Notícias da Arquidiocese

No próximo sábado, 4 de outubro, crianças e adolescentes estão convidados a participar de uma tarde de formação e vivência lúdica na Exposição sobre

No próximo sábado, 4 de outubro, crianças e adolescentes estão convidados a participar de uma tarde de formação e vivência lúdica na Exposição sobre o Concílio Vaticano II, que acontece no CECATES (Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Luiz Scandian), das 14h às 17h.

O encontro contará com a presença da Raquel Passos, junto com a equipe da Arquidiocese, preparou uma programação especial para aproximar os pequenos da história e da espiritualidade que marcaram esse importante momento da Igreja.

Segundo Raquel, será “um momento muito especial de encontro com crianças e adolescentes, com reflexões, músicas, dinâmicas, mística e oração, tudo relacionado à temática do Concílio Vaticano II e à Igreja de Vitória”.

O encontro é organizado em parceria com o Grupo de Estudo Bíblico Ecumênico CEBI Bíblia e Criança, que trabalha com a metodologia da educação popular, aproximando a Bíblia da realidade das novas gerações.

“Vai ser muito bom estar com vocês para esse momento de estudo e vivência sobre o Vaticano II. Leve sua Bíblia, seu caderno e venha participar dessa bonita ciranda de memória”, convida Raquel.

📅 Data: 4 de outubro, sábado
Horário: 14h às 17h
📍 Local: CECATES – Centro Católico de Estudos Dom Silvestre Luiz Scandian

Faça sua inscrição, gratuita, clicando aqui!

Dom Dario Campos, ofm, arcebispo emérito de Vitória comemora este ano, 2025, 25 anos de ordenação presbiteral. Para celebrar a data, dom Dario estará

Dom Dario Campos, ofm, arcebispo emérito de Vitória comemora este ano, 2025, 25 anos de ordenação presbiteral. Para celebrar a data, dom Dario estará entre nós por estes dias. A missa em Ação de Graças por sua missão episcopal e memória de seu pastoreio entre nós, acontece na quinta-feira, 25 de setembro na Catedral de Vitória às 18h. Rezemos por dom Dario e participemos deste momento.

Dom Dario foi ordenado em setembro de 2000 e sua primeira diocese foi Araçuaí, MG, sendo bispo coadjutor durante 1 ano. Depois tornou-se bispo titular ainda em Araçuaí. Na sequência foi bispo em Leopoldina, também em MG, em Cachoeiro de Itapemirim e arcebispo na Arquidiocese de Vitória de janeiro de 2019 a fevereiro de 2025.

O momento de lembrar e rezar pelo nosso arcebispo emérito e alegrá-lo com nossa presença.

A Arquidiocese de Vitória, em parceria com a Associação Nacional de Escolas Católicas (ANEC), promoveu um encontro especial com representantes de escolas católicas da

A Arquidiocese de Vitória, em parceria com a Associação Nacional de Escolas Católicas (ANEC), promoveu um encontro especial com representantes de escolas católicas da região. Diretores, equipes técnicas, agentes de pastoral e responsáveis pela orientação religiosa conheceram de perto a exposição “Peregrinos de Esperança”, já em andamento, como preparação para levar, futuramente, seus alunos ao percurso expositivo.

Segundo Raquel Schneider, uma das organizadoras, a iniciativa nasceu do diálogo com o padre Geraldo, presidente do regional da ANEC, e do desejo de que a mostra ultrapassasse os limites das comunidades eclesiais. “Queremos contar essa história para quem a viveu, mas também apresentá-la àqueles que não tiveram a oportunidade de conhecê-la. É memória que aponta para o futuro, enriquecendo o caminho de fé e formação das novas gerações”, destacou.

A exposição apresenta um pequena amostra do artista italiano Sergio Girón, dedicada ao itinerário de São José em diálogo com os patriarcas bíblicos. As obras, segundo Raquel, conduzem a uma experiência de escuta e vivência da Palavra. Além disso, algumas peças do acervo que futuramente integrarão o sonhado Museu de Arte Sacra da Arquidiocese de Vitória também estão disponíveis ao público.

