Notícias da Arquidiocese

Na tarde deste domingo (28), foi realizado o encerramento do Ano Jubilar, conforme estabelece a Bula de Proclamação do Jubileu, “Spes non confundit”, do

Na tarde deste domingo (28), foi realizado o encerramento do Ano Jubilar, conforme estabelece a Bula de Proclamação do Jubileu, “Spes non confundit”, do Papa Francisco.

De acordo com o documento, no dia do encerramento é necessário especial cuidado para que Deus acolha, com plena participação dos fiéis, tanto o anúncio da esperança da graça divina quanto os sinais que atestam a sua eficácia.

A programação teve início com a saída da Igreja São Gonçalo, com uma pequena peregrinação, em direção à Catedral Metropolitana de Vitória.

Em seguida, às 17h, foi celebrada a Santa Missa na Catedral, reunindo fiéis de todas as comunidades da Arquidiocese.

A celebração foi presidida pelo Arcebispo de Vitória, Dom Ângelo Mezzari, e concelebrada pelo Bispo Auxiliar, Dom Andherson Franklin, e demais padres de todas as paróquias da Arquidiocese.

Durante a homilia, Dom Ângelo destacou que tudo o que foi vivido, experimentado e realizado ao longo deste Ano Santo conduziu os fiéis ao propósito proposto pelo Papa Francisco na Bula de convocação do Jubileu de 2025 (confira a homilia na íntegra).

 “Amados irmãos e irmãs,

Com alegria celebramos hoje, dia 28 de Dezembro, Ano Santo de 2025, a conclusão do Jubileu da Esperança, na Festa da Sagrada Família de Nazaré, dentro da Oitava de Natal. Quero mais uma vez expressar minha alegria por estarmos reunidos aqui na Igreja Catedral, Mãe de todas as Igrejas de nossa Arquidiocese. E tanta gratidão, por vossa presença aqui, sobretudo por este Ano Santo vivido com tanta fé e amor, iniciado aqui, justamente, nesta Igreja Catedral, no dia 28 de Dezembro passado, por nosso querido Arcebispo Emérito, Dom Dario Campos, a quem recordamos com gratidão e agradecemos de coração.

As normas para o Jubileu 2025 nos disseram sobre este rito de encerramento: “A celebração eucarística se configura como uma Missa estacional. Por isso, todos os presbíteros concelebram com o Bispo; os diáconos, os acólitos, os leitores e os outros ministros desempenham o seu ministério. Tenha-se o cuidado de que a convocação chegue a todos os fiéis”. Em uma Igreja toda ela sinodal, que caminha unida, na comunhão e participação, na missão, queremos cada vez mais nos comprometer na construção do Reino de Deus, levando a Boa Nova da salvação, que é Jesus Cristo, a todos. Nesta Eucaristia solene, expressamos nossa unidade como Igreja na riqueza, diversidade e complementariedade de todas os dons, carismas e ministérios.  

Movido pela esperança que não decepciona (Rm 5,5), convocados, aqui estamos todos, o povo de Deus desta Arquidiocese, para a celebração de encerramento do Jubileu da Esperança: cristãos leigos e leigas, consagrados e consagradas, ministros ordenados. Logo, os membros das pastorais, dos grupos e associações laicais, dos movimentos laicais, de organismos e instituições. Enfim, estamos aqui bem representados, vindos das paróquias e comunidades, sendo sinais e testemunhas de esperança. E quantos sinais existem.

Tenho certeza, que tudo o que vivemos, experienciamos e realizamos durante este Ano Santo, nos levou a alcançar o que o Papa Francisco pediu na Bula de convocação do Jubileu 2025”: “Possa ser, para todos, um momento de encontro vivo e pessoal com o Senhor Jesus, «porta» de salvação (cf. Jo 10, 7.9); com Ele, que a Igreja tem por missão anunciar sempre, em toda a parte e a todos, como sendo a «nossa esperança» (1 Tm 1, 1)”. Sim, todos somos testemunhas de que Jesus Cristo, nossa Esperança, foi, e será sempre, o centro deste nosso peregrinar. Ele é nossa única Esperança, que não desilude, nem engana. Ele é a “Porta” da Salvação. Nossa missão, agora, mais do nunca, é continuar anunciando, em todo lugar, ao mundo, que ainda tem sede daquela esperança e paz tão desejada.  

