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A preocupação do Papa Francisco com a sinodalidade (caminhar com a participação de todos) da Igreja vem se expressando de diversas formas e em

A preocupação do Papa Francisco com a sinodalidade (caminhar com a participação de todos) da Igreja vem se expressando de diversas formas e em diversas ocasiões. Para este mês de outubro o Papa que rezemos com essa intenção.

O Santo Padre chama a atenção para o caminho sinodal que começou em 2021 e terminará em 2023. Após a etapa inicial em que as Igrejas particulares, as Conferências Episcopais e outras realidades eclesiais refletiram sobre o Documento Preparatório, é inaugurada a etapa continental, cuja ênfase é a escuta, o discernimento e o diálogo no âmbito regional, com base nas contribuições feitas pelas Igrejas particulares.

“O que significa “fazer um sínodo”? Significa caminhar juntos: sí-no-do. Em grego é isto: “caminhar juntos” e caminhar na mesma direção. E isso é o que Deus espera da Igreja do terceiro milênio. Que recupere a consciência de que é um povo em caminhada e que deve fazer isso unido. Uma Igreja com este estilo sinodal é uma Igreja de escuta, que sabe que escutar é mais do que ouvir”, ressalta o Papa na videomensagem.

Trata-se de nos escutarmos uns aos outros na nossa diversidade e de abrir as portas aos que estão fora da Igreja. Não se trata de recolher opiniões, nem de fazer um parlamento. O sínodo não é uma pesquisa; trata-se de ouvir o protagonista, que é o Espírito Santo, trata-se de oração. Sem oração, não haverá Sínodo.

Francisco convida a aproveitar “esta oportunidade para sermos uma Igreja de proximidade, que é o estilo de Deus, a proximidade. E agradeçamos a todo o povo de Deus que, com sua escuta atenta, está percorrendo um caminho sinodal”.

Rezemos para que a Igreja, fiel ao Evangelho e corajosa no seu anúncio, viva cada vez mais a sinodalidade e seja um lugar de solidariedade, fraternidade e acolhimento.

É neste espírito que o Sínodo 2021-2023 sobre o tema “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”, começou há um ano, e este mês marca o início de sua segunda etapa. É um processo constante de escuta e discernimento em todo o mundo.

Anexos

Na audiência de hoje, 5 de outubro de 2022, o Papa Francisco nos alerta sobre as pressões sociais que sofremos e muitas vezes nem
Na audiência de hoje, 5 de outubro de 2022, o Papa Francisco nos alerta sobre as pressões sociais que sofremos e muitas vezes nem percebemos. Leia a matéria publicada no site do Vaticano.
Francisco disse na Audiência Geral que “muitas vezes o que é dito num programa na televisão, em alguma propaganda que é feita, toca o nosso coração e nos faz ir para aquela direção sem liberdade”. “Tenham cuidado com isso”, advertiu o Papa.

O Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses sobre o discernimento, na Audiência Geral desta quarta-feira (05/10). O tema do encontro semanal do Pontífice com os fiéis, na Praça São Pedro, foi “Os elementos do discernimento. Conhecer a si mesmo”.

Ouça e compartilhe

Na catequese da semana passada, Francisco sublinhou a oração como “um elemento indispensável do discernimento, entendida como familiaridade e confidência com Deus. A oração com o coração aberto”, sublinhou o Papa. No encontro de hoje, o Papa ressaltou “que o bom discernimento exige também o conhecimento de si”. O discernimento envolve “memória, intelecto, vontade, afetos”. “Muitas vezes não sabemos discernir porque não nos conhecemos bem, e assim não sabemos o que realmente queremos”, sublinhou.

A seguir, Francisco citou um autor de espiritualidade que diz: «Cheguei à convicção de que o maior obstáculo para o verdadeiro discernimento (e para o verdadeiro crescimento na oração) não é a natureza intangível de Deus, mas a constatação de que não nos conhecemos suficientemente, e nem sequer queremos conhecer-nos como verdadeiramente somos. Quase todos nos escondemos por trás de uma máscara, não só perante os outros, mas também quando nos olhamos no espelho».

“Desativar o piloto automático”

Segundo Francisco, conhecer-se “implica um paciente trabalho de escavação interior. Requer a capacidade de parar, de “desativar o piloto automático”, de tomar consciência da nossa maneira de agir, dos sentimentos que nos habitam, dos pensamentos recorrentes que nos condicionam, muitas vezes sem que saibamos.

