Os preparativos para a Festa da Penha 2026 já começaram. O tema escolhido para a 456ª edição do evento — “Fazei de nós instrumentos
Os preparativos para a Festa da Penha 2026 já começaram. O tema escolhido para a 456ª edição do evento — “Fazei de nós instrumentos da paz” — foi anunciado na manhã desta sexta-feira e marcará o festejo que acontecerá de 5 a 13 de abril do próximo ano, no Convento da Penha, na Prainha, em Vila Velha.
O Frei Guardião do Convento, Gabriel Dellandrea, explicou a relação entre o tema e o Papa Leão XIV:
“Essa saudação marcou os primeiros momentos de seu pontificado. A Festa da Penha de 2026 acontece nesse contexto. Expressões em favor da paz têm sido constantes em suas homilias e pronunciamentos.”
A escolha do tema também tem raízes profundas na tradição e na história do Santuário. Sob o título de Nossa Senhora da Penha, a Virgem Maria é venerada como “Mãe da Paz”.
Nesta edição, a festa também prestará homenagem aos 800 anos da morte de São Francisco de Assis, cujo legado de paz e fraternidade inspirou a temática do evento.
Até o final do ano, serão divulgados o lema e a identidade visual da celebração.
Com alegria e gratidão a Deus, nossa Igreja particular de Vitória se prepara para celebrar a ordenação presbiteral de nossos diáconos, que responderam com
Com alegria e gratidão a Deus, nossa Igreja particular de Vitória se prepara para celebrar a ordenação presbiteral de nossos diáconos, que responderam com generosidade ao chamado do Senhor. A partir desta nova missão, eles serão enviados para servir e evangelizar em diferentes paróquias de nossa Arquidiocese, levando o anúncio do Evangelho e o cuidado pastoral ao povo de Deus.
As ordenações presbiterais acontecerão em duas datas: no dia 30 de agosto, serão ordenados os diáconos Arthur Cristo, Jacob Mariano e Rodrigo Almeida. Já no dia 4 de outubro, receberão a ordenação os diáconos Antônio Vitor, Marwin Amaral, João Luís e Pedro Nunes.
Eles atuarão nas paróquias como diáconos colaboradores, exercendo seu ministério com dedicação e espírito de serviço até a ordenação presbiteral. Após a ordenação, permanecerão nas mesmas comunidades, agora como padres colaboradores, continuando a contribuir pastoralmente até que recebam uma nova nomeação por parte da Arquidiocese. O padre colaborador atua como um auxiliar do pároco, ajudando nas atividades pastorais e sacramentais.
Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha- ES
Diácono Arthur Cristo da Silva
Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Cobilândia, Vila Velha-ES
Diácono Antônio Vitor Favero
Paróquia São Francisco de Assis, Itapuã, Vila Velha-ES
Diácono Rodrigo Almeida Simões
De 25 a 31 de agosto de 2025, a Arquidiocese de Vitória – ES, receberá as relíquias de São Vicente de Paulo e uma
De 25 a 31 de agosto de 2025, a Arquidiocese de Vitória – ES, receberá as relíquias de São Vicente de Paulo e uma réplica de seu corpo. A missa de acolhida acontecerá às 18h no dia 25 de agosto na Catedral de Vitória e será presidida por Dom Andherson Franklin. As relíquias passarão por diversas Igrejas de nossa Arquidiocese.
A Igreja no mundo inteiro tem vivido em 2025 o ano jubilar do 4º Centenário da Congregação da Missão de São Vicente de Paulo e especificamente aqui no Brasil. Diácono Aldair Fortunato, diretor Espiritual dos Vicentinos aqui na Arquidiocese de Vitória, explica quais são as relíquias que iremos receber. “Receberemos um presente vindo da França que é uma réplica da imagem de São Vicente de Paulo, juntamente com o relicário composto por uma Carta de São Vicente datada de 1630, de parte de uma túnica de São Vicente e parte de um osso de uma das costelas do santo”, explica o diácono.
