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Saiba mais sobre o curso online gratuito sobre proteção às crianças e pessoas vulneráveis na matéria divulgada no site da CNBB, Conferência Nacional dos

Saiba mais sobre o curso online gratuito sobre proteção às crianças e pessoas vulneráveis na matéria divulgada no site da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

“A proteção das infâncias e das pessoas vulneráveis na Igreja Católica”. Este é o título e o propósito do novo curso online disponibilizado gratuitamente pelo portal Farol 1817, da Província Marista Brasil Centro-Sul (PMBCS). A formação é resultado de uma parceria entre o Farol 1817, a PUCPR, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio do Núcleo Lux Mundi, o Conselho Episcopal Latino-Americano e Caribenho (CELAM) e a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB).

Este é um exemplo de diálogo e de ação da Igreja em resposta a uma realidade que clama por atenção. Afinal, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou uma média de 130 casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por dia, em 2021.

A irmã Anacleto Peruzzo, diretora de Vida Consagrada e do Centro Marista de Defesa da Infância da PMBCS, destaca a importância do curso para a sociedade: “Enquanto Cristãos, temos que estar atentos às necessidades de nossos semelhantes. Este curso nos prepara para entender as diversas situações de risco, identificar quando podem acontecer e, principalmente, saber como atuar na prevenção e na proteção de crianças e pessoas em situação de vulnerabilidade”.

O que o curso oferece?

Em síntese, o curso apresenta os principais conceitos e documentos internacionais e nacionais da Igreja Católica e da sociedade civil sobre a proteção de crianças, adolescentes e jovens e pessoas vulneráveis para o enfrentamento à violência sexual. A grade curricular é composta por quatro módulos, com o intuito de proporcionar um panorama mais amplo sobre a temática.

  • A dignidade humana de crianças, adolescentes e jovens
  • Os aspectos da violência sexual e o impacto na vida de meninas e meninos, mulheres e homens
  • Dinâmicas e perfis da violência e do abuso
  • O papel da instituição católica e da sociedade civil para romper ciclos de violência e garantir ambientes mais seguros

A saber, são 10h de conteúdo, na modalidade assíncrona. Ou seja, os interessados podem assistir aos vídeos no seu tempo, conforme suas disponibilidades de agenda. Além disso, recebem um certificado após a conclusão da formação com a chancela da PUCPR.

Time de especialistas a um clique

O time de professores do curso reflete a união de esforços entre instituições de diferentes países e de múltiplas áreas do conhecimento. Confira, abaixo, a lista dos ministrantes:

Danielle Espezim – doutora em Direito. Professora da Universidade do Sul de Santa Catarina e integrante do Núcleo de Estudos Jurídicos e Sociais da Criança e do Adolescente (NEJUSCA/UFSC).
Mario Antônio Sanches – pós-doutor em Bioética, doutor em Teologia, mestre em Antropologia Social e professor titular da PUCPR.
Eliane Freire Rodrigues de Souza De Carli – graduada em Medicina e Direito. Coordenadora do Núcleo Lux Mundi na Conferência dos Religiosos do Brasil e Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Ana Maria Aguilar Rebollo – psicóloga e mestre em terapia Gestalt. Diretora geral do Centro de Acompañamiento y Desarrollo Humano (CENADH).
Patricia Espinosa Hernandez – membro do Conselho para a Proteção de Menores da Conferência Episcopal Mexicana, da Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores e Pessoas Vulneráveis e professora da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.
Padre Daniel Portillo – doutor em Psicanálise e em Teologia. Diretor do Conselho Latino-Americano do CEPROME. Professor da Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Membro do Conselho Nacional para a Proteção de Menores da Conferência Episcopal Mexicana.
Doutor Stefano Mattei – administrador. Mestre em Leis do Nível II. Responsável pela Comissão de Políticas e Avaliação e por projetos com os dicasteries da Cúria Romana e das Diretrizes.
Bárbara Pimpão Ferreira – mestre em Educação. Especialista em Proteção Integral de Crianças e Adolescentes e Violência Doméstica contra Criança e Adolescente. Diplomada em Prevenção ao Abuso na Igreja Latinoamericana. Gerente do Centro Marista de Defesa da Infância.
Hugo José Sarubbi Cysneiros de Oliveira – assessor jurídico da Nunciatura Apostólica do Brasil, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (ANEC), de dezenas de Dioceses, institutos religiosos e entidades.
Irmã Maria Rosaura González Casas – doutora em Psicologia. Graduada em Química, Teologia e Psicologia. No Instituto de Psicologia da Pontifícia Universidade Gregoriana, atua na pastoral juvenil, vocacional, docente, formativa e governamental. Membro da Comissão para a Proteção de Menores da União Geral de Superiores e Superiores Maiores (UISG-USG), em Roma.
Nelson Giovanelli Rosendo dos Santos – especialista em reabilitação de jovens com histórico de dependência e de abuso de drogas. Bem como de violência física e sexual. Nomeado pelo Papa Francisco como membro da Pontifícia Comissão para a Tutela dos Menores.
Cecília Heleno – Experiência de trabalho na área de educação, em equipamentos, serviços e projetos socioassistenciais, direitos de crianças e adolescentes e violências contra crianças e adolescentes.

