Notícias da Arquidiocese

05 de agosto de 2024 Na última sexta-feira, 2 de agosto, o sr. João recebeu alta do hospital e já se encontra junto com

05 de agosto de 2024

Na última sexta-feira, 2 de agosto, o sr. João recebeu alta do hospital e já se encontra junto com seus familiares. Os cuidados recomendados serão realizados no ambiente familiar e aguardamos seu retorno às atividades. Agradecemos a Deus e rezamos pelo sr. João.

22 de julho de 2024

João Borges, o sr. João da Ponta Formosa, está internado e entubado por diversas complicações que os médicos ainda estão pesquisando. A situação é grave, a pressão arterial está baixa e insuficiência respiratória.

Sr. João é conhecido por seu cuidado com o ambiente no Centro de Treinamento Dom João Batista (Ponta Formosa), afinal são 37 anos, que quem participa de encontros arquidiocesanos, encontra com ele e recebe toda a atenção.

Rezemos pelo sr. João em nossas orações.

Pe. Arnóbio Passos, saiu do Hospital Meridional, em Cariacica onde esteve internado e encontra-se agora no Hospital Royal na Enseada do Suá, em Vitória.

Pe. Arnóbio Passos, saiu do Hospital Meridional, em Cariacica onde esteve internado e encontra-se agora no Hospital Royal na Enseada do Suá, em Vitória. Pe. Arnóbio ainda precisa de cuidados, por isso foi encaminhado para este Hospital que funciona como um hospital de transição, atendendo pacientes na situação em que ainda necessitam cuidados especializados.

As visitas podem acontecer de segunda a sábado entre 10 e 19h e domingos de 13 às 19h. A entrada de visitas é controlada para evitar cansaço do paciente.

O Hospital Royal fica na Rua Raulino Gonçalves, 135 na Enseada do Suá, em Vitória.

Aconteceu na manhâ de hoje, 10 de julho de 2024, a Assinatura do Protocolo de Intenções entre a UFES, Universidade Federal do Espírito Santo

Aconteceu na manhâ de hoje, 10 de julho de 2024, a Assinatura do Protocolo de Intenções entre a UFES, Universidade Federal do Espírito Santo e o Instituto Superior de Direito Canônico de Londrina. O Protocolo de Intenções sela o compromisso de realização de atividades didáticas e acadêmicas em conjunto. Entre elas a oferta de disciplinas para bacharelado e mestrado em Direito na UFES..

Participaram do evento o bispo auxiliar de Vitória, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza e o presidente do Tribunal Eclesiástico de Vitória, pe. Hiller Stefanon Sezini.

Após a assinatura do Protocolo, foi proferida palestra sobre ‘O papel do advogado no Tribunal Eclesiástico’, pelo Prof. Dr. Marcio Fernando França (Diretor do ISDC-Londrina e Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana).

Nesta segunda-feira, 08 de julho, teve início o 13° Formise Nacional, evento que reúne seminaristas de todo o país para discutir e refletir sobre

Nesta segunda-feira, 08 de julho, teve início o 13° Formise Nacional, evento que reúne seminaristas de todo o país para discutir e refletir sobre a missão nas periferias geográficas e existenciais. O tema deste ano é “A missão nas periferias geográficas e existenciais”, com o lema “Deus habita esta cidade” (Sl 47,9). O encontro está sendo realizado no Seminário Arquidiocesano São José, na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro/RJ.

O evento conta com a presença de diversos seminaristas de várias regiões. Do regional Leste 3 da CNBB, destacam-se os seminaristas Victor Hugo e Matheus Baptista, do Seminário Nossa Senhora da Penha, da Arquidiocese de Vitória; Rafael Capucho, do Seminário São Mateus, da Diocese de São Mateus; Wellington Tolentino, do Seminário Maria Mãe da Igreja, da Diocese de Colatina; e Gabriel Bolari, João Lucas Nunes, Matheus Luís Pimentel e Wellington Salviete, do Seminário São João Maria Vianney, da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim.