A Liturgia de hoje é a da Festa da Sagrada Família de Nazaré: Jesus, Maria e José. O Tempo é de Natal e Deus se fez solidário com a humanidade, especialmente com os mais humildes, pobres e sofredores. Nasceu em uma família marcada pelo vínculo do amor, sem desconhecer seus dramas, dores e sofrimentos, pois era uma família autenticamente humana, sustentada pela fé e confiante nas promessas de Deus. Assim é nossa família.

O texto do Evangelho (Mt 2,13-15.19-23) nos faz ver José, atento à voz de Deus. Herodes, o rei, vai procurar o Menino Jesus para matá-lo. A Sagrada Família, imersa na realidade e nos dilemas humanos, que também nós passamos, é perseguida e exilada no Egito. Depois. Jesus com seus pais volta para a sua terra e assenta-se em Nazaré. O Filho de Deus refaz o caminho que o povo de Israel realizou no Antigo Testamento.

No Livro do Eclesiástico (3,3-7.14-17 a), recorda o mandamento de honrar pai e mãe: “Quem honra o seu pai, alcança o perdão dos pecados”. E ainda: “quem respeita a sua mãe é como alguém que ajunta tesouros”. De fato, aos filhos é dada a tarefa de exercer as obras de misericórdia em favor dos pais: respeito, cuidado, dedicação, amparo, paciência e caridade. Preocupar-se com os pais, dando-lhes a assistência necessária, assegura as promessas de Deus, se alcança o perdão e se é atendido na oração.  

Da segunda Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses (Col3,12-21), queremos verdadeiramente, por sermos tão amados por Deus, ser revestidos de “sincera misericórdia, bondade, humildade, mansidão e paciência”, suportando-nos uns aos outros e perdoando-nos mutuamente. Como nos diz o texto, e eis o ensinamento a ser observado e vivido, o apelo de todos os dias: “amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição”. De fato, a solicitude e o cuidado da esposa, o amor e entrega do marido, a obediência dos filhos e o respeito dos pais para com eles, são formas concretas de encarnar o amor de Cristo. A família cristã é um sinal vivo e visível de esperança.

A celebração litúrgica da Sagrada Família é um convite a aprofundar o mistério do Deus feito homem, a encarnação de Jesus Cristo. Somos neste dia chamados a meditar a realidade da família à luz do mistério do Verbo Encarnado, quando Ele assume a condição humana. Também Jesus experimentou as alegrias e os desafios da vida em família. Importante, amados irmãos e irmãs, compreender que a vida em família e como família, manifestada no amor mútuo, na bondade, na paciência e mansidão, é uma extensão e expressão do próprio amor que Deus tem por nós. Neste sentido, a família é o lugar e espaço onde e em primeiro lugar se faz a experiência de amar a Deus e amar o próximo, uma verdadeira escola do Evangelho, a Igreja doméstica, base da comunidade eclesial.

A Festa de hoje, da Sagrada Família, na conclusão do Ano Santo 2025, o Jubileu da Esperança, é um convite a recordar que a vida em família tem suas raízes no mistério de Cristo, nossa única esperança. Que Jesus, Maria e José sejam para todos nós verdadeiras luzes a iluminar nossos desafios humanos, sociais e eclesiais de hoje e que possamos imitar seus exemplos de vida e de fé, de amor e de esperança.”

Angelo Ademir Mezzari, RCJ

Fotos: Arquidiocese de Vitória

 

Na manhã de hoje, o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari, recebeu a imprensa em coletiva de imprensa. a primeira palavra do Arcebispo