Como acessar?

O curso foi desenvolvido, sobretudo, para religiosos, sacerdotes, leigos e leigas católicos, mas está aberto a todas as pessoas que queiram saber mais sobre como proteger quem mais precisa. Trata-se de um conteúdo rico, elaborado a partir de anos de teoria e prática de indivíduos e entidades da Igreja Católica.

Acesse o curso e saiba como participar (aqui)

O Farol 1817

Farol 1817 é um portal educacional da Província Marista Brasil Centro-Sul de cursos gratuitos, livres e de temas diversos, com foco na promoção do bem comum. É um espaço de formação e bem-estar, que busca proporcionar momentos de reflexão e conhecimento.

Os cursos têm o objetivo de desenvolver a espiritualidade, promover o autoconhecimento e aprimorar as habilidades profissionais que podem ajudar todos a alcançarem seus objetivos. Os cursos são pautados por valores como humanização, fraternidade, interculturalidade, simplicidade, solidariedade e sustentabilidade. Com formações variadas, eles são oferecidos em 4 eixos temáticos: Teologia e espiritualidade, Identidade e Missão, Gestão e Direito das crianças, adolescentes e jovens.

Foi divulgado pela Vaticano a Mensagem do Papa Francisco para o 7º Dia Mundial dos Pobres. A data é o dia 19 de novembro.

Foi divulgado pela Vaticano a Mensagem do Papa Francisco para o 7º Dia Mundial dos Pobres. A data é o dia 19 de novembro. Leia a matéria publicada no site vaticannews.

O Pontífice recorda que “O Dia Mundial dos Pobres, sinal fecundo da misericórdia do Pai”, é “uma ocorrência que se está arraigando progressivamente na pastoral da Igreja, fazendo-a descobrir cada vez mais o conteúdo central do Evangelho”.

«Nunca afastes de algum pobre o teu olhar» é o tema do Dia Mundial dos Pobres, deste ano, extraído do Capítulo 4, 7 do Livro de Tobias.

Segundo o Papa, “esta recomendação nos ajuda a compreender a essência do nosso testemunho”. “Deter-se no Livro de Tobias, eloquente e cheio de sabedoria, nos ajuda a penetrar melhor no conteúdo que o autor sagrado deseja transmitir”, escreve o Papa.

Sacudir de nós a indiferença

“Abre-se diante de nós uma cena de vida familiar: um pai, Tobit, despede-se do filho, Tobias, que está prestes a iniciar uma longa viagem. O velho Tobit teme não voltar a ver o filho e, por isso, deixa-lhe o seu «testamento espiritual». Foi deportado para Nínive e agora está cego; é, por conseguinte, duplamente pobre, mas sempre viveu com a certeza que o próprio nome exprime: «O Senhor foi o meu bem».”

“Tobit, no período da provação, descobre a própria pobreza, que o torna capaz de reconhecer os pobres. É fiel à Lei de Deus e observa os mandamentos, mas para ele isto não basta. A solicitude operosa para com os pobres torna-se-lhe possível, porque experimentou a pobreza na própria pele. Por isso, as palavras que dirige ao filho Tobias constituem a sua verdadeira herança: «Nunca afastes de algum pobre o teu olhar». Enfim, quando nos deparamos com um pobre, não podemos virar o olhar para o lado oposto, porque impediríamos a nós mesmos de encontrar o rosto do Senhor Jesus. Notemos bem aquela expressão «de algum pobre», de todo o pobre. Cada um deles é nosso próximo. Não importa a cor da pele, a condição social, a proveniência. Se sou pobre, posso reconhecer de verdade quem é o irmão que precisa de mim. Somos chamados a ir ao encontro de todo o pobre e de todo o tipo de pobreza, sacudindo de nós mesmos a indiferença e a naturalidade com que defendemos um bem-estar ilusório“, escreve Francisco.