As relíquias incluem:
• Uma costela do santo (relíquia de primeiro grau);
• Um fragmento de uma túnica litúrgica usada pelo santo (relíquia de segundo grau);
• Uma carta escrita por São Vicente de Paulo à Santa Luísa de Marillac em maio de 1630.
Por que essa visita?
A peregrinação celebra os 400 anos de fundação da Congregação da Missão de São Vicente de Paulo. O objetivo é promover o crescimento espiritual, o carisma vicentino e vocações.
Quem foi São Vicente de Paulo?
São Vicente de Paulo (1581-1660) foi um sacerdote francês conhecido por seu trabalho com os pobres e pela fundação de instituições caritativas, incluindo a Congregação da Missão e as Filhas da Caridade. Ele é considerado o patrono de todas as obras de caridade.
Indulgência Plenária
Em vista do Ano Jubilar dos 400 anos da Congregação, por meio da Penitenciaria Apostólica o Papa concedeu a indulgência plenária a todos os peregrinos do Brasil que visitarem as relíquias e cumprirem o que é próprio das indulgências plenárias, o benefício delas. As Indulgências Plenárias são a remissão total da pena temporal devida pelos pecados confessados, eliminando a necessidade de expiação no purgatório. Para obtê-las, é necessário:
1. Confessar os pecados com arrependimento sincero.
2. Receber a comunhão eucarística.
3. Rezar nas intenções do Papa Leão XIV (1 Pai-nosso e 1 Ave-Maria).
Nota: Só é possível ganhar uma indulgência plenária por dia.
Celebrando a memória de Santa Clara de Assis, a “Dama Pobre” de Deus, a CAD, Comissão Arquidiocesana dos Diáconos, juntamente com a Escola Diaconal
Celebrando a memória de Santa Clara de Assis, a “Dama Pobre” de Deus, a CAD, Comissão Arquidiocesana dos Diáconos, juntamente com a Escola Diaconal São Lourenço reuniu os Diáconos e suas esposas, assim como também os Aspirantes da Escola Diaconal e respectivas famílias, para louvar ao Senhor por esse importante ministério na Igreja Particular de Vitória.
O Jubileu dos Diáconos foi celebrado nessa segunda-feira (11), na Paróquia São Francisco de Assis, em Jardim da Penha. A Missa foi presidida pelo Bispo auxiliar de Vitória, Dom Andherson Franklin e concelebrada pelo Diretor da Escola Diaconal, Pe. Márcio Ferreira, com grande presença da comunidade. Dom Andherson agradeceu aos Diáconos e esposas pelo seu servir gratuito e presença marcante nas nossas Paróquias. A partir das leituras do dia, o Bispo lembrou a todos do tão grande amor com que Deus nos ama. E que diante dessa realidade inquestionável somos chamados a respondê-Lo também com amor. Primeiramente amando a Deus sobre todas as coisas, e como consequência desse amor, amar a Deus através do amor aos irmãos, sobretudo nos mais necessitados. Dom Andherson partilhou ainda uma reflexão pessoal, na qual segundo ele as palavras estão em certo ponto “cansadas” (desgastadas), e por isso precisamos de atitudes concretas, capazes de testemunhar o amor, que não é um mero sentimento, mas uma firme decisão, uma capacidade de fazer escolhas sucessivas para o bem, a caridade e a vida.
Ao final, o presidente da CAD, Diác. Sérgio Pinto, dirigiu palavras de agradecimento aos Diáconos ali presentes, e Dom Andherson, reforçou sua gratidão aos Diáconos ao mesmo tempo que exortou aos Aspirantes animando-os nesse tempo de preparação e discernimento.
Animados e inspirados pelo exemplo e proteção da Virgem Maria e de São Lourenço, os Diáconos são chamados a, juntamente com toda Igreja, peregrinar rumo à Cristo renovados pela esperança que dEle recebemos, e que por isso mesmo “não decepciona” (Rm 5, 5).
Para monitorar de forma contínua e aprofundar os estudos técnicos sobre a estrutura do Santuário, dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória divulgou uma nota
Para monitorar de forma contínua e aprofundar os estudos técnicos sobre a estrutura do Santuário, dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória divulgou uma nota que aponta as razões que levaram à suspensão temporária das atividades no Santuário e indica os locais onde as mesmas acontecerão durante o período de suspensão.