Na manhã de hoje, o arcebispo de Vitória, dom Ângelo Ademir Mezzari, recebeu a imprensa em coletiva de imprensa. a primeira palavra do Arcebispo foi de agradecimento à Impressa pela cobertura que deram às atividades promovidas pela Arquidiocese e os convidou a divulgar o encerramento do Ano Jubilar no dia 28 de dezembro a partir de 16h saindo da igreja São Gonçalo. O desejo de Feliz Natal foi acentuado pelo desejo de paz e esperança. Dom Ângelo falou sobre os eventos religiosos que aconteceram ao longo do ano, desde sua chegada a Vitória em 22 de fevereiro. Lembrou da morte do Papa Francisco, a eleição do Papa Leão XIV, as peregrinações jubilares de esperança e visitas recentes aos lares de idosos e presídios (realidades mais vulneráveis). Na sequência respondeu às perguntas dos repórteres e anunciou a criação de um Vicariato para a Saúde, Projeto para atender a população de rua e a preocupação da Igreja em manter a unidade. Considerou como seus primeiros desafios, conhecer o clero em suas realidades, para isso já visitou 90 das 91 paróquias que existem na Arquidiocese e a interlocução com a sociedade, visitando os Poderes constituídos (Governo do Estado, Assembleia Legislativa, Prefeituras). Às perguntas sobre violência, dom Ângelo disse: “o povo não está protegido em seus direitos fundamentais. Existem pessoas na extrema pobreza e insegurança alimentar. A resposta da Igreja é não perder o vínculo com essas pessoas, com essas realidades. Para isso faremos uma grande avaliação com a implementação do Sínodo, após a Festa da Penha”.

Sobre o ano eleitoral, o Arcebispo acentuou que a Igreja Católica não tem partido, mas que “a Igreja se coloca como agente de diálogo, defende a democracia e estimula para que os fiéis não desanimem, estimulando a votar e valorizar a presença de católicos na política”. Anunciou que haverá um posicionamento do Regional Leste 3 para as eleições e lembrou as cartas escritas pelo bispos de Cachoeiro de Itapemirim, dirigindo-se aos homens e às mulheres, por conta da violência contra elas.

Dom Ângelo falou sobre a pesquisa realizada pela Igreja Católica no Brasil, que teve forte participação da Arquidiocese de Vitória e será divulgada na Assembleia dos Bispos em 2026, que trará dados que ajudarão na elaboração dos projetos pastorais a serem realizados.

Chamado ainda jovem e confirmado ao longo dos anos no serviço ao povo de Deus, Dom Ângelo Ademir Mezzari completa 41 anos de ordenação

Chamado ainda jovem e confirmado ao longo dos anos no serviço ao povo de Deus, Dom Ângelo Ademir Mezzari completa 41 anos de ordenação sacerdotal, celebrando uma trajetória de entrega, formação e comunhão eclesial. Ordenado sacerdote em 22 de dezembro de 1984, na cidade de Forquilhinha (SC), Dom Ângelo é membro da Congregação dos Rogacionistas do Coração de Jesus (RCJ).

Foto: Arquivo pessoal

Ingressou em 1969 no Seminário Rogacionista Pio XII, em Criciúma (SC), iniciando sua formação vocacional ainda jovem. Em 1980, realizou o noviciado canônico em Bauru (SP), professando os primeiros votos religiosos em 31 de janeiro de 1981 e os votos perpétuos em janeiro de 1984. Concluiu os estudos de Filosofia na Faculdade Nossa Senhora Medianeira e de Teologia no Instituto Teológico Pio XI, ambos em São Paulo.

Após a ordenação sacerdotal, ampliou sua formação acadêmica com o curso de Comunicação Social/Jornalismo, pela Universidade Federal do Paraná, e concluiu o Mestrado em Teologia Dogmática na Pontifícia Faculdade Assunção, com a dissertação intitulada “Revelação e Comunicação – a questão da transmissão da revelação”.

Na Congregação Rogacionista, exerceu diversas funções, atuando como formador, na pastoral vocacional, na educação, na assistência social e na comunicação. Foi diretor e redator da Revista Rogate, diretor-presidente do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV), conselheiro provincial, superior provincial por dois mandatos (2002–2010) e superior geral da Congregação, com sede em Roma, no período de 2010 a 2016.

Dom Ângelo também colaborou com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), especialmente junto à Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e Vida Consagrada, participando dos Congressos Vocacionais do Brasil entre 1990 e 2010. Desde 2016, é superior da Comunidade Religiosa Rogacionista em Bauru (SP) e pároco da Paróquia Nossa Senhora das Graças, integrando o Colégio de Consultores e o Conselho de Presbíteros da diocese.