Envolver-se pessoalmente é a vocação de todo o cristão

Segundo o Papa, “vivemos um momento histórico que não favorece a atenção aos mais pobres. O volume sonoro do apelo ao bem-estar é cada vez mais alto, enquanto se põe o silenciador relativamente às vozes de quem vive na pobreza. Tende-se a ignorar tudo o que não se enquadre nos modelos de vida pensados sobretudo para as gerações mais jovens, que são as mais frágeis perante a mudança cultural em andamento. Coloca-se entre parênteses aquilo que é desagradável e causa sofrimento, enquanto se exaltam as qualidades físicas como se fossem a meta principal a alcançar”.

De acordo com Francisco, “a realidade virtual sobrepõe-se à vida real, e acontece cada vez mais facilmente confundirem-se os dois mundos.

“Os pobres tornam-se imagens que até podem comover por alguns momentos, mas quando os encontramos em carne e osso pela estrada, sobrevêm o incômodo e a marginalização. A pressa, companheira diária da vida, impede de parar, socorrer e cuidar do outro.”

A parábola do bom samaritano não é história do passado; desafia o presente de cada um de nós. Delegar a outros é fácil; oferecer dinheiro para que outros pratiquem a caridade é um gesto generoso; envolver-se pessoalmente é a vocação de todo o cristão“.

Dedicação aos pobres e excluídos

A seguir, o Pontífice recorda que “há tantos homens e mulheres que vivem a dedicação aos pobres e excluídos e a partilha com eles; pessoas de todas as idades e condições sociais que praticam a hospitalidade e se empenham junto daqueles que se encontram em situações de marginalização e sofrimento. Não são super-homens, mas «vizinhos de casa» que encontramos cada dia e que, no silêncio, se fazem pobres com os pobres. Não se limitam a dar qualquer coisa: escutam, dialogam, procuram compreender a situação e as suas causas, para dar conselhos adequados e indicações justas. Estão atentos tanto à necessidade material como à espiritual, ou seja, à promoção integral da pessoa. O Reino de Deus torna-se presente e visível neste serviço generoso e gratuito; é realmente como a semente que caiu na boa terra da vida destas pessoas, e dá fruto. A gratidão a tantos voluntários deve fazer-se oração para que o seu testemunho possa ser fecundo”.

Compromisso político e legislativo

O Papa ressalta a necessidade “de um sério e eficaz compromisso político e legislativo”. Segundo ele,  “não obstante os limites e por vezes as lacunas da política para ver e servir o bem comum, possa desenvolver-se a solidariedade e a subsidiariedade de muitos cidadãos que acreditam no valor do compromisso voluntário de dedicação aos pobres. Isto, naturalmente sem deixar de estimular e fazer pressão para que as instituições públicas cumpram do melhor modo possível o seu dever. Mas não adianta ficar passivamente à espera de receber tudo «do alto». Quem vive em condição de pobreza, seja também envolvido e apoiado num processo de mudança e responsabilização”.

Pobreza e cenários de guerra

Francisco recorda na mensagem as novas formas de pobreza, pensando em particular “nas populações que vivem em cenários de guerra, especialmente nas crianças privadas de um presente sereno e de um futuro digno. Ninguém poderá jamais habituar-se a esta situação; mantenhamos viva toda a tentativa para que a paz se afirme como dom do Senhor Ressuscitado e fruto do compromisso com a justiça e o diálogo”.

Tratamento desumano reservado a muitos trabalhadores

O Pontífice lembra “as especulações, em vários setores, que levam a um aumento dramático dos preços, deixando muitas famílias numa indigência ainda maior”, “o tratamento desumano reservado a muitos trabalhadores e trabalhadoras; a remuneração não equivalente ao trabalho realizado; o flagelo da precariedade; as demasiadas vítimas de acidentes, devidos muitas vezes à mentalidade que privilegia o lucro imediato em detrimento da segurança”. Cita também “uma forma de mal-estar que aparece cada dia mais evidente e que atinge o mundo juvenil. Quantas vidas frustradas e até suicídios de jovens, iludidos por uma cultura que os leva a sentirem-se «inacabados» e «falidos».”

Agir com e pelos pobres

Segundo o Papa, “é fácil cair na retórica, quando se fala dos pobres. Tentação insidiosa é também parar nas estatísticas e nos números”.

“Os pobres são pessoas, têm rosto, uma história, coração e alma. São irmãos e irmãs com os seus valores e defeitos, como todos, e é importante estabelecer uma relação pessoal com cada um deles.”