Também requer distinguir entre emoções e faculdades espirituais. “Sinto” não é a mesma coisa que “estou convencido”; “eu gostaria de” não é a mesma coisa que “eu quero”. Assim chegamos a reconhecer que a visão que temos de nós mesmos e da realidade é às vezes um pouco deturpada. Compreender isto é uma graça! Com efeito, muitas vezes pode acontecer que convicções erradas sobre a realidade, baseadas nas experiências do passado, nos influenciem fortemente, limitando a nossa liberdade de apostar naquilo que realmente conta na nossa vida”.

Vivendo na era da informática, sabemos como é importante conhecer as senhas para poder entrar nos programas em que se encontram as informações pessoais e preciosas. Até a vida espiritual tem as suas “senhas”: há palavras que tocam o coração, porque remetem para aquilo a que somos mais sensíveis. O tentador conhece bem estas palavras-chave, e é importante que também nós as conheçamos, para não nos encontrarmos onde não gostaríamos.

Conhecer as senhas do nosso coração

Segundo o Papa, “a tentação não sugere necessariamente coisas más, mas muitas vezes coisas desordenadas, apresentadas com uma importância excessiva. Deste modo, nos hipnotiza com a atratividade que tais coisas suscitam em nós, coisas bonitas, mas ilusórias, que não podem cumprir o que prometem, deixando-nos no final com uma sensação de vazio e de tristeza. A sensação de vazio e tristeza é um sinal de que tomamos uma estrada que não era certa, que nos desorientou”. As coisas desordenadas “podem ser o título de estudos, a carreira, os relacionamentos, tudo em si louvável, mas se não formos livres, corremos o risco de nutrir expectativas irreais, como por exemplo, a confirmação de nosso valor. Você, por exemplo, quando pensa num estudo que está fazendo, pensa nele somente para se promover, para seu próprio interesse, ou também para servir a comunidade? Ali, é possível ver qual é a intencionalidade de cada um de nós. Desse mal-entendido muitas vezes vem os maiores sofrimentos, pois nada disso pode ser a garantia da nossa dignidade”, sublinhou Francisco.

Por isso, queridos irmãos e irmãs é importante conhecer-nos, conhecer as senhas do nosso coração, aquilo a que somos mais sensíveis, para nos proteger de quem se apresenta com palavras persuasivas para nos manipular, mas também para reconhecer o que é realmente importante para nós, distinguindo-o das modas do momento ou de slogans vistosos e superficiais. Muitas vezes o que é dito num programa na televisão, em alguma propaganda que é feita, toca o nosso coração e nos faz ir para aquela direção sem liberdade. Tenham cuidado com isso: sou livre ou me deixo levar pelos sentimentos do momento, ou pelas provocações do momento?

O exame de consciência ajuda muito

O Papa ressaltou que “uma ajuda para isso é o exame de consciência, ou seja, um exame de consciência geral do dia. O que aconteceu no meu coração neste dia? Fazer um exame de consciência, ou seja, o bom hábito de reler com calma o que aconteceu no nosso dia, aprendendo a observar nas avaliações e escolhas aquilo a que damos mais importância, o que procuramos e porquê, e o que afinal encontramos. Aprender sobretudo a reconhecer o que sacia o meu coração. Pois somente o Senhor pode nos dar a confirmação de quanto valemos. Ele nos diz isto todos os dias da cruz: morreu por nós, para nos mostrar quão preciosos somos aos seus olhos. Não há obstáculo nem fracasso que possa impedir o seu terno abraço.

O exame de consciência ajuda muito, pois assim vemos que o nosso coração não é uma estrada onde passa de tudo e não sabemos. Não. Ver: o que passou hoje? O que aconteceu? O que me fez reagir? O que me deixou triste? O que me deixou alegre? O que foi ruim? Fiz mal aos outros? Ver o percurso dos sentimentos, das atrações no meu coração durante o dia.

“A oração e o conhecimento de nós mesmos nos permitem crescer na liberdade. São elementos básicos da existência cristã, elementos preciosos para encontrar o próprio lugar na vida”, concluiu o Papa.

Nos próximos dias 17 a 26 , o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza,

Nos próximos dias 17 a 26 , o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos e o bispo auxiliar, dom Andherson Franklin Lustoza de Souza, estarão entre os bispos dos Regionais Leste 2 e 3 da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para um encontro com o Papa e secretarias (Dicastérios) do Vaticano em Roma. Esse encontro dos bispos com o Papa é conhecido como “Visita Ad Limina Apostolorum”. O objetivo da visita é conversar sobre pastoral e evangelização da Igreja Católica nas diversas arquidioceses e diocese com o Papa e com os dicastérios, que são como que secretarias para os diversos temas: liturgia, educação católica, causa dos santos, culto divino, entre outros.

