Notícias da Arquidiocese

O segundo semestre na Arquidiocese de Vitória oferece muitas oportunidades para a vivência do Jubileu da Esperança, assim ficou entendido no evento de hoje

O segundo semestre na Arquidiocese de Vitória oferece muitas oportunidades para a vivência do Jubileu da Esperança, assim ficou entendido no evento de hoje que iniciou com a missa presidida pelo arcebispo de Vitória, dom Ângelo Mezzari e a apresentação dos subsídios que irão nortear os fieis nas peregrinações individuais ou em grupo aos locais determinados para acolher os peregrinos, em nossas igrejas distribuídas pelas Áreas Pastorais, com o intuito de facilitar o acesso a todos que desejarem fazer esta experiência e receber a indulgência.

O Ano Jubilar é uma graça e uma oportunidade de fé. A Igreja nos oferece a possibilidade de um recomeço, voltar às origens e, principalmente neste ano jubilar de 2025, a possibilidade de renovar a esperança ancorados na experiência do amor de Deus por cada um de nós.

Na motivação para a Celebração e na homilia, dom Ângelo falou sobre a caminhada já percorrida, lembrando a Festa da Penha que retomou o tema jubilar e tantos outros momentos já experienciados nas paróquias, áreas pastorais, comunidades e grupos de fé e lembrou a frase do Senhor a Paulo quando este estava em Corinto: “”Não tenhas medo; continua a falar e não te cales, porque eu estou contigo. Ninguém te porá a mão para fazer mal. Nesta cidade há um povo numeroso que me pertence”. “O jubileu é uma grande ocasião, uma grande oportunidade para anunciar, mas é também uma grande oportunidade para abrirmos o coração para tantos irmãos afastados da fé ou que vivem em situações particulares. ‘Eu estou contigo’, esta é a certeza que nos acompanha sempre”, disse dom Ângelo.

Ao final da missa os padres coordenadores ou representantes das Áreas Pastorais lembraram as peregrinações já realizadas e as que irão acontecer e pe. Rodrigo Chagas apresentou os subsídios que já estão disponíveis e servirão de auxílio tanto para quem faz peregrinação individual, em grupo e também para quem quer aprofundar o tema do Jubileu da Esperança. O momento foi conduzido pelo pe. Anderson Gomes, vigário episcopal para a Comunicação.

São três cadernos: peregrinação Individual – Peregrinação em Grupo e análise sobre o Jubileu. No primeiro um roteiro simples sugerindo as orações e os requisitos para receber a indulgência. O segundo repete as orientações, acrescenta sugestões para o percurso da peregrinação e inclui a agenda dos eventos que acontecerão ao longo do ano. Estes dois subsídios estão disponíveis no site e também estão impressos e serão distribuídos nos locais de peregrinação e nas paróquias. O terceiro está disponível apenas no formato digital. Todos podem ser acessados no site da Arquidiocese: aves.org.br/publicações/subsidiospastorais

Sobre os subsídios, dom Ângelo lembrou a todos que “esses subsídios certamente serão uma ocasião e favorecerão a vivência pessoal, familiar, de grupos, e de instituições”. 

Durante a apresentação da agenda, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória lembrou que três atitudes são essenciais para melhor vivermos o Ano Jubilar: Rever o caminho (nos perguntarmos de que modo temos vivido) – Fazer experiência do amor de Deus (deixar-se alcançar pelo amor de Deus que nos alcança, sustenta e indica por onde caminhar) – Celebrar compromissos (tomar consciência do amor divino e se comprometer).

Locais de peregrinação

Área Pastoral Vitória
* Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Vitória – Centro.
* Basílica Santo Antônio – Santo Antônio.
* Matriz São Francisco de Assis – Jardim da Penha.

Área Pastoral Vila Velha
* Convento da Penha – Prainha.
* Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes – Ponta da Fruta.
* Matriz Santa Teresinha do Menino Jesus – Paul.

Área Pastoral Cariacica/Viana
* Matriz São João Batista – Cariacica-Sede.
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Viana-Sede.
* Santuário Bom Pastor – Campo Grande.
* Igreja Nossa Senhora da Ajuda – Araçatiba -Viana

Área Pastoral Serra/Fundão
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Serra-Sede.
* Matriz São Francisco de Assis – Laranjeiras.
* Santuário Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Bairro de Fátima.
* Igreja da Epifania do Senhor aos Reis Magos – Nova Almeida

Área Pastoral Benevente
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Guarapari.
* Santuário Nacional de São José de Anchieta – Centro, Anchieta-ES.
* Matriz Nossa Senhora da Conceição – Centro, Alfredo Chaves-ES.