Outro destaque são as salas dedicadas às quatro Constituições do Concílio Vaticano II, apresentadas de forma cronológica, com contextualização histórica, conteúdos aplicados à realidade local e testemunhos da vivência da Igreja no Brasil.

A ANEC abraçou a iniciativa como oportunidade de aproximação entre Igreja e escolas católicas. A partir desta visita, as instituições poderão agendar, em breve, momentos para levar suas turmas à exposição, inclusive em horários alternativos, integrando o conteúdo expositivo à grade curricular.

Para Raquel Schneider, esse movimento abre horizontes. “É um momento muito significativo, porque permite que a história da Igreja seja conhecida, vivida e aplicada, tornando-se um verdadeiro recurso pedagógico e espiritual”, avaliou.

Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória, reforçou o convite às escolas e instituições. “Este centro de formação é também a casa de vocês. Queremos que encontrem aqui um espaço aberto para acolher e enriquecer seus percursos educativos e de fé”, concluiu.

 

 

A Semana Teológica chegou ao fim deixando reflexões para estudo e aprofundamento da fé. Realizada ao longo de três dias, a programação reuniu especialistas,

A Semana Teológica chegou ao fim deixando reflexões para estudo e aprofundamento da fé. Realizada ao longo de três dias, a programação reuniu especialistas, religiosos, seminaristas, leigos e leigas para pensar nos desafios da Igreja na atualidade. O último dia contou com a conferência do professor e teólogo Pe. Francisco de Albuquerque (FAJE – BH), que trouxe uma releitura histórica e pastoral dos documentos latino-americanos à luz da missão e da sinodalidade.

O conferencista propôs um “recuo na história da Igreja”, contextualizando a realidade latino-americana desde o Concílio Vaticano II e sua recepção nas Conferências Episcopais, sobretudo Medellín, Puebla e Aparecida. Segundo ele, esse processo foi fundamental para consolidar aquilo que chama de “experiência conciliar”, marcada pela comunhão e pela participação do Povo de Deus.

Pe. Francisco destacou que a releitura dos documentos de Puebla permite compreender como a Igreja latino-americana foi assumindo uma identidade própria, comprometida com os pobres e aberta ao diálogo com a sociedade. “Hoje, ao revisitarmos esse texto, fazemos isso à luz do que a Igreja propõe em nível universal, especialmente nos temas da missionariedade e da sinodalidade”, explicou.

Para o professor, os conceitos de comunhão e participação são inseparáveis da vida cristã e constituem pilares da experiência eclesial. Ele lembrou que a Igreja é chamada a ser “mistério de comunhão”, reflexo do amor trinitário, e que todos os seus membros – bispos, presbíteros, diáconos, religiosos e leigos – são animadores da comunhão nas diversas instâncias da vida comunitária.

“Na Igreja como Povo de Deus, a comunhão e a missão estão profundamente unidas. A comunhão é missionária, e a missão gera comunhão”, afirmou, ressaltando que esse chamado se estende a todas as vocações e ministérios.

Pe. Francisco também recordou a dimensão social da fé cristã, situando a missão da Igreja em meio às tensões do mundo contemporâneo, marcado por guerras, desigualdades e crises políticas. Ele evocou exemplos da história latino-americana, como a força das Comunidades Eclesiais de Base e o testemunho de leigos perseguidos no México, para mostrar que a opção pelos pobres permanece um critério essencial da evangelização.

“O desafio é viver uma Igreja que seja casa e escola de comunhão, aberta ao diálogo e comprometida com a transformação da sociedade”, pontuou.

A partir das conferências e debates, ficou evidente que a Igreja de hoje é chamada a aprofundar a sinodalidade, fortalecer a comunhão e renovar o ardor missionário. A Semana Teológica terminou deixando não só aprendizado, mas também um gás novo pra viver a missão com esperança no meio do Povo de Deus.

Na manhã desta quarta-feira (10), segundo dia da Semana Teológica realizada pelo Instituto Interdiocesano de Filosofia e Teologia, o jesuíta Pe. Anderson Antônio Pedroso

Na manhã desta quarta-feira (10), segundo dia da Semana Teológica realizada pelo Instituto Interdiocesano de Filosofia e Teologia, o jesuíta Pe. Anderson Antônio Pedroso foi o segundo conferencista a apresentar sua reflexão, cujo o tema foi: “O mistério humano revelado na arte”.