“O Livro de Tobias nos ensina a ser concretos no nosso agir com e pelos pobres. É uma questão de justiça que nos obriga a todos a procurar-nos e encontrar-nos reciprocamente, favorecendo a harmonia necessária para que uma comunidade se possa identificar como tal. Portanto, interessar-se pelos pobres não se esgota em esmolas apressadas; pede para restabelecer as justas relações interpessoais que foram afetadas pela pobreza. Assim «não afastar o olhar do pobre» leva a obter os benefícios da misericórdia, da caridade que dá sentido e valor a toda a vida cristã”, conclui Francisco.

CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, recebeu, em Brasília, o postulador de processo de beatificação. Matéria publicada no site da CNBB. Na última

CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, recebeu, em Brasília, o postulador de processo de beatificação. Matéria publicada no site da CNBB.

Na última quarta-feira, 7 de junho, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Ricardo Hoepers, recebeu a visita de Paolo Vilotta, postulador de diversos processos de beatificação e canonização no Brasil. Vilotta foi o responsável pelo processo de canonização de Santa Dulce dos Pobres e o de beatificação de Isabel Cristina Mrad Campos, por exemplo.

Vilotta partilhou com dom Ricardo como têm sido frutuosos os processos de beatificação e canonização no Brasil, oportunidade de “levar muitos assuntos locais, sobretudo de várias causas, e todas as coisas lindas que saíram, primeiramente, como oportunidade no caminho de uma causa de beatificação, como também mostrar aquilo que acontece com as causas que chegam a ser veneráveis, beatos ou santos, o que significa também como ressonância mundial através de Roma”. Para ele, a visita foi importante também pela oportunidade de conhecer o novo secretário-geral e agradecer pelo apoio da Conferência dos Bispos.

A visita também foi ocasião de, segundo Vilotta, levar novas propostas, novas possibilidades que, a partir da CNBB, “podem ter uma ressonância maior também no Brasil, na forma de unidade nacional”. Exemplo disso é o trabalho da Comissão Especial para a Causa dos Santos criada pela CNBB para acompanhar os processos em curso.

Árvore cheia de frutos

Para o postulador, o Brasil é uma “árvore magnífica cheia de flores” para oferecer à Igreja beatos e santos conhecidos. Ele explica, no entanto, que “toda terra tem santos” e que a causa, o processo, é o meio pelo qual a Igreja torna possível fazer conhecer este santo.

“A causa não cria o santo, a causa cria um inquérito, um estudo sobre a pessoa para acertar que foi concorde a uma lei canônica, ao Evangelho para trazer conhecimento para todo mundo, e esse que é o fruto. O Brasil está nessa árvore magnifica cheia de flores e pode aumentar no infinito e essa imagem que tenho na minha mente”, explicou.

Paolo Vilotta está entre os diversos postuladores de causas de beatificação e canonização. Eles são representantes dos atores da causa, representando no nível diocesano e no nível romano. Há um reconhecimento de alguns postuladores perante o Dicastério para a Causa dos Santos. E estes podem também tratar dos assuntos nos outros dicastérios que precisam de esclarecimento sobre o candidato.

Sobre os processos e a proximidade com as dioceses, ele explica que a grande responsabilidade está com cada bispo competente: “ele deve fazer o inquérito, uma pesquisa de toda essa fama de santidade que ele [candidato] tem, pelo menos o início. Depois, passa para a fase romana, mas o coração é na diocese, na congregação religiosa”.

16 de junho de 2023 Recuperado da cirurgia no abdómen, o Papa Francisco teve alta do hospital e já está em sua residência no

16 de junho de 2023

Recuperado da cirurgia no abdómen, o Papa Francisco teve alta do hospital e já está em sua residência no Vaticano. Continuemos rezando pelo pontífice e por suas intenções.

15 de junho de 2023

Avaliando a boa recuperação do Papa após a cirurgia, os médicos que o acompanham preveem para amanhã, 16 de junho, a alta hospitalar. Rezemos pelo Papa Francisco e por suas intenções.

14 de junho de 2023

A melhora progressiva do Papa Francisco em recuperação de uma cirurgia no dia 07 de junho, levou a equipe médica a anunciar que a alta do hospital pode acontecer nos próximos dias. Continuemos nossas orações pela recuperação e pelas intenções do Papa.

12 de junho de 2023

O Papa Francisco continua em recuperação no Hospital Gemelli onde passou por uma cirurgia. A informação dos médicos é de que a recuperação acontece de maneira “regular”. O Papa participou da missa pela TV, comungou e foi até à capela. Continuemos nossas orações pela recuperação do Papa.

