Notícias da Arquidiocese

Dom Ângelo Mezzari, RCJ, Arcebispo Metropolitano de Vitória, e Dom Andherson Franklin, Bispo Auxiliar, estão em Roma por ocasião da entrega do Pálio a

Dom Ângelo Mezzari, RCJ, Arcebispo Metropolitano de Vitória, e Dom Andherson Franklin, Bispo Auxiliar, estão em Roma por ocasião da entrega do Pálio a Dom Ângelo, que acontecerá no próximo dia 29 de junho, na Solenidade de São Pedro e São Paulo, presidida pelo Papa Leão XIV.

Durante este período, ambos participarão das celebrações do Jubileu dos Seminaristas, que teve início nesta segunda-feira (23), e também dos jubileus dedicados aos presbíteros e aos bispos, em comunhão com o Ano Jubilar 2025, que a Igreja vive.

Na manhã de hoje, Dom Ângelo celebrou a Santa Missa na Capela da Comunidade da Cúria Geral dos Rogacionistas, em Roma — o mesmo local onde ele e Dom Andherson estão hospedados. A celebração contou com a concelebração de Dom Andherson Franklin. “Nesta casa, vivi e trabalhei por seis anos, entre 2010 e 2016”, comentou o Arcebispo.

Durante a tarde, Dom Ângelo visitou os padres capixabas Ruan e Tarcio, que estão realizando seus estudos no Pontifício Colégio Pio Brasileiro, também em Roma. Padre Ruan compartilhou a alegria do encontro:

“Pe. Tarcio e eu (Pe. Ruan) e o recebemos Dom Ângelo e Dom Andherson aqui no Pontifício Colégio Pio Brasileiro. Foi um momento de conversa, conhecimento e de partilha. Falamos um pouco da nossa história, dos nossos estudos e fomos atualizados sobre o caminhar da Arquidiocese de Vitória. Tivemos a impressão de que Dom Ângelo é um homem de coração grande, com clareza sobre o caminho que está conduzindo a Arquidiocese. Para nós, que estamos fora, ouvir sobre a caminhada da Arquidiocese pela boca dos nossos pastores foi muito gratificante. Se Deus quiser, em breve estaremos de volta para viver com intensidade a missão na Arquidiocese de Vitória”, partilhou padre Ruan.

 

 

A Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, em fidelidade à missão recebida de Cristo e em total comunhão com o Santo Padre, o Papa

A Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo, em fidelidade à missão recebida de Cristo e em total comunhão com o Santo Padre, o Papa Leão XIV, reitera seu compromisso com a unidade da Igreja e com o magistério autêntico que a sustenta. Diante de recentes declarações e eventos promovidos por organizações que se afastam dessa comunhão, é necessário oferecer aos fiéis orientação segura e esclarecimentos que reforcem a verdade da fé católica.

A Arquidiocese de Vitória está em plena sintonia com a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro no que diz respeito à recente nota publicada pelo Delegado Episcopal para a atenção pastoral dos grupos de fiéis que celebram o rito romano segundo o Missal anterior à reforma de 1970. O esclarecimento, assinado pelo Monsenhor André Sampaio de Oliveira, Delegado Episcopal, alerta os fiéis sobre os perigos doutrinários e canônicos envolvendo a Associação Civil Centro Dom Bosco de Fé e Cultura e sua recente adesão à direção espiritual da Fraternidade Sacerdotal São Pio X.

Segue a Nota da Arquidiocese de São sebastião do Rio de Janeiro

Foto de capa: Arquidiocese do Rio de Janeiro

Os tapetes de Corpus Christi, no entorno da Catedral, formaram uma linda exposição ao ar livre. As pastorais e grupos da paróquia representaram, com

Os tapetes de Corpus Christi, no entorno da Catedral, formaram uma linda exposição ao ar livre. As pastorais e grupos da paróquia representaram, com suas artes, momentos e símbolos de ações religiosas que compõem nossa fé católica. Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, mencionou a importância desta tradição: “expressamos hoje uma das mais belas tradições: os tapetes. É o nosso testemunho público e ao passar com o Santíssimo Sacramento é o povo de Deus que caminha. Vamos preservar e manter vivas estas tradições que expressam a fé”.

Micael Isaac, cerimoniário da Catedral, participou pela primeira vez da confecção dos tapetes e explicou: “Foi montado um grupo e cada pastoral definiu a arte que iria fazer e organizou a forma de buscar os materiais que precisaria. Nós da pastoral dos cerimoniários usamos areia tingida, areia normal, sal grosso e sal grosso tingido e café para fazer os contornos e os detalhes. Começamos às 06h”.