Foi aberta na noite de ontem (07/08), no Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Scandian (CECATES), a exposição “Igreja de Vitória: peregrina de esperança
Foi aberta na noite de ontem (07/08), no Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Scandian (CECATES), a exposição “Igreja de Vitória: peregrina de esperança à luz do Vaticano II”. O evento marca mais um momento importante dentro das celebrações do Ano Jubilar da Arquidiocese e convida os fiéis a revisitarem as transformações da Igreja após o Concílio Vaticano II, bem como a reconhecerem seu papel na história local da evangelização.
Na solenidade de abertura, Dom Ângelo Ademir Mezzari, Arcebispo da Arquidiocese de Vitória, destacou a importância do Concílio para o fortalecimento da identidade e da missão da Igreja nos tempos atuais. “O Concílio Vaticano II foi realmente um grande sopro do Espírito. Nos últimos tempos, iluminou a identidade da Igreja, a sua missão e nos fez compreender nosso papel como povo de Deus. Por isso, o Concílio continua sendo uma luz, como reforçado pelo Papa Francisco, para que os grandes ensinamentos da Igreja cheguem a todos os povos, anunciando Jesus Cristo”, afirmou.
Dom Andherson Franklin, também presente, reforçou o caráter missionário da exposição e sua atualidade. “O Concílio Vaticano II marca o desejo sincero da Igreja de se colocar diante das grandes questões do tempo e da história. Somos chamados, com corações inflamados pela luz do Espírito, a acolher as dores, alegrias e esperanças do nosso tempo, sobretudo dos que mais sofrem. Anunciamos com fé e generosidade o Evangelho de Jesus Cristo, defendendo a vida em todas as circunstâncias e sendo sinais da luz de Deus no mundo.”
A exposição é composta por documentos, fotografias e materiais que resgatam a trajetória da Arquidiocese de Vitória desde a recepção das diretrizes conciliares até os dias de hoje. Um dos destaques é a valorização das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e das pastorais sociais, frutos diretos da atuação de bispos que acolheram com entusiasmo os apelos do Vaticano II.
Giovana Valfré, que integra a equipe organizadora da mostra, recordou como a chegada das propostas conciliares a Vitória provocou uma verdadeira renovação eclesial. “Quando o Concílio terminou, Dom João Batista da Mota e Albuquerque e Dom Luiz Gonzaga Fernandes trouxeram esse novo espírito para nossa Igreja. Eles começaram a realizar os ‘concilinhos’ e visitar as comunidades, explicando as mudanças. Dali nasceram as CEBs e as pastorais sociais, com uma Igreja muito próxima do povo, atuante e profética. Essa marca permanece até hoje na nossa ação pastoral,” comenta Giovana Valfré, Coord. do Centro de Documentação da Arquidiocese de Vitória
Além do conteúdo histórico e formativo, a exposição também provoca uma identificação afetiva com o público.
“É emocionante se ver nessa história. Quando olhamos as fotos e os registros, percebemos que fizemos parte disso tudo. Mesmo que não estejamos na imagem, estávamos lá. Isso desperta em nós um senso de pertença e nos enche de alegria por sermos Igreja aqui, na Arquidiocese de Vitória”, afirma Raquel Tonini Rosenberg Schneider – Arquiteta e membro do Setor Espaço Litúrgico da Comissão Episcopal para a Liturgia da CNBB
A exposição está aberta à visitação no CECATES, e os agendamentos podem ser realizados pelo site da Arquidiocese de Vitória. A proposta é que paróquias, movimentos, escolas e grupos de fé possam visitar o espaço e refletir sobre o legado conciliar na caminhada da Igreja local.
De acordo com o Direito Canônico, todos os padres e bispos devem participar, ao menos uma vez por ano, de um retiro espiritual. Neste
De acordo com o Direito Canônico, todos os padres e bispos devem participar, ao menos uma vez por ano, de um retiro espiritual.