09 de junho de 2023

O Papa continua se recuperando bem da cirurgia. Hoje, já levantou e leu jornais. Os médicos afirmam que a recuperação está decorrendo conforme esperado. Continuemos rezando pela saúde do Papa.

08 de junho de 2023

O Papa Francisco passou bem a primeira noite pós-cirurgia. Continuará internado por conta dos cuidadis necessários para uma boa recuperação.

07 de junho de 2023

A cirurgia do Papa Francisco foi realizada sem complicações e teve a duração de três horas. O pós-operatório exige a permanência do Papa no hospital por alguns. As audiências estão suspensas até 18 de junho. Continuemos rezando pela recuperação do Santo Padre.

07 de junho de 2023

O Papa Francisco foi internado no Hospital Gemelli, hoje, 07 de junho de 2023 para uma cirurgia na parede abdominal.  A notícia foi divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé. A cirurgia foi planejada pela equipe médica que cuida da saúde do Papa. A internação deve ser por vários dias para garantir que a recuperação funcional do Papa seja completa. Rezemos com a Igreja pelo Papa Francisco.

 

 

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, convida todos os católicos a apoiarem e se envolverem com ações concretas para a Campanha Junho

A CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, convida todos os católicos a apoiarem e se envolverem com ações concretas para a Campanha Junho Verde. Leia a divulgação e apelo publicado no site da CNBB e vamos cuidar da Casa Comum, conforme nos pede o Papa Francisco.

A Igreja no Brasil potencializa e convida à mobilização e ao compromisso para a Campanha Junho Verde, uma iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que dedica o mês de junho a ações no âmbito da Política Nacional de Educação Ambiental. O objetivo do Junho Verde é “desenvolver o entendimento da população acerca da importância da conservação dos ecossistemas naturais e de todos os seres vivos e do controle da poluição e da degradação dos recursos naturais, para as presentes e futuras gerações”.

Todas as comunidades, com destaque para as igrejas, as escolas, o mundo acadêmico, os movimentos populares, estão convidadas ao empenho de conscientização e cuidado com a Casa Comum.  A Igreja assume a ação Junho Verde também dentro da Campanha Nacional Laudato Si’, que já realizou de 21 a 28 e maio de 2023 a Semana Laudato Si’, uma organização das Comissões Episcopais Especiais para a Amazônia e para a Mineração e Ecologia Integral, da CNBB; o Movimento Laudato Si’ e a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil).

O bispo de Livramento de Nossa Senhora, na Bahia, e membro da Comissão Especial sobre a Mineração e Ecologia Integral, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Vicente de Paula Ferreira,  convida em mensagem por vídeo à mobilização da Campanha Junho Verde, ao cuidado com a Casa Comum e os povos que nela habitam. 

 As ações da Campanha Junho Verde são “promovidas pelo poder público federal, estadual, distrital e municipal em parceria com escolas, universidades, empresas públicas e privadas, igrejas, comércio, entidades da sociedade civil, comunidades tradicionais e populações indígenas. Com isso, a Comissão convida todas as pessoas a se envolverem com as ações de cuidado da Casa Comum.

“É um convite a escutar a voz da criação, é também um forte apelo a escutar “o coro de gritos amargos” que ecoam por toda a criação: grita a Mãe-Terra, gritam as diversas criaturas, gritam as pessoas empobrecidas, gritam os povos indígenas, gritam as comunidades tradicionais, gritam as pessoas que vivem nas periferias dos grandes centros urbanos, gritam os migrantes e refugiados. Há tantos gritos que precisam ser escutados potencializados e na coletividade respondidos com ações concretas. Esta pode ser uma oportunidade de escutar, de modo especial, as muitas vozes silenciadas em meio à devastadora emergência climática em que estamos imersos”, afirma a Comissão sobre a Mineração e Ecologia Integral. 

 

Em discurso aos membros da Fundação Centesimus Annus, Francisco indicou a prática do “fazer espaço”. Isto é, cada um retrai um pouco o próprio
Em discurso aos membros da Fundação Centesimus Annus, Francisco indicou a prática do “fazer espaço”. Isto é, cada um retrai um pouco o próprio “eu” para permitir ao outro de existir. Para isso, acrescentou, é preciso que o fundamento da comunidade seja a ética do dom e não a da troca. A informação é do site vaticannews.

O Papa recebeu em audiência na manhã desta segunda-feira os membros da Fundação Centesimus Annus, que está celebrando seus 30 anos com um Congresso Internacional em andamento em Roma.