Área Pastoral Serrana

* Matriz São Sebastião – Centro, Afonso Cláudio.
* Matriz Santa Isabel – Santa Isabel, Domingos Martins.
* Matriz Sagrada Família – Santa Leopoldina.

 

Os padres do Regional Leste 3 da CNBB, compostos pela Arquidiocese de Vitória e Dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus estão

Os padres do Regional Leste 3 da CNBB, compostos pela Arquidiocese de Vitória e Dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, Colatina e São Mateus estão reunidos na Casa de Retiro São Francisco Xavier, em Santa Isabel, Distrito de Domingos Martins, desde o dia 26 de maio, para o Encontro anual de Formação Permanente do Clero.

Ao todo, são quase 200 padres e seis bispos reunidos.

O tema deste ano é: “Igreja: Um Caminho Sinodal – Peregrinos de Esperança.””.

Os encontros começam sempre com a Santa Missa. E quem está assessorando as reflexões deste ano, são: dia 27, Monge Marcelo Barros, que fala sobre Análise de Conjuntura da Igreja no Brasil e no Mundo. Dia 28, Pe. Agenor Brighenti, com o tema Igreja Sinodal e no dia 29, é a vez de Dom Andherson Franklin, fala sobre Sinodalidade e a Missão Própria do Presbítero.

O Arcebispo de Vitoria, Dom Ângelo Mezzari, destaca a importância da formação continua do clero para a vida e missão dos presbíteros, oferecendo momentos de encontro, de partilha, de reflexão e convivência.

O Monge Marcelo Barros falou, que apesar de não ser sociólogo, é importante ver o lado social do Brasil, do mundo e das igrejas. E salientou o quanto é difícil falar sobre esse assunto no mundo tão polarizado em que vivemos.

A formação permanente dos presbíteros termina na quinta-feira, dia 29, e durante estes dias na programação acontecem missas, orações e momentos de confraternização.

 

 

O dia 22 de maio é dedicado a Santa Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis. E na Arquidiocese de Vitória existem duas

O dia 22 de maio é dedicado a Santa Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis.

E na Arquidiocese de Vitória existem duas paróquias dedicadas à Santa. Uma na Praia do Canto, em Vitória e outra no Bairro Sta. Rita, em Vila Vela.

A Paróquia Santa Rita de Cássia – Área Pastoral de Vila Velha – iniciou os festejos com a Novena no dia 13 de maio, com a novena dedicada a Santa.

Todos as missas da Novena foram presididas por padres das diversas Paróquias da Arquidiocese: Edmilson Boechat, Patrick, Evandro Sagrilo, Marcelo Margon, Marcio Teodoro, Rodrigo Chagas, Ivo Amorim e Diego Carvalho.

Ontem, no grande dia, a Paróquia celebrou três missas: às 06h manhã houve missa pelos devotos que ajudaram na Novena e demais comunidades; às 12h Súplica de Santa e benção das rosas e também Benção do Santíssimo e às 19h, acolhida do Arcebispo Metropolitano Dom Angelo Mezzari, na Comunidade São José, em sua primeira visita à Paróquia, com carreata com a imagem de Santa Rita até a Igreja Matriz onde aconteceu a missa solene de encerramento, presidida por Dom Angelo e concelebrada pelo padre Anderson Teixeira.

Durante a Santa Missa, aconteceu a entrada das relíquias de Santa Rita e a entronização da imagem.

E em sua homilia, Dom Angelo destacou que, como Santa Rita, devemos carregar nossa cruz, mas sem tirar os olhos de Jesus. E que as rosas de Santa Rita nos mostram como sempre devemos florescer.

Essa Festa encerra a comemoração dos 60 anos de Fundação da Comunidade Matriz Santa Rita de Cássia que fez homenagem aos fiéis que fizeram parte dessa trajetória.

Quem é Santa Rita?

“Pequena de estatura, mas grande na santidade, Santa Rita viveu na humildade e é conhecida no mundo inteiro pela sua heroica existência cristã de esposa, de mãe, de viúva e de monja. Arraigada profundamente no amor de Cristo, Rita encontrou na sua fé inabalável
a força para ser em toda a circunstância mulher de paz.

Humildade e obediência foram a via pela qual Rita caminhou para uma semelhança sempre mais perfeita ao Crucificado. O estigma que brilha na sua testa é a autenticação da sua maturidade cristã.

Na Cruz com Jesus, ela formou-se naquele amor que tinha já conhecido e expresso de maneira heroica entre as paredes de casa e na participação nas vicissitudes da sua cidade.