– Como foi a experiência?

Micael: Muito legal. Foi a primeira vez que participei e foi uma experiência muito interessante.

– O que foi mais interessante,a preparação, a decisão sobre o que fazer ou fazer?

Micael: Fazer, porque a gente pegou uma arte bem detalhada e tivemos que ‘quebrar’ a cabeça para fazer, mas no final ficou muito bonito.

– Qual foi a arte de vocês?

Micael: O Cordeiro.

Para iniciar a Celebração (missa e procissão), o coral da Catedral acolheu os fiéis com uma música que era, ao mesmo tempo, um convite e uma recepção.

O sentido da Solenidade foi colocado por dom Ângelo: “Celebramos hoje o grande mistério da nossa fé, a Santa Eucaristia. Somos os filhos e filhas tão amados de Deus, e reunidos em seu nome, na sua Palavra, celebramos no Corpo e Sangue do Senhor a nossa comunhão, a nossa unidade, a nossa presença e o nosso testemunho de Igreja. E hoje todos nós, cristãos católicos, temos a grande graça de poder celebrar e participar da Santa Missa, da Eucaristia e também de dar um testemunho público,  um testemunho visível do Sacramento que nós veneramos, que nós nos alimentamos, que nós adoramos. Por isso cada irmão, cada irmã, nossas famílias, grupos, pastorais, membros e fiéis desta comunidade da Catedral, de outras comunidades, aqui nos reunimos. A nossa presença nesta Assembleia Eucarística já é um sinal visível, um sinal concreto do que significa venerar o Santíssimo Sacramento, adorar Jesus na Eucaristia, porque formamos aqui o seu corpo visível, somos seus membros e o corpo de Cristo que nos é dado. Corpo e sangue, também se expressa, se manifesta, se concretiza no corpo vivo do povo de Deus que somos todos nós”.

Os fieis lotaram a Catedral e participaram da procissão que percorreu algumas ruas do Centro de Vitória e retornou à Catedral para passar com o Santíssimo Sacramento por cima dos tapetes preparados com carinho e devoção para esta ocasião.

Na homilia, dom Ângelo lembrou que a Festa de hoje é uma ocasião para gradecermos, admirarmos e nos rejubilarmos porque “não pode haver tesouro maior que o Corpo e Sangue de Cristo” e que nós somos felizes por podermos celebrar este memorial sagrado da última ceia de Jesus com seus discípulos. E o Arcebispo acrescentou: “a multiplicação dos pães, narrada no Evangelho, que é real também nos remete à Eucaristia. A Eucaristia tem consequências. Nos nutrimos do corpo e sangue, porque a Eucaristia se faz Igreja e a Igreja se faz eucarística e se reverte na vida dos irmãos. Por isso, precisamos ser Igreja que partilha, que é solidária. Alimentar-se da Eucaristia é comprometer-se com o pão de cada dia para que não falte pão de cada dia a nenhum irmão”.

Neste dia, o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin, também presidiu a missa e acompanhou a procissão na paróquia Sagrados Corações de Jesus e de Maria, em Barcelona na Serra.
Catedral
Sagrados Corações de Jesus e de Maria – Barcelona – Serra

 

Amanhã, 19 de junho de 2025, os adros e as ruas no entorno das igrejas matrizes das 91 paróquias que compõem a Arquidiocese de

Amanhã, 19 de junho de 2025, os adros e as ruas no entorno das igrejas matrizes das 91 paróquias que compõem a Arquidiocese de Vitória enfeitarão os bairros dos 15 municípios com os tapetes que são uma expressão de fé e ao mesmo tempo viram atração até para quem não é católico. Diversos materiais (flores, pó de café, areia, itens recicláveis, sementes, entre outros), serão utilizados dependendo da compreensão de cada grupo para “desenhar” nas ruas temáticas que representam a fé católica.

Os horários das celebrações podem ser encontrados nas redes sociais das paróquias. Nesta matéria destacamos o horário da Celebração Eucarística que será presidida por dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, na Catedral às 16h e lembramos que a confecção dos tapetes inicia-se às 06h. Na paróquia Sagrados Corações de Jesus e de Maria a confecção dos tapetes começa às 19h na véspera com cerca de 1,5km de extensão. Durante o dia os fiéis podem contemplar “o tapete temático”. À noite uma procissão luminosa sai da Comunidade Sagrado Coração de Maria  às 18h e a missa campal será celebrada na Praça da Igreja Matriz e presidida por dom Andherson Franklin, bispo auxiliar.