A Fundação nasceu inspirada na Encíclica de São João Paulo II, que, por sua vez, foi escrita para comemorar o centenário da histórica Rerum novarum. Publicada em 1891, este documento pontifício marcou o nascimento da Doutrina Social da Igreja, pois, com ele, Leão XIII buscou dar soluções para os problemas dos operários europeus da Segunda Revolução Industrial, à luz do Evangelho.

Os temas, portanto, que unem as duas Encíclicas e a Fundação são a centralidade da pessoa, o bem comum, a solidariedade e a subsidiariedade. Temas contidos nos documentos de Francisco,  como a Evangelii gaudium, a Laudato si’ e a Fratelli tutti.

Foi justamente uma frase da última Encíclica do Papa a inspirar o tema do Congresso Internacional da Fundação “A memória para construir o futuro: pensar e agir em termos de comunidade”.

Para isso, afirmou Francisco, é preciso lutar contra as causas estruturais da pobreza, da desigualdade, da falta de trabalho, terra e casa e da negação dos direitos sociais e profissionais. É fazer frente aos efeitos destruidores do império do dinheiro:

“Vem-me à mente – eu falei de dinheiro – um trecho do Evangelho, quando Jesus nos diz que não se pode servir a dois senhores: ou você serve a Deus, um Senhor, ou você serve – eu esperava que dissesse ao diabo – e não diz diabo, diz dinheiro. Ou você serve a Deus ou você serve ao dinheiro. Pior que o diabo. Devemos tentar entender o que Jesus quer dizer com isto, há uma mensagem. Ou serve a Deus ou você é servo do dinheiro. Não é livre.”

Menos eu, mais outro

Mas para que a comunidade se torne realmente um lugar para os excluídos, o Papa indicou a prática do “fazer espaço”. Isto é, cada um retrai um pouco o próprio “eu” para permitir ao outro de existir. Para isso, acrescentou, é preciso que o fundamento da comunidade seja a ética do dom e não a da troca.

“Queridos irmãos e irmãs, pensar e agir em termos de comunidade é, portanto, fazer espaço aos outros, é imaginar e trabalhar por um futuro onde cada um possa encontrar o seu lugar e ter o seu espaço no mundo. Uma comunidade que saiba dar voz a quem não tem voz é o que todos nós precisamos.”

Francisco concluiu fazendo votos de que o trabalho da Fundação Centesimus Annus seja também este: contribuir para um pensamento e uma ação que favoreçam o crescimento de uma comunidade na qual caminhar juntos na estrada da paz.

Papa envia mensagem aos participantes do XVI Congresso Mariológico em Aparecida. Notícia publicada no site vaticannews. “A vocês que estão participando de um Congresso
Papa envia mensagem aos participantes do XVI Congresso Mariológico em Aparecida. Notícia publicada no site vaticannews.
“A vocês que estão participando de um Congresso em Aparecida, envio minha saudação. Em Aparecida, aí está a Mãezinha. Olhem para Maria, olhem para a Mãe. Jesus precisou de uma mãe. E, por isso, pediram permissão a esta jovem, se ela se atrevia a ser mãe. Aí tudo começou.”

Iniciou-se ontem, 1º de junho, em Aparecida, o XVI Congresso Mariológico, promovido pela Academia Marial de Aparecida. O tema escolhido foi “A mariologia do Papa Francisco”. Segundo a organização do evento “o Papa Francisco tem sido o grande profeta para a nossa geração, com seu coração voltado para o povo, principalmente para aquele que sofre e é descartado socialmente.”

Ouça e compartilhe

A Academia Marial de Aparecida “quer oferecer aos participantes a riqueza da Espiritualidade Mariana, que ecoa fortemente no coração do Papa Francisco e que ele nos devolve convocando-nos para sermos uma Igreja sinodal, em saída missionária, que segue os passos daquela que é para nós Mãe, Irmã, Companheira e Modelo perfeito de Discípula-Missionária.”

Mensagem de vídeo do Papa Francisco

Para a ocasião, o Santo Padre enviou uma mensagem de vídeo, saudando os participantes: “a vocês que estão participando de um Congresso em Aparecida, envio minha saudação.” O tema central da mensagem do Papa foi sobre a maternidade de Maria, o que possibilitou que Deus viesse até nós: “Maria que se faz de escada para que Deus desça. Dá a Ele a possibilidade de descer e se fazer homem como nós. Foi Ela quem – perdoem a expressão – foi Ela quem pavimentou a estrada para que se pudesse caminhar. Ela é a Mãe, foi ela quem possibilitou que Deus fosse Deus conosco.”