Nomeado pelo Papa Francisco como bispo titular de Fiorentino e auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, recebeu a ordenação episcopal em 19 de setembro de 2020. Ao celebrar este jubileu sacerdotal, a Igreja louva a Deus por seus 41 anos de sacerdócio e 39 anos de vida religiosa.

A Arquidiocese de Vitória parabeniza Dom Ângelo Ademir Mezzari e manifesta sua gratidão pelo testemunho de fé, serviço e dedicação à Igreja, desejando-lhe abundantes bênçãos e perseverança na missão confiada pelo Senhor.

28 de dezembro de 2025, a Igreja Católica encerra as celebrações em comemoração pelos 2025 anos de nascimento de Jesus. A data foi comemorada

28 de dezembro de 2025, a Igreja Católica encerra as celebrações em comemoração pelos 2025 anos de nascimento de Jesus. A data foi comemorada no mundo todo e a Arquidiocese de Vitória mobilizou suas pastorais, movimentos, grupos de serviço, associações e áreas pastorais para que vivenciassem o Jubileu com peregrinações, pedidos de perdão individuais e coletivos e ofereceu a possibilidade para que os peregrinos recebessem a indulgência.

Abrimos o jubileu com uma caminhada da igreja São Gonçalo até à Catedral, conduzidos por dom Dario Campos, então arcebispo e hoje arcebispo emérito. Vamos encerrar o Ano Jubilar refazendo o mesmo percurso, desta vez conduzidos por dom Ângelo Mezzari, arcebispo.

A pedido de dom Ângelo, as paróquias e comunidades não devem marcar celebrações no horário da tarde, para  facilitar e favorecer a participação de todos no encerramento do Ano Jubilar. Todos estão convidados para este momento.

Dia 28 de dezembro de 2025

saída da igreja São Gonçalo às 16h

missa na chega à Catedral

“Movidos pela esperança que não decepciona (Rm 5,5), venho convocar todo o povo de Deus desta Arquidiocese para a celebração de encerramento do Jubileu da Esperança: cristãos leigos e leigas, consagrados e consagradas, ministros ordenados. Também os membrioos das pastorais, dos grupos e associações laicais, dos movimentos, organismos e instituições eclesiais”. Dom Ângelo Mezzari, arcebispo de Vitória

O Lar Monsenhor Alonso, Instituição de Longa Permanência para Idosos em situação de vulnerabilidade social, celebrou seus 15 anos de fundação com a visita

O Lar Monsenhor Alonso, Instituição de Longa Permanência para Idosos em situação de vulnerabilidade social, celebrou seus 15 anos de fundação com a visita de Dom Ângelo Admir Mezzari. A data marca não apenas a trajetória do espaço, mas também a realização de um sonho que nasceu do olhar atento à realidade das pessoas idosas em situação de rua.

Foto: Pe. Reuber Côgo e Dom Angelo Mezzzari

De acordo com o padre Reuber Côgo Daltio, mc, responsável pelo acompanhamento pastoral do lar, a casa é fruto do sonho do padre José Ayrola Barcellos. “Este lar é a realização de um sonho do padre Ayrola, de poder acolher idosos em situação de rua. Ele mesmo, andando pela cidade, percebeu a dificuldade que é envelhecer, mesmo tendo recursos. Imagine, então, aqueles que estão mais marginalizados e que tiveram seus direitos violados”, explicou.

O Lar Monsenhor Alonso foi fundado em 21 de dezembro de 2010, data que coincide com o aniversário de ordenação de Monsenhor Alonso. Desde então, a instituição se tornou referência no acolhimento de idosos em vulnerabilidade social, funcionando como uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos). O lema do lar resume sua missão: “Acolher é fazer o outro feliz”.

Atualmente, 14 idosos vivem na casa, todos encaminhados por meio de um convênio com a Prefeitura de Vitória e o Ministério Público. A estrutura já foi ampliada e pode receber até 20 moradores. “Quando eles vêm para cá, nós somos a família deles. Muitos não têm mais ninguém. Alguns foram abandonados, outros perderam seus familiares ao longo da vida e acabaram em situação de rua. Aqui é um resgate”, afirmou o padre Reuber.

