Notícias da Arquidiocese

A Arquidiocese de Vitória ganhou no Sábado Santo cerca de 400 novos cristãos, que também são chamados de neófitos. Dentre as 91 paróquias que
Batismo realizado na Vigília Pascal da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Cobilândia, Vila Velha.

A Arquidiocese de Vitória ganhou no Sábado Santo cerca de 400 novos cristãos, que também são chamados de neófitos. Dentre as 91 paróquias que fazem parte do território arquidiocesano e que responderam à pesquisa encontramos batismos de catecúmenos em 55 delas durante a noite da Vigília Pascal. Em relação ao número de novos cristãos, na área Serra-Fundão registramos 94; na área Vila Velha foram 92; na área Vitória 60; na área Cariacica-Viana 58; na área Benevente 53 e na área Serrana 36.

Padre Tárcio Rosa Siqueira é Coordenador da Comissão Bíblico Catequética da Arquidiocese de Vitória e explica o que é o Catecumenato, palavra de origem grega que significa instrução: “Este termo foi adotado pela Igreja primitiva para denominar aqueles que buscavam tornar-se seguidores de Jesus e que, para isso, precisavam ser instruídos dentro do mistério de Cristo. Ainda hoje a Igreja Católica usa o termo Catecúmeno para nomear aqueles que ainda não foram inseridos dentro do povo eleito de Deus: os batizados”.

Uma curiosidade é que a noite da Vigília Pascal é o único dia – salvo os outros dias com o mandato do Bispo – que o padre pode ministrar os três sacramentos da iniciação cristã e o motivo é que na Vigília Pascal é celebrado todo o mistério da salvação de Jesus, o padre celebra o ministério da nova vida. “Vivemos pelas leituras desde a criação do mundo até a morte e ressurreição de Jesus Cristo, passando por todo o Mistério Pascal e quando se inicia, após a benção do fogo, já proclamamos a Páscoa, Cristo Ressuscitou! E o cristão não nasce, ele se torna cristão pelo Batismo. Quando é mergulhado nas águas e ressuscita ele faz um caminho da salvação”.

A mistagogia pedagógica desta vivência na Vigília Pascal se passa também na confirmação do batismo, no Sacramento do Crisma, quando o catecúmeno recebe o Dom de Deus e se coloca ao serviço, ao discipulado de Jesus, no serviço apostólico e culmina no ápice da celebração que é a Liturgia Eucarística, ao redor da mesa, ao redor do pão que faz arder o coração. “Se completa o ápice da experiência cristã, vivenciando aquilo que se experimenta, por isso o padre nesse dia pode ministrar os sacramentos, pois ele celebra todo o processo da Salvação de Cristo”, detalha padre Tárcio.

Catecumenato

Mas o caminho percorrido pelos catecúmenos até o Sábado Santo é de muita preparação. O sacerdote explica que o processo do Catecumenato do qual orienta a Santa Mãe Igreja acontece “em uma caminhada catequética dividida em etapas, sejam para crianças, adolescentes jovens ou adultos com o objetivo de termos uma experiência progressiva focada em levar a conversão do coração, a adesão a fé, a vivência comunitária e o testemunho de uma vida nova pelos sacramentos da iniciação cristã”.

O primeiro passo é o ingresso na Catequese que se denomina Pré-catecumenato com o tempo do Kerygma, o anúncio de Cristo morto e ressuscitado. “É o processo inicial da Evangelização que faz brotar a fé e o desejo pela conversão. Ao término desse tempo é realizado a Celebração da Adesão a Cristo onde o catecúmeno responde a três perguntas demonstrando que através da fé adquirida deseja ser um fiel seguidor de Cristo. Aqui recebe também a Palavra de Deus e vai iluminar a sua caminhada catequética”.

A próxima etapa é a do ‘Catecumenato’ na qual o candidato publicamente manifesta sua intenção e a Igreja o acolhe e o admite ao Tempo do Catecumenato (cf. RICA, p.36-43). “Nesse tempo o catecúmeno recebe uma catequese acerca da história da salvação e seus desdobramentos, tendo o seu ápice na reflexão da Oração do Senhor (o Pai Nosso) e no Creio (Profissão de Fé). Este, conduz o Catecúmeno a um entendimento acerca da fé que professa o cristão católico; aquele convida a uma intimidade com Deus, através da oração íntima e pessoal”.