Se você quer entender mais sobre a visita clique no link a seguir e leia o material preparado pelos dois regionais: https://www.aves.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Folder-Digital-Explicativo-Grupos-de-Whatsapp-de-Paroquias.pdf

VISITA AD LIMINA APOSTOLORUM REUNIRÁ (ARCE)BISPOS DE MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO E O PAPA FRANCISCO, EM ROMA Além de encontro com o Santo Padre,

VISITA AD LIMINA APOSTOLORUM REUNIRÁ (ARCE)BISPOS DE MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO E O PAPA FRANCISCO, EM ROMA

Além de encontro com o Santo Padre, uma série de atividades no Vaticano e celebrações eucarísticas nos túmulos dos apóstolos Pedro e Paulo, marcarão a agenda pastoral.

Os (arce)bispos dos Regionais Leste 2 (Minas Gerais) e Leste 3 (Espírito Santo), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se preparam para a Visita Ad Limina Apostolorum que será realizada, entre os dias 17 e 26 de outubro, em Roma, na Itália. A agenda pastoral reunirá uma comitiva de 32 (arce)bispos, que terão audiência com Papa Francisco, além de peregrinação aos túmulos dos apóstolos Pedro e Paulo e visitas aos departamentos que integram a Cúria Romana, os Dicastérios e Secretarias.

Tradição da Igreja

A Visita Ad Limina Apostolorum é uma tradição muito antiga na Igreja Católica e significa no limiar, na entrada, nos limites das Basílicas dos apóstolos Pedro e Paulo. Acontece a cada cinco anos e sua finalidade é expressar a unidade, a fidelidade e a comunhão de cada (arce)bispo com o sucessor de Pedro.

Durante o período em Roma, os (arce)bispos celebram a Santa Missa nas grandes basílicas, onde estão sepultados os apóstolos Pedro e Paulo. Também estão previstas reuniões nos principais Dicastérios, organismos da Cúria Romana que tratam do Episcopado, do Clero, da Doutrina da Fé, da Vida Consagrada, da Causa dos Santos, da Promoção da Evangelização, da Educação Católica e da Comunicação.

Encontro com o Papa Francisco

Um dos momentos mais esperados da atividade é o encontro com o Papa Francisco, que será realizado no dia 20 de outubro. Nessa visita ao Santo Padre, os (arce)bispos apresentam o relatório pastoral das (arqui)dioceses, enviado meses antes. Esse documento abrange as questões administrativas, o ministério do (arce)bispo, o funcionamento da Cúria Diocesana, a vida dos sacerdotes, a situação dos seminários e das vocações, congregações religiosas, as celebrações litúrgicas, os ministérios leigos, a catequese, as escolas católicas, as pastorais e movimentos, as relações ecumênicas, a presença da Igreja nos meios de comunicação e o relacionamento com o poder público, entre outras questões.

O momento, em Roma, ainda proporcionará que os (arce)bispos dos Regionais Leste 2 e 3 compartilhem os desafios e as experiências pastorais de suas (arqui)dioceses e da Igreja no Brasil, recebendo assim orientações e palavras de motivação do sucessor de Pedro. No grupo também estará Dom João Justino de Medeiros Silva, Arcebispo Metropolitano de Goiânia (GO).

Para o arcebispo de Vitória, dom Dario Campos a expectativa é de estar próximo do Papa Francisco pela 1ª vez. “Já encontrei o Papa, em algumas ocasiões como na Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, mas ainda não tive a oportunidade de estar com ele pessoalmente. Pelos relatos que tenho acompanhado de outras visitas, o Papa tem dado bastante tempo para escutar os bispos falando das Igrejas Locais”, disse dom Dario.

A Visita Ad Limina Apostolorum poderá ser acompanhada pelo hotsite www.visitaadlimina.com.br, que será lançado na próxima sexta-feira (30) e pelas redes sociais dos Regionais Leste 2 e 3 da CNBB (Facebook, Instagram e Youtube). Com Assessoria de Comunicação diretamente de Roma, conteúdos diários serão disponibilizados para a imprensa e para comunidades de fé das (arqui)dioceses.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DA VISITA:

DATA ATIVIDADE
16 de outubro
(Domingo)
Chegada em Roma
17 de outubro
(Segunda-feira)
Missa/Laudes

Basílica Papal de Santa Maria Maior

Visita ao Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral
Visita ao Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Visita à Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores
18 de outubro
(Terça-feira)
Missa/Laudes
Basílica Papal de São Pedro e Altar do Túmulo de São Pedro
Visita ao Dicastério para os Bispos
Visita ao Dicastério para a Doutrina da Fé
Visita ao Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e SVA
Visita ao Dicastério para as Causas dos Santos
 Visita à Secretaria Geral do Sínodo
19 de outubro
(Quarta-feira)
Missa/Laudes
Basílica Papal de São João de Latrão
Visita ao Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização
Visita ao Dicastério para a Educação Católica
Visita ao Dicastério para o Clero
Visita ao Dicastério para a Comunicação
20 de outubro
(Quinta-feira)
Audiência com o Santo Padre