Seguindo a espiritualidade de Santo Agostinho, fez-se discípula do Crucificado e, “perita no sofrer”, aprendeu a entender os sofrimentos do coração humano. Rita tornou-se assim advogada dos pobres e dos desesperados, obtendo para quem a tenha invocado nas mais diversas situações inúmeras graças de consolação e de conforto.

Rita de Cássia foi a primeira mulher a ser canonizada no Grande Jubileu do início do século XX, em 24 de maio de 1900. Ao decretar a sua santidade, Leão XIII observou que ela agradou a Cristo, tanto que a quis
marcar com o selo da sua caridade e da sua paixão.

Esse privilégio foi-lhe concedido devido à sua
humildade singular, ao afastamento das ambições terrenas e ao admirável espírito penitencial, que acompanharam todos os momentos da sua vida.

A Santa de Cássia pertence ao grande rol das mulheres cristãs que “tiveram um influxo significativo na vida da Igreja, como também na da sociedade”.

Rita interpretou bem o “gênio feminino”, viveu-o intensamente na maternidade tanto física como espiritual.

A devoção a Santa Rita é simbolizada pela rosa: uma existência capaz de responder ao sofrimento e aos espinhos com o perdão e o dom total de si, para difundir em toda a parte o bom perfume de Cristo, mediante o anúncio coerente e vivido do Evangelho.”

(Fonte: Vatican News)

Fotos: Maria Rosa Menegatti/Pascom Paróquia Santa Rita de Cássia – Vila Velha

 

O Jubileu da Esperança que estamos celebrando junto com a Igreja em todo o mundo vai ser intensificado a partir do mês de junho.

O Jubileu da Esperança que estamos celebrando junto com a Igreja em todo o mundo vai ser intensificado a partir do mês de junho. O calendário das peregrinações e atividades para comemorar os 2025 anos de nascimento de Jesus Cristo está pronto e teremos, a partir de junho, dois livretos impressos para ajudar as pessoas individualmente e também os grupos que se organizarem para fazer peregrinações aos lugares designados pela Arquidiocese. As recomendações incluem as orientações para receber a indulgência (graça oferecida para reparação dos pecados já perdoados pelo sacramento da confissão).

O arcebispo, dom Ângelo Mezzari vai acompanhar as peregrinações das Áreas Pastorais para estar junto com elas neste momento importante na caminhada de fé e também conhecer um pouco mais das realidades locais.

No próximo sábado, 24 de maio de 2025, dom Ângelo celebra com a Área Pastoral Benevente, em Anchieta a partir de 14h. O Vicariato para a Comunicação vai acompanhar as visitas, registrar e divulgar no site e mídias sociais da Arquidiocese. Desta forma todos podem acompanhar como as Áreas Pastorais estão vivenciando o Ano Jubilar da Esperança.

Confira as datas, locais e horários:

13 de setembro – Área Pastoral Cariacica/Viana a partir de 14h

11 de outubro – Área Pastoral Vila Velha. A peregrinação jubilar será no Santuário Divino Espírito Santo a partir de 14h.

25 de outubro – Área Pastoral Serrana a partir de 10h

01 de novembro – Área Pastoral Vitória a partir de 16h

14 de dezembro – Área Pastoral Serra/Fundão a partir de 9h

 

Na manhã desta quinta-feira, 22 de maio, o arcebispo metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, recebeu na Cúria de Vitória os responsáveis pelas Novas

Na manhã desta quinta-feira, 22 de maio, o arcebispo metropolitano de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, recebeu na Cúria de Vitória os responsáveis pelas Novas Comunidades de Vida e Aliança presentes na Arquidiocese. O encontro contou com a presença do assessor eclesiástico para as Novas Comunidades, padre Hadeleon Santana, e representantes das comunidades Epifania, Mensageiros da Boa Nova, Água Viva, Missionários da Luz, Jesus Está Vivo e Shalom.

Segundo o padre Hadeleon, o momento foi de acolhida e também de apresentação: “As novas comunidades, por meio dos seus representantes, puderam apresentar ao arcebispo as comunidades presentes em nossa Arquidiocese, bem como o tempo de fundação, o carisma e o trabalho que exercem aqui”, explicou.

Após a apresentação de cada comunidade, Dom Angelo abriu espaço para escuta das principais dificuldades enfrentadas pelas comunidades no dia a dia, especialmente na vivência de seus carismas institucionais. “Também foram compartilhadas as expectativas em relação à Igreja local, tanto por parte do arcebispo quanto do assessor eclesiástico”, destacou padre Hadeleon.

