sim» generoso, permitiu que Deus cuidasse desta história. E hoje pedimos a Nossa Senhora que cuide deste mundo ferido, por tantos modos, e que suplica pela paz, a fraternidade, a concórdia e justiça, Que a intercessão de Nossa Senhora da Vitória, o Senhor nos proteja contra todos os perigos, nos livre de todo mal, nos encha de esperança, para sempre amar a servir a Deus, no amor e serviço aos irmãos e irmãs.

+ Angelo Ademir Mezzari, RCJ

08 de setembro de 2025

Na homilia de hoje, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, deu continuidade à reflexão de ontem. “O autor da carta de São Paulo

Na homilia de hoje, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, deu continuidade à reflexão de ontem. “O autor da carta de São Paulo aos Colossenses faz uma afirmação contundente, que Jesus mesmo tinha já feito aos seus discípulos no Evangelho de João no capítulo 14,quem me vê é o Pai’, ou seja, ele é a imagem do Deus invisível. Por isso, nós não nos aproximamos de um Deus que nós não conhecemos, mas como seguidores, discípulos, missionários de Jesus Cristo, acolhidos na graça de Deus pelo batismo, pela morte e ressurreição do Senhor,  somos inseridos na comunhão com ele e o conhecemos por meio do próprio Jesus”. Escute a homilia.

Na homilia de hoje, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória falou sobre a vocação do apóstolo Pedro e a nossa vocação: “O texto

Na homilia de hoje, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória falou sobre a vocação do apóstolo Pedro e a nossa vocação: “O texto de hoje é fundamental para compreendermos que somos chamados a viver como discípulos e discípulas missionários do Senhor. Jesus ensina as multidões de dentro da barca de Pedro. A Pedro faz um convite muito especial e único que é repetido a todos nós, ‘avança para águas mais profundas’. Diante do diálogo com o Senhor e da experiência que faz, Pedro é convidado a assumir não só uma vocação, mas uma missão de ser pescador de homens”. Escute a homilia.

Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, falou sobre fé, amor e esperança na homilia de hoje: “a carta (aos Colossenses) ressalta o primeiro

Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, falou sobre fé, amor e esperança na homilia de hoje: “a carta (aos Colossenses) ressalta o primeiro passo no caminho do cristianismo e do discipulado, que é o dom da fé. Como já disse outras vezes, a fé como dom é uma abertura à acolhida do Evangelho, que é próprio Cristo. Nós a celebramos no batismo, mas nós a reconhecemos quando decidimos seguir Cristo”. Escute a homilia.

Na homilia de hoje, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, falou sobre Salvação e testemunho: “Somos filhos da luz e do dia, ou

Na homilia de hoje, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, falou sobre Salvação e testemunho: “Somos filhos da luz e do dia, ou seja, iluminados pela própria luz que é Cristo. O quarto evangelho de João diz que João Batista era uma lâmpada, pois a luz que nele brilhava era o próprio Cordeiro Pascal, o próprio Cristo que ele acolheu e nele professou a fé.   Por isso, também nós, marcados pela graça da salvação, somos luzeiros neste mundo, iluminados pela luz infinita e brilhante de Cristo, nosso Senhor. Há uma vocação que nós acolhemos e somos chamados a viver”. Escute a homilia.

A homilia de dom Ângelo, arcebispo de Vitória, foi sobre o papel de João Batista: “João preparou o nascimento de Jesus, preparou a sua

A homilia de dom Ângelo, arcebispo de Vitória, foi sobre o papel de João Batista: “João preparou o nascimento de Jesus, preparou a sua vinda, os caminhos, também com o batismo de conversão no Rio de Jordão, mas ao mesmo tempo é precursor também na morte. Por isso, a liturgia quer recordar antes de tudo, essa importância na história da salvação de São João Batista. Nós temos tantos relatos, desde o milagre da sua concepção, do seu nascimento, sua vida no deserto, a sua pregação e tudo aquilo que ele fez apontando Jesus como Cordeiro de Deus. Temos que guardar no coração, na vida da nossa fé, a importância desse homem”.  Escute a homilia.

 

Hoje, dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória falou sopbre a presença de Deus na nossa vida em sua homilia. “Toda manhã o Senhor nos

Hoje, dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória falou sopbre a presença de Deus na nossa vida em sua homilia. “Toda manhã o Senhor nos enche, nos sacia com o Seu amor. Esta era sempre uma grande expectativa do povo de Deus: reiniciar o dia, reiniciar a vida à luz da presença de Deus. É o esforço que nós fazemos todos os dias, após uma noite de sono, que esperamos seja sempre uma noite de repouso, de descanso. Reconhecer a vida, reconhecer a ação de Deus e reconhecer a Sua presença, que verdadeiramente e somente Ele pode nos dar tudo aquilo que nós precisamos”. Escute a homilia.