Biblioteca do Vaticano, Secretaria de Estado  

Visita à Pontifícia Comissão para a América Latina
Encontro na Embaixada Brasil Santa Sé
21 de outubro
(Sexta-feira)
Vista ao Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos
Visita ao Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida
Visita à Secretaria de Estado e Segunda Seção (Relações com os Estados)
Missa/Laudes

Basílica Papal de São Paulo Fora dos Muros

24 de outubro
(Segunda-feira)
Retiro com o Cardeal José Tolentino Calaça de Mendonça

Colégio Pio Brasileiro

27 de outubro
(Quinta-feira)
Retorno ao Brasil

 

COMITIVA OFICIAL

  1. Dom Airton José dos Santos – Arcebispo de Mariana (MG)
    2. Dom Andherson Franklin Lustosa de Souza – Bispo Auxiliar de Vitória (ES)
  2. Dom Antônio Carlos Félix – Bispo de Governador Valadares (MG)
    4. Dom Cláudio Nori Sturm – Bispo de Patos de Minas (MG)
  3. Dom Darci José Nicioli – Arcebispo de Diamantina (MG)
  4. Dom Dario Campos – Arcebispo de Vitória (ES)
  5. Dom Edson Oriolo dos Santos – Bispo de Leopoldina (MG)
  6. Dom Esmeraldo Barreto de Farias – Bispo de Araçuaí (MG)
  7. Dom Francisco Cota de Oliveira – Bispo de Sete Lagoas (MG)
    10. Dom Frei Irineu Andreassa – Bispo de Ituiutaba (MG)
  8. Dom Geovane Luís da Silva – Bispo Auxiliar de Belo Horizonte (MG)
  9. Dom Gil Antônio Moreira – Arcebispo de Juiz de Fora (MG)
  10. Dom João Justino de Medeiros Silva – Arcebispo de Goiânia (GO)
  11. Dom Jorge Alves Bezerra – Bispo de Paracatu (MG)
  12. Dom José Aristeu Vieira – Bispo de Luz (MG)
  13. Dom José Carlos Brandão Cabral – Bispo de Almenara (MG)
  14. Dom José Carlos de Souza Campos – Bispo de Divinópolis (MG)
  15. Dom José Eudes Campos do Nascimento – Bispo de São João del-Rei (MG)
  16. Dom José Lanza Neto – Bispo de Guaxupé (MG)
  17. Dom José Luiz Majella Delgado – Arcebispo de Pouso Alegre (MG)
  18. Dom José Moreira da Silva – Bispo de Januária (MG)
  19. Dom Lauro Sérgio Versiani Barbosa – Bispo de Colatina (ES)
  20. Dom Luiz Fernando Lisboa – Arcebispo de Cachoeiro de Itapemirim (ES)
  21. Dom Marco Aurélio Gubiotti – Bispo de Itabira/Cel. Fabriciano (MG)
  22. Dom Messias dos Reis Silveira – Bispo de Teófilo Otoni (MG)
  23. Dom Otacilio Ferreira de Lacerda – Bispo de Guanhães (MG)
  24. Dom Paulo Bosi Dal’Bó – Bispo de São Mateus (ES)
  25. Dom Paulo Francisco Machado – Bispo de Uberlândia (MG)
  26. Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba (MG)
    30. Dom Pedro Cunha Cruz – Bispo da Campanha (MG)
    31. Dom Roberto José da Silva – Bispo de Janaúba (MG)
  27. Dom Vicente de Paula Ferreira – Bispo Auxiliar de Belo Horizonte (MG)
  28. Dom Walmor Oliveira de Azevedo – Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
  29. Pe. Rodrigo Souza da Silva – Secretário Executivo do Regional Leste 2
  30. Janaina Santos – Assessoria de Imprensa da Visita Ad Limina Apostolorum
Começa hoje, 27 de setembro de 2022 e vai até dia 29, o Seminário sobre a Campanha da fraternidade 2023. O Seminário é online

Começa hoje, 27 de setembro de 2022 e vai até dia 29, o Seminário sobre a Campanha da fraternidade 2023. O Seminário é online e pode ser acessado pelo youtube da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Veja como participar na matéria publicada no site da CNBB.

O Setor Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza de 27 a 29 de setembro, de forma on-line, o Seminário Nacional da Campanha da Fraternidade 2023, cujo tema é “Fraternidade e Fome” e o lema “Dai-lhes vós mesmos de comer!” (Mt 14,16). A formação acontece nas três noites sempre a partir das 20h e poderá ser acompanhada no Youtube da CNBB e da Edições CNBB.

