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O Papa Leão XIV pediu, na Audiência de hoje, oração para que crianças e jovens tenham fé. O motivo é a volta às aulas
O Papa Leão XIV pediu, na Audiência de hoje, oração para que crianças e jovens tenham fé. O motivo é a volta às aulas na Europa após as férias de Verão. Leia a matéria publicada no site vaticannews.va.
“Que setembro seja um mês de oração pelas crianças e jovens que voltam às aulas e por aqueles que cuidam da sua educação. Peçam por eles, pela intercessão dos Beatos, e em breve Santos, Pier Giorgio Frassati e Carlo Acutis, o dom de uma fé profunda em seu caminho de amadurecimento”, disse Leão XIV durante a saudação aos fiéis de língua polonesa na Audiência Geral. A canonização dos futuros santos está marcada para domingo, 7 de setembro.

O Papa Leão XIV, na Audiência Geral desta quarta-feira (03/09), de volta à Praça São Pedro, refletiu sobre a humanidade de Cristo nos últimos momentos antes da sua morte, quando na cruz ele diz ter sede e lhe é oferecida uma esponja embebida em vinagre. “Na sede de Cristo podemos reconhecer toda a nossa sede”, disse o Pontífice, “não há nada de mais humano, nada de mais divino, do que saber dizer: eu preciso”. A sede do Senhor na cruz, recordou o Pontífice durante as saudações aos peregrinos vindos de diferentes partes do mundo, como do Brasil e de Portugal, ensina que pedir não é indigno, mas libertador:

“Saúdo cordialmente os fiéis de língua portuguesa, de modo especial os grupos vindos de Portugal e do Brasil. Jamais devemos nos envergonhar de pedir: todos nós temos necessidade do Senhor e da sua graça. Peçamos a Ele a água viva que sacia a nossa sede de Deus. Deus os abençoe!”

Entregar a fraqueza a Deus sem vergonha

Aprender “a arte de pedir sem vergonha e de oferecer sem cálculo”, também foi enaltecido pelo Papa ao se dirigir aos fiéis de língua francesa, em especial, os provenientes de Luxemburgo e da França: “assim construiremos relações fraternas, verdadeiras e autênticas, portadoras de uma alegria que o mundo não conhece”, acrescentou o Pontífice. Aos peregrinos de língua áraba, Leão XIV reforçou:

“O cristão é chamado a entregar a sua fraqueza a Deus sem vergonha nem medo, porque só Ele é capaz de transformá-la numa ponte que conduz ao céu.”

Por intercessão dos futuros santos, Acutis e Frassati

Quando o Papa se dirigiu aos fiéis de língua polonesa, recordou que, passadas as férias de verão, o período é para retomar o ano escolar na Europa. Em véspera de duas importantes canonizações no próximo domingo, 7 de setembro, no Vaticano, Leão XIV também disse para pedir a intercessão dos futuros santos, os italianos Carlo Acutis e Pior Giorgio Frassati, o dom da fé. São dois jovens, que faleceram aos 15 e 24 anos respectivamente, que seguiam os valores do Evangelho e até hoje inspiram as famílias e irradiam a luz de Jesus a todos:

“Que setembro seja um mês de oração pelas crianças e jovens que voltam às aulas e por aqueles que cuidam da sua educação. Peçam por eles, pela intercessão dos Beatos, e em breve Santos, Pier Giorgio Frassati e Carlo Acutis, o dom de uma fé profunda em seu caminho de amadurecimento.”

Um forte apelo por um cessar-fogo imediato no país do Leste Europeu, a tragédia no mar da Mauritânia, e o Dia Mundial de Oração
Um forte apelo por um cessar-fogo imediato no país do Leste Europeu, a tragédia no mar da Mauritânia, e o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação: estes são alguns dos temas abordados pelo Papa após o Angelus. Um apelo à acolhida, ao diálogo e ao cuidado com a terra

Ao final da oração do Angelus este domingo, 31 de agosto, XXII Domingo do Tempo Comum, o Pontífice se deteve sobre o sofrimento de um mundo abalado por conflitos e pela violência que atinge crianças e aqueles que buscam esperança e um futuro. Seus primeiros pensamentos foram para a Ucrânia, lembrando que “a morte e a destruição continuam a ser semeadas”, com cidades atingidas por bombardeios, incluindo a capital, Kiev. Esses ataques resultaram na morte de várias pessoas. Leão XIV nos exortou a “não ceder à indiferença”, mas a ir ao encontro delas por meio da oração e de atos de caridade.