Em sua fala, ele abordou a relação entre beleza e vulnerabilidade, questionando o paradigma cultural que, historicamente, associa o belo à perfeição imutável e a fragilidade à fraqueza. “A vulnerabilidade não é fraqueza, é o selo da existência. Tudo o que pode ser perdido é precioso, e aí está sua dignidade”, afirmou, citando a filósofa Simone Weil.

Para ilustrar sua reflexão, Pe. Anderson utilizou a escultura de Bernini que retrata Enéias, o pai Anquises e o filho Ascânio na fuga de Troia em chamas. Na cena, o herói carrega o pai nos ombros e conduz o filho pela mão, símbolo do papel do educador e do pastor que preserva a tradição sem deixar de acompanhar o futuro. “Educar é construir pontes entre gerações, sem abandonar as raízes e mantendo viva a esperança”, destacou, recordando palavras do Papa Francisco.

A partir dessa imagem, o conferencista propôs três princípios metodológicos aplicáveis tanto à teologia quanto à evangelização: a centralidade da pessoa, o espírito de serviço e o anúncio da palavra. “Pessoa, serviço e palavra: inverter essa ordem causa confusão”, enfatizou, ao defender que qualquer ação pastoral deve partir do cuidado com a pessoa humana e sua dignidade.

Concluindo sua conferência, o jesuíta destacou que a história da arte ensina a superar a separação entre beleza e fragilidade e a reconhecer que o vulnerável também pode ser belo. “Quando abraçamos nossa vulnerabilidade, descobrimos o que é mais humano e mais divino em nós”, finalizou.

A manhã desta terça-feira (09/09) aconteceu a abertura oficial da Semana Teológica 2025. O encontro teve início com a execução do Hino Nacional Brasileiro,

A manhã desta terça-feira (09/09) aconteceu a abertura oficial da Semana Teológica 2025. O encontro teve início com a execução do Hino Nacional Brasileiro, seguido da acolhida feita pelo arcebispo metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, RCJ, que dirigiu palavras de boas-vindas aos participantes, destacando a importância do evento como espaço de reflexão e atualização da missão da Igreja.

Logo em seguida, a primeira conferência foi conduzida pelo Prof. Dr. Moisés Sbardelotto, com o tema “A Igreja em saída nas rodovias digitais”. Em sua fala, o pesquisador trouxe um olhar histórico e crítico sobre as transformações sociais e eclesiais provocadas pelas tecnologias digitais, especialmente nas últimas três décadas.

Sbardelotto recordou que, até os anos 1990, o acesso e a produção de conteúdos dependiam de equipamentos caros e conhecimento técnico. “Gravar um áudio, um vídeo ou até escrever um texto demandava quase um grande conhecimento, sem contar o custo das tecnologias. A partir dos anos 2000, sobretudo com a chegada dos smartphones em 2007, vivemos um verdadeiro sinal dos tempos: a tecnologia se torna barata, intuitiva e acessível, facilitando não só o consumo, mas também a produção de informações”, explicou.

O conferencista apresentou um panorama das chamadas “revoluções digitais” que impactaram a sociedade e, consequentemente, a Igreja: a internet (1995), as redes sociais (2004), as tecnologias móveis (2007), as plataformas digitais, os algoritmos e, mais recentemente, a inteligência artificial. “São transformações que, em no máximo 30 anos, alteraram radicalmente nossas formas de se relacionar, de aprender, de se organizar socialmente. E a Igreja, com sua longa tradição, também precisa aprender a se situar nesse novo sistema operacional social”, destacou.

Moisés alertou ainda para os riscos e armadilhas do ambiente digital. Citando documentos recentes da Igreja, lembrou que as redes sociais, quando movidas por interesses econômicos e políticos, podem gerar polarizações agressivas e até mesmo uma “anti-evangelização”.