No vídeo o Santo Padre fez uso de um mosaico, onde estão representados Maria e o Menino Jesus, e disse: “É Deus, que tem a plenitude da lei em uma mão. Mas (também) é homem, e tem que segurar no manto da Virgem para não cair. E vai descendo, com as mãos da Virgem que servem como escada. Esta é Maria que nos traz Jesus. Ela tornou-se a possibilidade, a escada, para esta descida de Jesus, que é Deus, e O trouxe a nós.”

Francisco abençoou os participantes e os encorajou a sempre confiar na Mãe de Deus: “envio-lhes a minha bênção. Não se esqueçam que Ela é Mãe. Seja o que for que aconteça na vida, olhe para a sua Mãe.”

Dimensões fundamentais da mariologia do Papa Francisco

Em entrevista ao Vatican News, o padre Alexandre Awi, membro da direção da Associação Brasileira de Mariologia,  superior geral dos Padres de Schoenstatt e um dos conferencistas deste Congresso, afirmou que “a Academia Marial de Aparecida é a principal instituição de estudo mariológico no Brasil. Ela está destinada a todos aqueles que têm interesse em estudar sobre a vida, a teologia, a missão da mãe de Deus na história da salvação e também na piedade popular. A academia é um lugar de estudo, de encontro, onde todas as pessoas interessadas em se aprofundar no conhecimento sobre Maria estão convidados a participar desse espaço está intimamente vinculado ao Santuário Nacional de Aparecida.”

Segundo o padre Alexandre “a mariologia do Papa Francisco é uma mariologia aplicada, que parte da sua experiência pessoal, familiar e também eclesial. No contato com povo de Deus foi crescendo o seu conhecimento sobre Nossa Senhora.”  Ele destacou três dimensões fundamentais da mariologia do Papa Francisco:

A primeira é aquela que Maria é a mãe, porque essa experiência dos povos latino-americanos, porque essa é a experiência da igreja durante dois mil anos. Maria é em primeiro lugar e acima de tudo mãe,  porque Jesus nos a deu por mãe.

A segunda é que Maria se encontra no povo, no contato com a piedade popular, com essa espiritualidade popular e mística popular, como diz o Documento de Aparecida, que o Papa Francisco foi descobrindo a importância de Maria na vida do povo de Deus. Se nós acreditamos realmente que o povo de Deus é um lugar teológico, que a piedade popular é um lugar teológico – e ele acredita nisso -, ele foi descobrindo como Deus foi se revelando através de Nossa Senhora, através do amor que Nossa Senhora tinha e tem pelo povo e que o povo tem por ela.  No encontro dos olhares entre Maria e o povo de Deus ali também vai se desenvolvendo a sua mariologia.  Uma frase típica do seu pontificado e também sobretudo da sua do seu pensamento mariológico,  e ele já falava isso como jesuíta em 1974, é ‘se você quer saber quem é Maria pergunta para os teólogos, mas se você quiser saber como amar Maria então pergunte para o povo, porque o povo vai te ensinar melhor’.

A terceira é que Maria é discípula e missionária. O Papa Francisco está profundamente marcado pela Conferência de Aparecida, onde Maria apareceu justamente com esses traços. Maria, de fato, é a primeira discípula do Senhor, é aquela que é o seguiu primeiro que todos os demais,  foi primeira a acreditar na sua missão salvífica e seguir seus passos. Por isso antes de que Maria o concebesse no ventre, concebeu no coração, como disse Santo Agostinho e por isso a igreja sempre olhou pra Maria em primeiro lugar com modelo de fé, como modelo de virtudes.

Sobre a importância da mensagem de vídeo enviada pelo Papa, o padre Alexandre disse: “acredito que justamente é perceber que ele está, em primeiro lugar, sabendo desse congresso, está interessado em que esse congresso possa dar seus frutos  e que ele está unido a todos aqueles que se interessam por conhecer melhor Nossa Senhora e o fazem justamente a partir dos impulsos do seu pontificado, que está celebrando 10 anos neste ano. Que possamos amar Maria como o povo de Deus a ama,  como o Papa Francisco a ama e assim também podermos ser mais de Jesus e segui-lo em todos os momentos.”

O Congresso, que está acontecendo no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, no Santuário Nacional de Aparecida, se concluirá no dia 4 junho.

Texto integral da mensagem do Papa

A vocês que estão participando de um Congresso em Aparecida, envio minha saudação.