Durante o encontro, o arcebispo reafirmou o compromisso de caminhar junto às comunidades, continuando o trabalho de acompanhamento já realizado ao longo dos anos. Além disso, apresentou propostas concretas para fortalecer ainda mais a inserção das Novas Comunidades na vida da Igreja: “Dom Angelo fez alguns apontamentos de propostas, de acompanhamento, de formação e de inserção das novas comunidades cada vez mais na vida eclesial da nossa Igreja Particular de Vitória”, completou o sacerdote.

O encontro reforça a comunhão eclesial e o papel das Novas Comunidades como expressão viva da missão evangelizadora da Igreja nos tempos atuais, em sintonia com os apelos do Espírito e com os desafios da realidade contemporânea.

São 25 anos da presença Marista em Terra Vermelha, Vila Velha. A escola, gratuita é dirigida pelo irmão Davi e congrega, nesta data, 730

São 25 anos da presença Marista em Terra Vermelha, Vila Velha. A escola, gratuita é dirigida pelo irmão Davi e congrega, nesta data, 730 alunos da região, um projeto que tem feito diferença na vida daqueles que passaram por ali. Para celebrar os 25 anos, uma imagem de Nossa Senhora da Penha está percorrendo as comunidades e Escolas Maristas e hoje a imagem estava na Escola em Terra Vermelha.

“Há ¼ de século estamos aqui espalhando sementes de esperança e amor”, disse o irmão Davi Nardi, diretor da Escola Marista Terra Vermelha, logo no início da missa.  25 palmeiras porque elas crescem para o céu e é isso que a escola e os irmãos maristas fazem; 25 flores simbolizando o trabalho dos maristas em defesa da criança e do adolescente, ornamentavam o espaço onde aconteceu a celebração da missa presidida por dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória.

 

 

Dom Ângelo saudou alunos, professores, colaboradores, comunidade de fieis e comunidade marista e agradeceu pelo trabalho que desenvolvem. “Reconhecer os religiosos que aqui trabalharam e seus colaboradores nos leva a expressar nossa gratidão por todo este trabalho. Celebrar 25 anos é voltar às origens e rever os valores, o objetivo e o carisma de trabalhar pelo bem da educação.”, disse dom Ângelo.
Depois, referindo-se ao Evangelho, o Arcebispo disse: “Nós somos os ramos e devemos permanecer unidos ao essencial. Como Marcelino Champagnat devemos ser fieis à Igreja e viver a comunhão com Cristo. É preciso deixar-se moldar por Cristo e sermos os ramos que jamais se desprendem e por isso não secam”.

Para terminar a homilia, dom Ângelo lembrou que para que “o sonho de compromisso que permanece no coração dos maristas é preciso olhar com esperança e manter-se no sonho. Por isso, rezemos por esta comunidade e pelas vocações para que estas obras possam continuar e ofereçam à Igreja e à sociedade uma educação de qualidade”.

Na hora dos agradecimentos, 30 anos do irmão Davi foram lembrados. A ele foi oferecida uma árvore (Sete Copas Africana) e um cartão contendo as assinaturas de todos os colaboradores da Escola. Na sequência o agradecimento foi dirigido a dom Ângelo, que visitou a Escola pela 1ªvez e a ele foi oferecida uma casaca, entregue pelos alunos da Escola.

 

De 26 a 29 de maio, os presbíteros do Regional Leste 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, composto pelas dioceses de

De 26 a 29 de maio, os presbíteros do Regional Leste 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, composto pelas dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus, Colatina e Arquidiocese de Vitória, participam da formação continuada, evento que acontece uma vez ao ano. Padre Diego Carvalho, representante do clero da Arquidiocese de Vitória espera a participação de mais de 200 padres e todos os bispos do Regional, e afirma: “estamos confiantes nessa formação, porque é uma formação de continuidade daquilo que nós já estamos avaliando nesses últimos anos. O caminho que nós vamos percorrer é um caminho de contemplação daquilo que nós estamos celebrando, que é o jubileu da esperança. E os nossos presbíteros precisam ser aquelas pessoas que impulsionam, que incentivam as pessoas a buscarem e viverem essa esperança”.

O Encontro acontece em Sta. Isabel na Casa de Retiros São Francisco Xavier e conta com a assessoria do Monge Marcelo Barros que fará a análise de conjuntura; pe. Agenor Brighenti para falar sobre Igreja Sinodal e dom Andherson Franklin que apresentará as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.

Este é o momento de acompanharmos com orações os padres e bispos que participam do Encontro. Rezemos para que “os presbíteros que irão participar, possam vir abertos ao Espírito Santo, e a partir daquilo que os nossos assessores vão apresentar para nós, possamos refletir sobre aquilo que é próprio da vida presbiteral,  a vida espiritual, a vida afetiva, emocional, mas também a vida pastoral, de modo que nós possamos ser homens de oração, homens próximos do povo, pastores com cheiro de ovelha”, como pe. Diego disse ser sua expectativa. 