O 13° Formise Nacional segue até o próximo domingo, 14 de julho, e promete ser um marco na formação dos seminaristas, reforçando o compromisso com a missão evangelizadora da Igreja nas periferias.

Ponta Formosa foi o local escolhido pelos Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Vitória para realização da Assembleia que elegeu os novos membros da CAD

Ponta Formosa foi o local escolhido pelos Diáconos Permanentes da Arquidiocese de Vitória para realização da Assembleia que elegeu os novos membros da CAD (Comissão Arquidiocesana dos Diáconos Permanentes) na manhã do último sábado (06). Por votação secreta de maioria simples foram eleitos, pelo voto dos diáconos presentes, o Secretário, o Tesoureiro e os dois Conselheiros. Além disso foi escolhida, por votação em dois ‘turnos’, uma lista com os nomes de três diáconos que será enviada para o sr. Arcebispo Dom Dario Campos, que com o auxílio imprescindível do Espírito Santo, irá eleger a partir dessa mesma lista o novo Coordenador e Vice- Coordenador da CAD para os próximos 2 anos.

O dia iniciou com uma palavra descontraída e amistosa do sr. Arcebispo, e os trabalhos contaram ainda com a condução do Pe. Márcio Ferreira, Diretor da Escola Diaconal São Lourenço, e Assessor do Corpo Diaconal em Vitória. A abertura da Assembleia se deu com a Santa Missa presidida pelo Pe. Márcio, e o processo de reflexão e votação foi intercalado por súplicas ao Santo Espírito de Deus.

A nova diretoria da CAD será empossada às 16:00 do dia 10/08/2024, na Festa de São Lourenço, Diácono e Mártir, durante Celebração Eucarística presidida por Dom Andherson Franklin, no Santuário Basílica de Santo Antônio, com a presença dos diáconos, esposas e familiares, e toda comunidade de fé.

Que a Virgem Maria interceda pela nova Comissão que está sendo gerada, e seja sempre auxílio e amparo no serviço dos nossos diáconos.

por: Diác. José Wander Neves

Aconteceu dos dias 28 a 30 de junho, na cidade de Caucaia-CE, o segundo seminário nacional para animadores vocacionais, promovido pela Comissão Episcopal para

Aconteceu dos dias 28 a 30 de junho, na cidade de Caucaia-CE, o segundo seminário nacional para animadores vocacionais, promovido pela Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, da CNBB.

O encontro teve como tema “animação vocacional no mundo digital: desafios e perspectivas” e contou com a assessoria do Ir. Márcio, dos irmãos Maristas, e do Marcus Tullius, coordenador da PASCOM Brasil.

Contou também com a participação de 160 animadores vocacionais de todas as regiões do país.

O evento possibilitou encontros e reencontros, além de momentos de partilha das realidades da animação vocacional nas diversas realidades de Igreja e levou a perceber que a animação vocacional se faz, também nos meios digitais, com o testemunho da vida real, o que exige paciência, verdade e a capacidade de “perder tempo”.

O tema proposto ajudou a refletir a realidade digital como um novo campo de missão da Igreja e, também, de animação vocacional e levou a refletir que presença nesta realidade não deve ser meramente mecânica, mas humanizadora, capaz de criar espaços de encontro, relacionamento e comunidade.

Uma nova comissão, coordenada por dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, foi criada para pensar, programar e realizar uma Exposição

Uma nova comissão, coordenada por dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, bispo auxiliar de Vitória, foi criada para pensar, programar e realizar uma Exposição sobre o Concílio Vaticano II.

A Exposição vai acontecer no primeiro semestre de 2025, no Cecates, Centro Católico de Estudos na Praia do Suá.

Segundo Giovanna Valfré, coordenadora do Centro de Documentação e membro da nova comissão, os objetivos são: fazer memória da história de maneira integrada em suas etapas, enriquecer o sentido de pertença à Igreja, entender o Concílio Vaticano II com seu percurso, personagens e desdobramentos e, recuperar a força do Vaticano II a partir daquilo que a Igreja aponta hoje com o Papa Francisco. Ainda, segundo Giovanna, a Exposição será composta com fotos, documentos, materiais gráficos, áudios e vídeos.