O encerramento deste tempo é a Celebração da Eleição “donde aqueles que alcançaram a maturidade na etapa anterior são eleitos aos sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Eucaristia e Crisma (cf. RICA, p.64-69)”. Após essa etapa inicia-se Tempo da Purificação e Iluminação no período da Quaresma, onde se busca uma purificação do coração e iluminação da certeza que Cristo é o Salvador.

“Nessa etapa são celebrados os escrutínios, que são orações da Igreja em favor dos eleitos para serem fortalecidos na luta contra o pecado e iluminados pela misericórdia de Deus perseverem no caminho de Cristo”.  E porque o caminho catequético tem seu ponto alto na Celebração da Vigília Pascal (Sábado Santo)? Por ser um dia de muita importância para os cristãos católicos, pois, esta celebração faz memória de todo o mistério da salvação por seu caráter batismal.

Na página 26 do Rito da Iniciação Cristã de Adultos é detalhado que após o Sábado Santo a Caminhada Catequética tem sua continuidade com o Tempo da Mistagogia onde “a comunidade unida aos neófitos, quer pela meditação do Evangelho e pela participação da Eucaristia, quer pela prática da caridade, vai progredindo no conhecimento mais profundo do mistério pascal e na sua vivência”.

Sendo assim, na Vigília Pascal os eleitos recebem os sacramentos da iniciação cristã: Batismo, Confirmação e Eucaristia e se tornam novos filhos da Igreja, inseridos na Comunidade de fé e devem ser testemunhas de Cristo. Ainda que tenham feito sua caminhada numa Igreja Particular, como a Arquidiocese de Vitória, eles se tornam membros da Igreja Católica Apostólica Romana em qualquer parte do mundo.

Nesta semana a proposta do projeto Formando Discípulos Missionários da Arquidiocese de Vitória é refletir o quinto capítulo da Constituição Apostólica “Lumen Gentium” que

Nesta semana a proposta do projeto Formando Discípulos Missionários da Arquidiocese de Vitória é refletir o quinto capítulo da Constituição Apostólica “Lumen Gentium” que trata sobre a “Vocação Universal à Santidade na Igreja”. Padre Ivo, Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória detalha que esse chamado à santidade se manifesta na prática cristã, na vivência diária dos valores do evangelho de Cristo sob o impulso do Espírito Santo.

A sugestão é que as paróquias e comunidades da Arquidiocese de Vitória entendam a importância e busquem o caminho para a santidade, tendo Jesus Cristo como modelo. A vocação à santidade deve ser a meta de todos aqueles que servem na Igreja.

“Chamado a Santidade que se apoia em Cristo, que também convidou seus discípulos: ‘sedes santos, como vosso pai Celeste é santo’. Então a Igreja que nasce do mistério da trindade e caminha na história com a sua dimensão de organização é uma Igreja que tem como meta estar na glória do céu e antes de alcançar a glória eterna, ser chamado a santidade, em um caminho que passa pela vivência do amor, do amor fraterno”.

Acesse aqui o livro completo “Formando Discípulos Missionários de Jesus – À luz da Lumen Gentium”

Ouça a explicação do Padre Ivo sobre o quinto capítulo “Vocação Universal à Santidade na Igreja”:

No próximo sábado, dia 29 de abril, será lançado o livro “Fé na Vida”, escrito pelo padre Carlos Antônio Conceição, pároco da Paróquia Bom

No próximo sábado, dia 29 de abril, será lançado o livro “Fé na Vida”, escrito pelo padre Carlos Antônio Conceição, pároco da Paróquia Bom Jesus, em Novo Horizonte, Cariacica. O lançamento será após a missa das 19h30 durante o jantar da Comunidade Matriz São José Operário que fica na avenida São José, 511.

A obra fala da fé-vivência, fé experiência e sustentáculo da vida, sobretudo, quando o barco da vida é sacudido por ‘ondas do mar em ressaca’. O autor conta que o livro surgiu a partir do Ano da Fé proclamado pelo Papa Bento XVI e que teve início em 11 de outubro de 2011 indo até 11 de outubro de 2012. Lendo os documentos e as publicações, padre Carlos Conceição, teve a ideia de fazer uma reflexão sobre a fé.

“Esta Fé que é escrevivência, ou seja, a vivência e experiência do dia a dia. Não é um livro que trata da Fé Dogmática, que trata da catequese sobre a fé, não é doutrinário. O contexto dele é justamente o Ano Fé quando eu leio os documentos e as publicações e me veio essa intuição de escrever, porque assim muita gente que vive a Fé no dia a dia nem sempre teve o contato com a catequese doutrinária, dogmática, mas são pessoas que vivem a plenitude da fé”, ressalta o sacerdote.