Na Arquidiocese de Vitória, a exceção fica para a paróquia Santíssimo Sacramento em Paraju. A solenidade de Corpus Christi é realizada no domingo (22) e os tapetes são confeccionados durante a noite, a partir de 18h, e apenas com flores. Os fiéis cultivam flores durante o ano e disponibilizam para este momento. A missa campal e procissão inicia às 14h e termina com a bênção do Santíssimo em frente à igreja Matriz.

Os tapetes são obras de arte que os fiéis confeccionam com carinho e dedicação que devem ser contempladas e apreciadas, porém representam muito mais. Preparar os tapetes é construir um caminho por onde o Santíssimo Sacramento irá passar, mostrando não apenas para aqueles que frequentam as igrejas, mas para todos, que nós católicos acreditamos na presença real de Cristo na Eucaristia e queremos dizer isso para o mundo. O dia de Corpus Christi é a ocasião de expressar a fé publicamente.

A devoção eucarística de uma religiosa na Bélgica levou o bispo a iniciar a solenidade. Outras dioceses começaram também a dedicar um dia para celebrar Jesus Eucarísticos até que o Papa Urbano IV estabeleceu que a Igreja em todo o mundo celebrasse esta solenidade a partir de 1264. A data escolhida também é cheia de significado. Acontece 60 dias após a Páscoa e sempre numa quinta-feira, uma referência à última ceia de Jesus com seus apóstolos.

 

Os militares receberam o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari para celebrar a “Páscoa dos Militares”, como ficou conhecida a tradição que surgiu para

Os militares receberam o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari para celebrar a “Páscoa dos Militares”, como ficou conhecida a tradição que surgiu para uma necessidade após a II Guerra Mundial. Ao voltarem para casa, os militares chegaram após as celebrações pascais e foi lhes concedido pela Igreja a oportunidade de celebrar o sentido da vida nova fora das datas previstas no calendário. A concessão se manteve e hoje, 17 de junho de 2025, os militares se reuniram para essa celebração. Os motivos foram lembrados pelo Comandante ao final da Celebração que, ao lembrar momentos históricos concluiu: “Militares, nos piores momentos da vida, guardem a fé”.

Dom Ângelo iniciou a celebração com um testemunho de vida: “eu era seminarista e fiz 1 ano de serviço militar. Éramos em torno de 150 na companhia de infantaria e temos até hoje um grupo que agora se comunica pelo Whatsapp […] Trago essa experiência pessoal, porque naquele período, eu guardo, claro, também muita luta, muito sofrimento, não era fácil para nós jovens, a disciplina, a obediência, que já éramos comuns no seminário, mas trago belas recordações, que guardo no coração até hoje. E às vezes, alguém me pergunta,  como é que você tem tanta resistência, tanta persistência?  Eu digo, olha, eu fiz o serviço militar, então, é preciso ser forte, é preciso ser resistente, é preciso ser perseverante, é preciso ser disciplinado, é preciso ter fé, é preciso acreditar no ambiente que se está, nas responsabilidades que se tem, nos compromissos que iremos desempenhar ao longo da vida, para o bem do povo, para o bem do país, para a nossa pátria. Antes de tudo, queria deixar essa mensagem, de confiança e de esperança a vocês que estão aqui. As experiências aqui são um projeto de vida, é um trabalho, que traz uma responsabilidade muito grande. Então, continuem firmes, fortes e perseverantes, e não se esqueçam da fé”.

Durante o ofertório objetos que caracterizam os militares foram conduzidos até ao altar enquanto a assembleia cantava. O clima de oração e participação perduraram durante toda a cerimônia.

Durante a homilia o Arcebispos falou sobre paz, perdão e fidelidade e lembrou que estas atitudes podem ser o sinal da nova nova que os militares buscam ao celebrar a Páscoa dos Militares.

 

A reunião do COPAV, Conselho Pastoral da Arquidiocese de Vitória, que aconteceu no sábado, 14 de junho de 2025, teve como primeiro propósito levantar

A reunião do COPAV, Conselho Pastoral da Arquidiocese de Vitória, que aconteceu no sábado, 14 de junho de 2025, teve como primeiro propósito levantar propostas para continuar o processo sinodal que acontece na Igreja em todo o mundo.

Logo na abertura dos trabalhos dom Ângelo Mezzari, nosso arcebispo, motivou o grupo, lembrando que nossa ação evangelizadora e pastoral deve nos colocar junto aos que mais sofrem, porque é missão da Igreja consolar o povo que sofre e levar esperança.