Nas três noites será oferecida uma reflexão sobre a temática da fome sob as óticas dos dados atualizados sobre a realidade, à luz da fé e da doutrina da Igreja e na perspectiva da ação pastoral para o enfrentamento do  problema. O tema da fome será abordado pela terceira vez pela Igreja no Brasil em uma Campanha da Fraternidade. De acordo com o assessor de campanhas da CNBB, o padre Jean Paul Hansen, a formação vai contar com a colaboração de especialistas no assunto, bispos, presbíteros e assessores da CNBB.

“Na primeira noite, vamos VER a realidade da fome em nosso país e o muito que já se faz no seu combate. Na segunda, vamos ILUMINAR com a luz do Evangelho e do Magistério Eclesial este dura realidade. E, na terceira noite, refletiremos sobre como devemos AGIR para livrar a multidão de irmãos e irmãs que sofrem o flagelo da fome, cumprindo o mandato de Jesus, que é o lema da CF-2023: “Dai-lhes vós mesmos de comer” (Mt 14,16)”, disse padre Jean Paul.

Formação de multiplicadores

A atividade tem como objetivo de preparar lideranças regionais, diocesanas, paroquiais e comunitárias para desenvolver a Campanha da Fraternidade 2023 em suas realidades concretas, através de uma reflexão fundamentada na realidade e na Palavra de Deus, em vista da ação eclesial sociotransfomadora.

“O Seminário Nacional da CF é importante porque lança para as bases da Igreja no Brasil a temática, a reflexão e o material preparado para a Campanha da Fraternidade do ano seguinte, a fim de que o trabalho já comece a ser realizado nos regionais, nas dioceses, paróquias e comunidades, como preparação remota para a CF, que se intensificará na quaresma de 2023”, disse padre Jean.

A fome no Brasil

O Brasil voltou ao Mapa da Fome, ou seja, mais de 60 milhões de brasileiros e brasileiras vivem sem ter o que comer não ou tem certeza se conseguirá comida ou precisa reduzir a qualidade e/ou quantidade dos alimentos. Esse diagnóstico está no relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) divulgado em julho deste ano.

O levantamento mostra que quase 30% da população brasileira vive insegurança alimentar moderada ou grave no país. Os dados são do período de 2019 a 2021. O novo relatório mostra um forte agravamento da situação no Brasil. Entre 2014 e 2016, esse contingente era de 37,5 milhões de pessoas com insegurança alimentar, dentre elas 3,9 milhões em condição grave – número quase quatro vezes menor do que hoje.

A Igreja e o tema da fome

Cartaz CF 1985

O tema da fome foi abordado na Campanha de 1985. Dois grandes eventos marcaram a Igreja no Brasil em 1985: a realização do 11º congresso Eucarístico Nacional realizado em Aparecida (SP) e a Campanha da Fraternidade. Ambas as iniciativas receberam o mesmo lema “pão para quem tem fome”. Um dos grandes temas refletidos foi o cenário da fome apresentado como “um problema crucial”.

Na encíclica Fratelli Tutti, o Papa Francisco fala do escândalo da fome e chama o atual sistema de assassino: “As crises sociais, políticas e econômicas fazem morrer à fome milhões de crianças, já reduzidas a esqueletos humanos por causa da pobreza e da fome; reina um inaceitável silêncio internacional” (nº 29).

O Santo Padre adverte ainda que “a política mundial não pode deixar de colocar entre seus objetivos principais e irrenunciáveis o eliminar efetivamente a fome. Com efeito, quando a especulação financeira condiciona o preço dos alimentos, tratando-os como uma mercadora qualquer, milhões de pessoas sofrem e morrem de fome… a fome é criminosa e a alimentação é um direito inalienável”(nº 189).

Saiba mais:

Mais informações sobre a CF 2023 acesse o site de Campanhas da CNBB 
Letra do Hino da CF 2023
Aberto o concurso para escolha da música do hino da Campanha da Fraternidade 2023

A presença do Papa no encontro Economia de Francisco que aconteceu em Assis foi para reafirmar que “é possível transformar uma economia que mata
A presença do Papa no encontro Economia de Francisco que aconteceu em Assis foi para reafirmar que “é possível transformar uma economia que mata numa economia da vida”. Leia a matéria publicada no site do Vaticano:
Uma festa de música, testemunhos, alegria e emoção: assim foi o encontro do Papa com os jovens da “Economia de Francisco”, que se reuniram esta semana em Assis para repensar uma nova economia mundial. Antes de pronunciar seu discurso, o Pontífice ouviu o testemunho de oito jovens de várias proveniências que ilustraram projetos concretos inspirados pela iniciativa.