Idosos do Lar Monsenhor Alonso

A rotina do lar é mantida com o apoio de diversas paróquias, instituições e grupos da sociedade civil. Segundo o sacerdote, o período do Natal é especialmente movimentado. “Recebemos doações de alimentos, produtos de higiene, roupas, toalhas e presentes. A Arquidiocese de Vitória e várias paróquias sempre demonstraram um carinho muito grande por este lar”, destacou.

O espaço também está aberto para visitas de grupos de catequese, jovens e adultos, promovendo a convivência e a troca de experiências entre gerações. “Muitos idosos trazem marcas profundas do abandono e das violências sofridas na rua. Mas aqui eles encontram outras marcas: a da acolhida, do carinho e do amor fraterno”, concluiu o padre Reuber.

Durante a visita, Dom Angelo conversou com os acolhidos, abençoou o lar e destacou a importância do serviço prestado pela instituição ao longo desses anos.

A rotina hospitalar, marcada por desafios, esperas e silêncios, foi transformada pela presença da fé, enquanto o cuidado com a vida, expresso em gestos

A rotina hospitalar, marcada por desafios, esperas e silêncios, foi transformada pela presença da fé, enquanto o cuidado com a vida, expresso em gestos discretos de amor, se deixou envolver pela força da oração. No Hospital Infantil de Vitória, a presença de Dom Ângelo Mezzari transformou o ambiente hospitalar em lugar de encontro com Deus, ao presidir a celebração da Santa Missa para crianças internadas, familiares e profissionais da saúde.

A celebração foi vivida como um gesto de proximidade da Igreja com os que sofrem. Logo no início da missa, Dom Ângelo acolheu a assembleia com palavras de ternura e esperança: “Antes de tudo, esta celebração eucarística nos torna participantes dessa grande graça de Deus: o mistério da sua presença, um Deus que se faz próximo e presente na vida de todos nós”. O arcebispo recordou que celebrar a paixão, a morte e a ressurreição do Senhor, especialmente em um hospital, é reafirmar que a fé não se ausenta diante da dor, mas se fortalece nela.

Dirigindo-se às crianças, aos pais e a todos os profissionais, Dom Ângelo destacou que a oração deve alcançar cada coração e cada espaço daquele lugar, desde a direção até os médicos, enfermeiros e colaboradores. “Jamais falta e faltará a esperança da vida, a esperança do amor”, afirmou, reforçando que Deus caminha com seu povo dia e noite, também nos quartos de hospital.

Inspirado pelo Evangelho da Anunciação, o arcebispo convidou todos a acolherem a saudação do anjo a Maria como palavra dirigida a cada pessoa presente: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo”. Segundo ele, essa certeza da presença amorosa de Deus é fonte de coragem e confiança, semelhante à esperança depositada nos tratamentos e na dedicação da equipe de saúde. “Não tenhas medo”, repetiu, lembrando que questionar, sentir dor e buscar sentido não são sinais de falta de fé, mas expressões humanas diante do sofrimento.

Dom Ângelo também ressaltou o significado profundo do Natal, celebrado mesmo em ambientes marcados pela fragilidade. “Jesus Cristo nasce para todos. Por isso, podemos celebrar o Natal em todos os lugares”, disse, sublinhando que ali, entre leitos e cuidados, acontece “um dos mais belos Natais”, porque Deus se faz próximo dos que sofrem.

Ao final, o arcebispo manifestou gratidão aos profissionais da saúde, reconhecendo o cuidado diário como expressão concreta do amor cristão. Para ele, cada criança atendida se torna parte da família daqueles que cuidam, sofrem e esperam juntos.

A assistente social Maria Aparecida Racanelli expressou gratidão pela celebração, destacando a importância da presença da Igreja no ambiente hospitalar. “Receber a Santa Missa aqui no hospital é um gesto que fortalece não só as famílias e as crianças, mas também todos nós que trabalhamos diariamente no cuidado com a vida. Somos muito gratos por esse momento de oração que renova a esperança e traz conforto ao coração de todos”, afirmou.

Entre dores e desafios, percebemos que a vida é sagrada e que, mesmo no sofrimento, Deus continua a dizer ao coração de cada um: não tenhas medo, Eu estou contigo.