A comissão é composta por dom Andherson Franklin, bispo auxiliar; Raquel Tonini, arquiteta e membro da Comissão de Arte Sacra; Vitor Schneider, juiz e membro da Comunidade Epifania; Maria Amélia Reuter Mota Carrera, coordenadora da Comunidade Epifania; Doris Pereira de Almeida, pedagoga e membro da Comunidade Epifania; Noemita Alexandre, bibliotecária do Cecates.

O relicário, uma urna com alguns ossos do corpo da santa, veio da Basílica de Santa Teresa de Lisieux, na França, está percorrendo cidades

O relicário, uma urna com alguns ossos do corpo da santa, veio da Basílica de Santa Teresa de Lisieux, na França, está percorrendo cidades brasileiras desde 1 de fevereiro e continuará no Brasil até o mês de outubro.

Em Vitória, os fiéis poderão ver o relicário e participar das celebrações a partir de amanhã (02/07), no Carmelo de Nazaré, em Cariacica (Av Obed Emerich.1552- Santo Antônio – Cariacica/ES – 29156-813)

Confira a programação:

Dia 02

13h30 – Chegada da Relíquia e acolhida

15h – Missa de abertura com o Frei Emerson, OCD

18 horas – Oração das Vesperas

19h – Missa

21h – Recolhimento (Capela fechada)

 

Dia 03

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Terço Mariano

12h – Terço Mariano

Dia 04

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Paróquias Santa Terezinha (Paul)

14h – Perpétuo Socorro (Praia da Costa)

Dia 05

6h – Oração das Laudes

8h30 – Missa

10h – Terço Mariano

12h – Terço Mariano

14h – Momento Oracional

17h30 – Oração das Vesperas

19h – Missa de encerramento com Dom Andherson Franklin

História

Santa Teresinha do Menino Jesus, também conhecida como Santa Teresa de Lisieux, é uma das santas mais amadas e veneradas do Católico. Nascida em Alençon, França, em 1873, Teresa Martin entrou no Carmelo de Lisieux aos 15 anos e viveu uma vida de simplicidade, humildade e profundo amor a Deus. Sua espiritualidade, centrada na “pequena via” do amor e da confiança, inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo.

Santa Teresinha nasceu em uma família com ótimas condições financeiras e temente a Deus. Seus pais, Luis e Zélia, que agora são santos, recentemente canonizados pela Igreja, tiveram oito filhos, antes da caçula Teresinha. Quatro de seus irmãos morreram com pouca idade, restaram quatro irmãs de Teresa que também se tornaram freiras (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Terezinha também sentiu um forte desejo de abraçar a vida religiosa e com apenas 15 anos obteve a autorização do Papa Leão XIII para entrar no mosteiro das carmelitas, em Lisieux.  

Santa Teresinha não nasceu santa, mas foi aos poucos trilhando um caminho de santidade. Teresinha teve uma vida dura e sofreu alguns baques. Além de perder os seus irmãos, como já relatamos, perdeu sua mãe quando tinha apenas quatros anos e oito meses de idade, vítima de câncer. Viu suas irmãs irem para o convento e seu pai sofrer com problemas psiquiátricos. Por fim, a tuberculose e outros problemas de saúde que a santa foi acometida nos últimos dias de vida. Para todos esses acontecimentos, Santa Terezinha precisou de muita resiliência e de confiar na misericórdia divina. Com muita simplicidade, entendeu os desígnios de Deus e se entregou a ele totalmente, não se revoltou em nenhum momento.  

Depois da morte de sua mãe, Terezinha ficava por diversos momentos bem triste e chorava muito. Aos dez anos, ela fez uma experiência forte com Nossa Senhora e mudou completamente a sua vida. Ela viu a imagem de Nossa Senhora como nunca havia visto antes, uma alegria tomou conta de seu ser e todas as suas penas foram entregues a Mãe de Deus. Após essa visão, Santa Terezinha diz: “a Santíssima Virgem sorriu para mim, foi por causa das orações que eu tive a graça do sorriso da Rainha do Céu” (História de uma alma). 