Neste ano, além do retiro — conduzido por Dom Murilo Krieger, Arcebispo Emérito de Salvador — os sacerdotes da Arquidiocese de Vitória também participaram do Jubileu dos Padres, realizado na Igreja Matriz de Santa Isabel, uma das igrejas jubilares do Ano Santo.
A celebração teve início com uma procissão pela avenida central do distrito, reunindo 102 padres, 2 bispos e diáconos transitórios.
A Santa Missa foi presidida pelo Arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, e concelebrada pelo Bispo Auxiliar, Dom Andherson Franklin, e com os sacerdotes presentes.
Durante a homilia, Dom Ângelo destacou que os dias de retiro foram marcados por uma convivência fraterna, momentos de oração e escuta mútua, em espírito de comunhão, tal como vivenciado por Jesus com seus discípulos.
A celebração foi um momento de profunda espiritualidade e renovação do compromisso sacerdotal.
O Convento da Penha, um dos mais importantes símbolos de fé e espiritualidade do Espírito Santo, acolheu a abertura oficial do Mês Vocacional 2025,
O Convento da Penha, um dos mais importantes símbolos de fé e espiritualidade do Espírito Santo, acolheu a abertura oficial do Mês Vocacional 2025, com uma missa solene na tarde desta sexta-feira (1º). A capela do Convento ficou repleta de missionários e missionárias, religiosos e religiosas, leigos e leigas, famílias e animadores vocacionais. A abertura foi marcada por uma missa solene presidida por Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória e presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB.
Dom Ângelo destacou em sua homilia que “vocação é caminho, é estrada, é projeto de vida, é sonho realizado”. Inspirando-se na figura de Maria, a primeira vocacionada, o arcebispo afirmou que toda vocação nasce do amor: “Se chama pelo amor, responde por amor, no amor, para o amor”. Ele também ressaltou que toda Igreja é chamada a ser “uma comunidade de fé que ora pelas vocações”, recordando as palavras do Papa Paulo VI: “As vocações são a resposta de Deus providente a uma Igreja que reza.”
Padre Alexandre Monthé, coordenador nacional do Serviço de Animação Vocacional (SAV)
Durante a celebração, Dom Ângelo exortou os fiéis a viverem este mês com profundidade espiritual e compromisso missionário, como verdadeiros “peregrinos de esperança”. “Uma vocação feliz é um povo feliz. Uma vocação realizada é uma comunidade realizada”, afirmou.
O arcebispo também recordou com carinho a importância das famílias, consideradas o “berço de todas as vocações”, e convidou a comunidade a olhar com amor para os diferentes chamados que compõem a riqueza e diversidade da Igreja: o matrimônio, os leigos, a vida religiosa consagrada, o diaconato, o sacerdócio e o episcopado.
O coordenador nacional do Serviço de Animação Vocacional (SAV), padre Alexandre Monthé, também participou da celebração e ressaltou a importância da ocasião: “Este é um tempo especial para agradecer a Deus, celebrar, mas também lançar as redes com mais entusiasmo, obedecendo ao mandato de Nosso Senhor.” Ele destacou que o mês vocacional é um tempo de esperança e renovação da missão, marcado pelo compromisso de toda a Igreja com a cultura vocacional.
Padre Alexandre recordou ainda o envolvimento das diversas instâncias e organismos da Igreja que compõem o amplo trabalho vocacional no Brasil: a Comissão Nacional dos Presbíteros, a Comissão Nacional dos Diáconos, a Conferência dos Religiosos do Brasil, os Institutos Seculares e a Ordem das Virgens.
Dom Ângelo encerrou sua homilia pedindo que todas as vocações sejam colocadas aos pés de Nossa Senhora da Penha: “Ela, a primeira discípula e missionária, é a nossa intercessora. Que Maria continue sendo inspiração e auxílio para que nossas comunidades sejam verdadeiras sementeiras vocacionais.”
A celebração foi transmitida ao vivo e acompanhada por diversos grupos vocacionais e pastorais de todo o Brasil, dando início a um mês dedicado à oração, escuta, discernimento e promoção das vocações: “Peregrinos porque chamados.”