Reunidos em pequenos grupos, os participantes levantaram diversas propostas que foram relatadas aos presentes e encaminhadas ao departamento de pastoral. Entre tantas ideias, surgiu a necessidade de constituir uma Comissão Arquidiocesana do Sínodo, para conduzir os trabalhos que deverão iniciar logo no início do segundo semestre.

Dom Andherson Franklin, bispo auxiliar propôs uma reflexão tendo como base a leitura do livro do Deuteronômio (Dt 8,5b-6), dizendo que “devemos olhar a realidade com esperança e as dores como necessidade de cuidados”.

Já o Arcebispo lembrou que receberemos material para ajudar a construir o caminho que vamos seguir e afirmou: “eu creio neste caminho”. Dom Ângelo também acentuou a necessidade de caminharmos juntos como Arquidiocese e buscarmos participar das iniciativas arquidiocesanas e uma formação eclesiológica que nos ajude a revisitar a história arquidiocesana.

Entre os comunicados pastorais destacam-se:

  1. Dia 16de junho às 10h Dom Ângelo fará um podcast que será transmitido pelo YouTube da Arquidiocese e pela Rádio América. O assunto do podcast é a viagem de dom Ângelo a Roma: recebimento do pálio e participação nos Jubileus.
  2. Dia 17 live com dom Andherson Franklin sobre o Jubileu da Esperança.
  3. A entrega do pálio a dom Ângelo pelo Papa no dia 29 de junho em Roma. A missa começa às 04h30 e será transmitida pelo YouTube do Vaticano e da Arquidiocese de Vitória e também pela TV Canção Nova.          Ainda na mesma viagem, dom Ângelo e dom Andherson participam em Roma do Jubileu dos Seminaristas, dos presbíteros e dos bispos.
  1. Dia 11 de julho, o Núncio Apostólico fará visita à Arquidiocese e nesta data inaugura a Exposição, que mostra a visão da Igreja de Vitória sobre o Vaticano II. A Exposição será no Cecates na Enseada do Suá. No dia 12 o Nuncio presidirá a Cerimônia de apresentação do pálio à Arquidiocese.
  2. Dias 19, 20 e 21 de novembro será feito em todas as paróquias, o tríduo de celebração pelos 50 anos das CEBs.
  3. Dia 22 de novembro, encerramento das atividades pastorais 2025.

As atividades das Comissões e Áreas Pastorais foram apresentadas pelos coordenadores:

  • Estamos na terceira das quatro etapas do Laguna Negra – Barco que percorre as comunidades ribeirinhas na Prelazia de Lábrea, este ano com 42 voluntários profissionais de saúde nas 4 etapas.
  • O resultado parcial do censo da Catequese ainda em andamento foi apresentado para nos auxiliar a compreender a realidade de catequizando e catequistas.
  • A criação da página pjuvenil no Instagram e a participação de nossa juventude na pesquisa com jovens e adolescentes que está sendo conduzida pela CNBB.
  • A retomada da assistência religiosa aos adolescentes em conflito com a lei e a tenda para atender familiares.
  • Uma pergunta continua pendente e as Comissões e Áreas Pastorais se comprometeram a enviar sugestões até final de junho: Como sensibilizar e motivar as comunidades para o Dia do Pobre.
  • Um pedido foi reforçado para que todos enviem as atividades jubilares que estão acontecendo para serem divulgadas no site da Arquidiocese.
Nada melhor para celebrar São José de Anchieta, o apóstolo do Brasil, do que lembrar a língua dos indígenas. O ato penitencial foi cantado

Nada melhor para celebrar São José de Anchieta, o apóstolo do Brasil, do que lembrar a língua dos indígenas. O ato penitencial foi cantado em tupi. O apóstolo que aprendeu a língua dos nativos e buscou todas as formas para se comunicar com eles, servindo-se do teatro e da poesia, certamente aprovaria a homenagem.

A comunidade e os visitantes viveram com intensidade e entusiasmo o encerramento dos festejos e demonstraram devoção a São José de Anchieta. Durante a Celebração, a vida e o entusiasmo missionário do santo, foram realçados em diversos momentos.

Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória, relacionou as leituras com as opções evangelizadoras de São José de Anchieta: os pés de São José de Anchieta peregrinaram com a Palavra de Deus na mão, tal como anunciou o profeta Isaías – ir mar adentro e buscar águas mais profundas, foi a atitude do apóstolo do Brasil ao procurar entender culturas e anunciar-lhes Jesus Cristo, a Igreja em saída que tanto nos recomendou o Papa Francisco.