É possível mudar, transformar uma economia que mata numa economia da vida. Esta foi a principal mensagem que o Papa Francisco ofereceu aos jovens reunidos em Assis para o evento “Economia de Francisco”.

Três anos se passaram desde a convocação do Papa até a sua realização e hoje a juventude mundial se encontra a viver e crescer num período desafiador entre crise ambiental, pandemia e guerras. Os jovens herdaram grandes riquezas, mas ao mesmo tempo um planeta degradado e privado de paz. Neste cenário, os jovens são chamados a se tornarem artesãos e construtores da casa comum. As finanças são etéreas, é preciso redescobrir as raízes humanas da economia, exortou Francisco.

“Uma nova economia, inspirada em Francisco de Assis, hoje pode e deve ser uma economia amiga da terra e uma economia de paz. Trata-se de transformar uma economia que mata numa economia da vida, em todas as suas dimensões.”

Ouça a reportagem completa com a voz do Papa Francisco

Mudança rápida e firme

E os jovens têm este potencial transformador, afirmou o Papa. Mas advertiu para que não sejam como os estudantes das Faculdades de Economia, com a cara fechada, mas sim criativos e otimistas. Este entusiasmo deve ser aplicado imediatamente para uma conversão ecológica. Uma economia humana pede uma nova visão do meio ambiente. Nos últimos dois séculos, acrescentou Francisco, a terra foi saqueada para aumentar o nosso bem estar, mas não o bem estar de todos. “É este o tempo de uma nova coragem para abandonar as fontes fósseis de energia, de acelerar o desenvolvimento de fontes com impacto zero ou positivo.”

Mas para mudar é preciso estar disposto a fazer sacrifícios. Passar de um estilo de vida insustentável para um estilo sustentável significa transformar as dimensões social, relacional e espiritual. “É necessária uma mudança rápida e firme. E o digo seriamente. Conto com vocês! Por favor, não nos deixem tranquilos e deem-nos o exemplo”, exortou o Papa, pedindo coragem e uma “pitada” de heroismo. E citou a experiência de um jovem que recusou emprego quando descobriu que seria operário numa fábrica de armas.

A poluição da desigualdade

Quando tentamos salvar o planeta, não podemos ignorar o homem e a mulher que sofrem. O grito da terra e o grito dos pobres é o mesmo. A poluição que mata não é somente aquela provocada pelo dióxido de carbono, mas também a desigualdade polui o nosso planeta. As calamidades ambientais não podem cancelar as calamidades da injustiça social e da injustiça política.

Fazer economia inspirando-se em Francisco de Assis significa comprometer-se em colocar os pobres em primeiro lugar. Sem o amor pelos pobres e por toda pessoa vulnerável, não há “Economia de Francisco”. Enquanto o sistema produzir descartados e atuarmos segundo este sistema, seremos cúmplices de uma economia que mata. São Francisco não ensina somente a amar os pobres, mas também a pobreza. O capitalismo quer ajudar os pobres, mas não os estima. Não devemos amar a miséria, explicou o Papa. Pelo contrário, devemos combatê-la. Mas o Evangelho diz que sem estimar os pobres não se combate nenhuma miséria.

Este estilo de vida insustentável acomete também as relações humanas, a começar pela família, incapaz de acolher e cuidar de novas vidas. O resultado é o inverno demográfico, onde se prefere ter relações afetivas com cães e gatos. E as mulheres são as primeiras a serem penalizadas por terem que optar entre filhos e carreira. O consumismo atual procura preencher o vazio das relações humanas com mercadorias sempre mais sofisticadas – “as solidões são um negócio do nosso tempo!” -, mas assim gera uma penúria de felicidade.

O capital espiritual

O capitalismo gera ainda uma insustentabilidade espiritual. A técnica nos ensina o “que” fazer e “como” fazer, mas não ensina o “porquê”. A falta de sentido torna os jovens frágeis e incapazes de elaborar sofrimentos e frustrações, o que faz do capital espiritual um motor imprescindível para a mudança.

O Pontífice fez estas reflexões para deixar aos jovens três indicações de percurso: olhar o mundo com os olhos dos mais pobres, investir em criar trabalho digno para todos e concretude para que todas as ideias se transformem em ação.