Ao amado Povo de Deus de nossa Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo A todos saúdo na paz de Nosso Senhor Jesus Cristo! O

Ao amado Povo de Deus de nossa Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo

A todos saúdo na paz de Nosso Senhor Jesus Cristo!

O Documento Final do Sínodo 2021-2024 “Por uma Igreja Sinodal” (n. 72) assim se expressa: “Em uma Igreja Sinodal, os presbíteros são chamados a viver o seu serviço em uma atitude de proximidade com as pessoas, de acolhimento e de escuta de todos, abrindo-se a um estilo sinodal. Os presbíteros “formam com o seu Bispo um único presbitério” (LG, n. 28), e colaboram com ele no discernimento dos carismas e no acompanhamento e orientação da Igreja local, com uma atenção particular ao serviço da unidade. São chamados a viver a fraternidade presbiteral e a caminhar juntos no serviço pastoral”. Com este espírito e estilo sinodal e compromisso com a unidade e a comunhão, na participação responsável, em vista da missão, venho com alegria fazer algumas comunicações ao Povo de Deus de nossa Arquidiocese de Vitória.

Após o parecer do Conselho Presbiteral e o diálogo com os presbíteros interessados informo as transferências e nomeações para o ano de 2026. Expresso a todos minha imensa gratidão pela disponibilidade em acolher o chamado para uma nova missão e convido as Paróquias e Comunidades Eclesiais que expressem seu afeto aos que saem e acolham de coração aberto os novos Párocos, Administradores e Vigários Paroquiais que chegam. Nas transferências do clero se expressa uma das mais belas virtudes, fundamental valor evangélico, a obediência, que contribui para a própria santificação e o bem do povo de Deus. Assim, com alegria se realiza o serviço generoso e feliz do próprio ministério presbiteral, para onde e quando a Igreja chamar e enviar, como prometido no dia da ordenação sacerdotal.

Em relação às transferências e posses, recomendo vivamente o cumprimento daquilo que está prescrito no Capítulo XXX, artigo 113 do “Regimento de Administração Paroquial”.

As posses se darão, preferencial e possivelmente, a partir do final de janeiro até 15 de fevereiro de 2026. As datas serão concordadas entre os párocos/administradores que partem e os que chegam, e combinadas com o Arcebispo e o Bispo Auxiliar, que organizarão o calendário e as devidas celebrações eucarísticas.

ÁREA PASTORAL BENEVENTE

 

 

Pe. Anderson Teixeira

Pároco – Paróquia Bem-aventurado Padre Eustáquio – Olaria, Guarapari

 

 

 

 

Pe. Lucas Folador Muniz Pina

Pároco – Paróquia Sagrada Família – Praia do Morro, Guarapari

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Arthur F. Juliatti dos Santos

Pároco – Paróquia de Nossa Senhora da Conceição – Centro, Guarapari

 

 

 

 

 

 

Pe. Luiz Antônio Oggioni 

Pároco – Paróquia São Francisco Xavier – Iriri

 

 

 

 

 

Pe. Amarílio Luiz Corradi

Vigário Paroquial – Paróquia São Pedro – Muquiçaba, Guarapari

 

 

 

ÁREA PASTORAL CARIACICA VIANA

 

 

 

Pe. João Batista da Silva

Pároco – Paróquia São João Batista – Cariacica, Sede

 

 

 

 

 

Pe. Arthur Cristo da Silva

Administrador Paroquial – Paróquia Cristo Rei – Campo Verde, Cariacica

 

 

 

 

 

Pe. João Luiz Caçandre

Vigário Paroquial – Paróquia São João Batista, Cariacica, Sede

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Marwin Amaral Martins

Vigário Paroquial – Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Viana Sede

 

 

 

 

ÁREA PASTORAL SERRANA

 

 

 

Pe. Lúcio Lameira Bravim

Pároco – Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Brejetuba

 

 

 

 

 

 

Pe. César Augusto Flegler Delarmelina

Pároco – Paróquia Nossa Senhora de Lourdes – Pontões, Afonso Cláudio

 

 

 

Padre Edmilson Boechat de Castro

 

 

Pe. Edmilson Boechat de Castro

Vigário Paroquial – Paróquia São Sebastião, Alto Guandú, Afonso Cláudio

 