 

Quarenta anos… são anos, são histórias, sacrifícios. São vidas doadas por amor a Deus e ao próximo. O REAME nasceu no coração da Igreja

Quarenta anos… são anos, são histórias, sacrifícios. São vidas doadas por amor a Deus e ao próximo. O REAME nasceu no coração da Igreja para dar respostas concretas às necessidades do povo, especialmente dos mais pobres. Naquele tempo, muitas obras sociais surgiram na Arquidiocese com esse mesmo desejo: fazer ecoar o Evangelho.

Para marcar essa data tão especial, foi celebrada uma missa em ação de graças pelos 40 anos, presidida pelo arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, que reuniu colaboradores, voluntários, famílias atendidas e representantes das paróquias da região.

Durante a celebração, Dom Ângelo destacou a importância de obras como o REAME na missão evangelizadora da Igreja.
“Se não for com o apoio, com a caridade e a solidariedade do povo de Deus, essas obras não se sustentam. Elas vivem da fé e do compromisso de cada um que se sente Igreja”, afirmou.

O tempo passou, é verdade. Mas a missão permanece. O que move o REAME até hoje é a perseverança de tantas pessoas que acreditaram – e continuam acreditando – que é possível transformar realidades, uma vida de cada vez.

“Essa obra não é de alguns, é de todos nós. É da nossa Igreja. Todos somos responsáveis”, reforçou Dom Ângelo. E é isso que se sente ao visitar o REAME: um pertencimento que vai além das paredes, que toca as famílias, as comunidades vizinhas e todas as paróquias ao redor.

O REAME é presença, é ação concreta, é fé em movimento. Em cada canto, em cada atividade, se constrói dignidade, se desenvolve cidadania, se acolhe com afeto. E quem dá sentido a tudo isso são eles: as crianças e os adolescentes, os grandes protagonistas dessa história.

“As crianças e adolescentes são a nossa maior razão de sermos REAME. São eles que nos lembram, todos os dias, que a esperança é mais forte que qualquer adversidade. Eles são a prova viva de que a educação e o afeto podem transformar realidades”, afirmou com emoção a Presidente e Coordenadora da instituição, Cristina Soprani.

A missão segue firme, mesmo diante dos desafios. E a fé, essa continua sendo a base. A Palavra de Deus inspira e fortalece. A vontade de Deus é clara: que todos sejam salvos, que ninguém se perca. E é nesse caminho que o REAME caminha há 40 anos — levando esperança, promovendo a vida e anunciando, com gestos concretos, o Reino de Deus.

“A fé se torna visível em cada gesto de cuidado, de acolhida, de partilha. O amor e a caridade são frutos da esperança”, recorda Dom Ângelo. E é exatamente isso que se vê por ali: esperança encarnada em rostos, em sorrisos, em mãos estendidas.

Jesus mesmo disse: “Aquele que crê em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores” (Jo 14,12). Pois bem. O REAME é uma dessas obras maiores. Um lugar onde o amor de Deus se manifesta todos os dias. Onde a vida é protegida, cuidada e promovida.

Parabéns, REAME, pelos 40 anos de caminhada. Que venham muitos outros. E que essa obra continue sendo sinal do amor de Deus no meio de nós. Sustentada pela fé, impulsionada pela caridade e fortalecida pela esperança.

HISTÓRIA DO REAME

Criado em 1985 o Projeto Reame ganhou sua primeira sede própria no bairro Tiradentes, em Cariacica, em 1987 e desde então realiza um trabalho diário de acolhimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. O objetivo deste trabalho social é oferecer aos atendidos uma rede de proteção, de garantia de oportunidades e de desenvolvimento de laços comunitários.

Desde 1997 o projeto passou a funcionar no bairro Cruzeiro do Sul, também em Cariacica, e hoje atende a 95 meninos e meninas entre os 6 e os 15 anos. É mantido pela Paróquia do Bom Pastor de Campo Grande, por parcerias com empresas, governo e organizações não governamentais.

O projeto oferece oficinas de capoeira, esportes, jogos cooperativos, informática, arte e cultura, recreação e atividades pedagógicas, que acontecem nos períodos de contraturno escolar, de segunda a quinta-feira. Orientações, encaminhamentos e outros tipos de auxílio também são feitos junto às famílias. Além disso, o projeto visa estar inserido no cotidiano da comunidade, desenvolvendo atividades como o projeto de capoeira, que funciona desde 2002.