O Papa concluiu com uma oração:

Pai, pedimos seu perdão por ferir gravemente a terra, por não respeitar as culturas indígenas, por não estimar e amar os mais pobres, por criar riqueza sem comunhão. Deus vivo, que por seu Espírito inspirou os corações, os braços e as mentes destes jovens e os colocou em direção a uma terra prometida, olha com bondade para sua generosidade, seu amor, sua disposição para passar a vida por um grande ideal. Abençoe-os em seus esforços, seus estudos, seus sonhos; acompanhe-os em suas dificuldades e sofrimentos, ajude-os a transformá-los em virtude e sabedoria. Apoiá-los em seus desejos de bondade e vida, sustentá-los em suas decepções diante de maus exemplos, não desanimar e continuar em seu caminho. Senhor, cujo Filho unigênito se tornou carpinteiro, dá-lhes a alegria de transformar o mundo com amor, inteligência e mãos. Amém.

100 jovens brasileiros participam do Encontro Economia de Francisco em Assis na Itália. Amanhã, sábado, 24 de setembro, o Papa marcará presença. Leia a
100 jovens brasileiros participam do Encontro Economia de Francisco em Assis na Itália. Amanhã, sábado, 24 de setembro, o Papa marcará presença. Leia a matéria publicada no site do Vaticano.

A pequena cidade italiana da Úmbria famosa em todo o mundo pelos seus filhos prediletos Francisco e Clara, acolhe desde quarta-feira cerca de mil jovens economistas provenientes de 120 países que nos últimos dois dias participaram do evento global Economia de Francisco. Um evento desejado pelo Papa para refundar a economia com um capital de valor inestimável: o da fraternidade.

Economia de Francisco, um movimento internacional de jovens economistas, engajados num processo de diálogo inclusivo, nasceu após a carta do Pontífice, dirigida em 2019 a jovens economistas, empreendedores e empresárias de todo o mundo. Esse apelo tornou-se um processo para repensar a economia. Os dois primeiros encontros foram realizados on-line por causa da pandemia.

Este terceiro encontro, o primeira em presença, foi aberto nesta quinta-feira de manhã. Acolhendo os jovens entre os voluntários da Economia de Francisco, a Irmã Francesca Violato, das Irmãs Franciscanas Elizabetanas de Pádua, missionária no Equador há 20 anos.

“Há um mundo que se derrama em Assis. Um mundo de jovens, apaixonados pela economia. E foi bom”, explica a Irmã Francesca Violato, “vê-los chegar: não houve problema com o idioma porque o sorriso, o abraço não faltou. Uma fraternidade respirada. Nos meus olhos, tenho a imagem dos jovens que chegaram à estação: uma longa fila de jovens entusiastas”.

Economia de Francisco - Assis

O encontro com o Papa

Nesta sexta-feira os jovens estão percorrendo as pegadas de São Francisco visitando os lugares onde viveu o pobrezinho de Assis. Depois os encontros em 12 aldeias sobre temáticas diversas que vão do papel da mulher na economia à sustentabilidade e meio-ambiente.

O Brasil está presente com cerca de 100 jovens que trouxeram para Assis as suas propostas e projetos, na tentativa de responder ao chamado de Francisco para construir outros modelos econômicos que não aposte na exploração da Mãe e Irmã Terra.

O olhar desses jovens é para este sábado, quando Francisco vem até eles em Assis, para olhar seus rostos sorridentes e estimulá-los a continuarem neste processo de transformação de uma economia que coloca a pessoa no centro de toda ação.

A presença do Papa Francisco no encontro – dizem os jovens – já nos compromete ao modelo que priorize uma economia comprometida com processos de vida.

Tem início nesta quinta-feira, 22 de setembro, em Assis, o evento global “Economia de Francisco” que contará com a presença do Papa Francisco no
Tem início nesta quinta-feira, 22 de setembro, em Assis, o evento global “Economia de Francisco” que contará com a presença do Papa Francisco no sábado, 24, dia de conclusão dos trabalhos.

O Santo Padre expressou com entusiasmo seu desejo de estar presente e encontrar os jovens economistas, empreendedores e agentes de mudança do mundo, que estão envolvidos há três anos na “Economia de Francisco”, o processo desejado pelo próprio Pontífice, para lançar as bases de uma nova economia, mais justa, equa e fraterna.

Nestes anos, o Santo Padre sempre se manteve atualizado sobre as atividades realizadas pelos jovens a quem deu palavras de inspiração e encorajamento em duas mensagens em vídeo por ocasião dos eventos da “Economia de Francisco” que foram realizados on-line em 2020 e 2021, devido à pandemia. Agora chegou o momento do encontro presencial em Assis.

Os organizadores trabalharam muito para acolher cerca de mil jovens de mais de 120 países de todo o mundo, jovens que têm o desejo de contribuir para uma nova época de pensamento e práticas econômicas.

Nesta quinta-feira os trabalhos têm início às 9h30 da manhã, hora local, no Teatro Lyrick com a abertura oficial do Evento. Nesta manhã os jovens se encontram em sessões, discussões e mesas redondas para apresentar ideias e projetos, enfrentar questões  econômicas e os desafios contemporâneos.