 

 

ÁREA PASTORAL SERRA FUNDÃO

 

 

Pe. Roberto Francisco S. Natal

Pároco – Paróquia São Pedro – Jacaraípe, Serra

 

 

 

 

 

Pe. José Geraldo Costa Soares

Pároco – Paróquia Santa Luzia – Laranjeiras, Serra

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Alexandre de Souza

Pároco – Paróquia São José – Fundão

 

 

 

 

 

Pe. Pedro Camilo

Pároco – Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Serra

 

 

 

 

Pe. Bruce Willis Moura de Oliveira

Pároco – Paróquia São Paulo Apóstolo – Porto Canoa, Serra

 

 

 

 

 

Pe. Rodrigo Almeida Simões

Administrador Paroquial – Paróquia São Benedito – São Marcos I, Serra

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Jacob Mariano Pimentel Firme

Administrador Paroquial – Paróquia Sagrados Corações de Jesus e de Maria – Barcelona, Serra

 

 

 

 

ÁREA PASTORAL VILA VELHA

 

 

 

Pe. Paulo Régis Silvestre

Pároco – Paróquia Santa Mãe de Deus – IBES, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Jairo Antônio de Souza

Pároco – Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe – Praia de Itaparica, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Pedro Henrique Silva do Nascimento

Pároco – Paróquia Santa Rita de Cássia – Bairro Santa Rita, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

Pe. Vítor Valentim Placidino do Nascimento

Pároco – Paróquia Nossa Senhora de Nazaré, Ponta da Fruta, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

Pe. José Paulino Francisco Neto

Administrador Paroquial – Paróquia Nossa Senhora da Glória – Vila Velha

 

 

 

 

 

 

Pe. Robson Lemos

Vigário Paroquial – Paróquia São Francisco de Assis – Itapuã, Vila Velha

 

 

 

ÁREA PASTORAL VITÓRIA

 

 

 

Pe. Antônio Peroni Filho 

Pároco – Paróquia da Ressurreição – Goiabeiras, Vitória

 

 

 

 

 

 

Pe. Diego Carvalho

Pároco – Paróquia São Camilo de Lélis – Mata da Praia, Vitória

 

 

 

 

 

 

Pe. Teodósio César de Aquino

Pároco – Paróquia São Pedro – Praia do Suá, Vitória

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Eduardo de Oliveira Rodrigues

Vigário Paroquial – Paróquia São Pedro – Praia do Suá, Vitória

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Robson Prati Neves de Oliveira 

Vigário Paroquial – Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Antônio Vitor Fávero

Vigário Paroquial – Paróquia São Francisco de Assis, Jardim da Penha, Vitória

 

 

 

 

 

EQUIPE FORMATIVA DO SEMINÁRIO NOSSA SENHORA DA PENHA

Com alegria partilho as seguintes nomeações para o Seminário Nossa Senhora da Penha da Arquidiocese

Pe. Alessandro Rebonato

Vice-Reitor do Seminário Nossa Senhora da Penha – Etapa do Discipulado e da Configuração

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Gudialace Silva de Oliveira

Vice-Diretor na Etapa do Propedêutico.

 

 

 

 

 

 

SEMINARISTAS NA ETAPA DE SÍNTESE VOCACIONAL

Informamos também que os Seminaristas que concluíram a Etapa Formativa da Configuração (a teologia), farão o “Ano de Síntese Vocacional” nas seguintes Paróquias:

Seminarista Jardel Martins 

Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Alfredo Chaves

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Wellinton Cordeiro de Paula

Paróquia Nossa Senhora da Penha, Flexal, Cariacica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Lucas Saraiva

Paróquia Maria Mãe da Igreja, São Geraldo, Cariacica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Ewerton Venâncio

Paróquia São Pedro, Jacaraípe, Serra

 

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Arthur Varanda

Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Cobilândia, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

Seminarista Thassio Cachoeiro

Paróquia Nossa Senhora das Graças, Coqueiral de Itaparica, Vila Velha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NOVA PARÓQUIA DA ARQUIDIOCESE

Com imensa alegria, após alguns anos de preparação, informamos que será criada nova Paróquia na Arquidiocese:

 