“Fé na Vida” começou a ser escrito logo após o encerramento do Ano da Fé e possui capítulos que refletem sobre temas recentes. “Lá para 2013 surgiu minha intuição e aí eu comecei a rascunhar um pré-projeto de escrita sobre a Fé. Fui transferido para a Paróquia Bom Jesus, em 2014, e ao longo desse período até hoje eu venho escrevendo o livro. O leitor vai ver que ele tem capítulo sobre a Covid-19, tem capítulo sobre a questão política, tem outro capítulo sobre o ódio a política e aos políticos, tudo relacionado a Fé, porque eu fui contextualizando esse projeto com o nosso cotidiano”.

Padre Carlos destaca que a primeira mensagem deste livro brota de sua experiência pessoal, de sua vivência de fé, herdada de sua mãe e da fé que o conduziu a pia batismal quando tinha apenas 28 dias de nascido. “O livro também trata da fé que eu bebi durante todo o meu período de infância e juventude, esta fonte cristalina de fé que mata nossa sede. Então a principal mensagem do livro é a fé como eterna companheira, como companhia inseparável da nossa vida e como porto seguro”, finaliza.

 

Formação e atuação do autor 

Carlos Antônio Conceição (Padre da Arquidiocese de Vitória/ES) Formação filosófica e teológica. Especialização em Comunicação Social pelo SEPAC (Paulinas) e Pós-graduação em Psicologia da Educação pela PUC/MG. Mestrando em Psicologia Institucional – UFES. Pároco da Paróquia Bom Jesus – Novo Horizonte – Cariacica/ES. Representante da Arquidiocese no CONIC (Conselho Ecumênico de Igrejas Cristãs).

 

 

Informações sobre o lançamento do Livro “Fé na Vida”

Data: 29 de abril de 2023, após a Missa das 19:30h (Festejos de São José Operário).

Local: Avenida São José, 511, Novo Horizonte – Cariacica, ES.

(Pontos de referências: Farmácia Confiança e Colégio Teodomiro)

Contacto do autor: (27) 99766-4060

Email: [email protected]

Com o coração em chamas e os pés a caminho do encontro com o outro, a Igreja no Brasil celebra seu Terceiro Ano Vocacional.

Com o coração em chamas e os pés a caminho do encontro com o outro, a Igreja no Brasil celebra seu Terceiro Ano Vocacional. Animados por essa espiritualidade, a Festa da Penha 2023 que apresentou como tema “com Maria, chamados a servir”, ressaltou no coração dos fiéis o compromisso e vocação que todos recebemos com o nosso Batismo. Cada fiel católico é vocacionado por Deus a assumir seu lugar próprio e atender ao chamado que Deus lhe faz, conforme seu estado de vida. Nesse sentido, a vocação ao Diaconato Permanente foi publicamente apresentada aos fiéis nesta edição da Festa da Penha, com a exposição desse Ministério em uma tenda, armada no caminho de subida de veículos do Convento da Penha. O Diácono Sérgio Pinto Rodrigues esteve a frente dessa apresentação (com o apoio do Diác Antônio Bandeira), e concedeu à Assessoria de Comunicação da Comissão Arquidiocesana dos Diáconos Permanentes de Vitória ES (AC CAD) responder algumas perguntas para melhor explicar como foi esse trabalho.

AC-CAD: Durante quais dias da Festa da Penha a tenda do Diaconato Permanente esteve funcionando?
Diác. Sérgio: Sábado, 15 de Abril de 2023, no período de 12h as 17h30

AC-CAD: O que especificamente foi apresentado aos fiéis nesta tenda? Qual era o objetivo da organização ao propor essa tenda?
Diác. Sérgio: Apresentamos o Diaconato Permanente em sua peculiar dupla Sacramentalidade (Matrimônio e Ordem ). É uma vocação a serviço da vida, e nosso objetivo era despertar nos fiéis que todos somos chamados por Deus para uma vocação, e naquele momento fomos um instrumento do Pai para este despertar nos irmãos.