“Infelizmente, há também sites e perfis que tratam a fé de forma superficial, polarizada e até com ódio. Muitas vezes, a evangelização nesses ambientes se deixa levar por lógicas digitais de alcance e visibilidade, preocupadas apenas com curtidas e seguidores, e isso gera consequências sérias. A Igreja reconhece esse desafio e nos convida a investir para que o ambiente digital seja um lugar profético de missão e anúncio, e não de vulgarização da fé”, afirmou.

Para concluir, Sbardelotto destacou a urgência do que chamou de “discernimento digital”. Segundo ele, é necessário refletir criticamente sobre o uso das plataformas, reconhecer seus potenciais, mas também não se deixar arrastar pelas lógicas do mercado digital. “Esse ambiente precisa ser lugar de profecia, de anúncio, e não apenas de liquidação da fé em busca de visibilidade”, concluiu.

Lembrando que Moisés Sbardelotto, conduzirá uma nova conferência hoje às 19 horas no Cecates. E você pode participar fazendo sua inscrição clicando aqui.

Na reabertura do restaurante popular de Vitória , pe. Jorge Campos, vigário geral da Arquidiocese de Vitória, que representou o arcebispo, dom Ângelo Mezzari,

Na reabertura do restaurante popular de Vitória , pe. Jorge Campos, vigário geral da Arquidiocese de Vitória, que representou o arcebispo, dom Ângelo Mezzari, conduziu um momento de oração e abençoou o espaço. Pe. Jorge iniciou com a leitura do salmo 103 que diz: “Deus quer abençoar o seu povo”. “Que o povo que busca alimento encontre também Jesus que é alimento que sacia a fome de justiça e paz. Que este espaço, que esta cidade de Vitória, sejam lugares de paz”, disse pe. Jorge que também rezou pelas autoridades e parabenizou o Prefeito pela iniciativa.

Após a cerimônia de Abertura foi servido o almoço a todos os presentes. O restaurante vai abrir todos os dias e servir refeições no almoço e jantar, ao todo cerca de 2100 refeições diariamente.

Pessoas em situação de rua cadastradas no CadÚnico terão subsídio de 100%. Crianças até 12 anos, acompanhadas de um adulto, também terão acesso gratuito. Moradores de Vitória cadastrados no CadÚnico pagarão R$ 3,00 pelo almoço e R$ 1,50 pelo jantar.

Outras pessoas que queiram almoçar e possam pagar, o valor por refeição será de R$ 14,00.

No dia 13 de setembro, a Arquidiocese de Vitória promove mais uma edição do Encontro de Arquitetura e Arte Sacra, um espaço de reflexão

No dia 13 de setembro, a Arquidiocese de Vitória promove mais uma edição do Encontro de Arquitetura e Arte Sacra, um espaço de reflexão sobre a beleza e a força da arte como expressão da fé cristã. O encontro contará com a assessoria do artista cristão Sérgio Ceron, referência nacional na área.

O tema deste ano é a linguagem simbólica: como ela se manifesta na experiência humana, de que forma se expressa na arte sacra e na arquitetura, e como continua sendo um caminho privilegiado para falar de Deus em nossos tempos. Em sua reflexão, Ceron recorda que a modernidade trouxe consigo um esvaziamento espiritual e um distanciamento da linguagem simbólica, essencial para o encontro do ser humano com o Mistério.

Você pode fazer sua inscrição clicando aqui, ela é gratuita.

Programa do Encontro

  • Manhã: Linguagem simbólica e símbolos essenciais

  • Tarde: Exemplos na arte e na arquitetura

Quem é Sérgio Ceron

Natural de São João do Ivaí (PR), Sérgio Ceron nasceu em 1969 e dedica-se à Arte Sacra desde 1996. É formado em Filosofia e Letras, e realizou sua formação especializada em Arte Sacra e Bens Culturais da Igreja na Itália, onde estudou afresco, iconografia e patrimônio cultural na Pontifícia Universidade Gregoriana e no Instituto Oriental, em Roma. Atuou em diversas obras na Europa e, desde 2003, desenvolve no Brasil projetos de decoração e edificação de igrejas, monumentos e arranjos litúrgicos, além de exposições e cursos.

O encontro é uma oportunidade para arquitetos, artistas, agentes de pastoral e todos os interessados em compreender como a beleza e a arte continuam sendo instrumentos de evangelização e esperança.