Paróquia SAGRADO CORAÇÂO DE JESUS – Santos Dumont Vila Velha

Desmembrada da Paróquia Santa Mãe de Deus – IBES – Vila Velha

Data: 12 de junho de 2026, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

 

 

OUTRAS COMUNICAÇÕES

Desejo informar também sobre alguns Presbíteros do Clero de nossa Arquidiocese:

Pe. Hiller Stefanon Sezini completará os estudos do Doutorado em Direito Canônico, na Faculdade de Direito Canônico em São Paulo, e se dedicará ao serviço do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese;

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Dauri Battisti fará um ano sabático

 

 

 

 

 

Padre Daniel Calil Mascalubo fará um ano de experiência pastoral na Diocese de Campos, RJ;

 

 

 

 

 

 

 

 

Pe. Paulo Mercedes de Amorim fará uma experiência pastoral por um ano na Diocese de Caratinga, MG;

 

 

 

 

 

Padre Altamiro Domingos da Silva continuará por mais um ano com um serviço missionário na Diocese de Araçuaí, MG.

 

 

 

 

Amados irmãos e irmãs, em meu nome, de nosso Bispo Auxiliar Dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, e de nosso arcebispo Emérito Dom Dario Campos, OFM, vimos desejar a todos um Santo e Feliz Natal, vivido na família e na comunidade eclesial, com toda alegria e esperança. E um Ano Novo, 2026, de muita paz e fraternidade. Como peregrinos e peregrinas de esperança que somos, gostaria de recordar, às portas do Natal, o que nos diz a Bula do Papa Francisco “Spes non confundit”: que este tempo “possa ser, para todos, um momento de encontro vivo e pessoal com o Senhor Jesus, “porta” de salvação (cf. Jo 10,7.9); com Ele, que a Igreja tem por missão anunciar sempre, em toda parte e a todos, como sendo a “nossa esperança” (1 Tm 1,1).

Invoquemos sempre com confiança a proteção da Bem-aventurada Virgem Maria, Nossa Senhora da Vitória, a querida Padroeira de nossa Arquidiocese.

Por Cristo, com Cristo e em Cristo, vos saúdo a todos fraternalmente,

Dom Ângelo Ademir Mezzari, RCJ

Arcebispo Metropolitano de Vitória do Espírito Santo

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, recebeu o Título de Cidadão Espírito-santense. O Título foi concedido pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo

Dom Ângelo Ademir Mezzari, arcebispo de Vitória, recebeu o Título de Cidadão Espírito-santense. O Título foi concedido pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Santos, que na mesma Sessão concedeu o Título a outros convidados. Na mesma ocasião foram concedidas graus da Comenda Domingos Martins a outros convidados. A Sessão seguiu o rito determinado pelo regimento. Para agradecer as Comendas e os Títulos e falar em nome de todos os homenageados, foram escolhidos respectivamente a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Janete Vargas Simões e dom Ângelo.

Nas falas do Presidente e da Desembargadora foi destacado que não era a concessão de um Título ou Comenda é uma forma incentivar o trabalho pela desenvolvimento do Estado. A desembargadora falou sobre Domingos Martins e a disposição de seguir seus passos na defesa do Espírito Santo.

Dom Ângelo falou sobre o conhecimento que vem adquirindo do Estado: a cultura, a fé, percebidas nas comunidades que já visitou ao percorrer as 91 paróquias da Arquidiocese. Lembrou os projetos apoiados pela Asssembleia que tomou conhecimento em visita oficial, entre eles o Arranjo Produtivo da Agricultura Familiar, o Apoio Técnico aos Agricultores, a Proteção contra a violência e as iniciativas de Cuidados com a Natureza. Lembrou das raízes familiares que o unem à família Ronchi que mora no Espírito Santo e disse sentir-se agraciado por receber o título do Estado que já está no seu coração.

Dom Ângelo agradeceu em nome dos homenageados com o Título e disse: “o Título de Cidadão Espirito-santense é, para mim, não apenas um reconhecimento, mas um chamado ainda mais forte para servir com amor e dedicação ao povo capixaba”. Para terminar invocou a bênção de Deus para “esta Casa, seus representantes, todos os homenageados e a todos os presentes”.