AC-CAD: Qual ou quais eram as dúvidas mais comuns dos que frequentaram a tenda do Diaconato Permanente? Vocês puderam perceber algumas concepções distorcidas a respeito desse ministério, no entendimento geral dos visitantes?
Diác. Sérgio: As pessoas procuravam ter um esclarecimento melhor acerca do Ministério ordenado ao Diaconato Permanente. Nós chegamos no horário de término da Celebração da Diocese de São Mateus, onde ainda não é bem conhecido este Ministério. Já no final da tarde porém recebemos muitos fiéis da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim e outros visitantes. Pudemos notar que, em geral, a paróquia em si não divulga e nem esclarece muito sobre este Ministério, e acabam surgindo dúvidas sobre a diferenciação exata entre o Diácono e o Padre, e isso nos fez perceber a necessidade ainda maior de apresentar o 1° grau do sacramento da Ordem aos fiéis católicos.

AC-CAD: Essa experiência permitiu a vocês conhecerem mais sobre a visão geral dos católicos acerca do ministério diaconal, bem como as expectativas do povo em relação ao Diácono?
Diác. Sérgio: A visão geral dos católicos que estiveram na tenda e/ou abordados no caminho da subida do Convento da Penha, e que na sua paróquia tem o Diácono, permite perceber que a Igreja Católica (ou seja, nós) tem muito a se fortalecer com serviço oferecido pelo Diácono. Na minha exposição aos fiéis/visitantes eu disse: Somos ordenados para o serviço ao povo de Deus na Igreja, em comunhão com o Bispo e o Presbítero, e devemos exercer esse serviço em sinergia com os leigos, atuantes e essenciais para nossas paróquias

AC-CAD: Qual ou quais aprendizados foram possíveis adquirir com essa experiência?
Diác. Sérgio: ficou ainda mais claro o quanto precisamos ser uma igreja em saída. Apresentar o Ressuscitado com palavras (pregação) e principalmente com obras, pois testemunhar é acima de tudo viver o que se prega. A experiência e o aprendizado neste dia foi a presença amiga de estar junto com o povo de diversas paróquias do Espírito Santo, ouvindo, partilhando a vida diária de nossas atividades pastorais nas comunidades, e esclarecendo dúvidas em relação à missão do Diácono Permanente nas comunidades. A alegria de anunciar o Evangelho é uma forma de partilhar a experiência do encontro com o Cristo. O diácono, homem seguidor de Cristo, homem de profundo sentimento de pertença à Igreja, homem de fé , homem de pé no chão e coração nas realidades sociais presentes nas celebrações , na proclamação da palavra e na catequese e na ação concreta em favor dos mais pobres e excluídos. É preciso fazer a experiência com o Ressuscitado para sermos de fato, uma igreja em saída.

Na Constituição Apostólica Lumen Gentium, após o capítulo que trata sobre a missão dos Bispos na Igreja, o IV capítulo reflete sobre o laicato.

Na Constituição Apostólica Lumen Gentium, após o capítulo que trata sobre a missão dos Bispos na Igreja, o IV capítulo reflete sobre o laicato. O Concílio Vaticano II apresentou uma nova compreensão a respeito dos leigos: membros vivos do Povo de Deus e que no seu estado e missão colaboram com a missão salvífica da Igreja, junto com seus pastores.

Essa é também a ideia de reflexão do 4º encontro do Formando Discípulos Missionários nesta semana. De 23 a 29 de abril as paróquias e comunidades da Arquidiocese de Vitória são convidadas a se debruçar sobre a causa dos leigos, valorizando sua missão e os reconhecendo como batizados que com seus carismas, dons e atribuições cooperam na obra comum para a edificação da Comunidade de Fé.

Segundo o Vigário Geral da Arquidiocese de Vitória, padre Ivo Amorim, “É um resgate muito interessante exatamente para realçar a dimensão batismal de todos que são batizados e que também tem a missão junto com os Bispos, presbíteros e diáconos de conduzir à Igreja cada um com seu carisma, dom e ministério né?! Então é um capítulo que realça esta dimensão e dos dons e carismas do Povo de Deus na figura dos leigos e leigas”.