“São José de Anchieta é um caminho de santidade e cada um de nós, na missão que recebeu, não sem lutas, mas com muita esperança, é chamado também percorrer. A vida de São José de Anchieta é um convite a perseverarmos no caminho da santidade”, disse dom Ângelo que também fez dois questionamentos: O que anunciamos verdadeiramente? O que São José de Anchieta trouxe para valorizar as culturas e apresentar Jesus?

Diante das dificuldades para transmitir a fé, dom Ângelo lembrou que São José de Anchieta foi um grande catequista e terminou sua homilia convidando todos a pedirem a graça “de ter coragem e criatividade para anunciarmos Jesus e não deixarmos a humanidade sem esperança e tornarmos José de Anchieta mais conhecido, mais reverenciado e mais amado”. O Arcebispo repetiu com todos os fiéis: São José de Anchieta ajudai-me a ser santo. A bênção final foi dada com a relíquia do santo.

Muitas fiéis e devotos compareceram à cerimônia vindos de diversos cantos e alguns arriscaram peregrinar a pé de Guarapari até Anchieta, pois o Santuário de Anchieta é um dos locais de peregrinação do Ano Jubilar da Esperança na Arquidiocese de Vitória.

Após a Celebração, pe. Álvaro Augusto Negromonte Pereira, pároco e dom Ângelo acolheram os fiéis, pousaram para fotos, abençoaram a quem pediu bênção e confraternizaram com aqueles que permaneceram nas barracas de quitutes.

São José de Anchieta foi canonizado pelo Papa Francisco em abril de 2014 e sua canonização foi lembrada por dom Ângelo que na ocasião participou desse momento histórico em Roma onde exercia a missão de Superior Geral da Congregação Rogacionista.

 

 

 

 

 

 

 

O Carmelo de Nazaré, em Cariacica – ES, acolheu na manhã de hoje (07) a celebração da ordenação diaconal do Frei Luiz Eduardo, conhecido

O Carmelo de Nazaré, em Cariacica – ES, acolheu na manhã de hoje (07) a celebração da ordenação diaconal do Frei Luiz Eduardo, conhecido na vida religiosa como Frei Luiz Maria de Santa Teresa de Jesus, Carmelita Descalço. A celebração eucarística foi presidida por Dom Ângelo Mezzari, arcebispo da Arquidiocese de Vitória, sendo esta a primeira ordenação diaconal realizada por ele desde que assumiu como Arcebispo, e também a primeira na Arquidiocese sob seu pastoreio. Durante a cerimonia ele destacou a grandeza do chamado vocacional e a beleza do serviço eclesial.

“Esse irmão foi escolhido, preparado… Louvemos a Deus e agradeçamos a Deus por essa vocação. Por esse Religioso Carmelita. Ele que receberá a ordem do diaconato”, relembrou Dom Ângelo.

Em consonância com a liturgia do dia, que evidenciava o chamado à vida consagrada, o arcebispo conduziu a assembleia à contemplação do mistério da vocação. “Na Liturgia de hoje observamos o chamado à vida consagrada. Podemos perguntar: que mistério é esse, que graça é essa? Para entender, é preciso entrar no coração de Deus, porque é um mistério de Deus e de toda uma vida humana.”

A vocação, segundo Dom Ângelo, é um convite ao serviço e ao amor. Ele recordou que o ministério diaconal é antes de tudo um gesto de entrega e fidelidade.

A ordenação do Frei Luiz Maria representa não apenas a realização de um chamado pessoal, mas também um testemunho da ação de Deus na vida da Igreja. Como Carmelita descalço, ele agora assume um novo passo em sua consagração, comprometendo-se a servir com humildade, oração e amor a Igreja. “Para mim foi uma alegria muito grande poder ser ordenado na minha Arquiodiocese, porque sou filho dessa terra, da Paroquia São Francisco de Assis de Laranjeiras, vejo a manifestação do Espírito Santo em minha vida e nessa Igreja particular de Vitória. É um momento de ação de graças e de louvar a Deus”, comentou o Diácono Luiz.

A cerimônia foi marcada por grande emoção, presença de familiares, religiosos Carmelitas, Irmãs Carmelitas e amigos da comunidade, que celebraram com alegria a consagração deste novo diácono para a Igreja. A caminhada continua, e Frei Luiz Maria segue como sinal visível da graça de Deus que chama, prepara e envia.