Reitero com veemência meu urgente apelo por um cessar-fogo imediato e por um sério compromisso com o diálogo. É hora de os responsáveis ​​renunciarem à lógica das armas e embarcarem o caminho da negociação e da paz, com o apoio da comunidade internacional. A voz das armas deve silenciar, enquanto a voz da fraternidade e da justiça deve se elevar.

Uma “tragédia mortal”

O Papa também se refere ao naufrágio de 29 de agosto na costa atlântica da Mauritânia, no qual mais de 50 pessoas morreram e outras 100 estão desaparecidas. Esta é mais uma tragédia no mar, na viagem de esperança rumo às Ilhas Canárias. É um acontecimento interpelador que deve nos encorajar a acolher os estrangeiros.

Esta tragédia mortal se repete todos os dias no mundo inteiro. Rezemos para que o Senhor nos ensine, como indivíduos e como sociedade, a colocar plenamente em prática a sua palavra: “Eu era estrangeiro e me acolhestes” (Mt 25,35). Confiemos todos os nossos feridos, desaparecidos e mortos, em todos os lugares, ao abraço amoroso do nosso Salvador.

Cuidar da nossa casa comum

Concluindo a oração mariana, Leão XIV recorda o evento desta segunda-feira, 1º de setembro, em que se celebra o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. “Dez anos atrás – afirmou o Pontífice -, o Papa Francisco, em concordância com o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, instituiu este Dia para a Igreja católica. Ele é mais do que nunca importante e urgente, e este ano seu tema é “Sementes de Paz e Esperança”.

Unidos a todos os cristãos, celebramos este Dia e o prolongamos no “Tempo da Criação” até 4 de outubro, festa de São Francisco de Assis. No espírito do Cântico do Irmão Sol, composto por ele há 800 anos, louvemos a Deus e renovemos nosso compromisso de não destruir seu dom, mas de cuidar de nossa casa comum.

Fonte: publicado no site vaticannews.va
Na catequese desta quarta-feira, o Papa Leão recorda que a esperança cristã não é ausência de sofrimento nem fuga diante das dificuldades. “É saber
Na catequese desta quarta-feira, o Papa Leão recorda que a esperança cristã não é ausência de sofrimento nem fuga diante das dificuldades. “É saber que, mesmo na escuridão da provação, o amor de Deus nos sustenta.” Logo, não é preciso ter tudo sempre sob controle, mas escolher todos os dias amar com liberdade.

A Sala Paulo VI acolheu milhares de fiéis para a Audiência Geral desta quarta-feira, 27 de agosto. Quem não conseguiu entrar, foi acomodado do lado de fora do auditório e na Basílica Vaticana e também recebeu a saudação do Papa antes e depois do encontro semanal.

Em sua catequese, Leão XIV deu continuidade ao ciclo no âmbito deste Ano Santo, dedicado ao tema “Jesus Cristo nossa Esperança”. O tema, «Quem procurais?” (Jo 18,4) fala do início da Paixão de Jesus, em que é preso no Jardim das Oliveiras.

O evangelista João não apresenta um Jesus assustado, em fuga, mas um homem livre, que se deixa levar. Ao responder “Eu Sou”, o Mestre revela que a esperança cristã não é evasão, mas determinação.

“Esta atitude é o resultado de uma oração profunda em que não pedimos a Deus que nos poupe ao sofrimento, mas que tenhamos a força para perseverar no amor”, explicou o Pontífice. Aliás, Jesus viveu cada dia da sua vida como preparação para esta hora dramática e sublime. Sabe que perder a vida por amor não é um fracasso, mas possui uma misteriosa fecundidade. Como o grão de trigo que, caindo na terra, morre e se torna fecundo.

“É aí que reside a verdadeira esperança: não em tentar evitar a dor, mas em acreditar que, mesmo no coração do sofrimento mais injusto, reside a semente de uma nova vida.”

Isto serve de lição a nós, que, ao defendermos nossos projetos, nossas certezas, acabamos sozinhos.

O Evangelho de Marcos fala também de um jovem que, quando Jesus é preso, foge nu (Mc 14,51). No final do Evangelho, é precisamente um jovem quem anuncia a ressurreição às mulheres, já não nu, mas vestido com uma túnica branca.

Para o Santo Padre, se trata de uma imagem profundamente evocativa, pois também nós, ao tentarmos seguir Jesus, somos despojados das nossas certezas e tentados a abandonar o caminho do Evangelho, porque o amor parece uma viagem impossível.