Em Aparecida, aí está a Mãezinha. Olhem para Maria, olhem para a Mãe. Jesus precisou de uma mãe. E, por isso, pediram permissão a esta jovem, se ela se atrevia a ser mãe. Aí tudo começou.

E isso é o que os teólogos… usarei uma palavra difícil, para que se divirtam. Os teólogos chamam a Synkatabasis, ou seja, que é a condescendência – Deus desce… Depois vou mostrar um quadrinho, que é muito bonito, onde está isso. Maria que se faz de escada para que Deus desça. Dá a Ele a possibilidade de descer e se fazer homem como nós. Foi Ela quem – perdoem a expressão – foi Ela quem pavimentou a estrada para que se pudesse caminhar. Ela é a Mãe, foi ela quem possibilitou que Deus fosse Deus conosco.

Envio-lhes a minha bênção. Não se esqueçam que Ela é Mãe. Seja o que for que aconteça na vida, olhe para a sua Mãe. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

E agora faço a explicação do quadrinho. Vejam bem este quadrinho. É Jesus que está vindo. É Deus, que tem a plenitude da lei em uma mão. Mas (também) é homem, e tem que segurar no manto da Virgem para não cair. E vai descendo, com as mãos da Virgem que servem como escada. Esta é Maria que nos traz Jesus. Ela tornou-se a possibilidade, a escada, para esta descida de Jesus, que é Deus, e O trouxe a nós. É Mãe. Que Deus os abençoe e rezem por mim.

Hoje, 01 de junho de 2023, tem live organizada pela CNBB, Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil. Nesta quinta-feira, 1º de junho, às 17h,

Hoje, 01 de junho de 2023, tem live organizada pela CNBB, Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil.

Nesta quinta-feira, 1º de junho, às 17h, a Pascom Brasil promove um painel para apresentar o documento Rumo à presença plena: uma reflexão pastoral sobre a participação nas redes sociais, divulgado no dia 29 pelo Dicastério para a Comunicação do Vaticano. A live terá como ponto de partida os principais assuntos tratados no texto e o que significa este documento para o momento atual. A transmissão será pelo canal da Pascom YouTube, diretamente no link abaixo, e ficará disponível para ser assistida posteriormente.

O painel será mediado pelo coordenador-geral da Pascom Brasil, Marcus Tullius, e terá os seguintes participantes:

  • Dom Valdir José de Castro, bispo de Campo Limpo e presidente da Comissão Episcopal para Comunicação da CNBB, membro do Dicastério para Comunicação;
  • Joana Puntel, religiosa paulina, jornalista, doutora em Ciências da Comunicação, pesquisadora na área de comunicação, cultura e Igreja;
  • Filipe Domingues, jornalista, analista vaticano, mestre e doutor em Ciências Sociais, vice-diretor do Lay Centre (Roma) e participante do processo de elaboração do documento;
  • Moisés Sbardelotto, jornalista, mestre e doutor em Ciências da Comunicação, professor da PUC Minas e participante do processo de elaboração do documento;
  • Aline Amaro da Silva, jornalista e doutora em Teologia, pesquisadora e professora da PUC Minas.
    A vice-diretora da Sala de Imprensa do Vaticano, Cristiane Murray, também terá participação especial na live.

Cristãos nas redes sociais: uma reflexão pastoral

documento, disponível em cinco idiomas, incluindo o português, afirma que o seu objetivo “é promover uma reflexão comum a respeito da participação dos cristãos nas redes sociais, que estão cada vez mais presentes na vida das pessoas. Inspirando-se na parábola do Bom Samaritano, o documento visa dar início a uma reflexão comum, a partir da fé, para fomentar uma cultura de ‘amor ao próximo’ também na esfera digital, com um sentido de pertença, reciprocidade e solidariedade são os pilares para edificar um sentido de comunidade que, em última análise, deveria fortalecer as comunidades locais, capazes de se tornar motores de mudança.”

A inspiração bíblica do documento é utilizada pelo Papa Francisco desde sua primeira mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais, em 2014, quando apresenta a parábola do Bom Samaritano como a parábola do comunicador. O documento tem 82 parágrafos, organizados em quatro grandes partes.

I. Atenção às ciladas nas rodovias digitais
Aprender a ver a partir da ótica de quem caiu nas mãos dos ladrões (cf. Lc 10, 36).

II. Da consciência ao verdadeiro encontro
Aprender com aquele que teve compaixão (cf. Lc 10, 33)

III. Do encontro à comunidade
“Cuida dele” (cf. Lc 10, 35) – abranger outros no processo de cura

IV. Um estilo distintivo
Ame… e viverá (cf. Lc 10, 27-28)