Uma das temáticas é: “a única guerra justa é a guerra que não combatemos; mesa-redonda sobre a solidariedade internacional e a prevenção dos conflitos armados.

Ainda no Palaevent teremos os encontros para a apresentação de projetos, laboratórios artísticos e colóquios em grupos. Também apresentação de livros e o muro da gratidão, com frases dos jovens sobre a gratidão.

Ainda no dia de hoje a sessão plenária com a participação de convidados “sênior”, entre os quais o padre Vilson Groch, de Florianópolis.

A presença do Papa

Já o programa da visita do Papa no próximo sábado prevê a saída às 9h do heliporto do Vaticano, o desembarque na praça próxima do Palaeventi e o transferimento do Santo Padre para o vizinho teatro Lyrick de Santa Maria dos Anjos.

Ali, Francisco será recebido por três jovens da “Economia de Francisco”, pelo prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, cardeal Michael Czerny, por Dom Sorrentino, autoridades civis, membros do Comitê Organizador, representantes das famílias franciscanas e da Pro Civitate Christiana.

O Pontífice, às 10h00, chegará ao palco onde, após um momento artístico-cultural, terão lugar as boas-vindas, a apresentação e oito testemunhos de jovens de todo o mundo. O Papa fará então o seu discurso e assinará o Pacto com os jovens da Economia para iniciar a mudança na economia por ele mesmo desejada.

O programa completo dos três dias, que se realizará entre o teatro Lyrick, o Palaeventi em Santa Maria degli Angeli e o centro histórico com algumas conferências, workshops e vilas temáticas. Tudo centrado na coleta das ideias e experiências geradas em todo o mundo nestes três anos de trabalho.

Nestes dias teremos espaço para momentos de diálogo entre os jovens com figuras de renome internacional, para discutir as suas propostas e continuar a aprofundar os grandes desafios do nosso tempo, a começar pela construção de uma economia de paz. Está disponível uma área permanente incubadora para ideias-projetos, sessões de networking e workshops temáticos”.

Mas quem são os jovens da Economia de Francisco?

Os participantes são jovens de todo o mundo que nestes últimos três anos criaram uma verdadeira comunidade que produziu projetos, iniciativas, estudos e materiais de aprofundamento. A idade média dos participantes da Economia de Francisco é de 28 anos, 30% vêm do mundo dos negócios e outros 30% da pesquisa, enquanto 40% são agentes de mudança (estudantes, movimentos sociais, ONGs).

A maior parte deles é proveniente da Europa (35%) e América Central – do Sul (30%), África (20%), mas Ásia e América do Norte também estarão representadas, de onde virão 8 e 6% dos participantes, respectivamente. No encontro em Assis temos mais de 100 jovens brasileiros.

Os encontros nestes três dias

Os jovens de Assis se reunirão nas 12 “aldeias” ou “vilas” temáticas que darão seguimento às virtuais nas quais se trabalhou nestes dois anos de pandemia: Trabalho e cuidado; Gestão e doação; Finanças e humanidade; Agricultura e justiça; Energia e pobreza; Vocação e lucro; Políticas para a felicidade; CO2 da desigualdade; Negócios e Paz; Economia é mulher; Empresas em transição; Vida e estilos de vida.

Nós conversamos com o jovem brasileiro Alan Faria Andrade Silva, que participa do encontro como um dos coordenadores das Vilas:

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A Economia de Francisco

Tudo começou com o convite que o Papa Francisco enviou em 1º de maio de 2019 a economistas, agentes de mudança, empreendedores e empreendedoras com menos de 35 anos em todo o mundo. Nos dois anos anteriores, apesar da pandemia, foram envolvidos milhares de jovens de 120 países dos cinco continentes, principalmente da Itália, Brasil, EUA, Argentina, Espanha, Portugal, França, México, Alemanha e Reino Unido.

Foram dois eventos globais on-line realizados com transmissão ao vivo com mais de 500.000 visualizações, mais de 50 webinars, cerca de 25 projetos empreendedores, 2 The Economy of Francesco School on-line e uma Escola de Verão presencial, uma EoF Academy com 18 pesquisadores e 25 membros seniores.

Mais de 50 especialistas de renome internacional também estiveram envolvidos (incluindo 3 ganhadores do Prêmio Nobel) e o Papa dirigiu duas mensagens em vídeo aos jovens.

Todas as informações e notícias estão disponíveis no site www.francescoeconomy.org e nas redes sociais oficiais do evento: Facebook @francescoeconomy; Instagram @francesco_economy; Twitter @FrancescoEcon; YouTube e Flickr.

Matéria publicada no site Vatican News