“Queridos irmãos e irmãs, aprendamos também nós a entregar-nos à boa vontade do Pai, permitindo que a nossa vida seja uma resposta ao bem que recebemos. A vida não tem de ter tudo sob controlo. Basta escolher amar livremente todos os dias. Esta é a verdadeira esperança: saber que, mesmo na escuridão da provação, o amor de Deus nos sustenta e permite que o fruto da vida eterna amadureça em nós”, concluiu o Pontífice.

Fonte: publicação do site vaticannews.va
No último domingo do mês de agosto dedicado às vocações, a Igreja no Brasil, celebra o Dia do Catequista. A missão de educar para

No último domingo do mês de agosto dedicado às vocações, a Igreja no Brasil, celebra o Dia do Catequista. A missão de educar para a fé será comemorada em cada paróquia da Arquidiocese de Vitória como forma de agradecer a cada catequista pelo serviço que presta, pela sua dedicação e atitude missionária de anunciar Jesus Cristo.

A Comissão Bíblico-Catequética da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil preparou dois subsídios que podem ajudar na preparação e celebração da data:

O primeiro é um roteiro completo para a celebração, com orientações sobre ambientação, materiais, divisão de tarefas e sugestões litúrgicas. Entre os símbolos propostos estão dez corações feitos de diferentes materiais – como pedra, pano, madeira e vidro – que representam dimensões da vocação e da vivência catequética, cada um acompanhado de reflexão e oração.

O segundo material é uma versão simplificada, pensada para grupos de catequistas em diversas realidades paroquiais e comunitárias. Com linguagem acessível, busca favorecer a participação de todos sem perder a profundidade da proposta espiritual.

As celebrações de 2025 têm como inspiração a Encíclica Dilexit Nos, do Papa Francisco, e o tema: “A vocação do catequista nasce do Coração de Jesus”. Os materiais estão disponíveis para download e podem ser adaptados conforme a realidade pastoral de cada comunidade.

Baixe (aqui) e (aqui).

Fonte: site cnbb.org.br
Na conclusão da Audiência Geral desta quarta-feira, 20 de agosto, o Papa Leão XIV lançou um apelo aos fiéis, recordando a celebração litúrgica da

Na conclusão da Audiência Geral desta quarta-feira, 20 de agosto, o Papa Leão XIV lançou um apelo aos fiéis, recordando a celebração litúrgica da memória da Bem-Aventurada Virgem Maria Rainha, que será comemorada na próxima sexta-feira, 22 de agosto:

“Maria é Mãe dos que acreditam aqui na terra e é invocada também como Rainha da Paz, enquanto a nossa terra continua a ser ferida por guerras na Terra Santa, na Ucrânia e em muitas outras regiões do mundo. Convido todos os fiéis a viverem o dia 22 de agosto em jejum e oração, suplicando ao Senhor que nos conceda paz e justiça, e que enxugue as lágrimas daqueles que sofrem por causa dos conflitos armados em curso. Maria, Rainha da Paz, interceda para que os povos encontrem o caminho da paz.” 

Dirigindo-se aos fiéis de língua portuguesa, o Papa Leão, que dedicou sua catequese ao nobre gesto de perdoar, recordou o pressuposto fundamental da convivência pacífica entre os povos e entre as pessoas: “Sem perdão nunca haverá paz!”

Ao saudar os peregrinos poloneses presentes em Roma, bem como aqueles vindos do Santuário de Nossa Senhora de Jasna Góra, na Polônia, onde se conserva o ícone de Nossa Senhora de Częstochowa, pediu-lhes que “incluam em suas intenções a súplica pelo dom da paz – desarmada e desarmante – para todo o mundo, em particular para a Ucrânia e o Oriente Médio”.

Fonte: publicado no site vaticannews.va
A Comissão Episcopal para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou o cartaz e o subsídio preparatório para o Dia

A Comissão Episcopal para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou o cartaz e o subsídio preparatório para o Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2025. A celebração acontecerá em 19 de outubro; no entanto, algumas dioceses poderão escolher datas diferentes para celebrar o evento, de acordo com suas realidades locais. O DNJ deste ano terá como tema “Juventude e Ecologia Integral” e como lema “Jovens, guardiões da Criação”.

O DNJ 2025 segue a proposta da Campanha da Fraternidade (CF), que neste ano convida a Igreja no Brasil a refletir sobre a espiritualidade da criação. A inspiração vem da encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco, publicada há dez anos, que incentiva ações concretas pelo cuidado da “Casa Comum” e pela responsabilidade socioambiental.