Terezinha teve uma importante experiência com o Menino Jesus, no Natal de 1883, quando tinha apenas 13 anos de idade. Ela viu Jesus como o doador de uma total conversão. Depois disso, a sua vida foi transformada e ela começou a dar grandes passos na vida espiritual. Esse fato foi tão importante na vida da santa, que ela adotou o nome de Terezinha do Menino Jesus.  

O seu lema de vida a partir do momento que entrou no Carmelo foi rezar pela conversão dos pecadores e por todos os sacerdotes. Porém, trazia em seu coração o grande desejo de ser missionária e anunciar aos quatro cantos do mundo a boa nova do Evangelho. Até que entendeu que deveria rezar do carmelo pela missão de toda a Igreja, devido à impossibilidade de sair em missão. Logo após a sua morte, o Papa Pio XI a declarou padroeira das missões.  

As carmelitas de hoje seguem o mesmo carisma de Santa Terezinha do Menino Jesus e, do Mosteiro, rezam pela conversão dos pecadores e por toda a Igreja. Elas rezam e trabalham pela salvação das almas. Elas são madrinhas de oração dos sacerdotes, religiosos e seminaristas, intercedem junto à Deus por todas as vocações. 

Por meio do amor, Terezinha confiava plenamente em Deus, desenvolveu a infância espiritual ou pequena via. Ela aprendeu muito com seu pai, que dizia que Deus é bondoso, compassivo e misericordioso. Santa Terezinha era humilde e acreditava que tínhamos que ser como crianças diante de Deus. Do mesmo modo deveria ser a nossa convivência com o próximo, aceitá-lo como ele é, amar sem reservas.  

Santa Terezinha falece aos 24 anos de idade e diz em suas últimas palavras: “Oh Amo-O. Deus meu… amo-Vos!”. Após a morte de Terezinha, foram publicados os inúmeros escritos deixados por ela, que se tornaram conhecidos mundialmente. Dessa forma, cumpriu-se o seu desejo de que se espalhe pelo mundo chuva de rosas, de milagres e graças por todo o mundo. Sua beatificação aconteceu em 1923, sendo canonizada pelo Papa Pio XI em 1925, que a chamava de “uma palavra de Deus”. O Papa João Paulo II a proclamou doutora da Igreja, no dia 19 de outubro de 1997.  

Celebremos com alegria a festa litúrgica de Santa Terezinha do Menino Jesus e sigamos o seu exemplo de nos confiarmos à misericórdia de Deus, rezemos pela Igreja e por sua missão de levar a paz e o amor ao mundo inteiro, em especial, aprofundando nossa Missão. 

Relicário 

A primeira visita do relicário de Santa Teresinha ao Brasil ocorreu em 1997, ano do centenário de sua morte. Desde então, as relíquias têm percorrido diversas cidades brasileiras, atraindo milhares de fiéis em procissões, missas e eventos de oração. Em 2018, por exemplo, o relicário voltou ao Brasil para uma peregrinação que abrangeu várias regiões do país, passando por capitais e cidades do interior.

Para os católicos, as relíquias são um meio de sentir a presença dos santos de maneira mais próxima e concreta. Elas são veneradas não por serem objetos mágicos, mas como recordações sagradas de pessoas que viveram vidas exemplares de fé e amor. Santa Teresinha, com sua mensagem de simplicidade e confiança total em Deus, tocou profundamente o coração dos brasileiros.

A presença do relicário de Santa Teresinha no Brasil tem gerado um grande impacto espiritual e cultural. Muitos devotos relatam experiências de cura, conversão e renovação da fé ao visitar o relicário. As paróquias e comunidades que recebem as relíquias organizam celebrações especiais, momentos de adoração e reflexão sobre os escritos e a vida da santa.