Acesse aqui o livro completo “Formando Discípulos Missionários de Jesus – À luz da Lumen Gentium”

Ouça a explicação do Padre Ivo sobre o quarto capítulo “Os Leigos”:

Teve lanternas de celular acesas, cantos de louvor a Nossa Senhora e ação de graças pelas diversas vocações que tornam a Igreja presente em

Teve lanternas de celular acesas, cantos de louvor a Nossa Senhora e ação de graças pelas diversas vocações que tornam a Igreja presente em diversos ambientes através dos diversos estilos de vida que compõem o cristianismo, na missa de encerramento das festividades da Festa da Penha 2023

Chamados a servir foi o tema que permeou todo o Oitavário e Festa da Padroeira do Espírito que contou com a presença de todos os bispos que compõem o Regional Leste 3: Arquidiocese de Vitória e as Dioceses de Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus e Colatina, com seus respectivos bispos: De Vitória, dom Dario Campos, arcebispo que presidiu a Celebração, dom Andherson Franklin, bispo auxiliar de Vitória e dom Geraldo Lyrio Rocha, bispo emérito de Mariana; dom Luiz Lisboa (Cachoeiro), dom Lauro Versiani (Colatina) e dom Paulo Dal’Bó (S. Mateus).

Os devotos de Nossa Senhora compareceram e lotaram a Prainha.

Dom Dario Campos, durante a homilia relacionou o tema da Festa deste ano, o Ano Vocacional que a Igreja no Brasil celebra e as atitudes de Nossa Senhora em três pontos presentes no Evangelho de São Lucas: 1. a humildade de Maria 2. a pressa de Maria para ajudar Isabel 3. o tempo que Maria dedicou a ajudar Isabel. A partir deles, o Arcebispo falou sobre a disponibilidade e alegria que se expressa no amor com que cada vocacionado, em sua missão específica, dedica ao serviço dos irmãos.

Ao final, bispos e padres abençoaram o povo pedindo que a Virgem da Penha alcance de Deus as graças que cada fiel pediu em seu coração.

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Após entender a missão da Igreja e como o povo de Deus constitui a comunhão nessa Igreja, na proposta para a terceira semana de

Após entender a missão da Igreja e como o povo de Deus constitui a comunhão nessa Igreja, na proposta para a terceira semana de reflexões à luz da Constituição Apostólica “Lumen Gentium”, as paróquias da Arquidiocese são convidadas a rezarem pela vocação episcopal, pelos sucessores dos apóstolos: os bispos que são pastores, tendo o bem-aventurado Pedro como princípio visível e fundamento da unidade.

O capítulo “A Constituição Hierárquica da Igreja e em Especial, o Episcopado” é o terceiro da “Lumen Gentium” e mostra que junto com os presbíteros, diáconos, leigos e leigas o bispo exerce sua missão de santificar e reger o corpo de Cristo. O bispo conduz a Igreja e a dimensão hierárquica que é tratada explica como se dá a organização da Igreja.

Padre Ivo explica que este capítulo basicamente trata da missão dos bispos. “A Igreja que aparece na história tem uma organização, tem na figura dos 12 (apóstolos) uma referência, esses 12 são uma prefiguração do Colégio Episcopal sobre a presidência do Papa. Cada bispo em sua Diocese vai conduzindo o povo santo de Deus, então é uma Igreja de unidade e, portanto, o tema colegiali

dade aparece quase que pela primeira vez depois de muitos anos. É a missão conjunta dos bispos com o Papa na condução da Igreja”.

Acesse aqui o livro completo “Formando Discípulos Missionários de Jesus – À luz da Lumen Gentium”

Ouça a explicação do Padre Ivo sobre o terceiro capítulo “A Constituição Hierárquica da Igreja e, em especial, o Episcopado”:

 

Carregada por mulheres, a imagem de Nossa Senhora da Penha, percorreu algumas ruas de Vila Velha, saindo do Santuário Nossa Senhora do Rosário e

Carregada por mulheres, a imagem de Nossa Senhora da Penha, percorreu algumas ruas de Vila Velha, saindo do Santuário Nossa Senhora do Rosário e chegando na Prainha. Ali, a fraternidade franciscana recebeu a imagem e abriu o cortejo para que a imagem de Nossa Senhora chegasse até ao palco onde aconteceu a missa, ao som do hino dedicado a ela.

A missa contou com a animação do grupo Mães que oram pelos filhos e presidida pelo bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, que na homilia, lembrou o pedido de Jesus aos seus discípulos e disse: “Jesus se apresenta após a Ressurreição e nós somos chamados a acolhê-Lo”. Atualizando as manifestações que Jesus fez aos seus discípulos, dom Franklin acrescentou: “Acolher o Senhor é testemunhar a fé e servir com caridade”.

Mas a tarde deste domingo, 16 de abril de 2023, teve outros momentos como a apresentação do Programa Salve Mãe das Alegrias, hoje com a participação de pe. Renato Criste e o momento devocional a Nossa Senhora conduzido pela fraternidade franciscana.