O material formativo, escrito pelos jovens da coordenação nacional da Pastoral Juvenil e revisado pela Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, inclui roteiros de encontros, reflexões e propostas pastorais. Há ainda orações, cantos e dinâmicas para apoiar a dimensão espiritual e missionária. O objetivo é estimular jovens a assumir papel de liderança na construção de uma sociedade mais justa, solidária e sustentável.

O cartaz foi inspirado na arte da Campanha da Fraternidade 2025, em comunhão com a proposta nacional.

Na apresentação, a Comissão Episcopal afirma que espera que o DNJ seja oportunidade para “pensar, refletir e realizar iniciativas no cuidado com a vida”. A Comissão reforça que a data não é apenas um evento anual, mas parte de um processo contínuo de formação, missão e testemunho, reunindo jovens de diferentes movimentos em oração e compromisso com a vida.

Os materiais estão disponíveis para download:

— Subsídio em PDF  | baixe aqui

— Cartaz | baixe aqui

— Modelos de camisa baixe aqui

— Redes Sociais | baixe aqui

 

Fonte: publicado no site cnbb.org.br
Hoje, 15 de agosto de 2025, Festa de Nossa Senhora da Assunção, o Leão XIV celebrou a Missa na comunidade paroquial de Castel Gandolfo.
Hoje, 15 de agosto de 2025, Festa de Nossa Senhora da Assunção, o Leão XIV celebrou a Missa na comunidade paroquial de Castel Gandolfo. Abaixo a matéria publicada no site vaticannews.va

Na homilia, o Pontífice recordou que “em Maria de Nazaré está a nossa história, está a história da Igreja imersa na humanidade comum. Tendo encarnado nela, o Deus da vida e da liberdade venceu a morte. Sim, hoje contemplamos como Deus vence a morte, sem nunca prescindir de nós”.

A fecundidade de Maria

Leão XIV sublinhou que o “sim” de Maria, unido ao de Cristo na cruz, continua vivo “nos mártires do nosso tempo, nas testemunhas da fé e da justiça, da mansidão e da paz”, e convidou cada fiel a escolher “como e para quem viver”.

Refletindo sobre o Evangelho da Visitação, proposto pela liturgia para esta Solenidade, o Papa destacou que, no encontro de Maria com Isabel, “a surpreendente fecundidade da estéril Isabel confirmou Maria na sua confiança: antecipou a fecundidade do seu ‘sim’, que se prolonga na fecundidade da Igreja e de toda a humanidade, quando a Palavra renovadora de Deus é acolhida”.

Para o Santo Padre, o cântico do Magnificat da Mãe de Deus fortalece a esperança dos humildes e famintos, lembrando que “parecem impossíveis as promessas de Deus, mas quando nascem os vínculos com os quais opomos o bem ao mal, a vida à morte, então vemos que ‘nada é impossível a Deus’ (Lc 1, 37)”.

O Papa alertou também contra a fé que “envelhece” nas comunidades dominadas pelo bem-estar material e pela acomodação, e afirmou que a Igreja “rejuvenesce graças ao Magnificat” dos pobres, perseguidos e construtores da paz. “Muitos deles são mulheres, como a idosa Isabel e a jovem Maria: mulheres pascais, apóstolas da Ressurreição. Deixemo-nos converter pelo seu testemunho!”, exortou.

Um chamado à confiança

Ao concluir a homilia, Leão XIV convidou os fiéis a verem na Assunção de Maria um sinal do destino que Deus deseja para todos: “Ela é-nos dada como sinal de que a Ressurreição de Jesus não foi um evento isolado, uma exceção”, e completou:

“Maria é aquele entrelaçamento de graça e liberdade que impele cada um de nós à confiança, à coragem, ao envolvimento na vida de um povo. […] Não tenhamos medo de escolher a vida! Pode parecer perigoso, imprudente. Quantas vozes estão sempre lá a sussurrar-nos: ‘Quem te obriga a fazer isso? Pensa nos teus interesses’. São vozes de morte. Em contrapartida, nós somos discípulos de Cristo. É o seu amor que nos impele, corpo e alma, no nosso tempo. Como indivíduos e como Igreja, já não vivemos para nós mesmos. É precisamente isto – e só isto – que difunde a vida e a faz prevalecer. A nossa vitória sobre a morte começa precisamente agora.”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgaram conjuntamente uma nota pública em defesa da vida

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgaram conjuntamente uma nota pública em defesa da vida e da dignidade humana. O documento reafirma princípios éticos e cristãos diante de questões sensíveis que envolvem a saúde, a justiça e a proteção dos mais vulneráveis, convidando a sociedade a refletir e agir em favor do bem comum.

 

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